guitarra da Galiza

O Christian Salles realizou esta entrevista para a Radio Pessoas, em que falamos do livro publicado pela Através Editora, Guitarra Galega: Breve história da viola (violão) na Galiza, graças à Teresa Moure, e à mediação do Tiago Alves. Obrigada a tod@s!! ❤
95. Conversa com Isabel Rei Samartim
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95. Conversa com Isabel Rei Samartim
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memórias dos colóquios ourense galiza 18º colóquio 2012

Em Orense, com os escritores Chrys Chrystello (Chrys), Concha Rousia e Eduardo Bettencourt Pinto. Uma Tertúlia com a língua portuguesa a mediar diferentes realidades linguísticas.
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You, Pedro Paulo Camara, Margarete Silva and 12 others
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EROTISMO DE AUTORAS GALEGAS

Na sexta-feira, 22 de outubro, se nada o impedir, estarei em Vigo com Xina Vega e as companheiras da associação feminista Mulheres e Palavras, para falar da #Abadessa, coleção de relatos eróticos de escritoras galegas. Coordenado por Teresa Moure e publicados em 2017 pela Através Editora, a minha participação em #Abadessa foi com o relato curto Erótika, uma cidade feminista nascida do amor carnal. Haverá uns minutos de música e muito debate e colóquio!
May be an illustration of 2 people and text that says "ABADESSA, O1DIZER relatos eróticos escritoras da Galiza Venres 22 outubro ás 18:30 no local da Asociación Mulleres e Palabras, en Zaragoza, 3 Vigo. Comentaremos 0 proxecto de Teresa Moure, 'Abadessa oí dizer'. Proxecto colectivo de relatos eróticos de autoras galegas. Carmen Blanco María Lado Verónica Martínez Raquel Miragaia Teresa Moure Emma Pedreira Isabel Rei Samartim Susana Sánches Arins Rexina Vega Eva Xanim ATRAUES ATRM editora Contaremos coa presenza de dúas das autoras, Rexina sabel Rei Samartim. Ao remate Isabel tocará un breve programa de guitarra galega. Inscrición previa no WhatsApp 655823803 ou en mulleresepalabrasagmail.com ASOCIACIÃN MULLERES EPALABRAS"
Mulleresepalabras
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O vindeiro 22 de outubro teremos a sorte de contar con Rexina Vega e Isabel Rei Samartim para falarnos dese proxecto que argallou Teresa Moure de relatos eróticos escritos por autoras galegas.Precisamos inscripción previa.
You, Mário J. Herrero Valeiro and 6 others
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segunda edição do meu primeiro CD “A Viola no Século XIX. Música de salão na Madeira

Isabel Rei Samartim is feeling excited with Xiko Paradelo and

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Saiu! A segunda edição do meu primeiro CD “A Viola no Século XIX. Música de salão na Madeira”, que tinha sido patrocinado pelo Governo Regional da Madeira em 2014. Esta 2ª ed. tem um novo desenho e inclui um texto do musicólogo Paulo Esteireiro a explicar os manuscritos madeirenses de que foram tiradas as peças do disco. Nada disto teria sido possível sem a descoberta do Manuel António Morais. Esta 2ª ed. tem o Depósito Legal na Galiza e está à venda por 7€. Eu própria envio para quem quiser adquirir.
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OLIVENÇA NUMA PENÍNSULA NÃO IBÉRICA

Vou explicar de seguida porque razão os portugueses não são ibéricos e porque jamais poderão fazer parte de uma mesma entidade política e cultural com os outros povos da Espanha excepto com um, os galegos, assim como porque razão o nome da península não pode ser chamada de ibérica.
Apresento um mapa consensual do período pré-romano com os vários povos que habitavam a península aquando da invasão romana, geralmente é este o mapa que é divulgado sendo o mais recente do período pré-romano, depois apresento o mesmo mapa introduzindo-lhe o limite do mundo conhecido antes do império romano se ter expandido da península itálica e antes dos fenícios sequer terem chegado à costa atlântica peninsular e que estava fixado para lá das “colunas de Hércules”.
Por fim apresento o mesmo mapa com a área sombreada a verde do território para lá das colunas de Hércules, que corresponde a toda a faixa atlântica peninsular.
Se se verificar as tribos iberas estavam localizadas junto ao rio Ebro, por isso foram chamadas de iberos pelo gregos, “aqueles que viviam junto a Ebro”.
Pelo mapa se constata que a Este da linha do “fim do mundo” estavam as tribos e povos naturais da península, as tribos iberas e as tribos do nordeste peninsular a que corresponde agora o País Basco, a Oeste dessa linha estavam as tribos e povos celtas que eram “estrangeiros”.
A península inicialmente estava ocupada pelas tribos iberas e do nordeste peninsular mas que nunca se aventuraram a ocupar territórios para lá do “desconhecido” devido às lendas do fim do mundo, quando as tribos celtas, essencialmente galaécios e lusitanos migraram do centro da Europa para a península foram justamente ocupar os territórios desocupados para lá da linha do “fim do mundo”.
Portanto portugueses e galegos descendem de tribos celtas destemerárias que não tiveram medo de ir viver e se instalar para lá da linha do “fim do mundo” contra lendas e mitos antigos, os espanhóis descendem das tribos receosos dessa “fronteira mental”.
Este facto explica muita coisa na maneira de ser de um português e de um espanhol, o português mais aberto ao mundo precisamente por descender de estrangeiros peninsulares e o espanhol mais fechado, é preciso notar que a Espanha para desbravar o novo mundo não deu um só homem capaz de empreender a tarefa, teve que recorrer a dois estrangeiros, Colombo e Fernão de Magalhães, ora não se pode juntar a água com o azeite, a alma portuguesa é completamente oposta pelos seus genes colectivos às almas espanholas.
Mas os espanhóis para justificar algum cimento na unidade dos povos peninsulares defendem a tese celtibera, mas sem referir a sua origem obviamente.
É preciso notar que após nomeadamente as tribos lusitanas assentarem e consolidarem o seu povoamento a Oeste da linha do “fim do mundo” começaram a expandirem-se para Este onde invariavelmente nas suas guerras enfrentavam tribos iberas que por sua vez já se tinham expandido para Oeste desde o Ebro, os celtiberos existiram de facto mas foram uma consequência das guerras entre lusitanos iberos, ou seja foram os primeiros “mestiços” peninsulares resultado de cruzamento de lusitanos e iberos por vias das guerras entre si nos territórios a Este da linha.
Concluindo nós nunca fomos iberos e nunca devemos permitir a que esta península se chame ibérica apenas porque houve um grego que se lembrou de dar nomes em função dessa tribo.
Por curiosidade note-se que Portugal fixou desde sempre as suas fronteiras com os povos de Espanha não ultrapassando essa linha, numa clara alusão de que não queremos misturas com aqueles a Este, os nossos réis eram sabedores da história ou alguém por eles.
Olivença está pois para cá da linha e sempre pertenceu a Portugal até por isso mesmo, os verdadeiros oliventinos tem legado lusitano e não ibero.
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