Noam Chomsky: “Vamos superar o coronavírus. Mas duas ameaças muito piores à humanidade nos aguardam “

“A emergência do coronavírus é grave, mas vamos superá-la. O que me preocupa são outras crises da humanidade

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o vw e o valor certo

Rosário Oliveira
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É assim mesmo que devíamos agir

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David Caetano

O Pai disse ao filho:
Finalmente tiraste o curso, aqui está um ‘Volkswagen’ que eu comprei há muitos anos… é para ti…
Tem mais de 50 anos, mas antes de eu te dar o carro, leva-o a um stand de usados e pergunta a eles quanto dinheiro te dão pelo carro.
O filho foi ao stand de carros usados.
Voltou e disse ao Pai: Eles ofereceram-me 2.000 euros, porque o carro é velho.
O pai disse: agora leva o carro a uma casa de penhores.
O filho foi à loja de penhores, voltou e disse-lhe; a loja de penhores ofereceu apenas 1.000 euros, supostamente porque o carro é muito antigo e pouco interessante para eles.
Finalmente, o pai pediu ao filho para ir a um clube de carros antigos e mostrar-lhes o carro.
O filho levou o carro ao clube, voltou e disse ao pai: Algumas pessoas do clube ofereceram-me 70.000 euros, pelo carro, porque é um carro clássico muito antigo e raro, e por isso é muito desejado por alguns membros do clube.

O pai disse ao filho: Eu queria que tu soubesses que o lugar certo valoriza a pessoa da forma mais correta.
Se tu alguma vez na vida não fores valorizado, não fiques triste, isso significa que tu estás no lugar errado;

Quem conhece o teu valor é quem te aprecia, nunca fiques num lugar onde as pessoas não te valorizam.

Se não te sentes valorizado no trabalho, na vida social ou na família, então sai, porque corres o risco de ser muito infeliz.

PENSE NISSO 🙏🙏

mulheres mais autoconscientes que homens A Justo

MULHERES MAIS AUTOCONSCIENTES QUE HOMENS

Na Europa as mulheres saem mais cedo de casa do que os homens

António Justo

Para jovens, a média da idade da saída de casa dos pais na União Europeia é de 25,9 anos; a de Portugal é de 29 anos. Nos países do sul e leste da Europa Itália 30 e Malta 32 anos. Maior precocidade no abandonam do agregado familiar regista-se na Suécia, Dinamarca, Finlândia e Luxemburgo pelos 21 anos (1).

Diferença de idades entre homens e mulheres na altura de deixarem o “hotel mamã”:

Segundo o gabinete federal alemão de estatística, em 2019, viviam, com 25 anos em casa dos pais, 34% dos filhos e 21% das filhas. Aos 30 anos a percentagem é para os filhos 13% e para as filhas 5%.

Em 2019, em média, os filhos abandonavam o agregado familiar aos 24,4 anos de idade, e as filhas aos 22,9 anos (2).

As razões da diferença de idades no abandono do agregado familiar ao entrarem na vida profissional são múltiplas. Há razões culturais, económicas e psicológicas, etc. A nível cultural pode ter-se em conta que no Sul também os laços e hábitos serão mais fortes.

Na opinião de investigadores as mulheres jovens são mais ágeis do que homens, face aos desafios da vida. Esta perspetiva de análise da vida tira a conclusão que a emancipação dos homens estagnou.

Também segundo uma pesquisa Shell sobre a juventude mostra que as mulheres alcançam melhores resultados educacionais, não só são mais ágeis a lidar com os desafios da sua vida como também são mais independentes e autoconscientes.

Pelo facto de os homens ficarem mais em casa, nota-se que os homens preferem o cómodo, o confortável e que a atratividade familiar não perdeu de valor. Certamente a comodidade não se deve à circunstância de algumas mães os apaparicarem! Facto é que, no caso investigado, os homens não gostam tanto de arriscar.

António da Cunha Duarte Justo

Notas em “Pegadas do Tempo”, https://antonio-justo.eu/?p=6039

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Expresso | Entrevista ao filósofo José Gil. “O futuro não me parece bom”

É um dos mais notáveis pensadores portugueses. Autor de dezenas de livros e ensaios, a obra “Portugal, Hoje — O Medo de Existir”, de 2004, foi um sucesso de vendas e levou a revista francesa “Le Nouvel Observateur” a considerá-lo um dos mais importantes pensadores do mundo contemporâneo. Em setembro vai lançar “O Tempo Indomável”, livro onde reflete sobre os novos tempos marcados pela pandemia

Source: Expresso | Entrevista ao filósofo José Gil. “O futuro não me parece bom”

Prepare-se para a maior campanha de manipulação da história

” Se ‘criam verdades’ que não correspondem aos fatos, mas que acabam sendo validadas pelas maiorias em função da sua repetição incessante ′′ – Noam Chomsky

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O PARADOXO DA TOLERÂNCIA

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A Vida Breve

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O PARADOXO DA TOLERÂNCIA
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“O chamado “paradoxo da liberdade” é o argumento de que a liberdade, no sentido de ausência de todo o controlo coercivo, vai levar a uma restrição enorme, pois vai deixar os opressores livres para escravizarem os pacíficos. Esta ideia é, de uma forma ligeiramente diversa e com uma direcção muito diferente, claramente expressa em Platão.
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Menos conhecido é o “paradoxo da tolerância”: a tolerância ilimitada conduzirá ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo àqueles que são intolerantes, se não estivermos preparados para defender uma sociedade tolerante contra os ataques dos intolerantes, então, os tolerantes vão ser destruídos e, com eles, a tolerância. Nesta formulação, não insinuo, por exemplo, que devamos suprimir sempre a expressão de filosofias intolerantes; desde que possamos combatê-las com argumentos racionais e mantê-las sob o controlo da opinião pública, a supressão não seria, seguramente. acertada. Devemos, porém, reivindicar o “direito” de suprimi-las, se necessário, mesmo pela força; pois pode facilmente resultar que não estejam preparadas para chegar ao nível do argumento racional, mas que comecem por condenar todos os argumentos; podem proibir os seguidores de atender a argumentos racionais, por serem enganosos, e ensiná-los a responder a argumentos com os punhos ou armas. Devemos, pois, reivindicar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante. Devemos alegar que qualquer movimento que prega a intolerância se coloca fora da lei e devemos considerar o incitamento à intolerância e à perseguição como criminosos, do mesmo modo que devíamos considerar criminosos o incitamento ao assassínio, ou ao sequestro, ou ao regresso ao comércio de escravos.”
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— KARL POPPER (Viena, 28 de Julho de 1902 — Londres, 17 de Setembro de 1994), filósofo e professor austro-britânico, nascido numa família judia convertida ao cristianismo, in “The Open Society and Its Enemies“ (1945), Vol. 1, Notes to the Chapters: Ch. 7, Note 4, que traduzimos.
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A obra encontra-se publicada entre nós, em dois volumes, pelas Edições 70: “A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos”.
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Nas imagens:
Karl Popper, em dois momentos da sua vida, e uma esquematização do paradoxo da tolerância.