continua a mortandade de cristãos

Monica Rodrigues
JtulSoesrto lpeonnsorohewde

Racismo religioso…
Do mural da Ana Margarida Tapia
Século XXI- perseguição religiosa e morte.

CBN News – Militantes islâmicos armados mataram 27 civis no centro do Mali em três ataques a aldeias agrícolas predominantemente cristãs em menos de 24 horas, disseram autoridades locais na q…

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CBN News – Militantes islâmicos armados mataram 27 civis no centro do Mali em três ataques a aldeias agrícolas predominantemente cristãs em menos de 24 horas, disseram autoridades locais na q…
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Afinal o COVID 19 é soldado de Alá.

Afinal o COVID 19 é soldado de Alá. É assim para a Faixa de Gaza.

-2:10

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Reservists On Duty

4 hrs

Imam in Gaza: This #Coronavirus Is a Soldier of Allah; Muslims Are the Least Affected.

via The Middle East Media Research Institute (MEMRI)

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estes árabes são civilizados ao máximo

The ruler of Dubai conducted a campaign of fear and intimidation against his estranged wife and ordered the abduction of two of his daughters, a British judge ruled in documents that were unsealed.

Sheikh Mohammed, who is also vice president and prime minister of the United Arab Emirates, is popular at home and is seen as a modernising force.

Sheikh Mohammed, who is also vice president and prime minister of the United Arab Emirates, is popular at home and is seen as a modernising force.
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Outrage as Saudi Arabia executes Indonesian maid for killing boss while he was raping her

An Indonesian maid identified as Tuti Tursilawati has been executed in Saudi Arabia for killing her boss while he was raping her.

Source: Outrage as Saudi Arabia executes Indonesian maid for killing boss while he was raping her

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A BURCA COMO SÍMBOLO DE PROSTITUIÇÃO

Uma curiosidade. Uma informação que deveria ser passada às muçulmanas actuais espalhadas pelo mundo. Um interessante texto que encontrei na net sobre a origem da burka. Ora leiam:

” A burka, traje islâmico que cobre o rosto e corpo da mulher, tem a sua origem num culto à divindade Astarte, deusa do amor, da fertilidade e da sexualidade, na antiga Mesopotâmia. Em homenagem à deusa do amor físico, todas as mulheres, sem excepção, tinham de se prostituir uma vez por ano, nos bosques sagrados em redor do templo da deusa. Para cumprirem este preceito divino sem serem reconhecidas, as mulheres de alta sociedade acostumaram-se a usar um longo véu em protecção da sua identidade. Com base nessa origem histórica, Mustapha Atatürk, fundador da moderna Turquia (1923 – 1938), no quadro das profundas e revolucionárias reformas políticas, económicas e culturais, que introduziu no país, desejoso de acabar de uma vez por todas com a burka, serviu-se de uma brilhante astúcia para calar a boca dos fundamentalistas da época. Pôs definitivamente um fim à burka na Turquia com uma simples lei que determinava o seguinte: «Com efeito imediato, todas as mulheres turcas têm o direito de se vestir como quiserem, no entanto todas as prostitutas devem usar a burka». No dia seguinte, ninguém mais viu a burka na Turquia. E esta lei ainda se mantém em vigor. “.

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indonésia a regredir para a idade média

A tragédia continua.
Agora com violações dos direitos humanos cometidas por mulheres, talvez para não as acusarem de “Masculinidade Tóxica”…
As culturas são todas iguais?

‘Have no mercy for those who violate God’s law’, police chief says

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Paquistão a lei da sharia à força

Não, as culturas não são todas equivalentes. Não, as culturas não são estáticas e as tradições não são eternas. Sim, as culturas evoluem ou, às vezes, regridem. Sim, os Direitos Humanos são uma grande conquista civilizacional da Humanidade e devem ser universais. Não, dizer que os Direitos Humanos devem ser universais não é “imperialismo cultural”.

«O Supremo Tribunal de Karachi, no Paquistão, aplicou a lei islâmica, ignorando a lei nacional, para validar o casamento forçado de uma cristã de 14 anos que foi raptada e forçada a converter-se ao Islão.

A família de Huma Younus interpôs uma ação em tribunal alegando que a sua filha era menor e que por isso não podia casar, tentando dessa forma obter a sua libertação. Os raptores, contudo, apresentaram um documento assinado pela rapariga a dizer que era maior de idade.

Perante a dúvida o tribunal mandou Huma comparecer em tribunal para depor, dando esperança à sua família e a toda a comunidade cristã de que finalmente o sistema judiciário pudesse estar a mudar e que defenderia os direitos dos cristãos, nomeadamente das jovens que são raptadas e forçadas a converter-se e casar com muçulmanos.

Essas esperanças foram, contudo, descartadas quando o tribunal declarou que o facto de Huma já ter tido um ciclo menstrual significa que pode casar, fazendo assim tábua rasa da própria lei nacional que proíbe o casamento de mulheres menores de 18 anos.

“Esperávamos que com este caso a lei fosse aplicada pela primeira vez, mas claramente no Paquistão estas leis apenas são formuladas e aprovadas para dar crédito ao país aos olhos da comunidade internacional, para pedir fundos para desenvolvimento e conseguir livre acesso aos mercados europeus para produtos paquistaneses”, lamentou o advogado Tabassum Yousaf, em declarações citadas pela fundação Ajuda à Igreja que Sofre.

A família e a equipa jurídica de Huma desconfiam ainda de cumplicidade entre o agente da polícia responsável pelo caso e o raptor, conhecido como Jabbar. Questionado sobre o facto de Huma não ter comparecido para a audição, o agente Akhtar Hussain limitou-se a dizer que ela tinha sido notificada. Apesar da sua incapacidade de cumprir as ordens do tribunal, os juízes mandaram o mesmo agente assegurar que fosse feito um exame médico à jovem, para comprovar a sua idade. Segundo o advogado Tabassum Yousaf, contudo, “É evidente que estando Hussain encarregue existe uma alta probabilidade de os resultados serem falseados. Mas ainda temos esperança de poder provar que a rapariga é menor e assim conseguir que ela seja entregue a um centro de acolhimento, pelo menos, para a livrar do seu raptor”.

A próxima sessão do processo será no dia 4 de março, mas, segundo a fundação Ajuda à Igreja que Sofre, que tem acompanhado de perto o caso e apoiado a família nas suas despesas jurídicas, o facto de o casamento ter sido considerado válido anula qualquer possibilidade de que Jabbar seja puindo pelos crimes de rapto e casamento forçado.

“Esta sentença envergonha o sistema judicial paquistanês. É inimaginável que a lei Sharia possa prevalecer sobre a lei nacional. Expressamos toda a nossa indignação, mas ao mesmo tempo não desistimos. Pela Huma e pelo mais de milhar de raparigas que são raptadas, violadas, convertidas à força e obrigadas a casar com o seu raptor”, diz a Alessandro Monteduro, do ramo italiano da AIS.

“Hoje aprendemos que vale tudo, porque no Paquistão até uma menina de oito ou nove anos, desde que já tenha menstruado, pode ser dada legalmente em casamento”, conclui.»

“É mais uma prova de que os cristãos não são considerados cidadãos do Paquistão”, lamenta a mãe de Huma Younus, a rapariga de 14 anos que foi raptada em outubro.

RR.SAPO.PT
“É mais uma prova de que os cristãos não são considerados cidadãos do Paquistão”, lamenta a mãe de Huma Younus, a rapariga de 14 anos que foi raptada em outubro.
“É mais uma prova de que os cristãos não são considerados cidadãos do Paquistão”, lamenta a mãe de Huma Younus, a rapariga de 14 anos que foi raptada em outubro.
Comments
  • Carlos Leitão Carreira E coragem para apelar ao boicote a tudo o que tenha origem paquistanesa? Ou pedir aos governos que imponham restrições económicas ao Paquistão? Que é do Bloco de Esquerda, das Capazes e outras supostas “feministas”…?!
  • Joao Paulo Esperanca Os alvos desse tipo de ativistas são outros…
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