GOA Percival Noronha (1923-2019): morreu um grande português

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Miguel Castelo Branco

Percival Noronha (1923-2019): morreu um grande português, herança que se manteve de pé

Perseguido, ameaçado, censurado, Percival Noronha nunca se calou e resistiu até ao dia da sua morte com a máxima coragem à ocupação da sua terra indiana portuguesa.

“Nós fomos integrados à força nesta grande desordem [da Índia]. Em apenas vinte e quatro horas mudou-se a língua. A língua era de uma potência colonial e passou-se para a língua de outra potência colonial, a língua inglesa. Imagine o trauma que tudo isto provocou. O que é Goa hoje? Um pequenino estado dentro de um país enorme como é a Índia. Nós não tínhamos corrupção. Hoje a corrupção está generalizada. Antigamente, todos os cargos na administração pública eram ocupados por goeses. Hoje, nem com o auxílio de uma lanterna, e em pleno dia, você encontra um goês numa secretaria. Cada dia nos sentimos mais estrangeiros dentro de nossa própria terra”, Percival Noronha, 2005.

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MEMÓRIAS DE GOA E DA INVASÃO

«CHEFIEI A RESISTÊNCIA EM GOGOLÁ»
Quase 45 anos depois, Armindo Fausto Amaral “volta” à Índia. Em 1961, quando Jawaharlal Nehru invadiu as possessões portuguesas no subcontinente indiano, era ele quem chefiava o posto da PSP em Gogolá, o epicentro da resistência à tomada de Diu. Preso e libertado, acabou a carreira em 1998, já em Portugal, como o mais condecorado elemento da história da PSP. Mas nunca esqueceu o dia em que, à sua frente, começou a tombar o frágil castelo de cartas que era o império português.
Leia mais fazendo o download…https://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2006/08/chefiei_a_resis.html
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Quase 45 anos depois, Armindo Fausto Amaral “volta” à Índia. Em 1961, quando Jawaharlal Nehru invadiu as possessões…
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Expresso | Goa: 50 anos depois, o que resta da ocupação portuguesa? (fotogaleria)

Fim da ocupação de Portugal em Goa foi há 50 anos, mas ainda há fado, futebol e Fátima no pequeno estado indiano. O Expresso esteve lá e trouxe em imagens o que resta dos 450 anos de presença portuguesa.

Source: Expresso | Goa: 50 anos depois, o que resta da ocupação portuguesa? (fotogaleria)

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Korlai: A Portuguese speaking village on Maharashtra’s Konkan coast | The reDiscovery Project

Korlai, a little known destination on Maharashtra’s Konkan coast has plenty to explore including a Portuguese era fort which once protected the southern boundaries of the empire in Maharashtra & Gujarat and a village where the locals, more than 500 years later still speak Portuguese.

Source: Korlai: A Portuguese speaking village on Maharashtra’s Konkan coast | The reDiscovery Project

 

 

  • José Bárbara Branco Em frente de Korlai, do outro lado do rio, estão as impressionantes ruínas da cidade portuguesa de Chaúl, cobertas de palmares. São ainda bem visíveis as Armas de Portugal nas Portas da muralha de Chaúl:
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  • José Bárbara Branco No alto da colina do monte de Korlai está a magestosa fortificação que bloqueava a foz do rio e protegia a cidade amuralhada de Chaúl. Na base da colina está a aldeia de pescadores de Korlai : uma aldeia católica no meio de hindus e falando ainda um crioulo português do século XVI-XVII:
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    • José Bárbara Branco Para quem se interessa pelos crioulos portugueses, nomeadamente pelo crioulo português de Korlai, é muito interessante a leitura deste livro “De Chaul a Batticaloa” (Mar de Letras, 2000, 35 euros) da autoria do académico americano K. Davis Jackson (foiSee more
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Académico goês premiado na Índia agradece em português

Constantino Xavier, de origem goesa, recebeu da ministra dos Negócios Estrangeiros indiana uma distinção dada a antigos bolseiros de excelência. No discurso de aceitação falou um pouco em português, “uma das línguas da Índia”, e relembrou cinco séculos de relações bilaterais e ainda o caso de sucesso que é António Costa.

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BAÇAIM NA INDIA

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Vulcano

Em plena floresta tropical, ergue-se a cidade de Baçaim na Índia. Esta importante praça foi entregue aos portugueses, em 1535, pelo sultão Badur e competiu com Goa em magnificência por mais de um século.

José Bárbara Branco Esta fotografia representa as ruínas da Igreja de S. José, Matriz de Baçaim.Terra onde nasceu o primeiro santo do continente indiano: S. Gonsalo Garcia, mártir do Japão.

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October 23 at 8:10 PM
Visitei Baçaim, por duas vezes, há alguns ans. É uma peregrinação que recomendo: uma cidade fantasma, os edifícios dos conventos (dominicano, franciscano, jesuíta) com as paredes conservadas, as igrejas vazias e espectrais. A Câmara, o Tribunal, a Misericórdia, tudo pode ainda ser identificado. Toda a cidade é rodeada por uma muralha imponente. A Porta do Mar desemboca, naturalmente, na praia onde aportavam as naus. Em 1951, Brás Fernandes, de origem goesa, editou, em Bombaim e em Inglês, uma obra inestimável sobre “As armas e Inscrições do Forte de Baçaim” que, em 1998 a Academia Portuguesa de História editou a versão em Português.

José Bárbara Branco
October 23 at 8:30 PM
Francis Correa, apesar de não falar Português, é um estudioso da presença lusa naquelas terras. Há anos editou um livro que é um excelente guia para quem queira visitar em pormenor a cidade-fantasma portuguesa de Baçaim:

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