METANO E OS BURACOS DA SIBÉRIA

Pode ter sido descoberta a causa dos misteriosos buracos na Sibéria

PELO MENOS NOVE GRANDES BURACOS FORMARAM-SE NA REGIÃO RUSSA DESDE 2013. 07/09/20 10:36 ‧ HÁ 20 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO 📷MUNDO SIBÉRIA

Os misteriosos buracos de grandes dimensões que têm surgido nos últimos anos na tundra siberiana, na Rússia, podem estar relacionados com as alterações climáticas, avança a CNN. Este verão foi descoberto mais um buraco massivo: uma cratera com 20 metros de largura e 30 metros de profundidade. Este foi o nono buraco de grandes dimensões a formar-se na Sibéria desde 2013.
As teorias iniciais em torno destes buracos apontavam para o impacto de meteoritos na superfície terrestre, o colapso de instalações militares secretas e até a possibilidade de terem sido locais onde podiam ter aterrado OVNIs.
Embora os cientistas ainda procurem mais respostas, acreditam que o buraco descoberto este verão pode estar ligado a uma explosão de gás metano, que poderá ter resultado do aumento das temperaturas na Sibéria.
O pergelissolo, um tipo de subsolo que existe nas regiões polares e que também é conhecido por permafrost, representa dois terços do vasto território russo. É um reservatório natural de metano, um gás de efeito estufa, e os recentes verões quentes na Sibéria podem ter contribuído para a criação destas crateras.
“Nesta altura, não há uma única teoria que tenha sido aceite sobre a formação destes fenómenos complexos”, afirmou Evgeny Chuvilin, um cientista do Instituto de Ciência e Tecnologia de Skolkovo. “É possível que se tenham formado durante anos, mas é difícil estimar durante quanto tempo. Como as crateras aparecem habitualmente em áreas praticamente intocadas e desabitadas do Ártico, na maioria das vezes ninguém as vê ou reporta”, acrescentou.
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as sociedades autoextinguem-se?

QUESTÕES DE POPULAÇÃO

Entre as muitas experiências já realizadas, em torno deste tema, aqui fica uma que nos deve fazer reflectir:
A experiência “Universo 25”, foi uma das mais aterrorizantes da história da ciência, e procurou, por intermédio do estudo do comportamento de uma colónia de ratos, entender como funcionam as sociedades humanas. A ideia do “Universo 25” surgiu do cientista americano John Calhoun, que criou um “mundo ideal” no qual centenas de ratos viveriam e se reproduziriam. Mais especificamente, Calhoun construiu o chamado “Paraíso dos Ratos”, um espaço especialmente projetado onde os roedores tinham abundância de comida e água, bem como um amplo espaço para viver. No início, ele colocou quatro pares de murganhos que, em pouco tempo, começaram a reproduzir-se, resultando num rápido crescimento populacional. Porém, após 315 dias, a sua reprodução começou a diminuir significativamente. Quando o número de roedores chegou a 600, formou-se uma hierarquia entre eles e surgiram os chamados “miseráveis”. Os roedores maiores começaram a atacar o grupo e, em consequência, muitos machos começaram a “entrar em colapso” psicologicamente. Como resultado, as fêmeas não se protegeram e, por sua vez, tornaram-se agressivas com seus filhotes. Com o passar do tempo, as fêmeas mostraram comportamentos cada vez mais agressivos, elementos de isolamento e falta de vontade para se reproduzirem. Houve uma baixa na taxa de natalidade e, ao mesmo tempo, um aumento da mortalidade entre os roedores mais jovens. Então, apareceu uma nova classe de roedores machos, os chamados “ratos bonitos”. Eles se recusavam a se acasalar com as fêmeas ou a “lutar” por seu espaço. Tudo o que importava era comer e dormir. A certa altura, “belos machos” e “fêmeas isoladas” já constituíam a maioria da população. Com o passar do tempo, a mortalidade juvenil atingiu 100% e a reprodução chegou a zero. Entre os murganhos ameaçados de extinção, observou-se um aumento da homossexualidade e, ao mesmo tempo, o canibalismo aumentou, apesar de haver fartura de comida. Dois anos após o início do experimento, nasceu o último bebé da colónia. Em 1973, ele matou o último rato do Universo 25. John Calhoun repetiu a mesma experiência mais 25 vezes e, de todas as vezes, o resultado foi sempre o mesmo.

O trabalho científico de John B. Calhoun (1917-1995) tem sido usado como um modelo para interpretar o colapso social, e a sua pesquisa serve como um ponto focal para o estudo da sociologia urbana.

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