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UM BELO LIVRO APRESENTADO AMANHÃ, SE PUDER VÁ

É já amanhã, e todos são bem-vindos.
Para levantar a ponta do véu, ouça a entrevista de Sidonio Bettencourt ao autor do livro, Luís Óscar, no INTER-ILHAS (Antena 1 Açores) desta segunda-feira, a partir das 10 horas.

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Eu não concordo com o que vocês dizem, mas bater-me-ei até à morte para que tenham o direito de o dizer

«Je ne suis pas d’accord avec ce que vous dites, mais je me battrai jusqu’à la mort pour que vous ayez le droit de le dire.»
[Eu não concordo com o que vocês dizem, mas bater-me-ei até à morte para que tenham o direito de o dizer].

Esta frase, atribuída a Voltaire (mas que não se encontra em nenhuma das suas obras, pelo que se supõe que será apócrifa – tanto faz…), ocorre-me nestes tempos de trevas (como escreveu Rabelais numa carta da personagem Gargântua a seu filho Pantagruel para classificar a era em que nascera e que a partir daí passou a ser designada por Idade das Trevas, ou seja, a Idade Média) em que gente culta e socialmente privilegiada resolve assumir-se como polícias dos costumes, paladinos do politicamente correcto, juízes de mãos-limpas, galaazes do Santo Graal, savonarolas em busca de livros e de obras de arte para destruir (quais talibãs!), virgens ofendidas com aqueles que o não são nem têm pachorra para o serem – vão aprisionando os valores que milénios de História foram consolidando e que desembocaram naquilo que nós hoje temos por mundo civilizado e que lhes permite – suprema ironia! – serem aquilo que são, dizerem as asneiras que dizem, e praticarem os actos que praticam: e aqui tanto me refiro àquela senhora que tem andado nas bocas do mundo por ter escrito aquilo que pensa (e com que eu firmemente não concordo), como aos supostos intelectuais que a querem levar a tribunal por ela ter dito aquilo que pensava (e com os quais eu igualmente não concordo).

«Ta’iòsne!», como se diz em São Miguel.

Oh, minha gente, ide-vos mas é catar que o que tendes eu sei bem o que é!…
Já cá tivemos a Santa Inquisição e os seus Autos de Fé.
Já cá tivemos o Padre Malagrida e as suas ameaças e maldições.
Já cá tivemos Pina Manique e os seus esbirros.
Já cá tivemos Salazar e os seus pides.
Já cá tivemos os Tribunais Plenários.
Já cá vos temos, a vós….
Mas, lembrai-vos: também já cá tivemos a Padeira de Aljubarrota e a Maria da Fonte. E o Zé do Telhado. E, na Ilha Terceira, a Brianda Pereira e a Justiça da Noite.

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nova edição PEDRO DA SILVEIRA

Pedro da Silveira, edição do Instituto Açoriano de Cultura. Quem for sócio do Instituto recebê-lo-á em casa. (Ligações para quem desejar tornar-se sócio ou encomendar a obra:https://www.facebook.com/institutoacorianodecultura/ ; https://www.iac-azores.org/ )

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Pedro da Silveira (Fajã Grande, 5 de Setembro de 1922 – Lisboa, 13 de Abril de 2003), poeta e um dos promotores da Enciclopédia Açoriana, publicou “A Ilha e o Mundo” (1952), “Sinais de Oeste” (1962), “Corografias” (1985), “Poemas Ausentes,” (1999) e “Fui ao Mar Buscar Laranjas I” (1999). Este último com intuito de publicar um segundo tomo, que reunisse assim toda a sua obra poética. Faleceu sem o ter visto publicado.
Em breve estará disponível a obra poética completa, que s

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GAUDÊNCIO REALÇA “TRABALHO MINUCIOSO” DE MÁRIO MOURA NO LIVRO “HISTÓRIA DO CHÁ EM S.… | Azores Today

| GAUDÊNCIO REALÇA “TRABALHO MINUCIOSO” DE MÁRIO MOURA NO LIVRO “HISTÓRIA DO CHÁ EM S.…

Source: GAUDÊNCIO REALÇA “TRABALHO MINUCIOSO” DE MÁRIO MOURA NO LIVRO “HISTÓRIA DO CHÁ EM S.… | Azores Today

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