ASAE instaura 327 processos a estabelecimentos de Alojamento Local e empreendimentos turísticos – Jornal Açores 9

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou 327 processos de contraordenação e 11 processos crimes na sequência das

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CTT são o maior alvo de queixas dos açorianos

CTT são o maior alvo de queixas dos açorianos

Os açorianos apresentaram mais queixas no ano passado em relação a 2018, segundo revelou ao nosso jornal o Portal da Queixa.

No ano passado foram registadas 1.198 reclamações, quando em 2018 tinham sido 1.135.

De referir que 66% das reclamações em 2019 obtiveram respostas por parte das marcas.

Segundo o Portal da Queixa, à cabeça do Top10 de marcas mais reclamadas em 2019 está a empresa postal CTT, seguindo-se os CTT Expresso, a MEO, a Worten, a Azores Airlines, a SATA, a eDreams, a TAP, a Vodafone e, a fechar, a Rádio Popular.

A Azores Airlines é a empresa que menos resposta dá aos queixosos.

No geral do país, o ano de 2019 foi, mais uma vez, um ano recorde de reclamações registadas no Portal da Queixa.

O número de reclamações ultrapassou as 100 mil reclamações recebidas, registando uma média de 275 queixas por dia.

Para a maior rede social de consumidores de Portugal, representa o 6.º ano consecutivo de crescimento, registando valores com o dobro do que regista o Livro de Reclamações Eletrónico do Estado.

Este crescimento não significa que os portugueses passaram a reclamar mais, mas verifica-se que estão mais digitais, optando pela comodidade e a facilidade de comunicar com as marcas através do Portal da Queixa, ao invés de formalizarem uma denúncia, que implica burocracia e tem como finalidade um processo de coima para com o prestador.

Os consumidores actuais querem continuar a ser clientes satisfeitos e, por isso, procuram a proximidade das marcas para darem a sua opinião e contribuírem para a melhoria contínua.

As categorias alvo de maior número de reclamações ao longo de 2019 foram: Comunicações, TV e Media; Correio, Transporte e logística; Serviços de Administração Pública; Transportes Públicos e o Comércio de Tecnologia.

Em 2019, o principal motivo de reclamações foi relativo ao comércio electrónico em toda a sua dimensão, contrariando a tendência dos últimos anos relativa às operadoras de telecomunicações, ou seja, com o aumento de utilizadores com acesso à internet, verifica-se igualmente um aumento de todos os sectores que dela dependem, tais como as lojas online que são, cada vez mais, o canal privilegiado para as compras, verificando-se um crescimento exponencial tanto na Black Friday como no Natal; as empresas de entregas de encomendas passaram a ter um papel muito relevante em toda a jornada do cliente e os métodos de pagamento que passaram a facilitar todo o processo de compra online.

De salientar igualmente os provedores de internet que possibilitam o acesso à rede, tal como os equipamentos em que a navegação é efectuada, como os smartphones e os laptops.

Assim, verifica-se uma alteração comportamental, não só, na forma, mas também, no método em que o novo consumidor digital se apresenta na viragem da década.

Embora exista uma maior propensão dos consumidores para a aquisição do conhecimento digital, os portugueses ainda demonstram muita falta de literacia digital, que os coloca em constante perigo, face às inúmeras ameaças à sua segurança através da internet.

Hoje em dia, a falta de literacia digital em Portugal, já é equivalente ao problema do analfabetismo de há 30 anos na sociedade portuguesa.

Infelizmente, esta realidade só poderá ser invertida com a partilha de conhecimento, assente numa estratégia global, não dependendo apenas das entidades governamentais – que deverão ser as principais potenciadoras – mas de todos os interessados no processo, nomeadamente as marcas que operam no mercado nacional.

Comunicações, TV e Media

É a categoria com mais reclamações registadas ao longo do ano 2019 à semelhança do ano 2018, contabilizando um total de 11.270 reclamações.

São claramente as Operadoras de Tv, Net e Telefone, o principal alvo das reclamações contabilizando um total de 10.384 reclamações.

2019 fica também marcado por um grande número de reclamações relacionadas com os serviços de valor acrescentado, 587 reclamações, o conhecido WAP billing.

Correio, Transporte e logística

Foi registado um total de 10.647 reclamações, um aumento de 28% face ao ano de 2018 (8.335).

A grande vantagem na comodidade de encomendar online e receber em casa é muitas vezes colocada em causa, devido aos problemas na entrega das encomendas dos portugueses, principalmente em épocas de grandes volumes de encomendas, como os períodos da Black Friday e do Natal.

O universo dos CTT foram a marca com maior número de reclamações em 2019, contabilizando 6.293 reclamações (CTT com 4.314 e CTT Expresso com 1.962), ultrapassando a MEO que tem vindo a ser a habitual vencedora.

Serviços de Administração Pública

Em 2019, foram registadas 9.184 reclamações, dirigidas aos serviços públicos, um aumento de 30% face a 2018 (7.059).

Os atrasos nos pagamentos da pensões dominaram o ano de 2019 relativamente aos serviços de previdência da Segurança Social, as reclamações à ADSE também se intensificaram nos últimos meses do ano, mas os serviços públicos do estado que maior aumento registaram foram o SEF com as dificuldades de agendamento e o IMT com a emissão das cartas de condução, as licenças de TVDE e os cartões ADR. No entanto o IMT é um exemplo de sucesso no atendimento e na resolução dos problemas apresentados, gerando uma Índice de Satisfação na ordem dos 93%, a par do IEFP com 96% e a Câmara Municipal de Lisboa com 73%, demonstrando que o serviço público pode estar em conformidade com os padrões de qualidade mais exigentes.

Nota final para o Ministério da Educação, que mais um ano voltou a registar um elevado número de reclamações relativas à plataforma MEGA (Manuais Escolares Gratuitos) antes do início do ano lectivo.

Transportes Públicos, Aluguer e Condução

As 5.875 reclamações recebidas ao longo do ano de 2019, provam que os atrasos, as constantes supressões, e até as várias greves, não deixaram os passageiros satisfeitos.

O ano de 2019 teve um aumento de 30% no número de reclamações em comparação com 2018 (4.801).

http://diariodosacores.pt/index.php…

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a draga da Horta e a falta de areia

Draga da Horta parada há meses
Falta de areia afeta construção civil no Pico

A falta de areia está a afetar as empreitadas de construção civil do Pico há vários meses porque a draga “Coral da Horta” está parada no Faial. A embarcação, que realiza a dragagem e procede à distribuição do material inerte pelo Grupo Central, tem estado a ser reparada mas Rufino Francisco, proprietário da draga, afirma que está a demorar mais do que o previsto. Contactado por este jornal, o empresário diz que os trabalhos só não terminaram porque a Portos dos Açores (PA) não permitiu a varagem no Porto da Horta e por não haver disponibilidade para varar na Madalena. “A manutenção tem sido feita no mar; se fosse em terra já estaria concluída há muito mas a PA foi arranjando desculpas para não me deixar varar na Horta”, acusa. “Primeiro disseram-me que não tinham cabos mas eu comprometi-me a adquiri-los. Depois o problema já era da grua e das máquinas e andaram comigo para trás e para a frente, enganaram-me. E na Madalena há um barco varado na rampa”, continua. Rufino Francisco acha ainda “curioso que a draga de São Miguel tenha vindo ao Grupo Central apenas para abastecer a Terceira e tenha deixado de fora outras ilhas”. “O Governo Regional devia ter acautelado esta situação para não se chegar a um ponto de rutura”, enfatiza.
A parte mais significativa da intervenção deve estar concluída dentro de duas semanas, altura em que, segundo diz, terá de extrair areia para servir as ilhas. Contudo, a draga terá mesmo de ir para terra, durante cerca de duas semanas, para serem realizados os trabalhos no fundo da embarcação.

“Rampa da Horta foi desativada há cinco anos”

Ao Jornal do Pico Miguel Costa, presidente do Conselho de Admnistração da PA, enfatiza que, da parte do armador, deve haver “um erro na interpretação da informação que lhe foi dada porque a rampa da Horta foi desativada há, pelo menos, cinco anos por razões de segurança operacional” e que “não há exceções quando não estão reunidas as condições de segurança ideais”. Miguel Costa refere que havia duas opções: ou a Praia da Vitória ou o Estaleiro Naval da Madalena. “No caso da Madalena, a rampa e a carreira que estão a ser utilizadas por um atuneiro é na condição de que, se houver alguma necessidade de esse atuneiro ser arriado – o que vai acontecer nos próximos dias –, assim será. O que a PA fez, com boa vontade, foi arranjar um pontão, no Porto da Horta, devidamente abrigado para que ele [Rufino Francisco] pudesse trabalhar no plano de água e é lá que estão a fazer as reparações da embarcação. Aliás, o próprio armador disse que as principais podiam ser todas feitas em plano de água”, relata. O responsável recusa, por isso, qualquer culpa que esteja a ser atribuída à PA: “A PA não tem estaleiros só à espera que os armadores nos venham bater à porta a dizer que querem os estaleiros disponíveis no dia seguinte. Ainda lhe foi dado um conjunto de datas disponíveis para fazer essa operação [em terra]. Eu acho que o atraso no fornecimento de areia se deve, essencialmente, à falta de programação atempada do armador. Sabemos que essa embarcação teve um acidente na Praia da Vitória, o que também envolve as seguradoras, e, certamente, isso tudo é que deve ter motivado algum atraso nesse fornecimento que não pode, de maneira nenhuma, ser imputado à PA”, remata.

(Jornal do Pico, edição número 819, 17 de janeiro de 2020)

Foto: Direitos Reservados

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a imbecilidade de alguns que falam só tem paralelo na imbecilidade dos que aceitam isto….Não há razão para “aliviar” tributação dos combustíveis, defende Siza Vieira – ECO

Pedro Siza Vieira reitera que, numa altura em que se estão a fazer mudanças na mobilidade, não há motivo para aliviar a tributação dos combustíveis. Destaca, no entanto, que não há agravamento.

Source: Não há razão para “aliviar” tributação dos combustíveis, defende Siza Vieira – ECO

Querem GNL? Aprendam com a Madeira…

Querem GNL? Aprendam com a Madeira…

Aos anos que vimos denunciando, nestas páginas, a má vontade do Governo da República e o silêncio cúmplice do Governo Regional relativamente à instalação de uma rede de abastecimento de gás natural nos Açores.
Em toda esta farsa tem colaborado o Governo dos Açores, participando em estudos e mais estudos sobre esta promessa da República, que já vem desde 2011 – imagine-se, quase uma década!
Primeiro foi o projecto COSTA, depois mudaram o nome em 2015, depois o então Secretário Vítor Fraga, em 2016, comprometeu-se que “é agora”, depois em 2017 a Ministra do Mar veio cá prometer, mais uma vez, a instalação de um posto no “estratégico Porto da Praia da Vitória”, depois, em 2019, a actual Secretária dos Transportes anunciou um estudo sobre o assunto, que ficaria concluído “em finais de 2019”…
Já estamos em 2020 e estudo, nada!
Pior: a machadada no projecto já tinha sido dada 2m 2016 e ninguém sabia de nada.
Foi preciso a Presidente da Associação dos Distribuidores de Gás Propano
Canalizado, Micaela Silva, pôr a boca no trombone, esta semana, numa comissão parlamentar, denunciando que oo Governo da República transferiu o investimento que era para os Açores para a ferrovia nacional.
Ora aqui está mais uma, das muitas, que o Governo de António Costa nos tem feito ao longo destes anos, com a complacência e subjugação dos poderes regionais.
O Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória ainda ontem esboçou um protesto contra esta situação, mas do Governo Regional nem um pio…
Todos sabem que o mercado do GNL (Gás Natural Liquefeito) marítimo é um fenómeno emergente e que todos os países, incluindo Portugal, já levam um grande avanço na instalação de redes de abastecimento.
Os Açores sempre foram vistos como um potencial estratégico para se afirmarem como uma área de serviço fundamental no Atlântico e um ‘hub’ competitivo re-exportador de GNL, como muito bem disse a ministra de então.
Os especialistas do sector são unânimes: “no contexto energético da mobilidade marítima, a posição geoestratégica de Portugal e das regiões Autónomas dos Açores e da Madeira podem conferir maior eficiência nas rotas marítimas no que diz respeito ao reabastecimento dos navios movidos a GNL (…) sendo o Porto da Paria da Vitória, cujo uso é incipiente, poder ser convertido numa grande estação de GNL mesmo no centro do Atlântico”.
Apesar destes apelos, como agora se comprova, o Governo da República desistiu dos Açores e apostou as fichas todas no porto de Sines, como denunciámos aqui na altura, com o silêncio das nossas autoridades regionais.
Até a Madeira já nos passou à frente, como de costume, em muitos anos luz.
E não precisou da República para nada.
Virou-se para os privados e avançou sem medo e sem os quilómetros de estudos que se fazem por cá, só para empatar.
Ouçam o Grupo Sousa, que até opera nos Açores, pela voz do seu Administrador e Chief Officer Operations, Duarte Rodrigues: “Poderia dar vários exemplos de soluções bem-sucedidas que introduzimos para ultrapassar as dificuldades logísticas nas ilhas onde operamos, mas deixo apenas um desses exemplos, o de maior sucesso internacional: o gasoduto virtual de Gás Natural para a Madeira. A solução que encontrámos para transportar Gás Natural para a Madeira, sem que tal exigisse um investimento incomportável, é um verdadeiro “ovo de colombo”, solução que, diria eu, só consegue ser encontrada por quem conhece de muito perto as limitações inerentes a uma região insular e ultraperiférica”.
Querem saber como é que a Madeira encontrou este “ovo de colombo” para a instalação do GNL naquele arquipélago?
Vão lá e aprendam com eles.
Em vez de empatarem com estudos e mais estudos e de se calarem perante o desprezo do Governo da República.

(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 17/01/2020)

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Vasco Cordeiro considera que acordo de Cooperação e Defesa com EUA é “desequilibrado” e deve ser revisto – Impala

Vasco Cordeiro considera que acordo de Cooperação e Defesa com EUA é “desequilibrado” e deve ser revisto – Impala

Source: Vasco Cordeiro considera que acordo de Cooperação e Defesa com EUA é “desequilibrado” e deve ser revisto – Impala

finalmente outra solução improvisada Rebocador da Portos dos Açores vai abastecer de combustível a Ilha do Corvo – 

A secretária Regional dos Transportes e Obras Públicas deu hoje, 15 de Janeiro, orientações à Portos dos Açores para que esta empresa pública prepare imediatamente um rebocador aprovisionado com gasóleo para seguir para a Ilha do Corvo. “Esta orientação surge após uma avaliação das condições de mar adversas, e no intuito de agilizar o abastecimento …

Source: Rebocador da Portos dos Açores vai abastecer de combustível a Ilha do Corvo – AGRICULTURA E MAR ACTUAL

salvem a baís da Horta

João Silva shared a post to the group: Ilhas do triângulo (S.Jorge, Faial e Pico) – Açores.

PARA MEMÓRIA FUTURA…em ano de eleições!
A propósito da recente polémica com a desflorestação e betonização do Largo do Infante, relembro o que escrevi há 1 ano!
Assim se cumpre o segundo acto da destruição da Horta…

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João Silva

SOS BAÍA DA HORTA.
Depois de ver os desenhos de projectos para a REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE MAR DA CIDADE DA HORTA e do REORDENAMENTO DO PORTO DA HORTA, fico com a ideia de que há um fio condutor cujo objectivo é retirar a nossa cidade do Clube das Mais Belas Baías do Mundo ou “LIXAR” as condições geoestratégicas naturais que a tornam o porto de abrigo preferencial nas rotas América-Europa.
Assim sendo, primeiro tivemos as conhecidas “reduções” e “amputações” ao inicialmente projectado para o Cais de cruzeiros e passageiros do porto da Horta e que para além de culminar no REMEDIADO “Portas da Ribeira” trouxe também prejuízo notório nas boas condições seculares que a bacia Sul do porto oferecia.
Depois também parece que teremos um reordenamento da frente mar da cidade que pouco trará em termos de melhoria para as condições de vida dos locais e altera de forma significativa o aspecto de algumas zonas icónicas da avenida marginal…ou seja, basicamente cosmética que pode retirar a individualidade e unicidade da frente marginal da cidade.
Finalmente temos já vários projectos de BETONIZAÇÃO da baía que prometem ATAFULHAR e retirar definitivamente as boas características e conceitos que fizeram a baía atractiva durante mais de um século, seja para os hidroaviões seja para a navegação de cabotagem, para a marinha de guerra, para o iatismo ou para a pesca.
A par disto, tenho sempre grandes reservas e desconfianças com estes “GRANDES” projectos cujo preço é desproporcionalmente elevado em relação à execução (neste caso um projecto de 3 milhões para uma obra orçada em 17 milhões!!) e sobretudo quando são elaborados por gente que visitou o local 3 ou 4 vezes…tudo o resto é gabinete, computador e modelos desactualizados ou testados em laboratório durante uns meses e que portanto não refletem as condições de décadas, o que às vezes é melhor percebido pelo conhecimento histórico e vivencial dos locais.
No ramo dos portos, nos Açores são vários os exemplos de má utilização do betão, nalguns casos aniquilando por muitas décadas ou até definitivamente o potencial que as condições naturais oferecem.
Potenciem as mais valias que a baía e o porto da Horta oferecem, exponenciando-as ou melhorando os aspectos menos bons…com a humildade de colocar o conhecimento da engenharia moderna em sintonia com o estudo histórico do comportamento das estruturas (não de outras, noutros locais do mundo…mas sim do próprio porto da Horta) e com a experiência de décadas dos homens do mar (não de outros…destes do porto da Horta)!
Do que tenho visto nos projectos da frente mar da cidade e do reordenamento do porto, há coisas que só cabem na cabeça de gente que brinca com legos!!!
Às autoridades regionais e sobretudo locais…deixem-se lá de legos e de cartões de militante, sejam homenzinhos e com noção de que a vossa existência é demasiado curta quando comparada com as consequências que as vossas atitudes ou omissões podem provocar nesta ilha, nas suas gentes e nas gentes futuras.
MELHOREM…MAS POR FAVOR NÃO ESTRAGUEM O PORTO DA HORTA!

Comments
  • Manuel Leal O povo deve sair à rua. Vídeo de uma demonstração gigante deve ser enviado para todas a comunidades lusófonas. É preciso pisar a cauda da elite partidocrática.
  • Tony Tina Rodrigues Lamentavelmente ja pouco se pode fazer, pois o maior atentado, a linda e famosa Baia da Horta, foi quando construiram o novo cais de passageiros junto a foz da Ribeira da Conceicao, que assassinou para todo o sempre a possibilidade de ser o melhor e maior porto de cruzeiros dos Acores, Ficou a baia estrangulada em termos de futuro, quando se podia ter feito melhor e maior do que as Portas do Mar. Viva a Autonomia.
  • Carlos Medeiros Como dizem tenho a boca grande mas é com a verdade estes bandidos no GRA estão a destruir tudo o que é mais bonito nas Ilhas dos Açores que querem fazer agora? Este povo ainda não está cansado das destruições que os políticos estão a fazer. Já não é tempo do povo ou Açoreanos se juntarem e se manifestarem contra uma administração incompetente e destruidora depois do 6 de Junho de 76 o Governo Central correu a dar uma coisa aos Açores chamada Autonomia logo depois a esquerda ou o PS que nunca defendeu uma Autonomia basta ver o vídeo dos acontecimentos na respetiva data agora esta coisa que chamam Autonomia que não é mais que uma Gestão Administrativa Centralizada por Lisboa graças aos cúmplices César e agora o Vasco que é como o Ministro da República está a devolver a chamada Autonomia à metrópole e ainda há muita gente que acredita nos Reis Magos Portugueses Socialistas.