Para entender: a guerra do Afeganistão em números – Internacional – Estadão

Conflito iniciado em 2001 é o mais longo da história dos Estados Unidos

Source: Para entender: a guerra do Afeganistão em números – Internacional – Estadão

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World must prepare for biological weapons that target ethnic groups based on genetics, says Cambridge University 

Biological weapons could be built which target individuals in a specific ethnic group based on their DNA, a report by the University of Cambridge has warned.

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Base das Lajes: um atentado à vida texto de J Soares

Base das Lajes: um atentado à vida

Dada a localização dos Açores, no meio do Atlântico, entre dois continentes, na Primeira Guerra Mundial instalou-se uma base naval e na Segunda Guerra Mundial duas bases aéreas. No presente texto faremos, apenas, referência à utilização pelos Estados Unidos da América, da Base das Lajes e outras infraestruturas a ela associadas, na ilha Terceira.

Base das Lajes tem servido ao longo dos tempos como instrumento de agressão e morticínio de populações em várias partes do mundo e é um foco de poluição ambiental associada à degradação da qualidade de vida da população da ilha Terceira.

No que diz respeito à utilização da Base das Lajes para espalhar a morte, não pretendendo ser exaustivo, aqui vão alguns exemplos: em julho de 1958, intervenção americana no Líbano com vista a proteger o “governo pró-Ocidente”; em 1973, apoio militar aos israelitas durante a última guerra israelo-árabe; em 1975, envio de material de guerra para as forças de direita no Líbano e entre agosto de 1990 e fevereiro de 1991, escala e reabastecimento de aviões para a guerra do Golfo;

A existência de armas nucleares na ilha Terceira foi por diversas vezes denunciada por várias entidades, nomeadamente num relatório da francesa Fundation pour les Etudes de Defense Nacional, na década de 80 do século passado. Como se sabe a presença de armas nucleares leva ao aumento da radioatividade e esta associada um conjunto de problemas de saúde, entre os quais doenças do foro oncológico.

Mais recentemente, o armazenamento de munições e de combustíveis e os consequentes efeitos perniciosos na saúde das populações foi denunciado por uma petição pública (1), em cujo texto se pode ler o seguinte:

“Já em 2005, há 12 anos, foram identificados, pela força aérea dos Estados Unidos da América, 35 locais contaminados com hidrocarbonetos e metais pesados nos solos e aquíferos da ilha Terceira. Contaminação posteriormente confirmada, em 2009, pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).

A saúde pública dos habitantes da ilha, é algo que tem vindo a ser discutido localmente durante décadas. Atualmente, existe um medo palpável entre a população devido ao número anormal de casos de cancro, e a suspeita do mesmo estar relacionado com uma possível contaminação dos solos e aquíferos. Só no concelho da Praia da Vitória incidem 33% dos casos de cancro nos olhos e 21% de casos de cancro de colo do útero a nível regional, num concelho que representa apenas 8,5% da população regional.”

Face aos problemas existentes, surgem várias reações por parte de personalidades diversas ou das forças partidárias.

A esmagadora maioria das forças partidárias, ou ignora o assunto ou pretende esconder o sol com uma peneira, não só desvalorizando a perda da qualidade de vida e nunca pondo em causa a presença militar dos norte-americanos. Assim, sendo cúmplices de todos os atentados cometidos, hoje, após terem acordado de longa letargia, passaram a reivindicar a descontaminação ambiental da ilha Terceira e a exigir que o Estado Português assuma as suas responsabilidades.

Felizmente, a comunicação social dos Açores, nomeadamente o jornal terceirense Diário Insular, tem dado voz a quem se preocupa com o problema e tem divulgado relatórios e análises à água e aos solos. A título de exemplo, a 15 de agosto de 2019, aquele jornal anunciava que a água da Base das Lajes estava contaminada com bromato, um produto químico sob suspeita de ser cancerígeno. O mesmo periódico, no dia 9 de novembro de 2019, publicou um texto “intitulado “Contaminação degrada na Terceira todas as formas de vida”, onde um americano confessa que mais do que a questão dos cancros, o grande problema é o da bioacumulação que põe em causa toda a qualidade de vida, em geral, e em particular, está na origem, mais cedo ou mais tarde, de várias doenças responsáveis pela diminuição da esperança de vida”.

A comunidade científica que poderia ser útil no esclarecimento das populações com verdade e sem alarmismos, está dividida. Se a grande maioria mantém-se em silêncio absoluto, muito poucos alertam para a gravidade dos problemas e apelam à necessidade urgente de se proceder à descontaminação e outros há que quando se fazem ouvir é para “chamar de alarmistas” aos colegas e para tentar branquear a situação, afirmando que apesar da contaminação, afinal nada de grave se passa.

Uma das poucas pessoas que não se tem calado é o professor da Universidade dos Açores, Félix Rodrigues, que, por várias vezes, tem denunciado o secretismo que pretendem que exista em torno do assunto. No Diário Insular de 21 de dezembro de 2018, Félix Rodrigues afirmou o seguinte: “Tanto Lisboa como os EUA têm muito que explicar aos açorianos e terceirenses em particular. A explicação não deverá ser somente filosófica ou política, mas concreta, onde se deve dizer o que se fez, passo a passo e com que tecnologia. É incompreensível que o controlo da descontaminação seja feito sem a participação de quem é afetado. Faz sentido que quem me pode envenenar seja a pessoa que me faz o tratamento de cura, sem que tenha conhecimento disso? Isso é no mínimo incompreensível e pouco ético.

(1) http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=terceira

José Soares.
Letra a Letra nº 9, fevereiro de 2020

Nota: a revista Letra a Letra pode ser pedida através do seguinte contacto: [email protected]

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A empresa suíça que a CIA e a secreta alemã usaram para espiar o mundo – DN

Fundada em plena II Guerra Mundial por um sueco nascido na Rússia, a empresa Crypto AG forneceu aparelhos de encriptação a mais de 120 governos, entre os quais Portugal, desde a Guerra Fria até aos anos 2000. Revelações vieram pôr em causa a tradição de neutralidade helvética. Autoridades prometem investigar.

Source: A empresa suíça que a CIA e a secreta alemã usaram para espiar o mundo – DN

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indícios de guerra biológica no corona vírus?

“Plum Island, laboratório militar secreto. Para quem conhece a história terrorífica da CIA, pejada de planos de ações encobertas para assassinar personalidades, espiar partidos políticos e seus dirigentes, executar golpes de Estado, desenvolver experimentos para manipular a mente de seres humanos e trabalhar com agentes biológicos a fim de transmitir vírus contra pessoas, animais e plantas, não é inverosímil supor que também pode estar por trás do perigoso Coronavirus, o Pneumonia de Wuhan, detectado na China.

É notória a guerra suja que os Estados Unidos executam contra a China, por considerá-la um perigo para a economia ianque. Daí o presidente Trump aplicar medidas inéditas para afogar a China e evitar que avance como a maior potência económica mundial.

Os ianques desesperados procuram modificar a correlação de forças em escala mundial. Por isso pressionaram o Reino Unido a sair da União Europeia para debilitá-la, além de converter a China no seu novo inimigo estratégico no cenário mundial.

Por isso não é de estranhar que possam estar por trás do surgimento do Coronavirus em Wuhan, obrigando os chineses a paralisar uma das suas regiões de maior desenvolvimento económico e uma população de mais de 11 milhões de habitantes, sendo a sua sétima cidade mais povoada e uma das nove cidades centrais da China com conexões para todo o território nacional.

Wuhan é qualificada como o centro político, económico, financeiro, comercial, cultural e educativo da China central, além de ser um centro principal de transportes, com dezenas de ferrovias, estradas e auto-estradas que cruzam essa cidade, conectando-a com outras importantes.

Essa localização permite a rápida disseminação da epidemia em todo o país, o que obriga a perguntar: será por acaso que o vírus tenha surgido ali? Ou por essas razões foi seleccionada para introduzi-lo entre os seus habitantes?

Afirma-se que o vírus é uma mutação, algo em que cientistas ianques trabalham historicamente nos seus laboratórios militares de guerra biológica.

O pânico criado a nível mundial obriga a não visitar a China, o que afecta sua indústria turística, os investimentos estrangeiros e os intercâmbios comerciais, perante a possibilidade de contágio.

Cuba tem sofrido múltiplos ataques biológicos desde há 60 anos. O primeiro contemplado é a conhecida Operação Mangosta, aprovada em 18 de Janeiro de 1962 pelo presidente J.F. Kennedy, que na sua tarefa número 21 diz textualmente:

“A CIA proporá um plano até 15 de Fevereiro para provocar o fracasso das colheitas de alimentos em Cuba…” As linhas seguintes não foram desclassificadas.

Em Junho de 1971 comprovou-se a presença na Ilha do vírus que causa a Febre Porcina Africana, o qual jamais havia sido reportado em Cuba. Foi preciso sacrificar centenas de milhares de porcos para evitar sua disseminação por todo o território nacional, com uma perda econômica e alimentar de grande envergadura.

Em Abril de 1981 foram detectados em Havana vários casos de febre hemorrágica, provocando a morte de quatro crianças. Foi possível comprovar que se tratava de uma estirpe nova do vírus “Nova Guiné 1924”, serotipo 02, única no mundo naquela época, sendo uma estirpe elaborada em laboratório.

Em Agosto de 1981 detectou-se em Sancti Spiritus, província central de Cuba, o herpes vírus BHV2, endémico em África e isolado no laboratório de doenças exóticas em Plum Island , Estados Unidos. Esse agente viral é o causador da Pseudodermatose Nodular Bovina e afectou a produção de leite.

Em 1983 Eduardo Arocena declarou no tribunal de Nova York – que o julgava por assassinar um diplomata cubano acreditado na ONU – que, como agente da CIA, cumpriu a missão de introduzir germes patogénicos em Cuba, quando na Ilha enfrentava-se a epidemia do Dengue Hemorrágico.

A lista de semelhantes ações é ampla. Por isso não é de estranhar que a China agora seja alvo desse trabalho sujo que os ianques costumam executar [1] . Isto se deve à potência económica desse gigante asiático e em particular Wuhan, território de amplas transformações industriais que possui três zonas de desenvolvimento nacional, quatro parques de desenvolvimento científico e tecnológico, mais de 350 institutos de investigação, 1.656 empresas de alta tecnologia, numerosas empresas e investimentos de 230 empresas listadas na Fortune Global 500.”

http://www.patrialatina.com.br/o-coronavirus-e-a-provavel-…/
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Arthur González [*] Plum Island, laboratório militar secreto. Para quem conhece a história terrorífica da CIA, pejada de planos de ações encobertas para assassinar personalidades, espiar partidos políticos e seus dirigentes, executar golpes de Estado, desenvolver experimentos para manipular a…

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Arthur González [*] Plum Island, laboratório militar secreto. Para quem conhece a história terrorífica da CIA, pejada de planos de ações encobertas para assassinar personalidades, espiar partidos políticos e seus dirigentes, executar golpes de Estado, desenvolver experimentos para manipular a…
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In explosive interview, author of Bioweapons Act Dr. Francis Boyle confirms coronavirus is an “offensive biological warfare weapon” – NaturalNews.com

Dr. Francis Boyle is perhaps best known for authoring the Biological Weapons Act. In an explosive interview with Geopolitics and Empire, shown below, Dr. Boyle reveals that the coronavirus now […]

Source: In explosive interview, author of Bioweapons Act Dr. Francis Boyle confirms coronavirus is an “offensive biological warfare weapon” – NaturalNews.com

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AUSCHWITZ,QUE NINGUÉM ESQUEÇA PARA NÃO SE REPETIR COMO PARECE PODER VIR A ACONTECER

Auschwitz.
Nazi concentration and extermination camp (1940–1945).

So that no one will ever forget the ability of human beings to be cruel and commit atrocities!

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Iraque pede que EUA retirem suas tropas

DAQUI NÃO SAIO, DAQUI NINGUÉM ME TIRA

Departamento de Estado afirma que países precisam discutir sua relação diplomática e econômica
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