A HISTÓRIA DA OCUPAÇÃO DA ARMÉNIA PELA TURQUIA. O GENOCÍDIO DO POVO ARMÉNIO.

A HISTÓRIA DA OCUPAÇÃO DA ARMÉNIA PELA TURQUIA.

O GENOCÍDIO DO POVO ARMÉNIO.

Cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram e outras milhares foram obrigadas a deixar sua terra natal.
Entre 1915 e 1918, o governo da Turquia foi responsável por um dos maiores massacres do século 20: o genocídio armênio. Cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram e outras milhares foram obrigadas a deixar sua terra natal. A ocupação turca dominou a parte ocidental da Armênia, dizimando também relíquias culturais de mais de três mil anos de história.

As consequências da ocupação da Armênia pela Turquia não são reconhecidas por todos os países como um genocídio. O Brasil, por exemplo, ainda não o fez. Por outro lado, a ONU (Organização das Nações Unidas) e o Parlamento Europeu já o fizeram. Vamos entender melhor esses três anos de história?

BREVE HISTÓRIA DA ARMÊNIA

Durante três mil anos, uma próspera comunidade armênia existiu dentro da vasta região do Oriente Médio, cercada pelos mares Negro, Mediterrâneo e Mar Cáspio. A área, conhecida como Ásia Menor, está na encruzilhada de três continentes: Europa, Ásia e África. Ao longo dos séculos, a região foi governada por diferentes povos, como persas, gregos, romanos, bizantinos, árabes e mongóis.

Apesar das repetidas ocupações, a Armênia conservou sua identidade cultural e seu patriotismo. A nação surgiu em 600 a.C., dando início a uma era de paz e prosperidade, marcada pelo invenção de um alfabeto e florescimento da literatura, arte, comércio e arquitetura. Em 301 d.C., foi o primeiro país no mundo a adotar o cristianismo como religião oficial – antes mesmo de Roma.

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CONGO- O GENOCÍDIO ESQUECIDO

HOLOCAUSTO em África. Comunidade Internacional esquece o CONGO.
Chacinas e sequestros de mulheres e crianças tornaram-se armas de guerra, servindo para desestabilizar as comunidades, provocando a miséria e ondas de refugiados.
Cerca de 80% da população vive abaixo da linha da pobreza, com menos US$1,25 por dia.
A guerra no leste do país está associada aos conflitos étnicos do vizinho Ruanda.

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morreu um carniceiro do genocídio khmer

Libération

2 hrs

“we are able to confirm that the accused nuon chea (… ) passed away on the evening of August 4, 2019”, said the spokesperson, neth pheaktra, without providing any details on the causes of the Death.

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BRASIL MAIS UM ATAQUE AOS ÍNDIOS

Mais sobre Humanos.

-0:30

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Survival International – Brasil

Covarde ataque à comunidade Kinikinawa!

Indígenas Kinikinawa denunciam que policiais militares fortemente armados os atacaram em sua terra ancestral, aterrorizando a comunidade e ferindo pessoas. Segundo lideranças, não houve tentativa de diálogo antes do ataque.

Os Kinikinawa pedem que essas imagens sejam compartilhadas internacionalmente para que o mundo todo possa ver pelo o que eles estão passando e então aja.

⚠️ Faça sua parte, ajude a parar o genocídio indígena no Brasil: https://svlint.org/PareOGenocidio

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genocídio indígena (Brasil)

Ewerton Marubo, um líder do território indígena do Vale do Javari – um sertão quase do tamanho de Portugal, abrigando a maior concentração de tribos isoladas do Brasil – disse que seus 6.000 habitantes estavam se preparando para uma nova era de ruína.

“Estamos em uma situação de grande perigo. [Bolsonaro] está se mostrando o inimigo número um dos indígenas ”, disse ele.

Em uma noite quente de julho, Ewerton foi um dos dois líderes regionais reunidos em Atalaia do Norte – o portal ribeirinho da reserva de Javari – para discutir maneiras de defendê-lo do ataque antecipado.

Dois dias depois, caciques (chefes) das oito tribos contatadas que viviam na região deveriam realizar uma cúpula de emergência em um vilarejo mais a oeste, na fronteira com o Peru.

Assim como outros territórios indígenas na Amazônia, o Vale do Javari – criado em 1998 em um esforço para proteger seus moradores e suas casas – há muito tempo sofre incursões de intrusos que procuram lucrar com seus abundantes recursos naturais.

Mas enquanto Bolsonaro aumenta sua retórica anti-indígena e continua desmantelando a Funai – a agência, já cronicamente subfinanciada, supostamente protegendo as 300 tribos brasileiras -, os líderes do Javari temem uma dramática deterioração.

“O sonho do atual governo é exterminar os povos indígenas para que eles possam tomar nossas terras”, afirmou Kevin Mayoruna, 39 anos, líder da tribo Matsés de Javari que recentemente organizou um protesto em sua aldeia no rio Jaquirana.

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