GOA E A LÍNGUA PORTUGUESA

“E se um jornal de Goa voltar a escrever em português? Aconteceu.”

(Os goeses redescobrem a língua portuguesa.)

Fundado em 1900, “O Heraldo” é um jornal de Goa que, em 1983, mais de duas décadas depois da integração deste território na Índia, passou a publicar apenas em inglês. Contudo, a pedido dos seus leitores, voltou a incluir conteúdos em português, numa secção publicada ao domingo.

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E se um jornal de Goa voltar a escrever em português? Aconteceu – DN

A língua portuguesa ressuscitou este domingo no mais antigo jornal de Goa e isso é uma boa notícia. Será só uma vez por semana, e apenas alguns artigos, mas é significativo que O Heraldo, que está a celebrar 120 anos, diga que o faz a pedido de leitores seus. Não é nostalgia, é sinal de uma redescoberta pelos goeses de uma língua que chegou a ser a de muitas famílias em casa – para algumas continua a ser e há quem cante fado – e que influenciou muito o concanim, a língua local. António Lobo, num artigo publicado já este domingo em português, dá os exemplos de “doens” para doença, também “cazar”, “sushegad” ou “xarop”.

Source: E se um jornal de Goa voltar a escrever em português? Aconteceu – DN

“Ninguém percebe bem o que é ser português sem vir a Goa” | TVI24

Marcelo Rebelo de Sousa encerrou em Goa a visita de Estado à Índia. Para o Presidente da República o sentimento é de missão cumprida nas componentes política, empresarial e humana. E é precisamente de troca de emoção que dá conta a reportagem dos enviados-especiais da TVI, na antiga colónia portuguesa onde a língua portuguesa se mantém viva e acarinhada.

Source: “Ninguém percebe bem o que é ser português sem vir a Goa” | TVI24

GOA, DUPLA CIDADANIA E ANTÓNIO COSTA, INCONGRUENTES..

Caro António Costa: ou o Governo indiano permite que os goeses mantenham a dupla cidadania, ou o primeiro-ministro português terá que renunciar à cidadania indiana. Outra hipótese não há.
PUBLICO.PT
Caro António Costa: ou o Governo indiano permite que os goeses mantenham a dupla cidadania, ou o primeiro-ministro português terá que renunciar à cidadania indiana. Outra hipótese não há.

a estátua de Camões na Índia

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Revisitar Goa

7 hrs

Statue of Luís Vaz de Camões in the centre of Saint Francis Xavier Square in 1962, after the Estado da Índia became part of India. Photo by Francis Millet Rogers . Image courtesy of the Fundação Calouste Gulbenkian , ‘Francis Millet Rogers 1962’ fonds, ref. no. (540.55) (084.121) ‘Estátua de Luís de Camões e o Mosteiro de São Francisco de Assis’.
https://www.researchgate.net/…/Statue-of-Luis-Vaz-de-Camoes…

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  • José Bárbara Branco Depois de tentativas de dinamitação da estátua realizadas por extremistas indianos, a estátua de Luís de Camões encontra-se agora, cem metros atrás, no Museu em Velha Goa.

GOA Percival Noronha (1923-2019): morreu um grande português

Joao Paulo Esperanca and José Bárbara Branco shared a post.
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Miguel Castelo Branco

Percival Noronha (1923-2019): morreu um grande português, herança que se manteve de pé

Perseguido, ameaçado, censurado, Percival Noronha nunca se calou e resistiu até ao dia da sua morte com a máxima coragem à ocupação da sua terra indiana portuguesa.

“Nós fomos integrados à força nesta grande desordem [da Índia]. Em apenas vinte e quatro horas mudou-se a língua. A língua era de uma potência colonial e passou-se para a língua de outra potência colonial, a língua inglesa. Imagine o trauma que tudo isto provocou. O que é Goa hoje? Um pequenino estado dentro de um país enorme como é a Índia. Nós não tínhamos corrupção. Hoje a corrupção está generalizada. Antigamente, todos os cargos na administração pública eram ocupados por goeses. Hoje, nem com o auxílio de uma lanterna, e em pleno dia, você encontra um goês numa secretaria. Cada dia nos sentimos mais estrangeiros dentro de nossa própria terra”, Percival Noronha, 2005.

MEMÓRIAS DE GOA E DA INVASÃO

Maria Do Carmo Amaral shared a link to the group: Pontes Aladas – Leituras d’Oriente e d’Ocidente.

«CHEFIEI A RESISTÊNCIA EM GOGOLÁ»
Quase 45 anos depois, Armindo Fausto Amaral “volta” à Índia. Em 1961, quando Jawaharlal Nehru invadiu as possessões portuguesas no subcontinente indiano, era ele quem chefiava o posto da PSP em Gogolá, o epicentro da resistência à tomada de Diu. Preso e libertado, acabou a carreira em 1998, já em Portugal, como o mais condecorado elemento da história da PSP. Mas nunca esqueceu o dia em que, à sua frente, começou a tombar o frágil castelo de cartas que era o império português.
Leia mais fazendo o download…https://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2006/08/chefiei_a_resis.html
Quase 45 anos depois, Armindo Fausto Amaral “volta” à Índia. Em 1961, quando Jawaharlal Nehru invadiu as possessões portuguesas no subcontinente indiano, era ele quem chefiava o posto da PSP em Gogolá, o epicentro da resistência à tomada de Diu. Preso e libertado, acabou a carreira em 1998…
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Quase 45 anos depois, Armindo Fausto Amaral “volta” à Índia. Em 1961, quando Jawaharlal Nehru invadiu as possessões portuguesas no subcontinente indiano, era ele quem chefiava o posto da PSP em Gogolá, o epicentro da resistência à tomada de Diu. Preso e libertado, acabou a carreira em 1998…
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Quase 45 anos depois, Armindo Fausto Amaral “volta” à Índia. Em 1961, quando Jawaharlal Nehru invadiu as possessões portuguesas no subcontinente indiano, era ele quem chefiava o posto da PSP em Gogolá, o epicentro da resistência à tomada de Diu. Preso e libertado, acabou a carreira em 1998, já em Portugal, como o mais condecorado elemento da história da PSP. Mas nunca esqueceu o dia em que, à sua frente, começou a tombar o frágil castelo de cartas que era o império português.
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