o sonho ibérico de uma só espanha

COMO A DO GRANDE ISRAEL
A AMBIÇÃO DA GRANDE ESPANHA NUNCA MORRE
A imagem que é usada por Pablo Casado, líder do PP, em defesa de Espanha. Hoje. No ABC. Sempre, de mar a mar, sem Portugal nem Gibraltar.

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A imagem que é usada por Pablo Casado, líder do PP, em defesa de Espanha. Hoje. No ABC. Sempre, de mar a mar, sem Portugal nem Gibraltar.

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Como pode a Espanha ser um país mentalmente saudável….

Como pode a Espanha ser um país mentalmente saudável…. com linhagens reais destas na sua História?!?!?! 😎

BRASIL.ELPAIS.COM
Equipe de geneticistas e cirurgiões confirma a relação entre prognatismo mandibular e casamento entre pessoas da mesma família
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Não é apenas Olivença: 3 localidades espanholas que pertencem a Portugal

Não é apenas Olivença: 3 localidades espanholas que pertencem a Portugal

Quando se fala em polémicas com a fronteira portuguesa apenas se refere Olivença, mas não é caso único. 3 localidades espanholas que pertencem a Portugal.

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localidades espanholas que pertencem a portugal
São Felizes dos Galegos

Ahistória de Olivença, que nunca foi devolvida a Portugal, sempre foi motivo de controvérsia. Há mesmo alguns historiadores que defendem que Portugal nunca teve direito a recuperar Olivença porque também nunca devolveu a Espanha algumas zonas na América do Sul que pertenciam aos espanhóis. Mas enquanto Olivença continua com frequência na memória dos portugueses, esquecemos frequentemente outras 3 localidades espanholas na mesma situação (embora com algumas diferenças históricas). Descubra 3 localidades espanholas que pertencem a Portugal.

1. Hermisende

Hermisende
Hermisende

Hermisende é um município raiano da Espanha na província de Zamora, comunidade autónoma de Castela e Leão, de área 109,05 km² com população de 350 habitantes (2007) e densidade populacional de 3,51 hab/km². Pertenceu a Portugal até 1640, tal como as aldeias vizinhas de San Ciprián (São Cibrão) e La Tejera (Teixeira). Chamava-se até aí Ermesende. No concelho de Hermisende fala-se galego, português ou galego-português com influências leonesas.

Um dos aspectos mais impressionantes deste município é a singularidade da sua linguagem, decorrente de factores históricos e socioculturais derivados da sua posição fronteiriça com a Galiza e Portugal, e que actualmente mostra evidências claras de uma influência notável recebida da língua galega e da língua portuguesa.

Esta localização geográfica gerou um dialecto cuja origem gera dúvidas para os habitantes do município e surpreende os visitantes que observam sua notável singularidade, com influências claras em galego e portugueses, constituindo assim, em toda a área, uma região complexa de cruzamento de características Galego-portuguesas e leonesas.

2. São Felizes dos Galegos

São Felizes dos Galegos
São Felizes dos Galegos

São Felizes dos Galegos ou São Félix dos Galegos (oficialmente San Felices de los Gallegos em espanhol) é um município de Espanha, próximo da raia, na província de Salamanca, comunidade autónoma de Castela e Leão, de área 81,43 km² com população de 553 habitantes (2007) e densidade populacional de 7,19 hab/km².

A aldeia de S. Félix dos Galegos recebe esse nome por ter sido repovoada alegadamente por galegos que vieram ocupar estas terras. A inclusão desta região no reino leonês foi relativamente tardia e teve muito a ver o facto de Ciudad Rodrigo ter sido elevada a sede da diocese homónima em oposição à de Salamanca.

Pertenceu a Portugal desde a assinatura do Tratado de Alcanizes (1297) até 1327, com o nome de São Felizes de Galegos. O seu castelo foi mandado erguer por D. Dinis (1279-1325). Reconhecerá ainda a suserania portuguesa, por breves períodos, cerca de 1370 e de 1476.

Do ponto de vista histórico cumpre salientar o facto de que o Tratado de Alcanices de 1297 fez com que a aldeia fosse portuguesa e o castelo fosse construído pelo nosso rei D. Dinis. A data de re-integração em Castela segundo alguns historiadores teria sido em 1350 e segundo outros em 1476 no marco das frequentes rupturas das relações feudais que se davam nesta altura.

3. Salvaterra do Minho

Salvaterra do Minho
Salvaterra do Minho

Salvaterra do Minho (em galego: Salvaterra de Miño) é um município raiano da Galiza da comarca do Condado na província de Pontevedra, comunidade autónoma da Galiza, (Espanha de área 62 km² com população de 8761 habitantes (2007) e densidade populacional de 127,65 hab/km².

O seu conjunto de fortificações encontra-se implantado numa zona elevada, que cai em forma de precipício sobre o rio Minho, que o banha pelo sul. Situa-se junto de um cruzamento de vias naturais, uma das quais sobre o rio, que no século XVII correspondia a uma ponte de barcas. Data deste período a ocupação portuguesa de Salvatierra, que durou dezasseis anos, durante os quais se processou a sua moderna fortificação.

Está localizado a dois quilómetros do município português de Monção, ao qual está ligado por uma ponte sobre o rio Minho. No contexto da Guerra de Restauração, esteve sob domínio de Portugal até 1659. Sob o reinado de João I de Portugal (1385-1433) celebrou-se o 2.º Tratado de Monção (29 de Novembro de 1389), por cujos termos celebravam-se tréguas por três anos com João I Castela (1379-1390) e fazia-se a restituição mútua de terras conquistadas: Portugal cedia a Castela Salvaterra de Miño e Tuy, e recebia desta Mértola, Noudar e Olivença, no Alentejo, e Castelo Melhor, Castelo Mendo e Castelo Rodrigo, no Ribacoa.

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proposta estúpida de deputada do Vox Espana

Lúcia Duarte shared a link to the group: Liberta a expressão.

A estupidez humana em pleno 😥😥É preciso ler tudo e não só o rodapé!!!😥Diretamente do mundo do absurdo😥😥😥

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Eleições em Espanha não resolvem El Bloqueo

Eleições em Espanha não resolvem El Bloqueo e proporcionam ascensão meteórica da extrema-direita. Evo Morales renuncia à Presidência da Bolívia, UE aconselha calma e processo eleitoral credível. Caos regressou às ruas de Hong Kong: duas pessoas em estado crítico. Sueste da Austrália prepara-se para “os incêndios mais perigosos de sempre” no país.


O impasse continua

O impasse continua
Em Espanha, confirmou-se o cenário traçado pelas sondagens pré-eleitorais: o PSOE venceu, mas perdeu três deputados; o Unidas Podemos obteve menos sete representantes parlamentares do que antes. À direita, o PP melhorou a votação face às eleições anteriores (de 66 para 88), mas o Ciudadanos teve um descalabro histórico, passando de 57 deputados para apenas dez, situação que já provocou a demissão do líder do partido. A grande novidade é a subida meteórica da extrema-direita protagonizada pelo Vox, de Santiago Abascal, que, ao subir de 24 para 52 deputados, se torna na terceira força política em Espanha. Assim, a formação de um governo que dê garantias de estabilidade continua a ser uma dura tarefa para Pedro Sánchez, que apela à responsabilidade de todos os partidos, “exceto aqueles que semeiam o discurso do ódio e da anti-democracia”.

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