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os nossos votos para André Bradford

No 17º colóquio da lusofonia 2012 na Lagoa, conhecemos André Bradford, depois encontramo-nos várias vezes (muitas delas em aeroportos) e ele mostrou-se sempre informado sobre os colóquios da lusofonia e as nossas atividades, neste momento duro só nos resta desejar-lhe uma recuperação total, pois é um deputado dedicado, trabalhador incansável em prol daquilo em que acredita ser o melhor para os Açores. Os nossos pensamentos estão também com a sua mulher Dulce e os seus dois filhos

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BELMONTE SEDE DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA

José Mário Costa shared a post.
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Durante mais de cinco séculos existiram em segredo. Hoje, Belmonte é um destino mítico para judeus de todo o Mundo.

Reportagem de Paulo Bastos, emitida neste domingo, dia 9/06, no “Jornal da Uma” da TVI.

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Paulo Bastos is at Museu Judaico de Belmonte.

Durante mais de cinco séculos existiram em segredo. Hoje, Belmonte é um destino mítico para Judeus de todo o Mundo.
Eis a minha cena do momento: “#AReliquía“, deste Domingo, no “Jornal da Uma” da TVI.
Com o Miguel Bretiano e o Pedro Vil. A banda sonora original é do António Capote.

“A Relíquia” procura todos os Domingos tesouros esquecidos de Portugal. Como quem busca contos de fadas.

#criptojudaismo #judaismo #judeus #jewish

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livro do “nosso” Francisco Madruga (esperamos por ele na Graciosa)

Convidou-me o Madruga para apresentar o seu livro Histórias (de)Vidas.

Embora leia incessantemente, não sou crítica literária, nem lá perto chego. Acredito, portanto, que o convite foi feito pela amizade que nos liga há 45 anos e, segundo ele diz, porque fui sempre muito insistente para que publicasse as estórias de vidas com que nos ia presenteando, nomeadamente através das redes sociais, mas também nas conversas à volta de uma posta mirandesa ou à mesa de um café. Só por essa razão aceitei. Falar em público não é propriamente o que faço melhor, mas a um amigo não se lhe nega um pedido.

Conheci o Madruga após o 25 de Abril de 1974. Diz-me que fui sua “controleira”; não me lembro, mas se ele diz é porque é verdade. Cheguei a uma idade em que preciso sempre de um Madruga para me avivar a memória e, de facto, nunca conheci ninguém com uma memória tão espantosa, um verdadeiro contador de histórias de vidas, que urgia serem passadas a escrito, precisamente para que a memória não se apague.

Mas o Madruga não é só um homem de histórias. É, como dizia um presidente da Câmara do Porto “uma instituição da cidade”, elogio que não aceitou, por achar que “instituições são ou foram” outros importantes livreiros da cidade. Estou de acordo com o dito presidente da câmara, pois, sem dúvida, o Madruga é hoje um grande dinamizador da leitura para todos, com as suas memoráveis feiras do livro no Palácio de Cristal. Teve a coragem de abrir uma livraria, facto que não acontecia há muitos anos na cidade e que mereceu, pela sua importância cultural para o Porto, a presença do actual presidente da câmara e do então vereador da cultura, Paulo Cunha e Silva.

Mas o Madruga que eu conheço é também um homem combativo, franco, sério, que acha que vale a pena continuar a lutar por uma sociedade mais participativa, sempre dentro da Ética, dos Princípios e da Palavra.

Li o livro e descobri uma prosa que, sem nenhum pedantismo literário nem nenhum barroquismo bacoco, deixa fluir os conteúdos e, como diz Albano Martins no texto introdutório “Algumas palavras”, acorda lembranças: as nossas e as daqueles que connosco fizeram a caminhada. Mas fica, também, a saudade daqueles que aqui são referidos e que foram referências importantes nas nossas vidas e naquilo em que hoje nos tornámos.

As histórias chegam-nos em estado puro e foi esta pureza que me surpreendeu e emocionou.

Madruga, agora que apanhaste a doença, esperemos que ela se torne crónica e que outros livros apareçam.

Para terminar, queria dizer-te que há um livro de ArturoPérez-Reverte que tem por título “Homens Bons”. Neste livro, o autor e cito “dá-nos a conhecer os heroicos homens que quiseram mudar o mundo com os livros”. Para mim é uma obra de referência por variadíssimas razões, e hoje sei que tenho ao meu lado um Homem Bom.

Obrigada, Madruga!

Francisco Madruga Com mil perdões à Teresa Medina que teve a ousadia de falar de improviso. Muito gostaria de colocar aqui a sua intervenção. Mas queria dizer-vos que a dor que se senti ao escrever as histórias foi muito forte. Quando se enfrenta o desconhecido é necessário muita ousadia, coragem e convicção. Porque tudo isto existia em doses muito “poucoxinhas” foi muito importante o vosso incentivo e empurrão amaparado pela vossa amizade. As manifestações que me têm chegado após a leitura do livro são uma prova do vosso companheirismo e do reconhecimento de que a mensagem que pretendi transmitir vos apaixonou. O livro vai andar por aí em apresentações e nas livrarias. A vossa opinião é muito importante para mim.

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homenagem ao associado AICL JOSE ANTONIO SALCEDO

Thank you very much, Rotary, for the distinction “Paul Harris Fellow”. Muito obrigado pela distinção, fiquei muito feliz e honrado. A distinção certamente eleva a minha responsabilidade na sociedade.

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Rotary Portugal Distrito 1970

◾️ RECONHECIMENTO MÉRITO PROFISSIONAL RC PORTO ◾️

“A Educação é mais do que instrução”, foi um dos reptos deixados pelo Eng. José António Salcedo, que fora homenageado na segunda-feira passada no evento de Reconhecimento ao Mérito Profissional do Rotary Club do Porto.

O Governador do nosso Distrito Joaquim Branco marcou presença no evento o que muito honrou todos os presentes, nesta cerimónia que reuniu mais de 80 participantes.

Face ao Curriculum profissional e pessoal do nosso homenageado, foi-lhe atribuído a distinção máxima em Rotary: o Título Paul Harris.

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convite para ser sócio da AICL

Como é costume no início de cada ano desafiamos os que ainda não são nossos sócios a juntarem-se a nós.

Os muitos sucessos que a AICL teve desde 2001 em mais de 30 colóquios deve-os apenas aos sócios que permitem a sua sobrevivência económica.

Venha fazer parte da AICL e participar a custo reduzido nos nossos 2 colóquios anuais, os próximos abril Belmonte http://coloquios.lusofonias.net/XXXI/

Graciosa em outº. http://coloquios.lusofonias.net/XXXII/

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