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Organizações ambientais dão parecer negativo a novo aeroporto no Montijo

Várias organizações não-governamentais de ambiente dão parecer negativo ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) para o novo aeroporto no Montijo, considerando que existe uma “pressão política inaceitável” para a execução da obra.

Source: Organizações ambientais dão parecer negativo a novo aeroporto no Montijo

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Organizações ambientais dão parecer negativo a novo aeroporto no Montijo

Várias organizações não-governamentais de ambiente dão parecer negativo ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) para o novo aeroporto no Montijo, considerando que existe uma “pressão política inaceitável” para a execução da obra.

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SATA. SALVEM OS AÇORIANOS

Salvem os Açorianos

O modelo de negócio subjacente ao projeto de Carlos César de ter uma companhia aérea regional que competisse no mercado aberto, cujo o ideólogo foi o CEO da altura, sempre foi apenas uma fantasia socialista. O mercado da aviação não se compadece com contos de fadas, e foi sempre óbvio que uma companhia minúscula gerida pelo estado estaria fadada ao insucesso. É aí que reside a raiz do problema SATA Internacional. À boa maneira socialista, o insucesso pode existir se for pago pelo estado, tanto melhor se pelo caminho ajudar o sistema com “jobs”, contratos milionários com os amigos (do partido ou do sistema), ou simplesmente com a possibilidade de se atrasar este ou aquele voo para o Sr. Secretário não perder o avião. A SATA foi tudo isso e muito mais. Quem não queria trabalhar na SATA? Sem cartão do partido era difícil, e tinha-se sempre de ter o tal “padrinho”. Bons tempos dirão alguns saudosos. Os tempos de hoje são os de pagar a fatura.
Esta semana rasgaram-se as vestes por causa da fraquíssima reportagem da TVI sobre a aérea regional. Ao estilo sensacionalista que esta televisão nacional já nos habituou, foi mostrado ao país uma imagem de pré-falência, gestão danosa e total descontentamento por parte dos Açorianos. Apesar da reportagem, muito assente nas declarações dos entrevistados, diga-se, e muito poucos documentos, de conter imensas imprecisões, de se centrar quase em exclusividade em algumas ilhas e até falar dos assuntos com muita ligeireza, nada do que foi mostrado poderá ser uma surpresa para qualquer ser pensante que leia jornais e não tenha vivido numa ilha deserta isolada do mundo nos últimos dez anos. A comunicação social regional, até alguma nacional e imensas personalidades ao longo dessa última década têm vindo a alertar para todo o descalabro e para a sequência de desaires da SATA. Já para não falar na oposição, organizações empresariais, etc. Na verdade, quem tem andado distraído, adormecido diria, é o Açoriano. Foi necessário, como também já é habitual, vir uma televisão nacional dizer o óbvio para acordar (pouco, diga-se).
Ficou muito por dizer, mas a história recente da SATA necessitaria de uma mini série documental com vários episódios e um longo trabalho de investigação para poder ser contada. Coisa impensável nos dias que correm. Um dia a história tratará de mostrar todo o novelo.
A petição “Salvem a SATA” será discutida no parlamento regional nos próximos meses. Na verdade, reconheço que o nome escolhido deveria ter sido “Salvem os Açorianos”. Porque apesar destes terem se habituado a serem sempre salvos pelo estado ou pela Europa, neste caso isso será muito difícil de acontecer, ou a acontecer, trará consequências trágicas e muito reais na vida da Região. Se por um lado a empresa terá de ser saneada financeiramente, por outro terá de se financiar a própria reestruturação. As contas do primeiro semestre de 2019 estarão certamente “escondidas” até às eleições legislativas nacionais de Outubro, mas conhecendo-se os números do primeiro trimestre, e sem ter havido qualquer alteração significativa, o segundo será muito semelhante. Quer isso dizer que só este ano a empresa poderá ter um resultado negativos superior em muito aos 53,3 milhões de 2018. A sua dívida será, portanto, superior a 300 milhões, capitais próprios negativos e grandes dificuldades de tesouraria com a banca a exigir que o estado garanta todas as operações, ou seja, todos nós somos corresponsáveis. Isto tudo assumindo que não existem cenários escondidos, e dando as contas por boas, porque o cenário pode ser muito pior. Se não fosse o subsídio social de mobilidade que muito tem ajudado os cofres da empresa, muito provavelmente já se teria chegado ao ponto de resolução obrigatória. Mas todos sabemos que quer Vasco Cordeiro, quer o seu antecessor, são mestres em levar os problemas ao limite adiando tudo ao ritmo dos interesses eleitoralistas e do poder. Aqui, não foi, nem será diferente, e no fim o resultado será o habitual. Pagamos nós!
André Silveira

ANMICOSI.WIXSITE.COM
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o lento suicídio da SATA

Ricardo Costa

**** O problema é o dote da noiva….
Na noite de 11 de Setembro na TVI fomos brindados com um debate (ou lá o que é que se chama àquela representação…) cuja finalidade, seguramente, não foi esclarecer coisa alguma sobre a SATA. E a verborreia que caracterizou a intervenção de alguns dos participantes que, provavelmente, terão outros interesses em vista, apenas virá confundir quem já andará confuso com a onda de desinformação e de equívocos que alastram na nossa comunicação social e nos meandros da política, nomeadamente nas hostes da nossa distinta e esclarecida plêiade de parlamentares. Uma coisa é certa: Depois da saída do Eng.º Cansado – um dos mais competentes gestores que a empresa teve até então e que ao contrário do que se insinuou na altura, ainda não estaria nada carecido de bengala – foi tudo gente virtuosa que andou a circular pelos corredores da SATA! Tudo gestores de profundo saber e experiência! Mas o actual Conselho de Administração é que tem de ser rapidamente encarcerado! E a propósito recordo uma pequena história. Em 2007, chegado a Boston e na deambulação ronceira a que os passageiros são submetidos até passar no controle de passaportes, cruzei-me com o Eng.o Cansado – ele num sentido oposto àquele em que eu me arrastava vagarosamente. Na pausa e para além do cumprimento, aproveitei para perguntar algo em torno de uma anunciada abertura de uma rota a efectuar pela SATA, ao mesmo tempo que manifestava estranheza. Recordo que, sorridente, comentou que o casamento era bonito mas que era preciso saber quem é que pagava o dote da noiva. A noiva seria a SATA…
E retomo o dito debate porque, uma vez mais, as imprecisões e o recurso a um discurso de que está ausente qualquer enquadramento temporal e – ainda mais ausente! – o historial preciso de um percurso que tem nome de gente concreta muita da qual, como sucede à tropa desaparecida em combate, vai escapando incólume ao julgamento rigoroso dos seus actos. È sempre o senhor que se segue, o eleito para levar pancada, até que outro suba ao cadafalso!
Ou seja: quando em 2007 o Eng.º Cansado colocou um ponto final ao período de contas equilibradas e António Meneses, perdido o fôlego inicial e provavelmente por razões que lhe são alheias, inaugura o período de derrapagem financeira – mas certamente feliz por trazer para a SATA os Bombardier que os mais avisados sabiam não ser o avião adequado para a transportadora regional! – a que um senhor chamado Parreirão deu vistosa continuidade com um magnífico Plano de Negócios e a descoberta de um avião para operar na 3.ª Galáxia de um outro planeta – o A 330 – (que o Eng.Cansado reiteradamente e até em presença da tal plêiade da ALRA, inutilmente, afirmou tratar-se da “maior asneira” que iria ser cometida – e foi!!) – isso são apenas lérias de gente ignorante! E o arraial continuou com as festividades comemorativas de outro Meneses que se seguiu e os deficits sempre a crescer. E pelo meio o Sr. Eng.º Vitor Fraga também por lá andou mais uns rapazes que ninguém chegou a conhecer, os quais, decorridas umas semanas, deverão ter apanhado o tal avião do Senhor Parreirão para não mais se saber do seu paradeiro. Mas o Sr. Vitor Fraga terá tido tão distinto desempenho que até foi promovido a Secretário da tutela! E a noiva sempre à espera do dote! E o pessoal indignado a reclamar que a SATA precisava de gestão profissional! Gente que saiba de Aviões! E eu a interrogar-me se os gestores do antigamente, Berta Cabral, Costa Neves, Roberto Amaral, Pacheco de Almeida, Maria Jose Marinho, Carlos Raulino, sabiam apertar os parafusos do trem de aterragem! Ah! Esquecia-me! Com vista ao rejuvenescimento da gestão, o sujeito que na SATA mais sabia de aviões e que se chama Luís Silveira – sabe mesmo! – foi mandado para reforma.
E porque isto já vai mais longo do que uma pista de aeroporto, volto ao debate. No tom e na vaga e imprecisa verborreia já referida, que se junta ao discurso de alguma comunicação social e de alguns políticos azedos com a visível preocupação de usar a SATA para os seus voos privados, o passado vai sendo arquivado para reciclagem da qual emergem, frescos e prontos para outros desmandos, quem protagonizou episódios dignos de figurar numa tragédia. Mas o actual Conselho de Administração da SATA, exercendo funções a beirar um ano, é que tem de ir rapidamente para a prisão, ser julgado e condenado!
Afinal, ninguém acha que o grande problema, no fundo, resume-se nisto: o pai da noiva não há maneira de pagar o dote!

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Norway’s first electric-powered plane crashes i… | element14 | Industrial Automation

Norways first all-electric battery-powered plane crashed into a lake on Wednesday. The crash poses a step back in Norways attempt to reduce fossil

Source: Norway’s first electric-powered plane crashes i… | element14 | Industrial Automation

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SATA – A FALÊNCIA, IN TVI

“Nunca podemos esperar pela bondade de uma companhia privada”

Alexandra Borges denunciou esta quarta-feira que a SATA está à beira da falência com mais de 250 milhões de prejuízo. O Sindicato do Pessoal de Voo acusa a empresa de gestão danosa, compadrio e desvio de fundos. Pedro Rosa, da Associação do Turismo Sustentável do Faial, esteve no debate para comentar este caso.

A Administração da SATA e o Governo Regional declinaram o convite para estarem presentes no programa.

Aqui fica a introdução completa:

https://tvi24.iol.pt/…/alexandra-borges-sata-acusada-de-ges…

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aumentar a pista do Pico

Explicado para quem queira entender. O triângulo que defendemos é o equilátero. Há quem defenda outros.

Image may contain: sky and outdoor
Luis Ferreira to Ilhas do triângulo (S.Jorge, Faial e Pico) – Açores

Um conjunto de tópicos, perfeitamente assimilados, que só por si justificam reforço de voos para o PICO…
– O Pico não é só o ponto mais alto de Portugal.
– A sua paisagem é uma das 7 Maravilhas de Portugal e as suas vinhas são Património Mundial pela UNESCO.
– A ilha do Pico É maior do que Malta, Maldivas, Bermudas ou Macau, por exemplo, e ir de uma ponta aa outra é mais distante do que ir de Lisboa a Setúbal, por exemplo.
– A ilha do Pico foi escolhida pela revista Islands como uma das melhores ilhas do mundo para se viver, pela estação BBC como uma das melhores ilhas secretas na Terra e pela estação CNN como um dos destinos de ilhas que são magníficos.
– A ilha do Pico é onde mais se produz Carne dos Açores IGP (cerca de metade de toda a produção regional).
– Pico é a segunda ilha com mais novas construções.
– A zona a sul da ilha do Pico foi considerada a zona de observação de baleias mais famosa do mundo.
– Um estudo da GMT Hospitality revela que, no que diz respeito ao alojamento, a ilha do Pico é que a mais agrada aos turistas.
– Pico tem quase metade da capacidade de alojamento do Triângulo Pico, S. Jorge, Faial.
– Nos primeiros 9 meses de 2018, Pico foi a ilha que mais cresceu em termos absolutos de dormidas, verificando-se um crescimento em todas as tipologias de alojamento a um ritmo de 21,1% (que compara com uma média regional de 6%).
– Pico mencionado em Bloomberg, Condé Nast Traveler, New York Times e Financial Times.
– O museu mais visitado dos Açores fica no Pico.
– O conjunto Faial/Pico atrai 76% dos visitantes dos centros de interpretação e ambientais dos Açores.
– As ilhas do Pico e do Faial juntas têm mais turistas no verão do que, por exemplo, a ilha Terceira, apesar de terem menos voos e de nem sequer terem voos low-cost.
– Estas duas ilhas têm recorrentemente taxas de ocupação próximas dos 100% (geralmente 95% para cima) na época alta do verão.
– A oferta aérea para a ilha do Pico está completamente desajustada da procura, e há um dado estatístico que prova isto: em agosto de 2018, o Pico teve mais hóspedes do que passageiros desembarcados no seu aeroporto! Esta é a única ilha do Açores onde ocorreu este fenómeno!
– No verão de 2018 e também em 2019, o Pico foi a ilha que teve mais reforços de voos interilhas, mas estes voos foram colocados à venda muito em cima (por vezes, com 5 dias de antecedência apenas), o que inviabiliza o seu aproveitamento máximo.
– Mesmo assim, chegou a haver casos de voos a esgotar em meio dia!
– No Verão IATA 2017, a rota LIS/PIX cresceu 8,5%, no Verão IATA 2018 cresceu 20,7%, em 2019 a SATA estimou um crescimento de apenas 5%!
– Face a 2018, a rota LIS/PIX/LIS teve um reforço de apenas 6 rotações (ida e volta), sendo 4 delas em setembro, ou seja, na época alta teve um reforço de 2 voos apenas!
– Os aviões de médio curso mais utilizados no mundo, Airbus A320 e Boeing 737, operam no Pico com muitas limitações.
– A SATA comprou aviões novos, A321, que não conseguem operar no Pico, logo não conseguem ajudar escoar passageiros.
– Orçamento aumento pista (que resolve constrangimentos): entre 13 a 15 milhões (+ meio milhão para expropriações) — já existe parecer técnico que comprova a viabilidade da ampliação, falta apenas a decisão política.
– Voos diretos entre Lisboa e o Pico (sobretudo no verão) ajuda a libertar aviões mais pequenos (da SATA Air Açores) para ligações aéreas a outras ilhas sem outra forma de acesso ao exterior (por exemplo, Graciosa, Flores ou Corvo).
– O aeroporto do Pico serve também tão bem as ilhas vizinhas que é possível aterrar no Pico e chegar mais rapidamente a outras ilhas do que a lugares dentro da própria ilha do Pico.
– Se houvesse melhores interligações marítimas, sobretudo entre Pico e São Jorge, os respetivos aeroportos seriam complementares e não concorrentes, como acontece nos voos interilhas atualmente.

Autor foto: Miguel Costa

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