incrível Bornéu

The incredible Pinnacles at Gunung Mulu National Park located in Sarawak, Borneo island.
The Gunung Mulu National Park is well known for its astounding geological formations of caves and pinnacles. The park has among its main attractions the three mountains: Mount Mulu standing at 2,376 m high (7,795 ft)], Mount Api at 1,750 m (5,740 ft), and Mount Benarat at 1,858 m (6,096 ft). Mount Mulu is a sandstone mountain while Mount Api and Mount Benarat are limestone mountains. These limestone pinnacles are found on the upper part of Mount Api. They are a unique formation of razor-sharp limestone rocks protruding from the jungle on the slopes of Mount Api and rising to a height of about 50 m.
📷 Manuel Beers
(Photographer’s portfolio in comment)
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ESTRANGEIROS SAEM DA INDONÉSIA

Covid-19: Milhares de estrangeiros abandonam Indonésia
Jacarta, 27 jul 2021 (Lusa) – Milhares de estrangeiros abandonaram a Indonésia nas últimas semanas, indicam os registos do aeroporto hoje divulgados, aparentemente impulsionados por uma violenta vaga da pandemia de covid-19 e uma escassez generalizada de vacinas, que foram primeiro administradas aos grupos prioritários.
A Indonésia tem agora o maior número de casos diários na Ásia, depois de as infeções e as mortes terem aumentado drasticamente no mês passado e o surto gigantesco na Índia ter abrandado.
As infeções atingiram o ponto mais alto em meados de julho, com a média diária mais elevada registada de mais de 50.000 novos casos num dia. Até meados de junho, o número diário de casos era cerca de 8.000.
Desde o início deste mês, quase 19.000 cidadãos estrangeiros deixaram o país pelo Aeroporto Internacional Sokarno-Hatta, situado na capital, Jacarta.
O êxodo aumentou significativamente só nos últimos três dias, que correspondem a quase metade de todas as partidas individuais este mês, indicou o responsável da autoridade da imigração no aeroporto, Sam Fernando.
O embaixador do Japão na Indonésia, Kenji Kanasugi, declarou que a dificuldade de arranjar vacinas para os cidadãos estrangeiros levou alguns cidadãos japoneses a dirigirem-se ao seu país natal para serem vacinados.
Os cidadãos japoneses e chineses somaram o maior número de partidas, com 2.962 e 2.219 pessoas respetivamente, seguidos de 1.6161 cidadãos sul-coreanos.
Os números do aeroporto mostram ainda a partida de 1.425 norte-americanos, bem como de 842 franceses, 705 russos, 700 britânicos, 615 alemães e 546 sauditas.
Inicialmente, só representantes de países estrangeiros e de organizações internacionais sem fins lucrativos podiam ter acesso ao programa de vacinação gratuita do Governo indonésio, até que, no mês passado, este foi alargado às pessoas a partir dos 60 anos, aos professores e funcionários educativos.
Mesmo assim, reportagens televisivas mostraram cidadãos estrangeiros a queixar-se das dificuldades que estavam a enfrentar para serem vacinados.
Um porta-voz da ‘Task Force’ Nacional COVID-19, Wiku Adisasmito, disse hoje que o fornecimento limitado de vacinas permanece um desafio e expressou a esperança de que mais 45 milhões de doses com chegada prevista para agosto melhorem a situação Com 270 milhões de habitantes, a Indonésia garantiu pelo menos 151,8 milhões de doses de vacinas até ao final de julho. A grande maioria das doses – 126,5 milhões – é da farmacêutica chinesa Sinovac.
O número diário de mortes no país continuou a ultrapassar as mil nas últimas duas semanas.
O sistema de saúde está com dificuldades em lidar com a situação, e mesmo os doentes que têm a sorte de conseguir uma cama num hospital não têm oxigénio garantido.
Vários países anunciaram novas proibições ou restrições para viajantes procedentes da Indonésia, incluindo as vizinhas Singapura e Filipinas.
A Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, Omã, Taiwan e Hong Kong estão entre os países e territórios que colocaram a Indonésia na sua lista de proibição de viagens.
No total, a Indonésia registou até agora mais de 3,1 milhões de casos e 84.766 mortos – números que se pensa serem muito inferiores aos reais, devido a testagem reduzida e medidas de diagnóstico insuficientes.
ANC // EL
Lusa/fim
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Visit the COVID-19 Information Centre for vaccine resources.
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Rosa Horta Carrascalao, Rosely Forganes and 82 others
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How Australia helped Indonesia occupy East Timor

In case you missed Philiip Adams interview with Dr Peter Job on his recent book, here is the link.
How Australia helped Indonesia occupy East Timor
ABC.NET.AU
How Australia helped Indonesia occupy East Timor
A new book uncovers how the Whitlam and Fraser governments initially pushed Indonesia to intervene in East Timor and then campaigned to cover up the worst abuses of the occupation.
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Trainee doctors pushed to the front line of Indonesia’s COVID-19 disaster – ABC News

As their senior colleagues die, fresh medicine graduates and trainee doctors are being sent to the front lines of Indonesia’s COVID-19 battle.

Source: Trainee doctors pushed to the front line of Indonesia’s COVID-19 disaster – ABC News

tapo e a morte de Carmel

A longer statement from TAPOL on the passing of their founder Carmel Budiardjo
TAPOL mourns the passing of our inspirational founder Carmel Budiardjo | Tapol
TAPOL.ORG
TAPOL mourns the passing of our inspirational founder Carmel Budiardjo | Tapol
Carmel Budiardjo, TAPOL’s founder and driving force for many decades, passed away peacefully on the morning of Saturday 10th July.

INFLUÊNCIA PORTUGUESA NA INDONÉSIA

António de Oliveira Pinto da França foi também o autor da consagrada obra “Portuguese Influence in Indonesia”, 1970. Jacarta, mais tarde publicada em Português, 2003, Lisboa, Editorial Prefácio.
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OS TUGUS DE JACARTA

A aldeia da Indonésia onde se dança o Vira e se canta em Português
A muitos quilómetros de distância, em Tugu, uma aldeia da Indonésia, há uma comunidade que descende de portugueses e que mantém vivas as suas tradições.
1641, os holandeses conquistaram Malaca, na Indonésia, a Portugal, escravizando os sobreviventes portugueses e os seus descendentes. Alguns destes escravos foram levados para Jacarta, que foi rebatizada pelos holandeses com o nome de Batavia (nome que os romanos tinham dado à Holanda). Batavia tornou-se o centro de atividades da Companhia Holandesa das Índias Orientais. Aos escravos portugueses vindos de Malaca, juntaram-se outros portugueses e descendentes, vindos da Índia, Ceilão e de outros destinos.
Em Batavia, os holandeses tentaram ao máximo apagar as tradições portuguesas destes escravos, fazendo-os adotar nomes holandeses ou com sonoridade holandesa, e forçando-os a trocar o catolicismo pelo calvinismo. Estes escravos foram obrigados a viver num pequeno pedaço de terra situado a 10km do centro de Batavia, a que deram o nome de Tugu (Toegoe, em holandês), e que hoje se chama Kampung Tugu.
Estes escravos foram libertados em 1661, passando a ser chamados de Mardijker, palavra que significa “libertos”. Curiosamente, é desta palavra que deriva a palavra indonésia para liberdade: merdeka.
Apesar dos esforços holandeses, esta população conservou vários vestígios da sua herança portuguesa até aos nossos dias. Trezentos e setenta anos depois de os laços com o nosso país se terem cortado, a população ainda acarinha Portugal, um país do outro lado do mundo, mas que muitos consideram como seu.
Não é fácil chegar a Tugu, a nordeste de Jacarta, capital da Indonésia. Mesmo ao fim-de-semana, o trânsito que liga à aldeia é caótico, devido à proximidade do porto de Tanjung Priok, o principal do país, com cerca de 430 hectares.
Apesar dos inúmeros camiões que entopem a estrada principal, sente-se uma tranquilidade ao chegar a Tugu, um ex-líbris de Portugal. Junto ao cemitério e à igreja branca datada do século XVII, há um espaço aberto e arvoredo que lembra o centro de algumas aldeias portuguesas, até pelos idosos que por ali vão deixando cair o tempo.
Esta reportagem que aqui lhe deixamos, de uma estação televisiva indonésia, é uma prova da herança portuguesa forte na Indonésia. A reportagem está em indonésio, contando com a intervenção em inglês do embaixador de Portugal em Jacarta e de uma leitora de português de uma universidade local.
Apesar de não entendermos uma palavra da reportagem, só as imagens já são eloquentes o suficiente para percebermos o sentimento dos Tugus relativamente a Portugal:
Falava-se o Papiá Tugo dentro da população, um crioulo de origem portuguesa muito semelhante ao Papiá Cristão que ainda hoje é falado em Malaca. Infelizmente, já ninguém sabe falar Papiá Tugu em Jacarta, com exceção de uma ou outra palavra avulsa. O último falante deste crioulo, chamado Jacob Quiko, faleceu em 1978. O Papiá Tugu apenas subsiste em alguns poemas e canções, como a canção que aqui lhe deixamos:
Muitas músicas são ainda cantadas, apesar de já não serem entendidas. Como a Bastiana ou a Moresco, entre outras. A Contribuição de Tugu para a musica indonésia foi muito grande. A música nacional da Indonésia, o Krontjong ou keroncong, derivou das cantigas sonolentas e saudosas da aldeia de Tugu.
O Cafrinho terá vindo com os indo-portugueses de Ceilão. E ainda hoje os melhores cantores de Krontjong continuam a ser requisitados da aldeia. É de notar que essa influência não se limitou ao estilo mas manteve-se também no vocabulário dos temas e nos instrumentos.
Festival Kampung Toegoe 18-11-2008 ( MetroTV )
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Festival Kampung Toegoe 18-11-2008 ( MetroTV )
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