ELOGIO AO GOVERNO DOS AÇORES

Hoje, como não estou em mim, é aquele único dia do ano que me dedico a fazer um elogio. Já tomei qualquer coisa e tudo a ver se isto me passa.
Se há algo que está a funcionar exemplarmente, é a plataforma de emprego do GRA.
A plataforma em si, em termos tecnológicos, poderia ser muito melhor, mas funciona bem, é simples e cumpre as funções a que se destina.
Exemplar é a forma como as pessoas que a estão a potenciar estão a desenvolver uma estratégia proactiva juntos de entidades empregadoras, e de quem está a procurar emprego suponho eu.
Já fui contactado proactivamente diversas vezes acerca de vagas criadas pela minha organização, promovendo a plataforma e encorajando o seu uso. Foi-me dado acompanhamento acerca do processo de seleção sem que o tivesse solicitado, o que foi uma mais valia. Tenho diversas candidaturas, aparentemente com interesse.
Um exemplo de como uma atitude mais proactiva, e até comercial diria, pode fazer toda a diferença nos serviços prestados pela estado. E de graça!
Sinceramente não sei quem está e esteve envolvido no desenvolvimento deste serviço, mas muitos

parabéns

. Outros que lhes sigam o exemplo.

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João Mota Vieira, Lizuarte Machado and 29 others
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4 meses depois acaba a greve da atlanticoline

Transporte marítimo de passageiros entre as Ilhas do Triangulo regressa á normalidade

Está desconvocada a greve dos trabalhadores da Atlanticoline

A greve durava há quatro meses. Desde 1 de Dezembro

O acordo foi conseguido, esta tarde, numa reunião entre a Administração da Empresa e o Sindicato da Marinha mercante

( Antena 1 – Açores )
Pode ser uma imagem de massa de água
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CARTA ABERTA – PROGRAMAS OCUPACIONAIS

CARTA ABERTA – PROGRAMAS OCUPACIONAIS
Á ASSEMBLEIA REGIONAL DOS AÇORES
SENHORES DEPUTADOS
Chamo-me Vânia, sou trabalhadora precária de uma Escola, ao abrigo de um dos muitos PROGRAMAS OCUPACIONAIS, criados por esta Assembleia, também sou uma das vozes de muitos outros colegas nas mesmas condições.
Sou também testemunha das angústias dos chefes de serviço, funcionários efetivos e executivos que andam sempre a ensinar e a contar com o trabalho, dos trabalhadores de programas, que quando se adaptam, mostram o seu valor, competências e vestem a camisola, logo chega a hora de SAIR e voltam ao mesmo, ao início de tudo, à sobrecarga e distribuição de serviço para quem fica e neste vai e vem vai-se perdendo grandes funcionários, mais valias, de quem quer trabalhar, gosta de o fazer, sabe fazer e tem necessidade de trabalhar, uns para terem oportunidade de iniciar a sua vida profissional, Estagiários, outros para sustentarem suas famílias, e outras para viverem sua vida de maneira mais digna, vivendo do seu trabalho…
Estas não são nem querem ser a classe que lhes dão o peixe, não somos nem queremos ser a classe que vive do RSI, não fazemos parte da estatística que é o peso morto da nossa economia.
Somos sim a classe que luta para lhes darem a cana para pescar e lhes ensinarem a pescar, somos uma das massas que desconta para a Segurança Social e não tira dinheiro da Segurança Social, dos que descontam, para viveram a sua vida…
Não estamos a pedir nada dado, oferecido ou roubado. Estamos sim a pedir para continuar a trabalhar, seja noutro programa ou não. Bom seria para todos, era fazer um levantamento das necessidades dos serviços que têm falta de pessoal para desempenhar os serviços e o cumprimento de prazos que se vão “safando” com o trabalho destes que estão inseridos em programas.
A legislação recentemente publicada, Regulamento Regional nº 15/2015/A, de 12 de agosto, que no seu artigo 18º, Impedimentos, termina com todos os programas ocupacionais, será não mais nem menos que enviar todas estas pessoas para os centros de emprego, aumentando as inscrições e os subsídios de desemprego, vão provocar o entupimento neste serviços e contribuir que a próxima estatística de desempregados seja um número grande, visível e preocupante para mais tarde criarem novas medidas para baixar o número de desempregados.
E… Andamos nisto, neste vai e vem de novas medidas e novas ideias e não chegámos a lado nenhum…
Fico sem perceber, se tempo é dinheiro, se o governo tem sempre orçamentos reduzidos para colmatar as necessidades, se apoiar as empresas ou entidades públicas e privadas com parte do pagamento dos ordenados destes trabalhadores precários, não sai mais BARATO do que pagar RSI, subsídios de desemprego ou outro qualquer subsídio social a quem está em casa e não produz nem faz nada…
Haja paciência…
Será que o dinheiro não sairá sempre do mesmo “cofre”? A opção e melhor gestão seria gastar mais com quem não produz…
Não percebo, aonde querem chegar.
Não percebo qual a estratégia política por detrás desta decisão.
Não percebo muita coisa…
Queiram esclarecer-nos.
Temos direito a isto.
Fomos nós que elegemos quem está nesta Assembleia.
Por favor não brinquem com as nossas vidas.
Nós vimos pedir que deixem de brincar com as nossas vidas, só temos uma para viver e este dia já passou…
Bem haja.
Peço a colaboração de todos para divulgarem.
Roberto Y. Carreiro and 4 others
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vaga para TIMOR

Vaga para formador de Português no projeto “Consultório da Língua para Jornalistas”.
Formador(a) de Língua Portuguesa em Timor-Leste
INSTITUTO-CAMOES.PT
Formador(a) de Língua Portuguesa em Timor-Leste
Camões, Ministério dos Negócios Estrangeiros, Portugal. Promoção da Língua e Cultura Portuguesas.