muitas horas, baixa produtividade baixos salários….Portugal é o 9.º país da Europa onde se trabalham mais horas – Dinheiro – SÁBADO

País registou um aumento de 10% do número de horas trabalhadas nos últimos três meses: a quarta maior subida da União Europeia. Aumento do número de horas de trabalho foi maior nas mulheres.

Source: Portugal é o 9.º país da Europa onde se trabalham mais horas – Dinheiro – SÁBADO

Há uma guerra na refinaria de Sines – Portugal – SÁBADO

Sines é hoje palco de uma manifestação pelo clima. Os ambientalistas da Climáximo lutam pela descarbonização, sindicato e trabalhadores atacam ‘posições alarmistas e propostas bombásticas’ de encerramento da refinaria. Galp garante ‘transformação’ para ‘novas soluções sustentáveis’.

Source: Há uma guerra na refinaria de Sines – Portugal – SÁBADO

mentiras do capitalismo

Justa reflexão !
Basta de papões e mamões e há que lutar
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O coxo, o mentiroso e os lusos salários! “Em 2020, o vencimento ilíquido padrão na administração pública situou-se nos 1748 euros, enquanto a remuneração bruta mensal no sector privado se ficava pelos 1314 euros. Esta diferença justifica-se, em parte, pelo grau superior de habilitações médias e de antiguidade nas funções de quem trabalha para o Estado. Mas a disparidade é tão notória que dificilmente se justifica só por isto.” Eis como cai por terra que o capitalismo privado é que é bom! Além da instabilidade no emprego do brutal peso dos contratos a termo e do trabalho informal em Portugal e sobretudo das “empresas em nome individual” que faz de Portugal um país com 10 milhões de cidadãos mas com mais de um milhão de empresas um escândalo social e sobretudo Moral! Temos por cá até uma ACEGE uma associação de “empresários católicos” uma opusdei etc mas na verdade são estes vaticanistas que dominam a dita Concertação Social e o governo via o vieiradasilvismo não para gerar distribuição da riqueza mas sim para gerar concentração da riqueza com o público a pagar 33% acima do privado o incomum na UE! E na verdade a política salarial do Estado para a economia está a gerar o escândalo de termos 1/4 dos trabalhadoresa auferirem em Portugal o salário mínimo nacional! É neste contexto que está a razão e séria do protesto do PCP e do BE protesto que merece o meu acordo ao tempo pois levou-me a abandonar o PS quando constatei que o vieiradasilvismo mantinha o escandaloso e imoral bloqueamento da negociação coletiva de trabalho em Portugal! É uma atitude anti cristã este bloquear da negociação coletiva de trabalho não é somente uma atitude reacionária e não pode continuar! Eis porque acaba por ser mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo e porque só se pode dizer que esta economia sustentada não só no baixos salários mas na arrogância em teimar mantê-los é cristãmente gravemente pecaminosa!
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  • Mateus Serra

    É a mais valia que absorvem dos trabalhadores, que lhe faz obter esses lucros. É preciso valorizar o trabalho, para haver mais justiça social.

oleoduto fechado

ÚLTIMA HORA
BIELO-RÚSSIA FECHA OLEODUTO PARA A EUROPA
A Bielo-Rússia fechou hoje por três dias o oleoduto “Drujba” (Amizade), que leva petróleo da Rússia para uma série de países europeus.
Minsk justifica a medida pela necessidade de proceder a trabalhos de manutenção; mas no contexto da crescente crise de refugiados que há semanas se verifica na fronteira com a Polónia, a decisão do governo bielorusso surge como um sinal de que poderia recorrer à interrupção do fornecimento de energia – hoje petróleo, amanhã – gás – se o confronto com a UE, que entretanto decretou mais sanções contra Minsk, persistir.
Dada a dependência de Minsk em relação à Rússia, é totalmente improvável que Lukashenko tenha dado este passo sozinho, sem consultar Pútin.
A Rússia espera há meses que os europeus aprovem a entrada em funcionamento do NordStream 2, o novo gasoduto ao longo do fundo do Mar do Norte, que pode fornecer gás à Europa sem ter de passar por países intermédios como a Bielo-Rússia ou a Ucrânia.
Moscovo investiu entre 10 a 11 mil milhões de dólares no projeto e quer rentabilizá-lo o mais rápido possível. No entanto, os EUA, que se opuseram à construção, continuam a pressionar os europeus, agora no sentido de adiarem o mais possível ou até indefinidamente contra a entrada em funcionamento do novo gasoduto.
A decisão de fechar o “Drujba” pode assim ser lida como mais um movimento dos russos no sentido de contrariarem essa pressão americana e levarem a UE a finalmente aprovar a entrada em funcionamento do NordStream 2. CF
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Osvaldo José Vieira Cabral · Os cobradores estão a bater à porta

Os cobradores estão a bater à porta
É delirante ouvir alguns políticos, com enormes responsabilidades no passado, falarem de endividamento público.
De repente, passaram uma esponja pela memória e querem, à viva força, que nós, cidadãos, também façamos o mesmo exercício.
Foi um dos cavalos de batalha em todas as minhas crónicas ao longo da última década: chamar a atenção para o aumento galopante da dívida bruta, à semelhança dos alertas da Secção Regional dos Açores do Tribunal de Contas.
Ninguém se preocupou. Agora estão todos preocupados com o endividamento proposto no Orçamento Regional do próximo ano – que é mau para todos nós, contribuintes – mas não é nenhuma originalidade.
Nós tivemos um recorde de dívida acumulada entre 2008 e 2017, com os Açores a aumentarem a sua dívida 3,15 vezes mais, passando de 563,7 milhões para 1.690,4 milhões de euros.
É um ritmo médio anual de 115,4 milhões.
O maior volume desta dívida foi para pagar a fornecedores e os buracos ruinosos das empresas públicas, nunca para crescimento da nossa economia anémica.
Tem-se falado tanto, agora, da SATA, mas houve outras empresas, até com passivo maior, que se revelaram um autêntico cancro para as nossas finanças públicas.
Só a Saudaçor, essa invenção desastrosa, de que nunca mais ninguém falou dela, deixou-nos um calote de mais de 600 milhões de euros.
Há-de haver muito boa gente por aí que julga que nada disto é para pagar, mas a verdade é que os cobradores batem-nos à porta todos os meses ou anos, como acontece agora com a SATA ou a Sinaga.
Há tanta gente preocupada com o património da fábrica de açúcar, o que é legítimo, mas ninguém se preocupa com os mais de 800 mil euros que deve a fornecedores e com os 35 milhões de euros de prejuízos ao longo dos anos.
Só em meia dúzia de anos, de 2015 a 2020, o Governo Regional transferiu para a Sinaga quase 9 milhões de euros.
Uma empresa, recorde-se, que custou à região, num negócio obscuro, 8oo mil euros!
Amanhã, 18 de Novembro, mais um cobrador vai bater-nos à porta para cobrar empréstimos.
Na verdade, são dois cobradores: a Bankinter SA e o Banco BPI.
Vêm cobrar um dos muitos empréstimos concedidos à SATA, cujo prazo termina agora.
Como a SATA não tem dinheiro, nem tão pouco sabe o seu futuro, porque tarda, incompreensivelmente, a decisão de Bruxelas sobre a reestruturação, foi acordado com aquelas instituições uma prorrogação dos respetivos prazos de vigência.
O Governo Regional já concordou com a prorrogação e estendeu a manutenção das garantias, que é como quem diz, para pagarmos um dia destes.
São “apenas” cerca de 50 milhões de euros… por agora.
Portanto, senhores políticos, quando falarem de dívidas e endividamentos, ao menos benzam-se antes.
Novembro 2021
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimedia RTP-Açores, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montrea
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SALÁRIO REAL MENOR QUE HÁ 10 ANOS

Fiz um pequeno exercício sobre o meu salário real. Fui à Caixa Geral de Aposentações onde constam os salários anuais e os salários revalorizados de acordo com a taxa de inflação. Tomei como base o salário revalorizado de 2006 (índice 100). Entretanto já passei de escalão mas continuo a ganhar menos em termos reais do que há 15 anos. Mas para a maior parte da função pública a situação ainda é pior, principalmente para quem está no início da carreira ou a meio e bloqueado.
Ps1. Estas quebras vão ter efeitos sobre a reforma.
Ps 2. Quando falamos de orçamentos temos que falar de situações concretas.
Ps 3 Evidentemente que os 0,9% de aumento previsto pelo governo nem vão cobrir a inflação e muito menos permitir recuperar rendimentos.
May be an image of text that says "120 Remunerações revalorizadas de acordo com taxa de inflação 100 80 60 40 20 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021"
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  • Sandra Cambetas

    Ah e tal, funcionário público tem um rendimento médio de 1500€

AÇORES APRENDER COM OS ERROS

A história económica dos Açores é uma história de ciclos, de monoculturas e dos problemas inerentes a um sistema económico essencialmente dependente de uma produção ou setor produtivo.
Aconteceu com o fim do ciclo do pastel na segunda metade do século XVII, voltaria a suceder com o trigo e com a laranja, que não resistiram à concorrência dos mercados externos e, no caso da laranja, às pragas que afetaram os laranjais. A economia açoriana era ténue, monocíclica e alimentava apenas a fortuna de meia dúzia de açorianos enquanto a maioria da população vivia de forma pobre e por vezes miserável. No final do século XIX e início do século XX surgem as primeiras fábricas: tabaco, chá, açúcar, álcool, cerveja e laticínios, mas a fragilidade produtiva e pouca diversificação mantiveram-se. E chegamos ao ciclo da vaca, à chamada “monocultura da vaca” que cedo se constituiu como um dos pilares da economia regional. Um setor importante para a economia, gerador de ganhos transversais em diferentes subsetores, mas ainda assim, uma “monocultura”. Os tempos mais recentes mostraram que o ciclo da “vaca” está a mudar e não fossem os apoios externos o futuro seria ainda mais difícil.
Os Açores necessitam de alargar a sua base produtiva e não continuar a insistir no erro de dependerem de um ou dois setores apenas. A liberalização do espaço aéreo em 2015 veio abrir as portas do turismo que se tornou num novo pilar económico, embora volátil, como é o setor à escala global. Mas há mais por onde explorar e mais por onde alargar a base da economia açoriana. Desde logo o Mar, não tanto na vertente das pescas, mas na exploração do mar profundo e dos subsolos marinhos, para além de toda a investigação científica que daí advenha. Cria-se riqueza, criam-se postos de trabalho diferenciado, fortalece-se a economia açoriana. E há o Espaço, tão longe, mas cada vez mais perto. A conferência internacional que decorreu esta semana em São Miguel apontou claramente o caminho do futuro e esse passa pela economia do Espaço – cujas taxas de crescimento previstas para os próximos anos rondam os 7%. Uma região isolada como a nossa tem que se reinventar e modernizar. O futuro passa pela aposta na Educação e na Ciência. Insistir no mesmo de sempre é sinal de nunca se ter compreendido a história dos ciclos económicos nos Açores.
Os erros também nos ajudam a progredir.
(Paulo Simões – Açoriano Oriental de 14/11/2021)
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pagamos eletricidade cara

PREÇO DA ENERGIA ELÉTRICA COMPARADO ENTRE 145 PAÍSES
Daquilo que não se explica e pouco se fala nos Media
O portal comparativo VERIVOX acaba de fazer um levantamento de preços de electricidade em 145 países e mostra que o preço médio mundial da electricidade por um quilowatt hora seria de 11,62 cêntimos. Em Portugal custa 23,1 cêntimos e nos USA 12,69 cêntimos.
Custo de electricidade em cêntimos de euro por quilowatt hora
Em Portugal, um quilowatt-hora de electricidade custa 23,1 cêntimos; em Espanha 20,7 cêntimos; na França 18,5 cêntimos; na Alemanha, 31,80 cêntimos; nos EUA, 12,69 cêntimos; na Rússia 5,17 cêntimos; no Brasil, 11,68 cêntimos; em Angola 1,52 cêntimos; em Moçambique 12,32 cêntimos; na Turquia 7,92; na China 7,31; na Rússia 5,17; na Arábia Saudita 3,98… Outros países em nota (1).
Preço da electricidade ajustado ao poder de compra nos países (dados na moeda artificial “Dólar Internacional”
Em Portugal um quilowatt-hora de energia eléctrica custa 42,82 cêntimos ( dólar internacional); na Espanha custa 35,36 cêntimos …
Por aqui se pode ter uma ideia das margens a que os povos e suas indústrias estão sujeitas na configuração de mercadorias e preços para se afirmarem na concorrência internacional com produtos de exportação…
António da Cunha Duarte Justo
Texto completo em Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6847
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