Açores vão preparar programa para a redução da produção de leite – Jornal Açores 9

“Foi reivindicado pela Federação Agrícola um programa para a redução da produção de leite nos Açores. Vem de encontro também à nossa vontade porque temos metas ambientais para cumprir, desde logo a redução da carga animal por hectare, no combate às alterações climáticas pela emissão de metano, na questão do bem-estar animal e na questão […]

Source: Açores vão preparar programa para a redução da produção de leite – Jornal Açores 9

mais uma crise OSVALDO CABRAL

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Já tínhamos a pandemia.
Os políticos irresponsáveis acrescentam-lhe, agora, uma crise política.
E, como se não bastasse, começam a surgir sinais sombrios na economia.
Só faltava, neste caldeirão, uma crise política regional.
Longe destes sinais, geograficamente, pensamos que as consequências do que se passa no mundo ou nos mercados mais próximos não chegam cá.
Também pensávamos que a pandemia não chegava e até queríamos fechar aeroportos…
O que vem aí não parece nada de bom e se falarem com alguns empresários ficarão a saber que, também entre nós, já se começam a sentir dificuldades nas encomendas de alguma matéria prima, produtos importados para o natal e escassez de materiais essenciais, sobretudo na área da construção civil, com uma subida imparável de preços.
O petróleo disparou, a electricidade cavalgou, os fretes de contentores não param de subir, há filas enormes nos portos, a inflação agrava-se, o abastecimento de cereais escasseia, já há países a queixarem-se de alimentos básicos e até já vemos alguns deles, como a China, a aconselhar a população a armazenar stocks de produtos.
Sabendo da nossa fragilidade ao exterior e da fraqueza do nosso sistema de produção, oxalá que não tenhamos de enfrentar uma tempestade perfeita.
Portugal já está a ser confrontado com taxas de juro mais altas para o seu refinanciamento, o que quer dizer que a Região, pronta a endividar-se mais uma vez, vai encontrar taxas de juro de referência muito mais altas.
O período das moratórias terminou e as notícias não são boas, para particulares e para empresas, onde o risco de incumprimento é bastante elevado.
O crédito concedido pela banca é um bom barómetro sobre famílias e empresas, pelo que basta ir à procura dos números para perceber como é bastante óbvio que estamos todos a viver, aqui nos Açores, numa espécie de bolha artificial, muito acima da riqueza que criamos.
Só um exemplo: até Setembro deste ano as famílias açorianas já tinham recorrido à banca em mais de 861 milhões de euros, apenas para crédito ao consumo, mais do que os 780 milhões do mesmo período do ano passado e um recorde este ano.
Se juntarmos às famílias as instituições sem fim lucrativo ao serviço das famílias, o crédito sobe para mais de 3 mil milhões, outro recorde este ano.
O crédito concedido para habitação também sobe e apenas as empresas se têm retraído no acesso ao crédito, até porque muitas delas recorreram às moratórias e aos apoios oficiais por causa da pandemia.
A nível nacional a capacidade de financiamento das famílias situou-se em 5,2% do PIB no ano acabado no 2º trimestre de 2021, menos 2,3 p.p. que no trimestre anterior, refletindo sobretudo a diminuição da poupança bruta em 18,1%.
Ou seja, a taxa de poupança das famílias atingiu 11,5% do rendimento disponível, o que correspondeu a uma redução de 2,7 p.p. relativamente ao trimestre anterior.
Tudo isto são apenas sinais, mas as crises começam assim, com sinais de comportamentos não muito animadores.
A juntar a tudo isso temos os resultados do poder de compra, que ainda agora foram publicados pelo INE, onde são patentes as desigualdades nas nossas ilhas, mas com forte destaque para os concelhos micaelenses de Nordeste, Vila Franca e Povoação, o que pode ser esclarecedor para muitos açorianos de outras ilhas.
Perante estes cenários, não podemos hesitar em tentar, pelo menos, contrariar o pior, recorrendo a políticas públicas que tornem o caminho menos penoso.
É por isso que o próximo orçamento regional é importante, alavancado pela oportunidade da bazuca e do novo quadro comunitário de apoio.
Para tal, precisamos de dinheiro para investir com a comparticipação europeia.
E o que produzimos, infelizmente, não é suficiente. Pois é, resta-nos o endividamento, o tal “monstro” de que todos gostariam de fugir mas não conseguem.
Em resumo, com estes sinais, se pomos em cima mais uma crise política – ou um agravamento da pandemia -, então só nos resta rezar ao Senhor Santo Cristo.
*****
FINALMENTE! – Há coisas que não se compreende neste governo.
Ao tempo que já podiam ter resolvido a hesitação, incompreensível, da ampliação da pista da ilha do Pico. Os estudos estão mais do que feitos.
Hesitaram, esconderam, ignoraram, para, agora, finalmente, assumirem o óbvio.
Trata-se de uma aposta estratégica para o Triângulo que vai alavancar todo o potencial económico que está naquele grupo de ilhas.
Ainda bem que Bolieiro se decidiu, em detrimento das hesitações dos técnicos da Direcção Regional de Transportes.
Esta é uma aposta estratégica política, em prol do desenvolvimento de um grupo de ilhas, que não se compadece com as contas de gabinetes e dos burocratas do costume.
É uma opção política que merece todo o apoio e que já devia ter sido desenhada pelos governos anteriores.
Agora é arregaçar as mangas e ter em atenção que não se pode apostar no mal menor, ou seja, numa ampliação mínima para algumas aeronaves.
Ter visão no futuro é apostar nos tais 700m de ampliação para permitir a operação do A321 sem limitações.
Ao que parece a SATA quer livrar-se dos A320 e ficar só com os A321neo e A321LR, mas para isso a pista do Pico tem de crescer.
E a da Horta também, mas à custa da República.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 10/11/2021)
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  • Antonio Hermínio Botelho

    A falta de produtos, de matérias primas e os aumentos de preços anda a passar um pouco ao lado do comum cidadão, nos bens supérfluos suporta-se, mas quando chegar aos essenciais vai ser grave, as empresas para subsistirem tem que produzir e vender, se não tiverem os meios para isto ou forma de darem a volta simplesmente acabam.
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PREVENÇÃO RODOVIÁRIA – SUGESTÃO que pode salvar vidas e acidentes

numa amostragem empírica aqui nesta costa norte, zona rural da Lomba da Maia, sete em cada dez viaturas têm deficiências da sinalização traseira das suas viaturas, sejam stops, luzes de minimos ou piscas com todos os perigos e inconvenientes daí adnientes nesta zona de nevoeiros e mau tempo, pelo que sugiro uma campanha em que tais viaturas fossem notificadas e lhes fosse dado uma semana para repararem a deficiência sem ter de esperar pela revisão bianual da viatura. Seria um srviço de utilidade pública que a PSP e GNR deviam encetar, extensiva a todas as freguesias da ilha….

SANTA MARIA DOS AÇORES ETERNAMENTE ENGANADA

Apresentação da Zona franca de Santa Maria
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Apresentação da Zona franca de Santa Maria
Apresentação pública da zona franca de Santa Maria, conceitos de sub-zonas a 21 de Março de 1986, pelo Dr. Mário Fortuna.
Os Marienses continuam à espera que ocorra um milagre, ora foi a Zona Franca, ora foram Hoteis na Estação Loran e no Poligono de Acustica Submarina, ora serão os foguetões. Fomos enganados esse tempo todo. Vamos querer continuar a ser enganados?
Luis Filipe Franco and 3 others
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Mario Fortuna e a técnica das consultoras externas.
Luís Botelho and 26 others
  • Dinis Resendes

    O recurso às consultoras externas acompanhado de uma “nota” prévia indicando quais os resultados pretendidos, serve para depois invocar neutralidade e transparência. 😆

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  • Armando Fraga Pacheco

    A história repete-se…… Não é que está acontecendo novamente com os foguetões!!!!

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  • Sandra De Sousa Bairos

    Existe um video muito interessante sobre a zona franca de Santa Maria. Em que na vila vão perguntando a opinião aos transeuntes sobre o futuro espaço franco…acho que o não “acontecimento” de muitos projetos em SMA fez com que os marienses (alguns……

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  • José Branco

    Temos ‘filmes’ como esse e bem mais recentes, como por exemplo o do celebre Campo de Golfe !

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    Nuno Barata Almeida Sousa

    A história economica e social de Santa Maria nas últimas 4 decadas dá um belo filme. Continuamos sem cinema, mas a viver nas ficções da vida real.

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    Nuno Barata Almeida Sousa

    Já agora, cainda na real, a Zona onde seria implantada a Zona Franca de Santa Maria dava um belissimos espaço verde de fruição publica, houvesse para isso vontade e visão.

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    • António Monteiro

      No estado actual, é viveiro de pragas e infestantes.
    • Nuno Barata Almeida Sousa

      António Monteiro uma pena, porque tem infraestruturas e uma limpeza e desnbaste cuidados permitiria umafruição unica até mesmo para a pratica de deportos individuais e repositório de plantas endemicas e exoticas.
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  • Marco Goncalves

    A do Vitor Covaneiro também faz parte da extensa coleção!