20 imagens de 10 zonas proibidas no mundo, fotografadas ilegalmente por drones

Uma bobina gigante construída pela Tesla na Rússia, a destruição na Síria ou a misteriosa Área 51. Dez aventureiros sobrevoaram os lugares onde ninguém pode entrar. As imagens estão aqui.

Fonte: 20 imagens de 10 zonas proibidas no mundo, fotografadas ilegalmente por drones

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pico FOTO AÉREA 2013

 

Sexta-feira, 27 de Dezembro de 2013

SOCIEDADE | Fotografia aérea mostra perspectiva interessante do Pico

O Pico nunca se exime de proporcionar aos fotógrafos, sejam profissionais ou amadores, momentos inéditos e, senão inéditos, quase sempre deslumbrantes

A «meia broa», troço de mar entre os ilhéus e o porto da Madalena, vista de um ângulo raro, pela objetiva de José Leonildo Dias

Nesta fotografia de José Leonildo Dias, publicada hoje no Facebook, pode ver-se, de um ângulo só acessível a quem viaja de avião, no caso um “regresso de Lisboa”, a “meia broa”, troço de mar com pouco mais de um quarto de milha, entre os ilhéus e o Porto da Madalena, que foi, em dias de mar do Norte, um desafio aos antigos mestres das velhas lanchas do Pico e continua a ser, hoje, um quebra-cabeças dos que governam embarcações com destino à vila da “fronteira”, apesar de os meios de navegação já serem outros.

Bem vísivel está também o quebra-mar que faz parte da requalificação em curso do principal porto da ilha do Pico, escala incontornável do Triângulo e uma das mais apreciadas portas de entrada – porque se entreabre perante a montanha mais alta de Portugal – de quantas dão acesso às ilhas do arquiélago açoriano.

A CORTINA DOS DIAS DE ALFREDO CUNHA

A CORTINA DOS DIAS – LIVRO DE ALFREDO CUNHA, fotógrafo

"A Cortina dos Dias"
A Cortina dos Dias / Obscured by Shadows
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 280
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-06257-4
Idioma: Português
O fotógrafo Alfredo Cunha lança um livro antológico que cobre 4 décadas de intensa actividade, “A cortina dos dias”, um resumo, nas palavras do autor, de “uma vida fantástica, com acontecimento sucessivos”.
Em “A Cortina dos dias” está o 25 de Abril, a descolonização, a miséria social, as convulsões políticas, as revoltas a Leste, a guerra no Iraque, os órfãos na Roménia, a devoção católica, a Índia, a explosão da China e muito Portugal, do interior mais remoto ao bairro social carregado degraffiti.
Um livro de reportagens
“Isto é um livro de reportagens, é um livro de fotojornalismo, mas não tem é a estética normal do fotojornalismo, aqui existe uma cumplicidade com as pessoas, uma integração do fotógrafo no meio e não há uma utilização das pessoas quase como adereço que é a grande crítica que eu faço hoje ao fotojornalismo”, afirma.
Ao folhear-se “A cortina dos dias” sobressaem as imagens fortes dos rostos populares, mas quando interrogado sobre se pode ser considerado, em Portugal, o “melhor fotógrafo do povo”, Alfredo Cunha diz que não e fala de Eduardo Gageiro, de Gérard Castello Lopes, de outros fotógrafos.
Através da sua objetiva, intencional e plástica, revelam-se as luzes e sombras de um mundo e de um país em mudança, que nos levam a redescobrir quem somos e a trilhar novos caminhos
Fonte: Porto24
http://coisasdecomunicacao.blogspot.pt/2012/12/a-cortina-dos-dias-livro-de-alfredo.html