Una ciudad siberiana pide asilo a los canadienses

SOS DESASTTRE ECOLÓGICO

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nunca aprendem nas Lajes do Pico (para o ano há eleições..)

Comments
  • Sérgio Ávila Há alturas em que quase ficamos sem palavras. O Sr. Presidente da Câmara Municipal das Lajes do Pico, Eng. Roberto Silva, não aprende mesmo…
    Faço-lhe daqui um desafio: organize uma sessão de esclarecimento nas Lajes do Pico, aberta ao público, e convide um painel de especialistas da Universidade dos Açores (até lhe sugiro os nomes: Ana Neto, Luís Filipe Silva, José Azevedo, Verónica Neves e eu próprio – todos com obra publicada/conhecimento específico sobre aquele local), bem como representantes do Governo Regional dos Açores indicados pela Direcção Regional do Ambiente e pela Direcção Regional dos Assuntos do Mar, e ainda membros da Assembleia Municipal das Lajes do Pico e do executivo camarário.
    Deixe-nos explicar ao público o que é e como funciona uma área protegida, bem como as potencialidades que a Plataforma Costeira das Lajes do Pico possui.
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O valor da biodiversidade

Raquel Guimarães

2 mins

“Há ainda o caso da implantação do projecto do porto espacial na ilha de Santa Maria. Depois da base das Lajes, surge agora uma nova exploração de grande envergadura de que pouco se tem falado. Todos estes exemplos incentivam a emissão de gases com efeito de estufa, contraditórios à política climática. Os custos-benefícios ecológico-económico foram suficientemente estudados? Como ficarão afectados os ecossistemas com a poluição consequente? Em nome do desenvolvimento económico, a perda da biodiversidade é, apenas, um problema secundário.”

PUBLICO.PT
Biodiversidade pode referir-se a qualquer nível de variabilidade existente entre seres vivos, incluindo a diversidade genética dentro da mesma espécie, em espécies diferentes e ecossistemas.

 

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paremos o aborto de hotel

Uma grande contradição na governação de Marta Guerreiro (Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo), a sugerir que a sustentabilidade proclamada é apenas uma “fachada”. O que fez ou fará para evitar a construção deste hotel (580 camas) ao qual o Governo dos Açores atribui a classificação PIR – Projeto de Interesse Regional que permite o financiamento comunitário de 85% do seu valor a fundo perdido. E o Autarca de Vila Franca do Campo, Ricardo Rodrigues (forte defensor da incineradora) está, mais uma vez, a provar que o seu contributo enquanto decisor político é de se lamentar, atendendo nada fez para evitar este projeto através da alteração do PDM. NÃO PODEMOS PERMITIR QUE O TURISMO PREDADOR TENHA ESPAÇO NOS AÇORES!!! Os nossos governantes estão a atrasar a implementação / actualização de planos importantes como o PEPGRA (plano de gestão de resíduos) e o POTRAA (Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores). Em matéria de resíduos, estamos desde 2015 à espera que o PEPGRA seja actualizado de acordo com a diretiva europeia para a Economia Circular. É graças a esse “conveniente” atraso que a incineradora prevista para a ilha de São Miguel será financiada. Relativamente ao POTRAA – Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores, este encontra-se em “banho maria” há 6 anos, para a conveniência de alguns e para que seja permitida a construção e financiamento de “abortos arquitetónicos” desproporcionais ao modelo de turismo que se pretende para a nossa Região, como é o caso do hotel que está prestes a inaugurar na Ribeira Grande (350 camas) e o hotel que pretendem construir em Água D’alto (580 camas), junto à imaculada praia do degredo.

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SOS- Ilha de São Miguel

Da coerência governativa.
Um hotel com 5 andares, 280 quartos e 550 camas que é de uma ordem de grandeza 7 vezes superior ao Hotel da Caloura e 3 vezes ao Hotel Pestana Bahia Praia.
Um hotel que será implantado junto a uma pacata zona residencial com acessibilidades não compatíveis com a futura circulação e estacionamento automóvel – cerca de 11 autocarros e entre 100 a 200 veículos ligeiros, veículos de aprovisionamento e de recolha de resíduos – prejudicando a qualidade de vida dos residentes.
Um hotel que irá ter uma pegada ecológica que não foi calculada, especialmente no que diz respeito ao consumo de água, cujo abastecimento tem tido alguns problemas em Vila Franca, especialmente nos meses de verão.
Um hotel com uma volumetria exagerada, junto à orla costeira o que aumenta a vulnerabilidade do território e a poluição luminosa.
Um hotel que corre o risco de resvalar em época baixa para o all-inclusive contrariando a estratégia de coesão.
Ah…faltou dizer que este é um hotel de 5 estrelas.
Quero um melhor turismo e uma melhor economia nos Açores. Não a qualquer preço, não com esta forma, não com estes esquemas e sobretudo não com esta falta de coerência entre o que o Turismo dos Açores apregoa e o que autoriza.
O Lava Pés foi ontem. Este post já vai com um dia de atraso. Farta deste Turismo Sustentável versão kinder-surpresa-de-mau-gosto.
O documentozito consultado é o chamado “Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores”.
#acoresrumoaoturismosustentavel

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lixo no paraíso (Caraíbas)

A “blanket of plastic” discovered off the coast of an idyllic Caribbean island stretches nearly 5 miles long and is choking wildlife.

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HEALTHYLIVINGIDEA.COM
Recently an underwater photographer stumbled across a sight that horrified and “devastated” her — a huge area of plastic waste several miles wide floating off the coast of what used to be hers’ pristine island home. She stumbled across the “Great Caribbean Garbage Patch” about 15 miles f…
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