Arquivo de etiquetas: fascism/fascismo

publicidade discriminatória

Capazes

A publicidade em causa é do Grupo Carnes Sá da Bandeira, de vila Nova de Gaia, que anuncia a venda de carne de vitela branca para assar e de coxas de frango, associando-a à imagem de uma mulher em biquíni na praia. O grupo já veio, entretanto, pedir desculpa pelo “mal-entendido”.

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o racismo é o crime perfeito

Sim, é frequente que os racistas culpem a vítima do racismo, seja a vítima do racismo negra, branca, chinesa, judia, de lorossa’e, de loromonu, mestiça, árabe, tutsi, khoisan, albina, angolar, gabão, burmedju, etc, etc. O racismo combate-se garantindo que todos os cidadãos têm a mesma dignidade, os mesmos direitos e deveres, e não instituindo categorias de cidadãos de diferentes classes com base em caraterísticas físicas como a cor da pele.

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A deficiência moral da esquerda branca e ativista

O melhor de todos os textos. Um texto que toca na questão há muito colocada por Eduardo Lourenço, o racismo “au rebours”

“Este novo paternalismo branco limitou-se a reciclar o do tempo colonial. Agora já não é o dever moral dos brancos «civilizar e cristianizar os pretos» mas proteger os ditos cujos, mais os ciganos, da «discriminação». As raças inferiores, essas, continuam no quintal, no recreio, infantilizadas.”

A desgraça negra, cigana ou islâmica que há décadas as empurra para a guetização é justamente filha do paternalismo da esquerda. O texto de Maria de Fátima Bonifácio deixou isso a nu. A esquerda impede, e de forma dolosa, qualquer crítica vinda de fora às minorias raciais, étnicas ou religiosas. Quem o faz é logo «racista», «islamofóbico», entre outros rótulos que visam o seu silenciamento e, se possível, assassinato social da branca ou branco que arrisque tal ousadia. Desse modo, não apenas o indivíduo pertencente a minorias sensíveis não se liberta do seu coletivo guetizado, como ainda quem pertence a uma minoria está interditado de criticar os seus grupos de pertença ou, no mínimo, o aparelho ideológico em peso (imprensa, universidades, ensino, partidos políticos, intelectuais, meios artísticos) desincentiva fortemente tais ousadias.

Mesmo que tenha razões de sobra (querer estudar, viver tranquilo, trabalhar, estar em casa em segurança e sem ser incomodado pela música do vizinho, educar os filhos e filhas, entre outros), o pobre não pode criticar o pobre, o negro não pode criticar o negro, o cigano o cigano, o islâmico o islâmico, por aí adiante. Todos só podem criticar o branco. É assim que a esquerda, a nova escravocrata, os educa a afundarem-se nos seus bloqueios e traumas.

A esquerda branca cujos rostos andam pelas universidades e pela comunicação social – Rui Pena Pires, Boaventura Sousa Santos, Manuel Carvalho, Ferreira Fernandes, Daniel Oliveira, Fernanda Câncio, Isabel Moreira, Alexandra Lucas Coelho, entre tantos outros – transformou a pobreza material das minorias, por tradição circunstancial, em miséria moral que torna a pobreza endémica. Estamos perante um grupo de indivíduos com rostos e nomes concretos (fora os internacionais) que mais tem produzido pobreza, instabilidade social, violência, desintegração social entre as minorias. Sujeitos moralmente patológicos.”

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o que se esconde na luta contra o racismo?

Paulo David shared a post.

O que é esta M.. RDA?
Sob a capa da luta anti racismo, existem monstros radicais com agenda política bem definida e nada tolerante, e daí, não inclusiva.

-5:52

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Pedro Jorge

Eis o senhor mamadou ba ( sos racismo do bloco de esquerda ).

OUÇAM COM MUITA MUITA ATENÇÃO:

Está aqui toda a estratégia resumida de tudo aquilo para que temos vindo a alertar.
Eis um pequeno resumo do que aqui foi dito:
– Tudo é luta política, só uma guerra social generalizada nos possibilitará o erigir do socialismo, generalização e extensão da luta de classes tradicional a todas as relações humanas possíveis e imaginárias ( bebés e crianças incluídas na guerrilha ideológica ), divisão da população por raças, etnias, sexos, desejos sexuais e por diante, apoio a novos grupos de marginais e minorias enquanto arma e instrumento de ataque à civilização ocidental, incitação à violência e instauração de clima de terror, tomada da cultura para impor uma hegemonia cultural marxista, apropriação das artes, escolas, universidades, comunicação social, redes sociais e todo o espaço público, conotação de todo o pensamento não marxista como fascista ( incluindo a social-democracia ), ilegalização, perseguição e punição do pensamento não marxista, reescrever a história e criminalizar retroactivamente todo o percurso humano na existência, utilizar e manipular movimentos não marxistas como instrumentos revolucionários e por fim, segundo este ideólogo “DAR PORRADA” minuto: 4:40.
Eis a real abjecção marxista.
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fascism in the usa

This is something that I have been writing about for a long time – even before Trump becoming president. Actually, Madeleine Albright gave a talk on this matter about 10 years ago. Under Trump, and Putin’s control of Trump, the rise of fascism in the USA – and of the corresponding authoritarian State – is becoming much more evident to me.

HUFFPOST.COM
Alexandria Ocasio-Cortez doubled down on her comparisons of the situation at the border to World War II.
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