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Edgar Duvivier faz a estátua de Antero de Quental | Portal Anna Ramalho

nota do editor do blog.lusofonias.net:  pena é que a autora da ideia não saiba, mas Antero não nasceu na ilha dos Açores…..santa ignorância…

Poeta e filósofo, criador do Partido Socialista em Portugal, nascido em 1842 na Ilha dos Açores, Antero de Quental, que desde 1942 dá o nome à praça no quadrilátero das Avenidas Ataulfo de Paiva, San Martín, Bartolomeu Mitre e rua General Urquiza,  vai ganhar uma estátua assinada por Edgar Duvivier. O monumento ficará perto da […]

Source: Edgar Duvivier faz a estátua de Antero de Quental | Portal Anna Ramalho

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ANTERO por MARIA JOÃO RUIVO

“Antero de Quental – esboço de uma abordagem para os alunos de hoje”
[Intervenção no Colóquio sobre Património (dia da Escola -21 de fevereiro, 2019)]

Falar de Antero exige de nós um enorme respeito e uma profunda reflexão. Mas em 10 minutos a reflexão profunda é impossível, restando-me, por isso, o respeito que lhe é devido.
O que venho aqui dar hoje é um pequeno contributo. Trata-se de uma breve reflexão sobre uma possível abordagem de Antero para os alunos de hoje

Durante os últimos (vários) anos, Antero de Quental deixou de estar presente nos programas de Português do Ensino Secundário, sendo estudado apenas pelos alunos de Humanidades, na opção de Literatura Portuguesa, o que pressupõe que a maior parte deles passou pela escola sem ouvir falar do Poeta. Com a última reformulação dos programas, Antero voltou, há dois anos, a ser inserido na disciplina de Português do 11º Ano.
Sendo assim, pensei que teria algum interesse, como professora, fazer uma breve reflexão sobre uma possível forma de abordar Antero de Quental junto dos alunos deste nosso tempo. Todos entenderemos que é um grande desafio levar adolescentes de 16/17 anos, que pouco ou nada lêem, a entenderem a poesia de Antero, com a complexidade que a caracteriza.
Atendendo ao tempo de que disponho, optei por dois aspetos, que, entre muitos outros, considero dignos de reflexão. Por um lado, mostrar Antero aos alunos na grandeza e na força da sua busca incessante e, por outro, levá-los a ver a morte do Poeta como uma entrega ao Absoluto que ele tanto procurou, numa tentativa de apaziguamento e de reconciliação com a vida.
Começarei por fazer uma breve contextualização junto dos alunos para que eles entendam que a obra de um escritor, de um poeta, não surge desligada da sua vida e do seu tempo. Falaremos, inevitavelmente, da saída da ilha. Antero era quase uma criança, quando se afastou de São Miguel e da família. O desabrochar deu-se em Coimbra. Na sua irreverência juvenil, ele procurou tudo o que fosse novidade, numa tentativa de quebrar as amarras da tradição, e, embora nas crises de pessimismo o seu tempo o desgostasse, ele pareceu também acreditar, noutras alturas da sua vida, que havia esperança para o homem e que este caminharia num sentido positivo, procurando o Bem, a Justiça e a Verdade, assim, com maiúsculas.
O nosso Poeta-filósofo encarna, no fundo, as eternas angústias dos homens. Angústias que os jovens de hoje também sentirão, de alguma forma, ainda que não as estruturem em pensamento, como ele fazia; ainda que não consigam verbalizá-las. Tal como acontece com eles, Antero viveu uma época de profundas transformações, porém, e aí ele distingue-se da maioria, passou a vida inteira a tentar interpretá-las. Seria muito interessante levar os jovens a entender até que ponto terá sido um deslumbramento, e, ao mesmo tempo, uma imensa angústia, Antero, quase criança ainda, sair do ambiente fechado e opressor da ilha de São Miguel do séc. XIX e embrenhar-se no núcleo coimbrão que começava a tomar contato, através da leitura, com as profundas revoluções que se operavam no centro da Europa. Entenderem a luta que encetou e a influência que exerceu na sua geração. Seria importante que os jovens de hoje – que estão conetados (como é moda dizer-se) com todo o mundo e para quem as mudanças já aparecem feitas sem lhes darem sequer tempo ou instrumentos para refletirem sobre elas – entendessem em que medida é que este processo foi complexo e, ao mesmo tempo, fascinante, para a geração do nosso Poeta.
Isto poderá levar-nos à relevante questão da personalidade atormentada de Antero. Ao longo da sua vida, ele é dominado por apelos que se opõem e que determinam, em boa parte, o seu percurso. Há nele, todos sabemos, um Antero “Apolíneo”, “diurno” e um “Antero noturno”, como o definiu António Sérgio. O primeiro exalta a Luz, a Razão e o Amor e evidencia a clarividência do espírito combativo, a avidez de reformas estruturais que coloquem um termo aos problemas sociais; enquanto o segundo é marcado pelo Pessimismo, pelas angústias existenciais, pelos hinos à Noite e à Morte, esse descanso final. A verdade é que ele teve consciência do declínio e da crise profunda que o seu tempo atravessava e, ao mesmo tempo, tentou ser a voz da Revolução intelectual e moral que se deu dentro dele e que se operava, também, nas capitais europeias.
Não há dúvida de que Antero toda a vida buscou algo que o ultrapassasse, e o mais próximo que lá esteve terá sido pelas incursões que fez no mundo das ideias. Acho que essa é uma questão que se pode tornar muito pertinente. Cada vez mais, os nossos jovens estão esvaziados. Buscam, em cada dia, o material e o imediato, sobretudo na forma de tecnologia. O esforço que se lhes exige é mínimo. “Tudo está à distância de um Click”, como tanto se publicita. Ora, defender um ideal dá trabalho, exige abdicação, implica riscos. Que pena eles não imaginarem que isso daria um sentido absolutamente valioso à sua existência!
Para Antero, a vida foi uma busca – a busca da Ideia, o Bem supremo, como diz nestes versos (e cito): A Idéia, o sumo Bem, o Verbo, a Essência,/ Só se revela aos homens e às nações/ No céu incorruptível da Consciência!
De qualquer modo, todos sabemos que cedo se abateram sobre o poeta estados de tristeza e pessimismo, a que vieram juntar-se os primeiros sintomas da doença que havia de atormentá-lo até ao fim da vida. Esta questão não será demasiado explorada junto dos alunos, até porque o programa é extenso e o tempo que temos para dedicar a Antero é muito curto, mas é inevitável que dela se fale um pouco.
Sendo Antero um homem perseguido pela angústia, pela doença e por essa busca constante que o atormentou, é natural que a ideia da Morte tenha ocupado um lugar importante na sua filosofia. Para ele, o homem, ser imperfeito, no seu percurso evolutivo, passa da realidade material da sua existência temporária e limitada para um outro estado que o aproxima do Absoluto. A Morte é essa passagem.
Mas a verdade é que nem tudo é pessimismo em Antero. Ao lermos os seus sonetos, por exemplo, percebemos que, se muitos revelam as angústias e os estados depressivos, também há outros que confirmam a sua faceta lutadora e o apaziguamento, comprovando, mais uma vez, que este é um poeta caracterizado por uma série de contradições, sinal da sua profunda humanidade.
É ele próprio que escreve ao seu amigo Francisco Machado de Faria e Maia, dizendo: “Estou resolvido a publicar a série completa dos meus sonetos, na sua ordem cronológica, de modo a formarem uma espécie de autobiografia, ou Memórias morais e psicológicas. Provavelmente, é tudo quanto ficará de mim”.
Antero abre a sua seleção de sonetos com “Ignoto Deo” e termina-a com “Na Mão de Deus”, parecendo, assim, querer demonstrar que se fechou um ciclo de busca, dúvidas e ansiedade. Ao lermos os poemas, percebemos, neles, uma parte do seu percurso filosófico (que veríamos muito mais aprofundado na prosa, como é natural). Entendemos as angústias e o pessimismo, mas também uma certa reconciliação. Apresentarei aos meus alunos ambos os polos, evidentemente, e eles refletirão sobre eles, com a minha ajuda.
Gostaria que eles percebessem que, na profunda construção do seu pensamento, o Poeta, apercebendo-se da finitude e da imperfeição do homem, procura caminhar no sentido evolutivo, tentando libertar-se da matéria, em direção ao espírito, de certa forma contemplando esse percurso, lá do alto onde se encontra, como vemos em:

“Contemplação”
Sonho de olhos abertos, caminhando
Não entre as formas já e as aparências,
Mas vendo a face imóvel das essências,
Entre ideias e espíritos pairando…

E a verdade é que, nessa caminhada que foi a sua vida, (sei que a metáfora não é original, mas por agora serve-me muito bem), apesar das angústias, do pessimismo e das dores profundas, não é subjetivo de todo dizer-se que houve lampejos de Esperança e de apaziguamento.

“Solemnia Verba”

Porém o coração, feito valente
Na escola da tortura repetida,
E no uso do penar tornado crente,

Respondeu: Desta altura vejo o Amor!
Viver não foi em vão, se é isto a vida,
Nem foi demais o desengano e a dor.

Termino esta brevíssima viagem pelos sonetos com os conhecidos versos de “Na Mão de Deus”: Dorme o teu sono, coração liberto, / Dorme na mão de Deus eternamente! Mas juntar-lhes-ia o último terceto de “Nirvana” (*), porque acho que ilustra muito bem essa ideia de apaziguamento e de Esperança, que aqui defendo:
Chegar onde eu cheguei, subir à altura
Onde agora me encontro – é ter chegado
Aos extremos da Paz e da Ventura!

Pode parecer tendenciosa a minha escolha destas passagens dos sonetos anterianos. E é-o, em certa medida. Mas defendo-me, dizendo que não estou, aqui, a desenvolver uma tese. O assunto da minha intervenção, que aqui recordo, é uma proposta de abordagem de Antero junto dos meus jovens alunos. Claro que não a limitarei a esta visão parcial. Nem eles poderiam chegar aqui, se não se falasse das inúmeras contradições e do tormento que marcam o caráter e a obra deste poeta.Toda a sua vida foi uma indagação. Perseguido pelas dúvidas, pelas angústias, pela doença e pelo pessimismo, Antero buscou, inevitavelmente, o descanso, nesse seu gesto extremo da morte procurada. Mas o que pretendo, no fundo, é que os alunos tomem contato com o perfil de Antero, com o percurso que fez, com um pouco da muita obra que deixou e com aquilo por que se debateu e que poderá servir de exemplo ainda hoje. Gostaria muito que eles chegassem ao fim da unidade sobre o poeta capazes de refletirem um pouco sobre a ideia de que a luta pelo Bem, pela Justiça e por uma Liberdade bem entendida é intemporal. Que Antero teceu essa luta recorrendo ao Pensamento e à força da Palavra poética. E que, apesar dos momentos de desânimo, terá, talvez, encontrado uma Paz que tanto procurou.
Finalizo, dizendo que há muito que penso não ter sido por acaso que Antero escolheu pôr fim à vida num local tão público como o Campo de São Francisco, precisamente junto ao Convento da ESPERANÇA, na sua cidade natal, e no banco que se situava por debaixo da âncora que ainda lá se encontra. Há uma mensagem, julgo eu, que ele nos quererá transmitir com esta escolha da morte e do lugar onde ela se deu. Ele aproximava o conceito de morte à ideia do “não-ser”, uma forma de união com o transcendente – Deus – não necessariamente nos preceitos tradicionais que a sua educação religiosa, pela mãe, lhe ditara, mas numa conceção muito mais filosófica que ele terá elaborado e repensado a vida inteira. É como Eduíno de Jesus diz, de alguma forma, que (e cito) “ O Poeta (…), um dia, já cansado de tanta luta, [perdeu-se] de propósito, por fim, nessa mesma praia infinita do Não-Ser = Ser Único Absoluto.” E é como o próprio Antero diz, num soneto que dedica à Noite:

Oh! antes tu também adormecesses
Por uma vez, e eterna, inalterável,
Caindo sobre o mundo, te esquecesses,

E ele, o mundo, sem mais lutar nem ver,
Dormisse no teu seio inviolável,
Noite sem termo, noite do Não-ser!

Maria João Ruivo
In Antero 125 anos depois (versão adaptada)

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ANTERO DE QUENTAL AINDA INCOMODA MUITA GENTE?

atualizado em 9.1.2018

EM TEMPO: acabo de saber que, por carta do passado dia 3 de Janeiro, mas só hoje recebida, o Presidente do Governo dos Açores não só agradeceu ao editor da «abysmo» o exemplar da edição Crítica da Poesia Completa de Antero de Quental que lhe tinha sido oferecido, como deu indicações aos serviços no sentido de aquisição de exemplares. Muito bem!

O meu «post» de ontem terá sido precipitado no que respeita à mais alta instância do Governo dos Açores, e apraz-me registar o facto.

No entanto, o problema de fundo mantém-se: o que pretendem fazer as instituições autonómicas e autárquicas açorianas no sentido de proteger e valorizar o património cultural da Região (que envolve a obra dos grandes escritores…), e de o disponibilizarem para a população em geral e para as novas gerações em particular?

Luiz Fagundes Duarte
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2 mins

Para que conste: o editor da abysmo, que publicou a edição crítica, em três volumes, da POESIA COMPLETA DE ANTERO DE QUENTAL – que, sendo uma das figuras mais importantes da cultura portuguesa de todos os tempos, e tendo nascido e morrido em Ponta Delgada, é bastamente citado e reivindicado por tudo quanto seja açoriano, políticos incluídos –, o editor da abysmo, dizia eu, propôs a várias instâncias do Governo dos Açores que patrocinasse sessões de apresentação da obra pelas ilhas, e que adquirisse exemplares — que mais não fosse para distribuição pelas bibliotecas públicas e escolares. Afinal, ao que parece, mesmo sendo um dos maiores escritores de língua portuguesa, Antero sempre era açoriano…

Pois bem: até ao momento, apenas uma dessas instâncias respondeu – o SR da Educação –, agradecendo mas fechando-se em copas no que diz respeito à aquisição de exemplares. Parece, acho eu, que ler Antero faz mal aos açorianos, sobretudo às crianças e adolescentes…

[E antes que me venham com coisas: eu não ganhei um cêntimo com a realização desta obra, que levou muito tempo e deu muito trabalho a ser feita. Fi-la com muito gosto, enquanto professor da Universidade Nova de Lisboa, que é quem me paga o salário. Por isso, ó senhores: se era esse o impedimento, podem comprar à vontade!]

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aniversário da morte de ANTERO

Estóriasdahistória

3 hrs

11 de Setembro de 1891: Suicídio do poeta Antero de Quental.

Antero de Quental é entre nós o grande criador de uma poesia filosófica romântica, influenciada pelos modelos alemães. Nasce em Ponta Delgada a 18 de abril de 1842, no seio de uma família nobre e com tradições literárias da ilha de S. Miguel. Em 1852, vai para Lisboa estudar no Colégio do Pórtico, fundado por António Feliciano de Castilho, com quem já aprendera francês e latim em Ponta Delgada, entre 1847 e 1850. Um ano depois regressa a S. Miguel, de onde partirá em 1855 para Coimbra, a fim de fazer os estudos preparatórios para o ingresso na Universidade. Aos dezasseis anos, inicia o curso de Direito. Durante a sua permanência em Coimbra, assume-se como uma figura influente no meio estudantil coimbrão, tomando parte em várias manifestações académicas. É por esta altura que contacta com os novos autores e correntes europeias – o socialismo utópico de Proudhon, o positivismo de Comte, o hegelianismo, o darwinismo, as doutrinas de Taine, Michelet, Renan, o romantismo social de Hugo – e, segundo confessará mais tarde, perde a fé. Em 1861, publica em edição limitada os Sonetos de Antero, obra dedicada ao poeta João de Deus, e, dois anos depois, os poemas Beatrice e Fiat Lux. Em 1865, publica as Odes Modernas, poesias de romantismo social, acompanhadas de uma “Nota sobre a Missão Revolucionária da Poesia”. Em resposta à reação crítica de Castilho na carta-posfácio ao Poema da Mocidade, de Pinheiro Chagas, publica os opúsculos Bom Senso e Bom Gosto e A Dignidade das Letras e as Literaturas Oficiais, que desencadearam a Questão Coimbrã. Ainda no contexto da Questão Coimbrã, bate-se em duelo com Ramalho Ortigão, de quem viria a tornar-se amigo. Decide aprender o ofício de tipógrafo, primeiro em Lisboa e depois em Paris, onde conhece Michelet e lhe oferece um exemplar das Odes Modernas. Regressado a Lisboa em 1868, e depois de uma curta viagem à América do Norte, reúne-se com os seus antigos condiscípulos de Coimbra no “Cenáculo”, grupo onde se discutem as doutrinas recentes e se descobrem os novos poetas (Baudelaire, Gautier, Nerval, Leconte de Lisle e o redescoberto Heine); fruto destes encontros, criação coletiva da Geração de 70, nasce o poeta satânico e dândi Carlos Fradique Mendes. Em 1871, organiza as Conferências Democráticas do Casino Lisbonense, proferindo as duas primeiras, O Espírito das Conferências e Causas da Decadência dos Povos Peninsulares. No rescaldo da interrupção e da proibição das Conferências, consideradas subversivas pelo Governo, Antero vive a sua fase política mais intensa, fundando, com José Fontana, a I Internacional Operária em Portugal e também o jornal O Pensamento Social. Por esta altura, publica as primaveras Românticas e as Considerações sobre a Filosofia da História Literária Portuguesa. A partir de 1873, manifestam-se-lhe os primeiros sintomas de uma grave doença nervosa, que as mortes próximas da mãe e do pai acentuam, que o leva a consultar em Paris o famoso neurologista Charcot e a submeter-se, entre 1877 e 1878, a tratamentos de hidroterapia. Em 1875, publica uma segunda edição das Odes Modernas, atenuando-lhes o cunho revolucionário. Em 1880, adota duas órfãs, filhas do amigo e antigo colega de Coimbra Germano Meireles. Nessa altura, devido à doença, isola-se em Vila do Conde, continuando a escrever sonetos e ensaios filosóficos. Em 1886, publica os Sonetos Completos e o ensaio A Filosofia da Natureza dos Naturalistas. Em 1887, redige a célebre carta autobiográfica a Wilhelm Storck, seu tradutor alemão. Em 1890, publica o estudo filosófico Tendências Gerais da Filosofia na Segunda Metade do Século XIX. No mesmo ano, em virtude do Ultimato inglês, regressa temporariamente à atividade pública, aceitando a presidência da efémera “Liga Patriótica do Norte”. No dia 11 de setembro de 1891, suicida-se em Ponta Delgada.
Fontes:Antero de Quental. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)

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URBANO, ANTERO E MESQUITA

Uma síntese (muito sintética…) da minha participação nas Jornadas Anterianas (Ponta Delgada, Novembro de 2017)

urbanobettencourt.wordpress.com
Sinopse: É conhecida a influência exercida por Antero nas gerações seguintes, a sua presença em poetas particulares, como é o caso de Roberto de Mesquita. Analisa-se aqui o modo como o seu poema…
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TERTÚLIA NA ANTERO DE QUENTAL

Convite [email protected]

Convida-se todos os interessados para a Tertúlia que terá lugar na Biblioteca Patrimonial da Escola Secundária Antero de Quental, no próximo sábado, dia 21 de abril, pelas 16 Horas.

Programa

Antero de Quental convoca poetas, escritores e artistas plásticos

1ª Parte – Invocando Antero e A Geração de 40 em Ponta Delgada
Intervenções:
• Isabel Ponce de Leão
• Eduíno de Jesus
• Urbano Bettencourt

  • Momento de Poesia – grupo O Coletivo e alunos da Escola Secundária Antero de Quental – coordenação da atriz Eleonora Marino Duarte
  • Momento Musical – grupo Sénior da Universidade dos Açores – coordenação da professora Rita Andrade

2ª Parte – Diálogos e Encontros

  • A tertúlia envolverá: Isabel Ponce de Leão (Universidade Fernando Pessoa – Porto), Eduíno de Jesus, Urbano Bettencourt, Vamberto Freitas, Maria João Ruivo, um grupo de alunos do Instituto Cultural Dom António Ferreira Gomes, Porto, e jovens escritores e artistas plásticos açorianos convidados.
  • Lugar à Poesia

Maria João Ruivo – Escola Secundária Antero de Quental

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Jornadas Anterianas | 7 e 8 outubro | Convite

Solicito a V. Exa. que o convite abaixo seja divulgado pelos v/ sócios,

SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E CULTURA

DIREÇÃO REGIONAL DA CULTURA
Centro de Conhecimento dos Açores

Palacete Silveira e Paulo – Rua da Conceição

9700-054 Angra do Heroísmo – Terceira – Açores

( +351 295 403000 / 7 +351 295 403001

Descrição: Assinatura correio eletrónico

http://www.culturacores.azores.gov.pt/

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