osvaldo-cabral-vigiar-especulacao.pdf

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çã
O galopante aumento do custo de vida que já se começa a sentir, também, nos Açores, é uma consequência da nossa enorme dependência do exterior, mas há situações que, por vezes, nos fazem pensar se não haverá aproveitamento e consequente especulação.
A inflação na nossa região ainda está muito abaixo da nacional, temos o IVA mais baixo do país e muitos dos produtos que produzimos são comparticipados.
Então porque razão alguns preços praticados nos Açores …

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homenagem a jose dias cabral

Querido Pai. ❤️
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Maria Helena Frias, Luciano Melo and 38 others
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Hoje é um dia muito especial. Coincide com um dia santo, tanto melhor, pois as celebrações do aniversário do Pico da Pedra terão mais vivacidade.

É ainda mais especial para a minha família, já que hoje se fará o descerramento da placa toponímica com o nome do meu pai, atribuído a uma rua da nossa freguesia. É uma homenagem à memória do meu pai que não sabemos agradecer por palavras. Não sei o que ele pensaria disto. O meu pai sempre foi reservado, humilde e de poucas palavra…

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SESSÃO SOLENE EVOCATIVA DO 187. ANIVERSÁRIO DA ELEVAÇÃO DO PICO DA PEDRA A FREGUESIA :: CONVITE
O executivo da Junta de Freguesia de Pico da Pedra convida toda a população a tomar parte nos dois momentos solenes do dia de hoje, em que se comemora o aniversário da elevação do Pico da Pedra a freguesia.
18:30 – Descerramento da placa toponímica “Rua José Dias Cabral” (artéria compreendida entre o início da Rua Maria do Céu e a estrada regional, a norte)
19:30 – Sessão solene evocativa do 187. aniversário da elevação do Pico da Pedra a freguesia (Salão Nobre da Junta de Freguesia de Pico da Pedra)
Contamos com a vossa presença!
You, Urbano Bettencourt, Leonor Sampaio Silva and 21 others
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condecorações EM FALTA Norberto Ávila e Cristóvão de Aguiar

 

FALTAM MAIS DUAS MEDALHAS E AGORA JÁ VÃO TARDE….DOIS ESCRITORES AÇORIANOS DE VULTO QUE MORRERAM E NINGUÉM SE LEMBROU DELES POSTUMAMENTE Norberto Ávila e Cristóvão de Aguiar

 

Por vezes tenho dúvidas em saber em que planeta vivem os Deputados da nossa Assembleia Legislativa Regional. Vem isto a propósito da lista de condecorados no dia dos Açores. É incompreensível e inaceitável que, em tempos de pandemia Covid19 não tenham sido distinguidos ninguém do Serviço Regional de Saúde, das forças de segurança pública e dos serviços de socorro e emergência.
Mesmo assim, por exemplo, quando é que se lembram da Dra Maria Teresa Flor de Lima , Médica reformada que implementou no Hospital de Ponta Delgada, não só mas também, a Anestesia, o Serviço de Cuidados Intensivos e a Consulta sa Dor, tudo pioneiro na Região, e que tantos Açorianos tem servido?
Parlamento aprova lista de 27 condecorados para o Dia dos Açores
ACORIANOORIENTAL.PT
Parlamento aprova lista de 27 condecorados para o Dia dos Açores
A Assembleia Legislativa dos Açores aprovou esta sexta feira, por unanimidade, a lista de 27 personalidades e instituições que vão ser distinguidas no dia da Região, numa cerimónia que, este ano, terá lugar no concelho da Lagoa, em São Miguel.
Luisa Costa Gomes Costagomes and 8 others
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  • Celia Figueiredo

    Ah …. Como sabes os médicos não contam para nada … assim como os restantes profissionais de saúde.
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    Chrys Chrystello

    E DOIS ESCRITORES AÇORIANOS DE VULTO QUE MORRERAM E NINGUÉM SE LEMBROU DELES POSTUMAMENTE norberto ávila e cristóvão de aguiar
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nós e nós António Bulcão

Nós e nós
Na minha geração, fomos treinados para sermos nós e os outros. Sendo que nós éramos os bons e os outros eram os maus.
Tudo estava programado para nos inculcar no cérebro esta divisão. Os cóbois eram os bons, os índios eram os maus. Os americanos eram os bons, os russos eram os maus. Os livros de banda desenhada e os filmes eram agentes desta doutrinação.
As brincadeiras de rapazes reflectiam, depois, esta deformação do espírito. Ninguém queria ser escolhido para índio, porque os cóbois estavam sempre em enorme vantagem. Bastava um pum com a boca para o índio morrer, mesmo que a pistola fosse de pau. O índio tinha de correr muito mais, até apanhar o cóboi, sendo que, se não lhe tocasse no corpo, o cóboi não morria.
Claro que achava estranha, tão grande diferença. Nos filmes, os índios passavam a cavalo, em gritos de estremecer, e raramente conseguiam acertar com uma flecha num cóboi. Um cóboi atirava-se de cima de um telhado para cima do índio que passava em cima de um cavalo, e caía sempre em cima dele. Isto se lhe faltassem as balas, porque se as tivesse, só com um tiro matava três ou quatro índios.
Passaram ainda alguns anos, até ler umas coisinhas sobre a história da América e perceber que os americanos eram os índios. E passaram ainda mais anos até ver “Danças com Lobos”, e perceber quem eram, afinal, os maus…
Mas foi esta geração, que estava prestes a tornar-se homens e mulheres, a começar a democracia em Portugal. Transportando para a política o vício dos nós e os outros.
Nós os bons, que somos do partido tal. Os outros maus, porque de outro partido. Mesmo dentro do mesmo partido, havia também os bons, que estavam com os líderes, e os maus, que contestavam as decisões da liderança. Os bons, que queriam estar ao pé de quem mandava, para terem passaporte para a Assembleia, e os maus, invejosos que só diziam mal porque não iam para a Assembleia.
Passadas as eleições, as coisas acalmam-se no interior dos partidos, até daí a quatro anos. Mas os nós e os outros continuam na Assembleia. O que vier da oposição é sempre mau, para quem está no poder. E o que vier do governo é sempre mau, para a oposição.
Exemplo: propostas que o PS tinha enquanto oposição, não as implementou quando chegou ao poder. Serviam apenas enquanto era oposição. Para chatear o governo do PSD. Sem preocupações orçamentais. Sim porque sim. Só que, já no governo, nem pensar em ir para a frente com as medidas. Custariam muito. Pesariam muito no orçamento. Aconteceu com a equiparação dos trabalhadores das IPSS. Deviam ser equiparados aos seus congéneres do público. Mais que justo. A trabalho igual, salário igual. Mas depois, em 2000, toca de votar contra uma proposta da oposição que replicava uma proposta do próprio PS anos atrás…
Outro exemplo: nos dias que correm, o PS defende que o Governo deve aplicar os milhões de euros “ganhos” com o aumento de receitas de IVA em ajudas directas para famílias e empresas. Mas, há menos de ano, votaram contra o orçamento proposto pelo governo actual , alegando que o aumento do diferencial fiscal iria causar um rombo nas contas da Região…
Quando somos nós a propor, é lindo. Quando são os outros, que coisa horrorosa. Mesmo que os outros proponham o que já tínhamos proposto.
Este clima de guerrilha não favorece a Região. Menos ajuda a democracia a firmar-se enquanto regime. Que venha o dia em que sejamos nós e nós, sempre que em causa estiver o futuro dos Açores e do seu povo.
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)
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Os gordos açorianos são felizes

Os gordos açorianos são felizes
Em 2001 estava com 120 quilos.
Com um metro e oitenta e cinco centímetros.
Não estava gordo. Estava muito gordo. Estranhamente ninguém me avisou.
Como sou distraído também não reparei.
Um certo abandono na gordura.
A antropologia do gordo açoriano.
Solidão na sobremesa.
Nem uma comissão de inquérito.
Nem os senhores das lojas de roupa.
Nem a minha esposa que achava piada (a teoria “do” gordura é formosura tem interpretação extensiva no amor açoriano).
E as autoridades?
Ninguém.
Na altura trabalhava como advogado e a dificuldade em comprar uma Toga “virou lenda”(foi XX Large).
E o governo regional?
O governo tem opinião sobre tudo nos Açores.
Deus nos livre da responsabilidade da pessoa.
O governo em silêncio suspeito. Pior. Até me convidavam(outros tempos) para banquetes e jantares “fabulosos” à custa dos contribuintes açorianos.
Para engordar. Acho que de propósito(teoria da conspiração).
Para me tentarem no “Crestor”(rosuvastatina) ou na “Metformina” (os amigos mais famosas dos gordos açorianos).
Obviamente que a culpa seria dos outros. Do sistema. Da questão genética açoriana.
Das “emoções”.
Gostamos de “enfardar”.
Como fui gordo em criança aceitei o destino.
Talvez um pouco mais de bolo de mel.
É saudável.
Hoje(há muitos anos)estou com 85 quilos. Ou segundo a minha esposa, mais ou menos quase normal.
Mudei hábitos alimentares mas nada de radical. Moderação, dizem.
O momento da “mudança” foi, na verdade, uma vergonha.
Coincidência horrível.
Depois de uma conversa com o meu médico de família sobre uma dieta(conversa para encher chouriços), ele encontrou-me, dias depois, num restaurante(“Cheesecake Factory”).
Eu estava(alegadamente)a comer uma “fatia monstruosa” de “cheesecake” com chocolate e leite condensado.
Uma vergonha pública. De felicidade.
Ele não disse nada em relação ao “bolo”. Apenas um olhar de condescendência.
Remédio santo.
Saberia ele que os gordos açorianos são felizes?
Foto: “cheesecake”, obviamente no “Cheesecake Factory”.
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Pierre Sousa Lima and 14 others
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OSVALDO CABRAL,É FUGIR DELAS

É !
Se há empresas, em Portugal, que devemos fugir delas como o diabo da cruz, são os bancos e os seguros.
É impressionante a impunidade como todas elas, na sua generalidade, actuam no nosso país, e nós, cidadãos comuns, condenados a não poder fugir do sistema em que actuam.
Não é por acaso que tenhamos vivido, nos últimos anos, entre os maiores escândalos financeiros praticados por banqueiros portugueses e também não é por acaso que, sempre que nos envolvemos em processos de seguradoras, alguma coisa vai correr mal porque não lemos as letras miudinhas.
O sistema português está feito para que tudo corra mal aos cidadãos, pois regulação é coisa que não funciona neste país e a prática de cartel é uma vulgaridade portuguesa num mercado em que os que fazem as leis são, depois, convidados para consultores ou para os conselhos de administração das empresas para que legislaram.
É uma doença portuguesa de que não nos livramos e quem lida com bancos e companhias de seguros sabe bem do que falamos.
Pior ainda, é sabermos que os Açores já não mandam nada. Tudo é decidido em Lisboa.
Ainda agora, a organização de defesa do consumidor Deco Proteste, veio denunciar que as comissões sobre os cartões de débito dos cinco maiores bancos nacionais aumentaram, em média, 163% nos últimos dez anos, quando a inflação acumulada foi de apenas 8,4%!
Mais: no início deste ano a banca anunciou valores 50% mais elevados em alguns produtos, quando é sabido que a inflação até foi negativa e que os bancos recorreram ao crédito a juros negativos.
A Deco vai mais longe na descoberta da marosca: durante a pandemia, cujos primeiros casos em Portugal se registaram em março de 2020, os bancos aumentaram o incentivo à utilização de meios de movimentação à distância, como cartões de débito e transferências online, utilizando também o argumento da poupança.
Este género de incentivos acabou por se fazer acompanhar por um aumento posterior das comissões praticadas sobre esses mesmos serviços, que resultaram num acréscimo global de encargos para o consumidor.
Atualmente, as comissões representam 40% das receitas totais dos bancos, denuncia ainda a organização da defesa do consumidor.
Para impedir um aumento desenfreado das comissões, a Deco Proteste criou a iniciativa “Fim das comissões abusivas para todos os créditos”, onde exige que a lei seja alterada.
Segundo a Deco, uma das vitórias da organização neste tema foi que os contratos de crédito deixassem de estar sujeitos ao pagamento de comissões pelo processamento das prestações, pelo que o fim desta cobrança permitiu uma poupança de 15,6 milhões de euros aos consumidores, um valor significativo tendo em conta que foram celebrados 705 mil novos contratos de crédito ao consumo e habitação em 2021.
Tudo isto diz bem do sistema em que estamos metidos, sempre sob a capa da legalidade, porque sabemos como estas coisas funcionam com quem faz as leis neste país.
Até um dia em que o país dê um sobressalto cívico.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 08/05/2022)
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