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o perdão da corrupção

chrys diz fiquei tão chocado que emudeci…
48 m
O governo propõe perdão de pena para os corruptos que confessem o crime… Será preciso maior prova da corrupção a nível político ? Querem safar os amigos e camaradas ?
You, Rogério Mimoso Correia, Alberto Borges and 2 others
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  • “Perdoas-me a mim que eu te perdoo a ti….” será ??? 😇😇😇
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    • 47 m

RETRATO DO PEQUENO TUGA CORRUPTO

Quando tens a oportunidade de “roubar” 0,05€ (cinco cêntimos) tirando uma fotocópia pessoal na máquina Xerox do trabalho…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 0,50€ (cinquenta cêntimos) levando para casa a caneta da empresa…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 15€ (quinze euros) à tua empresa, almoçando num lugar mais caro, quando podias almoçar por bastante menos, esperando o reembolso desse almoço…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 25€ (vinte e cinco euros) a um artista comprando ou descarregando um DVD pirata…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 50€ (cinquenta euros) comprando uma antena desbloqueada que apanha o sinal de satélite de todos os canais da MEO ou da NOS…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 150€ (cento e cinquenta euros) à Microsoft descarregando um Windows pirateado num site ilegal…
não perdes a oportunidade.
Quando tens a oportunidade de “roubar” 500 a 1.000€ (mil euros) escondendo um defeito do teu carro na hora de vendê-lo, enganando o futuro comprador, tu simplesmente…
não perdes a oportunidade.
Tu não perdes nenhuma oportunidade
devolves a carteira mas tiras o dinheiro
foges aos impostos sempre que podes
dás endereços falsos para adquirir benefícios a que não tens direito, etc, etc. etc…
Se trabalhasses no Governo e caísse nas tuas mãos a oportunidade de “roubar” 1.000.000,00€ (um milhão de euros) com certeza, como tu não perdes uma oportunidade que seja…
irias aproveitar mais essa oportunidade.
É tudo uma questão de acesso e oportunidade.
O povo português precisa de perceber que o problema de Portugal não são só a meia dúzia de políticos lá em cima no poder…
eles apenas são o reflexo dos mais de 10 milhões de oportunistas aqui em baixo.
Os políticos de hoje, foram os oportunistas de ontem!
Texto: Paulo Jorge Alves
Vai ser difícil limpar Portugal assim…
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  • No meu restaurante: quer factura com NIF? Resposta: não… Não passe factura que não é preciso. São os próprios clientes que dizem para não passar factura sem ter noção que a pergunta era só com NIF ou consumidor final… Está entranhado.
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    • 55 m

exemplos do país do gamanço

O QUE SE ANDA A DIZER E A FAZER POR AÍ
Roubado…
Como o património do BES foi desbaratado e como a EDP vendeu 6 barragens pagas com o nossos impostos sem pagar um cêntimo de impostos ao estado:
Um advogado duma sociedade de advogados famosa vendeu uma Companhia de Seguros na liquidação do extinto BES por 40 milhões de euros a um testa de ferro(um amigo), passados dias este testa de ferro vendeu a Companhia de Seguros a um Grupo francês por 600 milhões de euros… 15 vezes o preço de compra!
O tal advogado testa de ferro da negociata com prejuízo abismal para o público hoje é o Ministro da Economia e da Transição para os Emails.
Fica no ar que a atribuição do cargo de Ministro também pode ser uma espécie de pagamento pelos favores.
Atente-se à cronologia dos factos.
Isto acontece todos os dias em Portugal.
Outro caso actual, uma empresa famosa, vendedora de eletricidade, a empresa mais famosa de todas, vendeu 6 barragens no Douro, construídas com dinheiros públicos, a uma empresa estrangeira por biliões sem pagar impostos, criou uma empresa com 1 funcionário, transferiu as barragens para esse testa de ferro fictício e essa empresa fictícia vendeu as 6 barragens sem pagar impostos, ao abrigo de uma daquelas leis especiais criadas na democracia pelos socialistas.
O mais engraçado é o Primeiro Ministro deste país, fictício, o Primeiro Ministro que escolheu o tal testas para Ministro da Economia e dos Emails, estar agora a usar isto para se escandalizar como uma virgem inocente, fazendo passar a ideia de que não sabia de nada, quando são factos conhecidos há anos…
Anda tudo no gamanço à descarada, usam os cargos nos governos para proveito próprio, e continuam à frente nas intenções de voto no nosso país.
Esquemas dos instalados na cadeira do poder.
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não há corrupção em portugal

1tSpoendhsorered

Municipios 253 queixas por corrupção! 396 denúncias arquivadas! A cidadania exige saber como é possível tanto arquivamento? E que raio se passa nos Municípios?
Municipios 253 queixas por corrupção! 396 denúncias arquivadas! A cidadania exige saber como é possível tanto arquivamento? E que raio se passa nos Municípios?
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  • Toda a gente sabe, só eles é que fecham os olhos
    Devia haver auditorias várias vezes no ano
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  • O Polvo existe…
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  • Todos sabemos , infelizmente.
    Mas vivemos com esta praga , como se nada acontecesse
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  • Nos municípios não é novidade…. Mas qual é a utilidade dos tribunais?!
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    • 37 m

o crime compensa, corrupção em Portugal

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PREVENÇÃO DA CORRUPÇÃO
SÓ 1,3% DAS QUEIXAS RESULTAM EM CONDENAÇÕES
Conselho de Prevenção da Corrupção: só 1,3% das queixas resultam em condenações
16 MARÇO – Lusa
Autarquias lideram as queixas, mas mais de metade acabam em arquivamento. Corrupção e peculato dominam os motivos para abertura de processos
A “ausência de indícios ou elementos probatórios” é a explicação dada pelo Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) para o arquivamento de 52% das queixas e para a condenação apenas de 10 processos abertos em tribunal. Ao todo, no ano passado aquele organismo (que funciona junto do Tribunal de Contas) recebeu 763 comunicações dos tribunais, uma ligeira diminuição em relação a 2019. A grande maioria dos casos (738) incidiu sobre procedimentos criminais, indica um relatório anual divulgado esta terça-feira.
De entre as 738 comunicações dos tribunais de 2020, mais de metade (427) dizem respeito a corrupção, correspondentes a 32,1% e peculato (22,9%), seguidos pelo abuso de poder (82) e participação económica em negócio (70).
Segundo o balanço do CPC, as 738 comunicações judiciais correspondem a 396 despachos de arquivamento, 240 aberturas de inquérito e 102 decisões baseadas em “elementos indiciadores ou probatórios da ocorrência de crimes em entidades e organismos públicos”.
Conclui o Conselho que o arquivamento de uma grande parte dos inquéritos do Ministério Público se deve “à ausência de indícios ou elementos probatórios” e a dificuldades na realização da investigação criminal para a recolha de indícios e provas nestes crimes económico-financeiros.
O relatório enfatiza que a área da Administração Local é, uma vez mais, a que surge mais representada, estando associada a mais de metade (382 casos — 51,8%) dos reportes judiciais, com particular destaque para os municípios, que totalizam 239 comunicações.
Segue-se a área da Administração Central, que apresenta uma dimensão de cerca de 1/4 das comunicações (187 casos — 25,3%).
Nesta área, destacam-se as comunicações que envolvem as forças e serviços de segurança (54 comunicações), as entidades que operam nas áreas da educação (28) e da saúde (25).
O relatório infere que “uma vez mais as entidades com tipologias de funções mais representadas parecem estar particularmente expostas à possibilidade da ocorrência de atos de corrupção, de peculato e outros ilícitos conexos”.
As comarcas que apresentaram estas comunicações situam-se essencialmente no litoral, sendo 293 delas da região Norte (acima do rio Douro), 325 da região Centro (entre Doutro e Tejo), 55 da região Sul (abaixo do Tejo), e 65 das regiões autónomas dos Açores (57) e da Madeira (oito).
As principais áreas da Administração Pública onde ocorreram as 102 comunicações judiciais foram o processo de tomada da decisão administrativa, a gestão de recursos, o exercício de funções públicas delegadas, a gestão das áreas da tesouraria e da contabilidade, a gestão dos sistemas informáticos, o exercício de funções públicas em acumulação com outras funções, a contratação pública e ainda as áreas da concessão de benefícios e apoios financeiros.
O CPC alerta que “apenas 68 dispunham de planos de prevenção de riscos de corrupção e infrações conexas, 42 das quais têm procedido à elaboração e apresentação” de relatórios de execução.
O CPC sustenta que continua a ser necessário as entidades do setor público reforçarem a adoção das recomendações do Conselho sobre planos de prevenção de riscos de corrupção e infrações conexas e de gestão de conflitos de interesses, em articulação com outros instrumentos de promoção da ética e da integridade.
Das 102 comunicações das principais áreas da Administração Pública, 88 foram despachos de acusação, três despachos de suspensão provisória do processo, 10 condenações e uma absolvição.
Quanto aos arquivamentos, importa destacar a tendência para estarem associados sobretudo à corrupção (145 comunicações), peculato e peculato de uso (100 comunicações), abuso de poder (62), participação económica em negócio (42) e prevaricação (33).
Relativamente à abertura de inquéritos em 2020, a maior expressão de denúncias ou notícias de crime vai para a corrupção (73 comunicações), peculato (36), participação económica em negócio (22), abuso de poder (17) e prevaricação (12).
O Conselho de Prevenção da Corrupção recebeu também 25 relatórios de auditoria, nomeadamente da Inspeção-Geral das Atividades Culturais (17 comunicações), da Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça (6), da Inspeção-Geral de Finanças (uma) e do Estado-Maior das Forças Armadas (uma).
Concluiu o CPC que estes relatórios de auditoria recomendam o aprofundamento e atualização dos planos de prevenção de riscos existentes relativamente às 20 entidades que deles dispõem, e a necessidade da sua elaboração e adoção relativamente a cinco entidades: três da área da Cultura, um da área da Justiça e um da era da Defesa.
O CPC é uma entidade administrativa independente que funciona junto do Tribunal de Contas e desenvolve atividade de âmbito nacional no domínio da prevenção da corrupção e infrações conexas.
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