espanha 8UMA ESPINHA) na cplp

O Reino da Espanha vem de ser aceite como Observador Associado na í í (). A ideia inicial era que fosse aceite a Comunidade Autónoma da Galiza, mas isso o nosso presidente autonómico não conseguiu. A notícia oficial de La Moncloa diz:
“Cabe reseñar el notable impulso que la Comunidad Autónoma de Galicia ha dado a la candidatura de España, y, de hecho, tanto la ” í ” y el ” ” ya son Observadores Consultivos de la CPLP.”
Também é Observador Consultivo a Associação galega ê .

Dentre essas três entidades, duas são reintegracionistas e independentes da Xunta. E a primeira delas trabalha desde a sua constituição em 2007 nesse ou parecido propósito. Vale destacar que não há qualquer menção à presidência da Comunidade, ou à sua Secretaria de Política Linguística. É este, portanto, um mérito do reintegracionismo galego, que está de

parabéns

, mesmo que a entrada de todo o Estado não fosse a ideia inicial.

La Moncloa. 17/07/2021. Ingreso de España en la Comunidad de Países de Lengua Portuguesa como Observador Asociado [Prensa/Actualidad/Asuntos Exteriores, Unión Europea y Cooperación]
LAMONCLOA.GOB.ES
La Moncloa. 17/07/2021. Ingreso de España en la Comunidad de Países de Lengua Portuguesa como Observador Asociado [Prensa/Actualidad/Asuntos Exteriores, Unión Europea y Cooperación]
sábado, 17 de julio de 2021. La Conferencia de Jefes de Estado y de Gobierno de la Comunidad de Países de Lengua Portuguesa (CPLP) ha aprobado hoy el ingreso de España como Estado Observador Asociado en la Cumbre de la organización celebrada en Luanda, en el año en que la CPLP celebra su 25 ani…
Moncho De Fidalgo and 1 other

OLIVENÇA E A LIVRE CIRCULAÇÃO NA CPLP

A CPLP pode é deve desempenhar um papel importante na questão de Olivença, já que os políticos dos países de língua oficial portuguesa não tem qualquer inibição quanto a Espanha, podendo a organização servir de pressão em organismos internacionais como por exemplo a ONU, e dado que o precesso da livre circulação de pessoas e bens no espaço CPLP está bem encaminhado, mais reforça a ideia de que Olivença deve estar dentro desse espaço sob a administração portuguesa,, passando a ser a fronteira portuguesa mais a Este deste futuro espaço comunitário.
António Costa lançou proposta de livre circulação e Marcelo apoiou-a desde a primeira hora
OBSERVADOR.PT
António Costa lançou proposta de livre circulação e Marcelo apoiou-a desde a primeira hora
António Costa considerou essencial que a CPLP reforçasse a sua dimensão de cidadania e lançou a proposta de livre circulação para os países da CPLP, e…
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  • Idilio Ferreira

    Completamente de acordo e, especialmente de entre todos eles, o Brasil dadas as “desculpas esfarrapadas” de Espanha devido ao Uruguai. Aliás o Brasil, na minha opinião, tem esse dever histórico de estar com Portugal neste assunto, assim haja mais consc…

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FRANCISCO MADRUGA, CPLP, BECHARA E OS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA

A Língua Portuguesa e a Cimeira da CPLP em Luanda, Angola.
Tudo caiu em catadupa nas minhas mãos, sem querer, por mero acaso.
As declarações do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa na sua chegada a Luanda, destacando a importância da CPLP para a comunidade de falantes da Língua Portuguesa, bem como a garantia de que Portugal não se deve colocar em “bicos de pés” perante os outros países. Para bom entendedor, meia palavra basta. Importante mesmo são as ações. O Governo português está a oferecer aos países de língua oficial portuguesa, milhares de vacinas para combater o COVID-19.
Depois, recebo o mail do Amigo, Mestre e Professor Evanildo Cavalgante Bechara, Filólogo e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Galega da Língua Portuguesa, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra e membro da Academia Brasileira de Letras. Na sua missiva, faz uma análise do meu #Historiasdevidas que, por motivos óbvios, não reproduzo, mas que me alerta, uma vez mais, para a importância da língua no contexto da Lusofonia. Conheci os Professores Evanildo Bechara e Malaca Casteleiro há muitos anos, em Lagoa, São Miguel, Açores na apresentação do livro de Cristóvão de Aguiar “Cães Letrados” editado pela Calendário de Letras. Desde aí, fomos fazendo caminho através da língua, militando pela implementação do Novo Acordo Ortográfico e pela conservação e defesa da Língua Portuguesa. Foi assim em Macau, em Florianópolis, no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Brasília, em Bragança, em Montalegre, na Graciosa, em S. Miguel, no Pico, em Santa Maria, no Fundão, em Seia e em Belmonte (desculpem se falhou alguma). Os Mestres tratavam todos por igual. Os professores, os doutores, os investigadores ou simples participantes. Nos Encontros da Lusofonia os títulos académicos ficavam à porta, o que se pretendia era valorizar a Língua Portuguesa. Por último, dizer-vos que a minha participação no Movimento Cultural Terra de Miranda, Mogadouro e Vimioso tem sido uma escola de aprendizagem no relacionamento entre pares, que lutam por um Plano Estratégico para uma região ultra periférica e de baixa densidade populacional. E lá está inevitavelmente a língua, a Língua Mirandesa, o Património, a Cultura, as Tradições e as Pessoas.
Por isso, façamos da Lusofonia o ponto de partida, de encontro, de desenvolvimento económico, social e político. Façamos da Língua ponto de partilha pois é a falar que nos entendemos.
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Incluir as diásporas na agenda da CPLP

Agora que a próxima cimeira de Luanda tem em perspetiva a aprovação do acordo de mobilidade dos cidadãos da CPLP, que possui um enorme significado para o aprofundamento e a coesão da organização, seria da maior importância que também as diásporas passassem a fazer parte da agenda das reuniões e cimeiras.

Source: Incluir as diásporas na agenda da CPLP

AÇORES E A DOAÇÃO DE VACINAS AOS PALOP

MISTURAR ALHOS COM BUGALHOS…
– A propósito da doação de vacinas aos Palop’s e a Timor –
Há dias foi noticiado que Portugal vai doar à República de Cabo Verde 24.000 doses de vacinas contra o Covid-19, no âmbito do seu programa de ajuda às suas antigas colónias e que está em linha com as recomendações da Comissão Europeia.
Convém dizer que em Portugal – e também aqui nos Açores – existe uma vasta comunidade de origem cabo-verdiana, a qual, para além de contribuir para a nossa economia e para a nossa sociedade, também viaja com frequência para aquele país insular.
Esta pandemia – tal como o nome sugere – atravessa todas as latitudes e longitudes e se alguém pensa que só olhando para o nosso umbigo nos vamos salvar, pode tirar o cavalinho da chuva.
Uns mais do que outros estão a ser afectados pelas consequências terríveis desta pandemia e a solução para o seu combate tem de ser global.
Daí que os países com mais recursos ou que estão integrados em espaços económicos e geopolíticos predominantes – como é o caso de Portugal na UE – devem contribuir em linha com as suas responsabilidades internacionais e dimensão, com recursos de saúde a favor dos países mais vulneráveis e que por si só não conseguem ter acesso ao (ainda) selectivo mercado das vacinas, desde a produção à distribuição.
Por isso devemos ver com bons olhos as doações feitas por Portugal (5% do total da vacinas que cabe na sua quota entregue pela UE…) aos Palop’s e a Timor. Como nós, açorianos, fazemos parte da União Europeia, também nós estamos a doar a esses nossos irmãos de língua portuguesa e que estão em relação a nós num patamar ainda muito inferior de desenvolvimento social e económico.
Mais do que justo é um imperativo moral ajudar os outros, como também já outros nos ajudaram.
Ora, quando lemos nos jornais e nas redes sociais algumas pessoas, desde jornalistas, comentadores, membros de forças partidárias e até cidadãos anónimos, a barafustar contra estas doações ficamos perplexos e questionamos qual a religião ou a filosofia política que seguem estas pessoas.
Mas o mais incrível é que ligam isso – a doação de vacinas a Cabo Verde – à manifesta má vontade do governo centralista de Lisboa -melhor dizendo, todo o aparelho soberano do Estado Português, desde o PR à AR – – em não discriminar positivamente as regiões autónomas da Madeira e dos Açores na atribuição das vacinas ou mesmo a sua má fé em acionar junto dos EUA o acordo de cooperação ao abrigo da Base das Lajes.
Misturar a doação (também nossa) de vacinas com a má vontade e a má-fé do Governo ou mesmo do Estado Português em relação aos Açores é um absurdo e só demonstra egoísmo, mesquinhez e falta de solidariedade.
Objectivamente uma coisa não tem a ver com a outra.
E quem se indigna nos jornais e nas redes sociais com essas doações são os mesmos que andaram com o Cavaco, o Sampaio, o Barroso, o Passos Coelho, o Portas, o Sócrates, Rui Rio e até o Costa às costas.
E são os mesmos que fazem genuflexões aos líderes dos partidos (corruptos) portugueses quando estes vêm visitar os nativos ou mesmo aqueles que fazem continência à tropa e contemporizam com o desprezo que os portugueses, mormente os militares, têm para com a nossa bandeira.
Mas essas posições ou estados de alma não passam de espuma diária na luta política artificial entre Lisboa e Açores, e que põe os paus mandados dum lado contra os do outro e vice-versa…
E em vésperas da festa em Honra e Louvor ao Divino Espírito Santo temos que ler as insanidades e blasfémias desses opinion makers de taberna…
Os Açores com este tipo de mentalidade e de artistas do parlapier não vão longe…
Foto : «Expresso das Ilhas» – Cabo Verde
@ Ryc
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Jorge Pereira da Silva, Ricardo Branco Cepeda and 13 others
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  • Luis Dias

    Concordo plenamente e faço minhas suas palavras tão bem descritas,obrigado Senhor Roberto Y. Carreiro .
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    • 41 m

Cabo Verde assumiu a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) 

Inforpress Santa Maria, Ilha do Sal, 18 Jul (Inforpress) – O primeiro-ministro considerou hoje, no Sal, que Cabo Verde assume a presidência da CPLP com “convicção e responsabilidade” e com u

Source: Cabo Verde assumiu a presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) durante a XII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da organização, realizada a 17 e 18 Julho, em Santa Maria, ilha do Sal. O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, afirmou que o país assume a presidência com “convicção e responsabilidade” e com um programa que responde às “legítimas expectativas”, que projectem o futuro da Comunidade, com o envolvimento de todos | INFORPRESS

O português, o IILP e o sistema global das línguas – DN

Em 2001, na obra Words of World, Abram de Swaan propõe que o “sistema global das línguas” é parte integrante do “sistema mundial”, e que este, além da linguística, comporta uma dimensão política, uma económica e uma cultural. Propõe ainda que o sistema global das línguas se organiza em constelação, cujo centro é atualmente o inglês, língua hipercentral. Em torno do inglês gravitam 12 línguas supercentrais (alemão, árabe, chinês, espanhol, francês, hindi, japonês, malaio, português, russo e suaíli), de âmbito internacional, e todas, à exceção do suaíli, com mais de cem milhões de falantes cada. Em torno das línguas supercentrais, gravitam cerca de cem línguas centrais, em conjunto faladas por cerca de 95% da população mundial, que têm em comum o serem frequentemente “línguas nacionais” (“national languages”, segundo o autor), oficiais dos países ou regiões onde são faladas, de registo escrito, usadas na comunicação, na política, na administração, na justiça e no ensino. Finalmente, as línguas periféricas ou minoritárias, provavelmente mais de seis mil, constituem cerca de 98% das línguas existentes, mas são, em conjunto, faladas por cerca de 10% da população mundial, línguas de memória, com escassa tradição escrita. Para de Swaan, este sistema assenta no multilinguismo, i.e., grande parte da população mundial fala mais do que uma língua, pelo menos duas de “órbitas” diferentes. Os falantes de uma língua periférica usam em geral uma língua central, quando necessitam de comunicar com falantes de outra língua periférica; os falantes de línguas centrais diferentes recorrem a uma língua supercentral como veicular; e, por fim, o inglês é veicular para os falantes de línguas supercentrais diferentes. A veicularidade constitui-se, portanto, como importante mais-valia para as línguas.

Source: O português, o IILP e o sistema global das línguas – DN

NINGUÉM SE LEMBRA HOJE É DIA DA CPLP

Joaquim Feliciano da Costa
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Hoje, 17 de julho, comemoram-se os 24 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Presente em 4 continentes e reunindo quase 300 milhões de membros, a CPLP promove a amizade, o entendimento e a cooperação entre seus membros. #MRE #Diplomacia #Cooperação

Além do Brasil 🇧🇷, integram a CPLP Angola🇦🇴, Cabo Verde🇨🇻, Guiné-Bissau 🇬🇼, Guiné Equatorial 🇬🇶, Moçambique 🇲🇿, São Tomé e Príncipe 🇸🇹, Portugal 🇵🇹 e Timor-Leste 🇹🇱. Também prova de sua importância são os vários países e organizações internacionais que participam da Comunidade como Observadores Associados.

A promoção da #LínguaPortuguesa constitui outro pilar essencial da CPLP. Abrigando o maior número de falantes do idioma e uma diversificada indústria criativa em língua portuguesa, o Brasil está ciente de suas responsabilidades para o fortalecimento e difusão do português no contexto internacional.

O presente aniversário da CPLP é particularmente especial, pois, em 2020, comemorou-se, pela primeira vez, o dia 5 de maio como #DiaMundialdaLínguaPortuguesa, após o reconhecimento dessa data pela #UNESCO.