ainda o erro do Expresso

Novelas.
In memoriam de Pedro da Silveira, que não merecia isto.
May be an image of text that says "Expresso CULTURA o Expresso errou. Em defesa da honra de Pedro da Silveira o jornalista António Valdemar reconhece o erro que cometeu ao confundir o poeta e colaborador da "Seara Nova Pedro da Silveira com um informador da PIDE que utilizava o mesmo nome. o Expresso, o autor do artigo Pedro da Silveira: informações para a PIDE", publicado na Revista de 9 de outubro de 2021, pedem por isso desculpas a todos OS leitores, visados, familiares e amigos de Pedro da Silveira por este lamentável erro"
António Valdemar endossa a responsabilidade para «um investigador, que é docente de uma das mais conceituadas universidades de Lisboa…» Então ficamos assim. Lamentável!
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PEDRO DA SILVEIRA , O EXPRESSO ERROU

O Expresso errou. Em defesa da honra de Pedro da Silveira
EXPRESSO.PT
O Expresso errou. Em defesa da honra de Pedro da Silveira
O jornalista António Valdemar reconhece o erro que cometeu ao confundir o poeta e colaborador da “Seara Nova” Pedro da Silveira com um informador da PIDE que utilizava o mesmo nome. O Expresso, e o autor do artigo “Pedro da Silveira: informações para a PIDE”, publicado na Revista de 9 de outubro …
https://expresso.pt/cultura/2021-10-13-O-Expresso-errou.-Em-defesa-da-honra-de-Pedro-da-Silveira-016c271d
You and Teresa Martins Marques

REPÚDIO PELO ATAQUE A PEDRO DA SILVEIRA

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PROTESTO
“Os amigos e admiradores do açoriano Pedro Laureano Mendonça da Silveira (Flores, Fajã Grande, 1922 – Lisboa, 2003), mais conhecido por Pedro da Silveira, poeta, tradutor, crítico literário e investigador escrupuloso, com vasta colaboração dispersa em periódicos e revistas, membro da redação da Seara Nova até 1974, diretor de serviços da Biblioteca Nacional, manifestam o mais firme repúdio pelo artigo publicado na revista do EXPRESSO, de 9 de outubro de 2021, assinado por António Valdemar intitulado «Em Defesa de Uma Democracia Social» (pp.34-39) que na página 38 contém o destaque «PEDRO DA SILVEIRA: INFORMAÇÕES PARA A PIDE».
Pedro da Silveira é aqui falsamente acusado de informador da PIDE. O autor do artigo desconhece que “Pedro da Silveira” era o pseudónimo do informador da PIDE Duarte Vilhena Coutinho Feio Ferrery de Gusmão, nascido em Braga em 28 de novembro de 1912 e falecido no Rio de Janeiro em 26 de março de 1965.
Dado estarmos a falar de uma pessoa já falecida, os leitores doExpressopoderão confirmar a identidade do informador no seguinte artigo de Heloísa Paulo: «O exílio português no Brasil nas décadas de Cinquenta e Sessenta» (https://core.ac.uk/download/pdf/268259386.pdf).
Manifestamos o nosso mais vivo repúdio por este artigo desinformado e indigno que vem caluniar a memória de um homem que nunca se identificou com o regime salazarista”.
Álamo de Oliveira (Escritor)
Ana Maria Almeida Martins (Investigadora, ex-funcionária da Biblioteca Nacional)
Ana Monteiro (Ativista ambiental, S. Miguel)
Avelino de Freitas de Meneses (Historiador, professor universitário)
Carlos Bessa (Presidente do Instituto Açoriano de Cultura e editor de Pedro da Silveira)
Carlos César (Presidente do Governo Regional dos Açores, 1996/2012)
Ernesto Rodrigues (Escritor, professor universitário)
Eugénio Alves (Jornalista)
Fátima N. Lopes (Técnica superior da Biblioteca Nacional)
Fernando Marques da Costa (Historiador, ex-funcionário da Biblioteca Nacional)
Fernando Pereira Marques (Historiador)
Gabriela Silva (Agente cultural, Flores)
Helena Buescu (Professora universitária)
Heloísa Paulo (Professora universitária)
João Barroso Soares (Ex-editor de Pedro da Silveira)
João Goulart de Bettencourt
João José Alves Dias (Historiador, professor universitário)
Joel Neto (Escritor, Terceira)
Jorge Bruno (Diretor do Museu de Angra do Heroísmo)
Jorge Couto (Historiador, ex-diretor da Biblioteca Nacional)
José Carlos de Vasconcelos (Jornalista)
Lúcia Liba Mucznik (Tradutora, ex-funcionária da Biblioteca Nacional)
Luísa César (Bibliotecária, ex-funcionária da Biblioteca Nacional)
Luísa Ducla Soares (Escritora, ex-funcionária da Biblioteca Nacional)
Manuela Rêgo (Ex-funcionária da Biblioteca Nacional)
Maria Alice Lourenço de Faria (Ex-diretora do Instituto Português do Património Cultural)
Maria Fernanda Torres (Ex-funcionária da Biblioteca Nacional)
Maria João Vieira (Professora, Terceira)
Maria José Marinho (Investigadora, ex-funcionária da Biblioteca Nacional)
Marta Silva (Jornalista)
Nuno Costa Santos (Escritor, Terceira)
Rogério Sousa (Professor)
Sara Leal (Realizadora, Terceira)
Teresa Martins Marques (Presidente do PEN Club Português)
Tomás Vasques (Escritor, licenciado em Direito)
Urbano Bettencourt (Escritor, S. Miguel)
Vasco Cordeiro (Presidente do Governo Regional dos Açores, 2012/2020)
Vasco Medeiros Rosa (Editor, jornalista e investigador
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coletânea de autores açorianos

COLETÂNEA DE TEXTOS DRAMÁTICOS DE AUTORES AÇORIANOS
A COLETÂNEA DE TEXTOS DRAMÁTICOS DE AUTORES AÇORIANOS, coordenada por Helena Chrystello e Lucília Roxo, inclui cenas de três peças de Noberto Ávila: A PAIXÃO SEGUNDO JOÃO MATEUS, O ROSTO LEVANTADO e O MARIDO AUSENTE.
Esta coletânea inclui ainda extratos de peças assinadas por outros quatro escritores açorianos: Álamo Oliveira (Missa Terra Lavrada, Manuel seis vezes pensei em ti e A Solidão da casa do Regalo), Daniel de Sá (Bartolomeu), José Martins Garcia (Domiciano) e Onésimo Teotónio Almeida (No seio desse Amargo Mar).
Saiba mais sobre a obra de Norberto Ávila em https://goo.gl/TM8sdy
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Francisco Madruga and 5 others
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limpar o nome de PEDRO DA SILVEIRA

Pedro Laureano de Mendonça da Silveira, investigador, tradutor e poeta açoriano, é acusado por António Valdemar, na edição de hoje do Expresso, de ter sido informador da PIDE.
O dito Pedro da Silveira era pseudónimo de Duarte de Vilhena Coutinho Feio Ferréri de Gusmão, «ou
simplesmente Duarte Gusmão, que chegou ao Brasil em 2 de julho de 1960,
depois de haver solicitado asilo na Embaixada Brasileira em Lisboa. Gusmão,
como era mais conhecido pelos outros exilados, morava num hotel e tinha sempre dinheiro disponível para as empreitadas oposicionistas, o que despertava a atenção de alguns dos opositores exilados, apesar de nunca ter
sido diretamente questionado por nenhuma deles. Nos seus relatórios, assinados com a alcunha de “Pedro da Silveira”, oferecia diversas informações acerca de reuniões e contactos realizados pelos diversos grupos exilados, nomeadamente aqueles vinculados ao General Humberto Delgado e ao
Capitão Henrique Galvão.» (Heloísa Paulo, “O exílio português no Brasil nas décadas de cinquenta e sessenta”, Cadernos Ceru, v. 23, n. 2, p. 46-47)
Num artigo sobre a Seara Nova, não se percebe essa página lamentável sobre o açoriano Pedro da Silveira, cujo centenário do nascimento passa em 2022.
Precipitando-se, o Expresso falha gravemente e deve corrigir-se na próxima edição.
Vamberto Freitas, Roberto Y. Carreiro and 4 others
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  • Roberto Y. Carreiro

    Quando li por acaso essa «notícia» na página do Prof. Luiz Fagundes Duarte fiquei perplexo e não foi difícil desmontar essa «cabala», pois Pedro da Silveira – o poeta açoriano – nunca esteve exilado no Brasil e até desconheço se algum dia foi lá. Por …

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INVESTIGAÇÃO “PEDRO DA SILVEIRA”

INVESTIGAÇÃO “PEDRO DA SILVEIRA”
Foi este artigo de Heloisa Paulo que permitiu ao Ernesto Rodrigues e a mim própria concluirmos que o “Pedro da Silveira” era um pseudónimo de outra pessoa e não o poeta açoriano. (Ver pp. 46 e 47)
E ainda antes de o encontramos, já eu tinha contactado a Profª Gilda Santos, do Real Gabinete Português de Leitura, do Rio de Janeiro, para ver se encontrava este nome lá nos arquivos. E já a Gilda Santos andava a tratar do assunto!
Felizmente já não foi necessário incomodá-la mais, porque encontrá nós mesmos a fonte. E tudo isto num fim de tarde de sábado. Porque a investigação não tem horários!
Quem quiser lê-lo completo coloque no google o que se segue:
Cadernos Ceru v. 23, n. 2, completo em 20.05.13 PDF.pdf (core.ac.uk)
Urbano Bettencourt, Teresa Martins Marques and 8 others
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pedro da silveira, o expresso errou

PEDRO DA SILVEIRA” É UM PSEUDÓNIMO DE DUARTE GUSMÃO,
INFORMADOR DA PIDE.
NÃO É O POETA AÇORIANO!

MUITO IMPORTANTE: PEDRO DA SILVEIRA
O artigo na pág, 38 da revista do Expresso de hoje, assinado por António Valdemar, diz que Pedro da Silveira era informador da Pide.
Tenho a revista aqui à minha frente. Estou a ver com uma lupa poderosa os dois dactiloscritos que a revista do Expresso publica. Não têm qualquer assinatura do PEDRO DA SILVEIRA. Um deles (o branco) no lugar da assinatura tem assinalado: “Ilegível”.
Se o Pedro da Silveira é o autor, devia ter sido feita a prova nestes documentos publicados. Não vejo aqui qualquer prova de autoria. O texto do Valdemar afirma-o, mas não vejo qualquer prova.
You, Urbano Bettencourt, Teresa Martins Marques and 17 others
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O EXPRESSO ERROU TREMENDAMENTE!!!!!
(Revista do Expresso, pág. 38)
PEDRO DA SILVEIRA é um PSEUDÓNIMO de Duarte de Vilhena Coutinho Feio Ferréri de Gusmão!
Esta investigação foi feita aqui em nossa casa, pelo Ernesto Rodrigues, na sequência de ele ter visto a minha relutância em acreditar que o Pedro da Silveira bufo da Pide fosse o Poeta Pedro da Silveira.
OBRIGADA, ERNESTO, Vais escrever ao EXPRESSO !
O EXÍLIO PORTUGUÊS NO BRASIL NAS DÉCADAS DE CINQUENTA E SESSENTA- cito das pp. 46. 47.
Publicado em Cadernos Ceru v. 23, n. 2, 02
Cadernos Ceru v. 23, n. 2, completo em 20.05.13 PDF.pdf (core.ac.uk)
Artigo de Heloísa Paulo.
Investigadora do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século 20-Universidade de Coimbra, doutora em História Contemporânea, com dois pós-doutoramentos na mesma área. CEIS20:
«Apesar de usarem sempre nomes falsos para assinarem os relatórios enviados, esses “agentes” são passíveis de identificação, uma vez cruzadas as informações dadas com o relato de alguns dos “delatados” nos seus ofícios. É o caso de Duarte de Vilhena Coutinho Feio Ferréri de Gusmão, ou simplesmente Duarte Gusmão, que chegou ao Brasil em 2 de julho de 1960, depois de haver solicitado asilo na Embaixada Brasileira em Lisboa. Gusmão, como era mais conhecido pelos outros exilados, morava num hotel e tinha sempre dinheiro disponível para as empreitadas oposicionistas, o que despertava a atenção de alguns dos opositores exilados, apesar de nunca ter sido diretamente questionado por nenhuma deles. Nos seus relatórios, assinados com a alcunha de “PEDRO DA SILVEIRA ”, oferecia diversas informações acerca de reuniões e contactos realizados pelos diversos grupos exila dos, nomeadamente aqueles vinculados ao General Humberto Delgado e ao Capitão Henrique Galvão. Como no caso de outros informantes, a descrição das atividades é rica em pormenores e tende a acentuar a situação de eminente perigo ao qual está permanentemente exposto e a elevada perigosidade para o Estado Português da ação desenvolvida pela oposição no estrangeiro. »
You, Urbano Bettencourt, Maria Da Graça Tavares and 45 others
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PEDRO DA SILVEIRA E A PIDE , ESCLARECIMENTO E DESMENTIDO

PEDRO DA SILVEIRA E A PIDE

AI, AI! … PEDRO DA SILVEIRA!…
Estou estupefacto: segundo leio no «Expresso» de hoje – num trabalho de fundo da autoria de António Valdemar a propósito do centenário do início da publicação da revista «Seara Nova» –, o poeta, investigador e reconhecido antifascista Pedro da Silveira, natural da ilha das Flores, que durante anos colaborou com aquela revista de referência, tendo sido até membro do seu Conselho de Redação até ao 25 de Abril de 1974 – terá sido informador da PIDE e delator de importantes figuras da oposição a Salazar, incluindo Humberto Delgado e a comunidade de intelectuais portugueses exilados no Brasil.
E não se trata de uma opinião ou de um diz-que-diz: António Valdemar baseia-se em documentação existente nos arquivos da PIDE guardados na Torre do Tombo, de que reproduz imagens e transcreve algumas passagens de denúncias assinadas por Pedro da Silveira. Como sói dizer-se, parece que contra factos não há argumentos.
Eu conheci pessoalmente Pedro da Silveira, escrevi em vários lugares sobre a sua obra, é uma das personalidades a quem dediquei um capítulo do meu livro «Retratos Imperfeitos» (2017), iniciei a publicação da sua obra poética completa («Fui ao Mar Buscar Laranjas, 1»,1999) quando fui Diretor Regional da Cultura dos Açores, e tive a alegria de ver, num livro dele, um poema que me é dedicado. Fui testemunha, em muitas conversas e por correspondência, da sua proverbial má-língua, não pondo as mãos no fogo quanto ao que ele eventualmente diria de mim nas minhas costas. Mas ele foi um excelente poeta, um contador de histórias e de memórias, e um investigador arguto e rigoroso, a quem devo algumas preciosas informações de interesse filológico.
Tudo isto me faz reponderar a velha questão do autor «versus» a sua ideologia e os seus comportamentos pessoais, e não será por isso – por muito que me deixe estupefacto, sobretudo o seu papel de (pontualmente, pelo menos…) delator de intelectuais numa ditadura fascista – que deixarei de gostar da poesia de Pedro da Silveira. É um outro patamar.
REQUIESCAT IN PACE !
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