A DITADURA DA VACNA???Taxas de vacinação disparam após Quebec anunciar imposto para não vacinados

O Quebec anunciou um novo imposto exclusivo para não vacinados. Rapidamente, os agendamentos para vacinação dispararam.

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Principal rua do ‘Little Portugal’ em Toronto muda de nome e reescreve a história – Açoriano Oriental

A rua que atravessa o Little Portugal, em Toronto, vai mudar de nome devido à ligação da designação à escravatura, uma decisão que ‘mexe’ com muitos emigrantes que destacam o simbolismo que a Dundas Street tem para os portugueses.

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inundações canadá

Deadly storm cuts transport links around Vancouver.
May be an image of lake
Pelo menos uma pessoa foi morta e milhares foram retiradas das suas casas em consequência daquela que já é apelidada “a pior tempestade do último século” que está a afetar o noroeste do Pacífico, principalmente a Colúmbia Britânica.
"Pior tempestade do último século". Inundações fazem pelo menos um morto e cortam ligações no Canadá
RTP.PT
“Pior tempestade do último século”. Inundações fazem pelo menos um morto e cortam ligações no Canadá
Pelo menos uma pessoa foi morta e milhares foram retiradas das suas casas em consequência daquela que já é apelidada “a pior tempestade do último século” que está a afetar o noroeste do Pacífico, principalmente a Colúmbia Britânica. Os ventos fortes, as chuvas torrenciais e os deslizame…
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https://www.rtp.pt/noticias/mundo/pior-tempestade-do-ultimo-seculo-inundacoes-fazem-pelo-menos-um-morto-e-cortam-ligacoes-no-canada_n1363773
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de toronto

Camões e açorianos de Toronto
Fui feliz em Toronto. Até no amor. Hoje, no entanto, não sei. Não é tristeza.
É melancolia açoriana, doença sem cura.
As minhas tias de Toronto já morreram. Uma gostava muito de mim. As outras “nem por isso”. Tenho saudades.
Vou muitas vezes a Toronto, a maior cidade açoriana do mundo.
Estou em casa.
Amigos da minha idade já têm netos. Como é possível? Netos? É quase um insulto. E vários têm casas de férias “na Muskoka”. E falam na reforma. E pescam(serei o único açoriano que nunca pescou na vida?). Acho que também são felizes. Casaram todos cedo. Que eu saiba não regressam aos Açores.
Na Avenida Augusta, onde eu “ia às compras” com a minha avó Sofia e a minha tia Valentina, “já não conheço ninguém”. Talvez o senhor da peixaria. Não sei. Nunca lá comprei nada. Mas gosto de imaginar que se um dia “precisar”de peixe fresco, em Toronto, ainda estão por ali os restos da açorianidade. Da memória. Ou irei pescar para o Norte, para a “Muskoka”. Não me irão convidar. Sabem que não gosto de peixes de água doce.
Hoje, “a Augusta”, está na moda. Com turistas. Sem operários açorianos a comprar botas(“safety boots”)para o trabalho na construção civil ou mulheres de São Miguel, sem medo, “a irem” para o segundo turno das limpezas(“nos offices”). Pelo meio criaram filhos que são “doutores e engenheiros”. E netos. E uns Açores possíveis.
Vou, entretanto, almoçar com colegas. Escolho sempre restaurantes portugueses. Manias. Nos anos setenta e oitenta os restaurantes portugueses de Toronto eram, com raras excepções, um “nojo”. Hoje são excelentes. Os meus amigos, no entanto, pedem pratos vegetarianos…O restaurante até “tinha peixe”, alegadamente, dos Açores. Um desperdício. Como é que o peixe é dos Açores? É acreditar na palavra das pessoas.
Depois do almoço(na rua “College”) vou “à Dundas”, a “uma pastelaria” curar saudades dos bolos lêvedos. Também comprei massa sovada. Venho às compras açorianas! Provavelmente ainda irei ao talho Pavão comprar morcelas. Regresso por uns dias aos Açores…
E pedi um café. A senhora do balcão grita: mostra a “coisa das vacinas”. Faz uma inspeção rigorosa ao “meu certificado do Oeste”. Com que então também levaste a Pfizer. Maravilha.
Volto, entretanto, para a rua “College”. Paro numa espécie de “mural da fama” dos “portugueses famosos”. Só “reconheci” a Nelly Furtado, antiga madrinha de um famoso avião(negócio) da SATA…
A “divisão” entre portugueses do continente e dos Açores…Em Toronto é assunto sério. E a divisão entre as ilhas. E depois dentro da ilha. Chega à rua.
Reparo, ainda, que a velha estátua de Camões está ao lado da entrada para um estabelecimento de venda de “canábis”(legal e banal no Ontário). O antigo clube português no edifício (“o First Portuguese”) “faliu” e hoje restará a memória de Camões e uns “charros”.
Saberão dos Açores?
Foto: Camões e uma “loja de charros” em Toronto.
May be an image of outdoors and brick wall
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Teen, 19, lives on remote island with no electricity and travels 3 hours to go shopping – World News – Mirror Online

Ella Genve Shaw, 19, lives on a remote island based on the West Coast of Canada and says she grew up in a small community of around 15 families where there are no shops, internet or even electricity

Source: Teen, 19, lives on remote island with no electricity and travels 3 hours to go shopping – World News – Mirror Online

Mural de Vhils homenageia movimento sindical feminino português no Canadá – Mundo Português

Um mural do artista português Vhils foi inaugurado esta terça-feira, no Little Portugal de Toronto, inspirado na história do movimento feminino Cleaners Action, da década de 1970, liderado por trabalhadoras portuguesas.

Source: Mural de Vhils homenageia movimento sindical feminino português no Canadá – Mundo Português