A MORTE DE CAMÕES

Grande lição de vida! Qual é a relação com.a atualidade?

MORTE DE CAMÕES
Autor: Joseph-Léon-Roland de Lestang-Parade*, pintor francês.
Colecção do “Musée Granet”. Aix-en-Provence, França.
(foto de telemóvel)
* ‘Joseph-Léon-Roland de Lestang-Parade’, (1801 ou 1810-1887), pintor de Louis XVIII e professor na ‘École des Beaux Arts de Paris’, apresentou esta impressionante pintura a óleo (196X227cm) no “Salon” de Paris de 1835, com a seguinte anotação:
“Luís de Camões, poeta e guerreiro, morre miseravelmente em Lisboa, no hospital dos pobres. Um fiel escravo javanês, que mendigava para ele, e uma pobre negra, comerciante de peixe, com quem ele costumava partilhar o pão, assistem sozinhos aos seus últimos momentos”.
Recentemente, fez parte da exposição “Le Modèle Noir: de Géricault à Matisse” que o Musée D’Orsay organizou (de Março a Julho 2019) sobre um tema que tem sido menosprezado: a contribuição das pessoas negras na História da Arte.
(Copiado de Nantília Gabriel Rosa a quem agradeço)

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CAMOES E O ABANDONO DO ENSINO DE PORTUGUÊS

30 mil alunos, 214 professores, um Instituto (o Camões) com má visão? OU nenhuma? #diasporaportuguesa

Testemunho de professora do Ensino de Português no Estrangeiro.

a estátua de Camões na Índia

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Revisitar Goa

7 hrs

Statue of Luís Vaz de Camões in the centre of Saint Francis Xavier Square in 1962, after the Estado da Índia became part of India. Photo by Francis Millet Rogers . Image courtesy of the Fundação Calouste Gulbenkian , ‘Francis Millet Rogers 1962’ fonds, ref. no. (540.55) (084.121) ‘Estátua de Luís de Camões e o Mosteiro de São Francisco de Assis’.
https://www.researchgate.net/…/Statue-of-Luis-Vaz-de-Camoes…

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  • José Bárbara Branco Depois de tentativas de dinamitação da estátua realizadas por extremistas indianos, a estátua de Luís de Camões encontra-se agora, cem metros atrás, no Museu em Velha Goa.

Obras de Germano Almeida traduzidas com o apoio do Instituto Camões

​O escritor cabo-verdiano Germano Almeida está entre os 40 autores de língua portuguesa cujas obras vão ser traduzidas noutros idiomas, no âmbito do programa de apoio à edição do Instituto Camões.

Source: Obras de Germano Almeida traduzidas com o apoio do Instituto Camões

Constância | O “advogado de Camões” que tenta provar a presença do poeta em Macau | Médio Tejo

Tentar provar documentalmente a presença do poeta Luís de Camões em Macau foi o desafio a que se propôs, desde 2006, o magistrado Eduardo Correia Ribeiro. Dessa investigação resultaram até ao momento quatro livros, um deles em inglês, e inúmeras conferências.No domingo, dia 17, foi a vez da Casa

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Vozes de Macau também se fazem ouvir n’ “Os Lusíadas”

É uma obra de vulto, que exigiu um esforço de igual amplitude a António Fonseca. O actor português, que esteve no território em Março, lança até ao final do mês um audiolivro com a leitura integral…

Fonte: Vozes de Macau também se fazem ouvir n’ “Os Lusíadas”

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Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões

Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões
EM ATUALIZAÇÃO:

PÚBLICO

30/05/2016 – 19:05

É o 28.º autor, e o 12.o brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa.

O Prémio Camões 2016 foi esta segunda-feira atribuído ao escritor Raduan Nassar, de 80 anos, o 12.º brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa.

Com um valor pecuniário de cem mil euros, o prémio foi anunciado ao fim da tarde no Hotel Tivoli pelo secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, após a reunião do júri, que este ano incluiu a professora e ensaísta Paula Morão e o poeta e colunista Pedro Mexia, os professores universitários, críticos e escritores brasileiros Flora Süssekind e Sérgio Alcides do Amaral, e ainda o autor moçambicano Lourenço do Rosário, reitor da Universidade Politécnica de Maputo, e a ensaísta são-tomense Inocência Mata, actualmente radicada em Macau.

Instituído em 1988 pelos governos de Portugal e do Brasil, o prémio Camões é atribuído a “um autor de língua portuguesa que tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum”, diz o respectivo protocolo, na sua versão revista de 1999. O acordo obriga a que o prémio seja alternadamente atribuído em território português e brasileiro, e a sua história sugere que tem também prevalecido a intenção de equilibrar o número de vencedores portugueses e brasileiros, bem como a preocupação de fazer representar as várias literaturas africanas.

Antes do prémio agora atribuído a Nassar, Portugal e Brasil estavam empatados com 11 autores de cada país. Miguel Torga foi o primeiro escritor a receber o Camões, em 1989, e o prémio voltou a ficar em Portugal mais dez vezes: Vergílio Ferreira recebeu-o em 1992, José Saramago em 1995, Eduardo Lourenço em 1996, Sophia de Mello Breyner Andresen em 1999, Eugénio de Andrade em 2001, Maria Velho da Costa em 2002, Agustina Bessa-Luís em 2004, António Lobo Antunes em 2007, Manuel António Pina em 2011 e Hélia Correia em 2015.

A lista de premiados brasileiros começa com João Cabral de Melo Neto, em 1990, e inclui Rachel de Queiroz (1993), Jorge Amado (1994), António Cândido (1998), Autran Dourado (2000), Rubem Fonseca (2003), Lygia Fagundes Telles (2005), João Ubaldo Ribeiro (2008), Ferreira Gullar (2010), Dalton Trevisan (2012) e Alberto da Costa e Silva (2014).

O poeta moçambicano José Craveirinha foi o primeiro autor africano a receber o Camões, em 1991. Em 1997, Pepetela, então com 56 anos, tornava-se simultaneamente o primeiro angolano e o mais jovem autor de sempre – ainda o é – a ser galardoado com este prémio, que só voltaria à literatura africana em 2006 para reconhecer a obra do angolano Luandino Vieira, que recusou o galardão. Em 2009, venceu o poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, e em 2013 o escolhido foi o romancista moçambicano Mia Couto.

https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/-e-o-vencedor-do-premio-camoes-1733550

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Enviado por: Mauro Moura