Trump usa a Palestina y Sahara como moneda de cambio violando el derecho internacional

I never understood why the leaders of Western Sahara and Palestine didn’t fight together for the rights of their peoples, as the two causes are quite similar. The so-called support of the feudal Golf monarchies for the Palestine cause was nothing more than lip service. And the relations between the Moroccan satrap, the criminal Saudi crown prince and the corrupt Netanyahu were very good, that was nothing more than an open secret. The governments of Saudi Arabia and Israel helped Morocco to build the wall of shame in Western Sahara. I think we have to thank Trump for making things clear with his stupid, illegal decision. Something that Biden has to reverse, like Trump’s other stupid decisions concerning the Paris agreement, the Iran nuclear deal and the withdrawal from WHO. Time for the Palestinians and the Sahrawis to walk hand in hand! A luta continua!
Trump usa a Palestina y Sahara como moneda de cambio violando el derecho internacional
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Trump usa a Palestina y Sahara como moneda de cambio violando el derecho internacional

GUATEMALA A FERRO E FOGO

Hundreds of anti-government protesters in Guatemala have vandalised and set fire to parts of the Congress building, before being dispersed by riot police.
The building in Guatemala City was empty at the time of Saturday’s attack, which lasted for about 10 minutes.
The fire services put the fire out, but several people were treated for the effects of smoke inhalation. (BBC)
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mortandade australiana no afeganistão

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FORÇAS ESPECIAIS DA AUSTRÁLIA
ENVOLVIDAS EM CRIMES NO AFEGANISTÃO – REVELA INQUÉRITO
"Desejo de sangue". Militares australianos mataram dezenas de afegãos
RTP.PT
“Desejo de sangue”. Militares australianos mataram dezenas de afegãos
Forças especiais australianas terão matado pelo menos 39 prisioneiros e civis desarmados no Afeganistão. Um relatório demolidor para os militares australianos, agora divulgado, revela a existência de um cultura de “desejo de sangue” e de “competição por mortes”. Há relatos de comandantes que…
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CIA EM TEERÃO OU MOSSAD?

SUMÁRIO EXECUTIVO
AVISO A BIDEN DE ASSASSÍNIO EM TEERÃO
A revelação do assassínio em Teerão de um alto dirigente da Al Qaeda, através de fuga de informação promovida por serviços secretos norte-americanos ou israelitas, é sinal de aviso a Joe Biden.
Abdullah Ahmed Abdullah foi morto a tiro em Agosto por agentes da Mossad ou mercenários estrangeiros a soldo de Israel em operação conjunta com os Estados Unidos, noticiou The New York Times na sexta-feira.
O atentado a tiro contra o líder da Al Qaeda, que custou também a vida à sua filha Miriam, viúva de Hamza bin Laden, ocorreu a 7 de Agosto quando ambos se deslocavam de automóvel num bairro do norte de Teerão.
A vingança serve-se fria
Essa sexta-feira marcava o aniversário dos atentados bombistas de 1998 contra as embaixadas dos Estados Unidos em Nairobi e Dar es Salam, que causaram 224 mortos, em que Abdullah esteve envolvido.
Conhecido pelo nom de guerre Abu Muhammad al Masri, Abdullah, nascido no Egipto em 1963, integrara o núcleo inicial da Al Qaeda na guerra contra a ocupação soviética do Afeganistão e, posteriormente, organizara acções terroristas na Somália e noutros países da África Oriental.
Em 2003, al Masri que se refugiara no Irão, foi detido pelas autoridades iranianas em Xiraz, no sudoeste do país, juntamente com outros membros da Al Qaeda.
Em data indeterminada passou a prisão domiciliária e, mais tarde, a liberdade vigiada, tendo assumido o nome de Habib Daoud, cidadão libanês, residente em Teerão.
Miriam, que usava o nome Mariam Daoud, casara em 2005, no Irão, com Hamza, um dos filhos de Osama bin Laden, que veio ser morto em operação anti-terrorista na região de fronteira entre Afeganistão e Paquistão em data não revelada, mas referenciável entre Janeiro de 2017 e Setembro de 2019, segundo declaração oficial da Casa Branca.
Com a morte de al Masri fecha-se praticamente o ciclo da primeira geração de militantes da al Qaeda, ignorando-se a sorte de Ayman al Zawahiri, o egípcio, actualmente com 69 anos, que sucedeu na liderança da organização após o assassínio de Osama em 2011.
Um favor interessado
A colaboração de Israel na captura ou eliminação de militantes da Al Qaeda procurados pela justiça norte-americana tem sido pontual e, nesta operação, a Mossad acedeu a colocar à disposição de Washington a sua rede de agentes, mercenários e infiltrados no Irão.
A prioridade para os serviços secretos israelitas é a sabotagem do programa militar nuclear do Irão e não a caça a elementos da Al Qaeda que Teerão alberga e mantém sob controlo para dissuasão contra possíveis ataques dos terroristas sunitas.
A revelação da colaboração da Mossad num atentado contra um alvo de escasso interesse para Israel, mas de grande valor simbólico para os Estados Unidos, surge como um sinal público para a administração Biden da identidade de interesses entre os dois estados.
Desencontro sobre o acordo
O presidente eleito pretende reverter a decisão de Donald Trump que, em Maio de 2018, apesar da oposição dos demais signatários — França, Reino Unido, Rússia, China, Alemanha, EU, Irão — denunciou o acordo de 2015 para suspensão por quinze anos do programa nuclear militar de Teerão.
A revisão das sanções impostas por Washington a Teerão e a empresas que mantenham negócios com o Irão implica, em primeiro lugar, que o Irão não viole os termos do acordo.
A Agência Internacional de Energia Atómica denunciou este mês, contudo, duas violações graves: a montagem de uma cascada de centrifugadoras em instalações subterrâneas na central de Natanz e a acumulação de urânio empobrecido acima do limite estipulado 2,4 toneladas.
Biden encontrará, por outro lado, forte resistência no Congresso e da parte dos aliados no Médio Oriente, sejam israelitas ou sauditas, para negociar um compromisso.
Em cima da mesa teriam de estar os interesses iranianos no Iraque, Síria, Líbano, Iémen, garantias mútuas de segurança no Golfo Pérsico e no Mar Cáspio, além de limites ao desenvolvimento por Teerão de mísseis de médio e longo alcance potencialmente portadores de ogivas nucleares.
A negociação está, além disso, condicionada pela campanha para a presidência da República Islâmica que culminará em Junho do próximo ano com a escolha do sucessor de Hassan Rouhani e a possibilidade da quarta eleição legislativa em Israel desde Abril de 2019.
A chantagem dos colonatos
Apesar da pública oposição de Biden, Benjamin Netanyahu prossegue a expansão dos colonatos israelitas, tendo sido aberto concurso este domingo para a construção de mais 1 257 residências em Givat Hamatos, numa zona de Jerusalém Oriental que cortará o acesso a Belém.
A presença, ilegal à luz do direito internacional, de cerca de 400 mil colonos na Cisjordânia, além dos 200 mil judeus israelitas residentes em Jerusalém Oriental, é facto incontornável e sucessivos governos jogam com autorizações de expansão residencial para obter concessões de Washington.
No estilo e nas concessões à expansão territorial Biden não será tão complacente e conivente com Netanyahu como Trump, mas à maioria dos decisores em Washington e Jerusalém importa que o presidente eleito assegure a continuidade de uma parceira estratégica.
Ao assinalar desde já que a aliança de segurança se funda na contenção do Irão, o mais perigoso inimigo de Israel, a revelação de um assassínio em Teerão serve o seu propósito.
jornalista
assina esta coluna semanal à terça-feira no Jornal de Negócios
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a guerra regressa à Etiópia

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ETIÓPIA EM PÉ DE GUERRA
Aeroportos sofrem bombardeios no norte da Etiópia | DW | 14.11.2020
DW.COM
Aeroportos sofrem bombardeios no norte da Etiópia | DW | 14.11.2020
Duas cidades são alvo de foguetes em conflito que já causou centenas de mortes e mais de 14 mil refugiados. Há temores de que combates provoquem guerra civil e nova tragédia humanitária.
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os combatentes esquecidos e o stress pós guerra colonial

https://www.rtp.pt/acores/cultura/ex-militares-da-guerra-colonial-ainda-sofrem-de-stress-video_68638?fbclid=IwAR1hJBUQx1SW9e731gtXg2p4s7dtofG4_Wa0r-deQ-7jieoVYY9D20m3PA4

Ex-militares da guerra colonial ainda sofrem de stress (Vídeo) - Cultura - RTP Açores - RTP
RTP.PT
Ex-militares da guerra colonial ainda sofrem de stress (Vídeo) – Cultura – RTP Açores – RTP
Quarenta e cinco anos depois da Guerra Colonial, milhares de …
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  • Infelizmente e, por vezes, nem recebem nada do governo para se tratarem. São ex-combatentes, foram obrigados a irem para a guerra defender o que não era nosso, para depois serem abandonados. Tínhamos aqui na R.Seca , um com graves problemas mentais que amedrontava crianças e até adultos. Até que , não sei se o internaram, mas nunca mais o vi e penso muitas vezes nisso, o que terão feito com um rapaz cheio de vida que a guerra o destruiu. Triste destino.
    ******

    leiam esta crónica minha de 2017 chrys c

    O PESADO FARDO DA GUERRA COLONIAL, CRÓNICA 178, 4/8/17

    Há mais respeito pelas prostitutas do que pelos soldados, furriéis e oficiais milicianos (à força) do exército colonial português, todos escondidos e envergonhados. Na maior parte dos países há uma certa aura de glória, direi mesmo, respeito, pelos bravos que ao longo dos séculos haviam combatido em nome da noção alienígena que é a pátria. Vi paradas monstruosas e centenárias como as célebres marchas dos ANZAC[1] na Austrália. Durante anos, houve respeito pelos bravos vítimas das 1001 guerras americanas no mundo, nomeadamente 2ª Grande Guerra, o massacrado Vietname, Coreia, etc. Como antimilitarista, ferrenho, que sempre fui e recordando como fui obrigado a ir para fora defender um Império que não existia e que, a mim, nada dizia, tenho de admitir que de nada me envergonho nesses anos, em que agi de acordo com a consciência, com a minha ação anticolonial[2] como melhor forma de servir a dita “pátria.”

     

    Mas para todos, mesmo para os que cegamente obedeceram às ordens militaristas e fizeram o que lhes mandavam, até porque não tinham alternativa, creio que lhes deve ser concedido o respeito de que hoje carecem, esquecidos na teia de doenças, alcoolismo, depressão, sem apoios do Estado que os mandou morrer e matar pela pátria. Bem ou mal, fizeram o que se esperava. E vemo-los hoje, sem-abrigo, em famílias disfuncionais, no conluio com os seus segredos de guerra ciosamente guardados, sem catarse possível.

     

    Nos EUA é bem pior, os veteranos de guerra são já uma espécie de escória a varrer para o esquecimento, sob o tapete diáfano de mil e uma guerras sem razão, como se as guerras alguma vez tivessem alguma razão, exceto a perpétua repetição da história dos países. Quando cresci havia respeito pelos veteranos sobreviventes da mortandade na campanha portuguesa na 1ª Grande Guerra, conheci alguns heróis, de medalhas ao peito em marchas da famigerada Liga dos Combatentes (a que pertenci durante anos após o 25 de abril, comprava-se comida barata no “casão”). Hoje, não sabemos quantos são, quantos sofrem, quantos sobrevivem. Nalgumas aldeias e vilas do interior profundo de Portugal alguns autarcas mandaram erigir pequenos monumentos em honra da memória desses bravos, mas regra geral, foram esquecidos e temem falar sobre o tema, ou evitam-no a todo o custo.

     

    Nos Açores, autores trataram o tema em livro: Urbano Bettencourt, Cristóvão de Aguiar, João de Melo, para citar alguns, outros preferem manter um silêncio discreto, tal como o dono do café da esquina, o do restaurante mais acima, o lavrador que vive na outra rua e se recusa a falar do tema e outros de que nem sei a existência. Estava uma pessoa entretida nas lides nos anos 60, a estudar, a trabalhar e mourejar nos campos, nos Açores ou em Trás-os-Montes, ou em outro local e vinha a malfadada mobilização para Angola, Guiné, Moçambique, ou outra colónia e a vida acabava ali, mesmo que voltassem vivos e sem mazelas de vulto. Para muitos, adiava-se a ida enquanto se pudessem continuar os estudos, na esperança infundada de que a guerra colonial acabasse. Para outros era a saída da terrinha natal (e quantas vezes não era esta a primeira vez que saíam do cantinho natal da sua ilha?). Não irei descrever as noções contraditórias que de todos se apoderavam no caminho de ida, na estadia e no possível regresso se não morressem ou não ficassem estropiados, pois isso foi tema de pessoas mais abalizadas. Sei apenas que a mim foi um trauma que gorou os planos de vida, me impeliu para vários planos inclinados e obrigou a agarrar boias de salvação para percorrer o caminho que me trouxe aqui. Há mais respeito pelas prostitutas do que pelos soldados, furriéis e oficiais milicianos (à força) do exército colonial português, todos escondidos e envergonhados. Afinal eram mesmo carne para canhão.

     

    [1] (Australian and New Zealand Corps)

    [2] (segundo Ramos-Horta eu era um oficial anticolonialista, in Expresso 28/11/2015).

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