Estado tinha 33 empresas em ″falência técnica″ no final de 2020

Mais depauperadas em capital (não financeiras) eram Metro do Porto, TAP, CP, STCP e Transtejo. Parvalorem e Parups (ambas ex-BPN) também estavam bastante mal.

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Fechada desde os anos 80 é a segunda linha de comboio mais bonita de Portugal vai reabrir

Os 28 quilómetros entre Pocinho e Barca d’Alva, encerrados desde 1988 na Linha do Douro, vão ser recuperados e reactivados. O anúncio foi feito pela ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, no decorrer das comemorações dos 20 anos

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BES dispõe apenas de 174 milhões de ativos para cobrir créditos de cinco mil milhões de euros

O Banco Espírito Santo dispõe apenas de 174 milhões de ativos para cobrir créditos de cinco mil milhões de euros. Segundo o jornal Público, o plano de liquidação já foi entregue ao Tribunal, mas o ativo do banco cobre pouco mais de 3% dos créditos reconhecidos.

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Paulo Moniz defende reconversão energética das frotas de passageiros – Jornal Açores 9

O deputado à Assembleia da República Paulo Moniz defendeu ontem que o futuro da mobilidade “aponta para a reconversão energética, também das frotas marítimas e terrestres de passageiros”. O social-democrata questionou o Secretário de Estado dos Assuntos Europeus sobre “os fundos ou apoios comunitários sobre os quais o governo está a trabalhar e a reivindicar”, […]

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Já só 5% da dívida pública portuguesa tem juros negativos – ECO

No final de 2020, 78% da dívida pública portuguesa tinha taxas abaixo de zero. Essa percentagem caiu para agora para os 5%, acelerando o fim da era dos juros negativos em Portugal.

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Aumentos de comissões bancárias nos últimos dez anos chegam a 163%

A DECO, associação de defesa do consumidor, revela que na última década as comissões sobre os cartões de débito, nos cinco maiores bancos do país, sofreram um agravamento médio de 163%, quando a inflação acumulada se situou nos 8,4%. Em média, os custos anuais subiram 47% nesses bancos.

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Visão | O grande negócio da habitação sénior, que já vale milhões em Portugal

Operadores nacionais e estrangeiros estão a investir milhões no mercado de residências para idosos. Aposta segura num país cada vez mais envelhecido, não falta procura para mais camas. E nem os preços, acima dos 1 200 euros mensais, parecem travar esta onda, apesar das nossas parcas reformas. O que está a mudar no mercado dirigido aos mais velhos

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a preocupante dívida

De 2015 para cá o saldo natural nos Açores tem vindo a ser negativo o que significa que há mais falecimentos do que nascimentos na Região. Em média, e sem contar com os açorianos que optam por emigrar, a região tem vindo a perder mais de 300 pessoas por ano o que no espaço de uma década se traduzirá por cerca de menos 3 mil pessoas.
Não sendo um dado novo a quebra continuada da população açoriana torna ainda mais visível e preocupante o insucesso das políticas seguidas pelos diversos governos até hoje. A desertificação populacional é transversal à região, mas com maior impacto nas ilhas mais pequenas que se veem a braços com uma espécie de êxodo lento e agonizante. Em resumo, cada vez somos menos e cada vez mais velhos. Relembremos os dados dos últimos censos publicados em julho do ano passado que mostram uma quebra populacional de 4,1% nos Açores numa década ( 2011 a 2021) para que não restem dúvidas da dificuldade política em lidar com um problema que não sendo de fácil resolução deve exigir a máxima preocupação.
Não existirá uma solução única que resolva o problema da quebra demográfica nos Açores, mas parece óbvio que não se fixam ou atraem pessoas, sobretudo para as ilhas com menor população, sem primeiro cuidar de dotar cada uma delas com as necessárias infraestruturas e serviços de excelência capazes de maximizar a atratividade do destino e, simultaneamente, fixar os residentes. À necessidade de criar serviços de saúde, educacionais, de segurança, de tecnologia e de transporte de excelência acresce equacionar, por exemplo, soluções fiscais capazes de potenciar o investimento privado. Não se apanham moscas com fel! Sem investimento e sem respostas inovadoras os Açores, e em particular as ilhas menos povoadas, tem pela frente um futuro sombrio. Podem sempre os decisores políticos invocar que determinadas respostas representarão custos para os quais não haverá cabimento orçamental. E percebe-se o argumento de que o dinheiro não dá para tudo, mas a resposta é simples: governar bem é saber decidir bem. E aqui torna-se legitimo questionar a ordem de importância que os governos têm dado a determinadas matérias que consomem avultados recursos à região. Governar é também saber ajeitar a parca manta dos recursos regionais e isso exige estabelecer prioridades claras e rigorosas, resistindo aos eventuais lobbies e impondo a vontade política de fazer mais e melhor pelos açorianos. Insistir nas mesmas políticas de sempre jamais irá produzir resultados diferentes. Pavlov descobriu isso há muito anos e ganhou um Nobel.
(Paulo Simões – Açoriano Oriental de 01/05/2022)
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