o título do ano

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TELHADOS DE VIDRO I Dando seguimento ao último post, adormeci à luz da vela e acordei com luz, a luz do dia e a da EDP. Luzir é bom como é bonito ouvir o tartamudo e sexagenário Laginha falar a rir do prazer da energia partilhada durante um espectáculo. Os uuuu, os oiés… Interjeições superlativas. A magia do piano e companhia. Conservação da juventude de espírito, eis. Usar os dons para eivar os ânimos dos colectivos. Sem recurso ao populismo e à trapaça. À chicana e à bojarda. Ora bem, se eu fosse candidato presidencial que diriam de mim os detractores para me (tentarem) partir o telhado? Que guardo rancores contra quem me fornicou com palavras e actos e uso a escrita como vingança. Que me salta a tampa por dá cá aquela palha e resolvo o problema judicial com as próprias mãos. Que não acredito na justiça romana dos homens. Que perfilho o Direito celta em que o indivíduo prevalece sobre o Estado. Que citei a, b, e z sem produzir um pensamento próprio, tal como me rever nas ideologias de Stirner, Krishnamurti ou JC sendo militante comunista, logo um perigoso vermelho ressabiado ou talvez um beto de Cascais como o desventura caçoou do João Ferreira. Na dúbia identificação com o budismo de Inverno e o nudismo de Verão. Que sou um anjo pornográfico. Ponham no gráfico a fechar: tenho a espinha da injustiça entalada na garganta. Contra esta me bato.

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a espiral do silêncio

Teoria Espiral do silêncio
“A teoria começou a ser estudada na década de 60, com base nas pesquisas sobre efeitos dos meios de comunicação em massa e foram elaborados pela socióloga e cientista política alemã Elizabeth Noelle-Neuman. Segundo Noelle-Neuman “
O resultado é um processo em espiral que incita os indivíduos a perceber as mudanças de opinião e a segui-las até que uma opinião se estabelece como atitude prevalecente, enquanto as outras opiniões são rejeitadas ou evitadas por todos, à exceção dos duros de espírito”
Nessa teoria o importante são as opiniões dominantes, e estas tendem a se refletir nos meios, a opinião individual passa por um processo de crivo do coletivo para ganhar a força. Sobre essa teoria é importante lembrar que existe um enclausuramento dos indivíduos no silêncio quando estes tem opiniões diferentes dos vinculados pela mídia.No momento em que uma opinião individual difere da maioria ou do pensamento coletivo, pode ocorrer uma reação de isolamento social do indivíduo, em que as pessoas alteram a sua forma de pensar ou são silenciadas.Por exemplo o preconceito racial, ele existe mas está “camuflado” na sociedade.
A mesma mídia que diz publicar o que é de opinião pública é aquela que é indiferente à população quando esta precisa. A Teoria do Espiral do Silêncio ajuda a entender como a mídia funciona em relação à opinião pública e silencia suas idéias. Noelle-Neuman dizia que para entender melhor como funciona a Espiral do Silêncio, é preciso conhecer os três mecanismos pelos quais a teoria influencia a mídia sobre o público:
1) Acumulação: excesso de exposição de determinados temas na mídia
2) Consonância: forma semelhante como as notícias são produzidas e veiculadas
3) Ubiqüidade: presença da mídia em todos os lugares”
Image may contain: text that says "A Espiral do Silêncio Enfraquecimento da opinião minoritária Opinião majoritária obtém força falta de vontade de expressar opiniões minoritárias Opinião majoritária tida como verdade"
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Impulso para a filosofia

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Impulso para a filosofia
As «pessoas inteligentes, entregues a si mesmas, acabarão por filosofar, mais tarde ou mais cedo, seja qual for o campo de trabalho intelectual a que se entreguem, ou mesmo que a nenhum se entreguem. O impulso para a filosofia é de facto tão natural e tão forte que nada se conhece, exceto o terror totalitarista, que consiga reprimi-lo em absoluto. Numa sociedade não-totalitarista, pois, a filosofia será feita».
David Stove, “Por que razão há filósofos?”, Crítica – https://criticanarede.com/porquehafilosofos.html
Imagem: busto de Antístenes

‘Geração digital’: por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais – BBC News Brasil

As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral

Source: ‘Geração digital’: por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais – BBC News Brasil

Platão disse que os poetas deviam ser postos fora da cidade”!!

Coincidência
Inexplicável é o mistério das coincidências que, se tantas vezes impõem destinos, outras tantas apenas nos intrigam ou simplesmente nos fazer sorrir. Talvez seja este o caso de uma acontecida no Natal de 2007, quando, na sala da quinta do Fojo, algumas pessoas liam livros ou revistas.
A dada altura, P leu em voz alta:
– Vocês sabiam esta? “Platão disse que os poetas deviam ser postos fora da cidade”!!
Imediatamente M leu alto, do livro que folheava:
– “Platão não só pôs fora da cidade os poetas, mas também os filósofos. Porque considerava que só no campo os poetas estariam no universo que lhes pertence e que só aí os filósofos poderiam alcançar o significado de muitos dos conceitos que utilizam”.
Infelizmente, não tomei nota do nome de cada uma das obras citadas. Mas achei extraordinário haver aquela conversa, que não era entre nós, mas sim entre os livros que tínhamos nas mãos.

Nietzsche e deus

Image may contain: 2 people, text that says ""Deus está morto." -Friedrich Nietzsche, 1883 @condutacult "Nietzsche está morto." -Deus, 1900"
Conceito: Quando escreveu “Deus está morto”, o filósofo não queria dizer que a entidade divina tinha deixado de existir — e sim questionar se ainda era razoável ter fé em Deus e basear nossas atitudes nisso. Nietzsche propunha que, recusando Deus, podemos também nos livrar de valores que nos são impostos. A maneira de fazer isso seria questionando a origem dessas ideias. Ele se definia como um “imoralista”, não porque pregasse o mal, mas por entender que o correto seria superar a moral nascida da religião.⁣⁣
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De acordo com seus textos, tanto o pensamento cristão quanto certas doutrinas filosóficas (em especial a de Platão) davam a entender que o mundo em que vivemos é apenas “aparente”, havendo um outro mundo “real”, mais importante. No caso da religião, esse outro mundo só seria acessível após a morte. Para Nietzsche, essa ideia nos impedia de aproveitar a vida em prol de um objetivo imaginário. Ele dizia haver apenas um mundo — e afirmava que, quando percebemos isso, somos obrigados a rever nossos valores e aquilo que entendemos como humano.⁣⁣
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a intolerância afeta voltaire

Voltaire não pode ser estudado em algumas escolas francesas….
“Isto não pode subsistir.
Não há sociedade que resista à inversão dos seus valores fundamentais.
A tolerância só é devida aos tolerantes.
O mais trágico é que foi a nossa própria sociedade, ou um modelo romântico e desagregador da mesma, o chamado multiculturalismo, que nos trouxe aqui e agora.
Mas isso não significa que abandonemos aqueles mesmos valores em favor de um etnicismo ou identitarismo de sinal contrário.
Tal não passaria da troca de recusas.
Temos que ser superiores a isso.
E tal tem que passar pela intransigência de exigir a quem quer viver na nossa sociedade a adopção de valores, nossos, mesmo que contrariem os deles.
«Agora tornou-se impossível ensinar Voltaire nalgumas escolas de França, nomeadamente nos subúrbios de Paris. Certos alunos, vindos de famílias muçulmanas radicalizadas, impedem que tal aconteça. Para essas pessoas, Voltaire é o pior dos infiéis, aquele que se atreveu a conspurcar o nome do Profeta. No passado, a Santa Inquisição católica queimava os hereges em público. No presente dos maníacos islamistas, Voltaire seria degolado.
Além de Voltaire, é um perigo falar do Holocausto ou condenar o antissemitismo, citar o escritor Gustave Flaubert e o seu romance Madame Bovary – uma mulher livre e apaixonada, um péssimo exemplo para um radical que considera que as mulheres devem ser submissas e andar tapadas da cabeça aos pés – ou procurar discutir Charlie Hebdo e as caricaturas de Maomé. Uma boa parte do sistema escolar público francês vive num clima de desassossego, em que a reação violenta de certos alunos substituiu o debate de ideias. E a intimidação começa cada vez mais cedo. Já se conhecem histórias de meninos que, nas escolas pré-primárias, recusam sentar-se ao lado das meninas.»
Terror ou democracia
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Terror ou democracia
Quase duzentos e cinquenta anos após a sua morte, Voltaire permanece como um dos pensadores mais influentes da história de França e da Europa. Escreveu abundantemente e foi conselheiro dos grandes de então. O seu pensamento político e filosófico abriu o caminho que levaria à Revolução Franc…
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