Roberto Monteiro é o novo Presidente do Conselho de Administração da GLOBALEDA

Antigo autarca da Praia da Vitória
Roberto Monteiro é o novo Presidente do Conselho de Administração da GLOBALEDA

A GLOBALEDA é a empresa de Telecomunicações e Sistemas de Informação do Grupo Electricidade dos Açores . O GRUPO EDA onde o Governo detém 51% do capital social

Roberto Monteiro é quadro da EDA ..Cumpriu três mandatos à frente da Câmara da Praia da Vitória Foi, agora, nomeado para a Presidência do Conselho de Administração da GLOBALEDA, em finais de Outubro

No cargo, substitui Paulo Moniz que renunciou após ter sido eleito, pelo PSD., deputado para a Assembleia da Republica

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Cinco meses depois as pontes continuam caídas – Tribuna das Ilhas

O PSD/Angra do Heroísmo criticou hoje o facto de, “quase cinco meses depois das grandes chuvadas de junho – que se abateram particularmente sobre a zona oeste da Ilha Terceira -, as pontes continuem caídas em vários locais afetados pela intempérie”, avançam.   Na altura, a concelhia liderada por João Ormonde denunciou “as diversas causas […]

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Um dos vídeos mais incríveis da Ilha das Flores, nos Açores – byAçores

https://youtu.be/0rHDmEedpPA

João Câmara já nos habitou a fantásticas imagens aéreas, e não só, dos Açores. Desta vez partilha fantásticas imagens das suas férias na Ilha das Flores. Imagens magníficas e de cortar a respiração. Vídeo por João Câmara FilmMaker

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Vêm aí mais facturas para os contribuintes Osvaldo José Vieira Cabral

Vêm aí mais facturas para os contribuintes

Tínhamos avisado com alguns anos de antecedência.
As asneiras que se fizeram nas empresas públicas regionais iam resultar numa factura pesada para os bolsos dos contribuintes açorianos.
Aí está ela, a chegar de mansinho, em várias formas, mas a principal vem embrulhada em papel reciclado no Plano e Orçamento para 2020.
São os piores documentos alguma vez elaborados por um Governo Regional na nossa fase de Autonomia Política e Administrativa, porquanto trazem uma austeridade encapotada e um endividamento nunca visto.
A austeridade vem em forma de ausência de investimento e o endividamento crescente, como se calculava, é para pagar as dívidas das gestões ruinosas na SATA e na Saudaçor.
São mais de 360 milhões de dívida a contrair, 68 dos quais dívida nova e a restante para renegociar dívida antiga.
O aumento das receitas, como de costume, vem da subida dos impostos ao consumo, com o IVA à cabeça, que ficam “rapados” no pagamento de duas Parcerias Público Privadas (Hospital de Angra e SCUT’s em S. Miguel), em quase 50 milhões de euros!
Pobre do investimento reprodutivo…
E quando se diz que o investimento cresce no Plano é fácil lá encontrar o porquê: são mais 48 milhões de euros para o capital da SATA.
Chamar a isto investimento, que vai ser todo “engolido” pelo enorme buraco que criaram na transportadora regional, é enganar os contribuintes.
Só as dotações previstas para a SATA e para as PPP’s atingem quase 20% do investimento do Plano, o que diz bem do desperdício de dinheiro em buracos não reprodutivos, agravado pelo facto do dinheiro para a SATA nem dar para meia missa.
Mais: os juros da dívida pública duplicam, as despesas com pessoal crescem numa espiral nociva (a confirmar que, mais dia menos dia, seremos todos funcionários públicos nestas ilhas), e o endividamento, mesmo que para renegociar dívida, nunca visto, dá razão à CGTP açoriana, que se queixa do aumento global das despesas e a perda de dotação para funções sociais.
De resto, um documento como este merece um “chumbo” bem redondo dos parceiros sociais, que é o que fizeram, quase todos, nos seus pareceres.
Num governo sem dinheiro e sem ideias, com o peso de um mandato desastroso no plano da gestão das empresas públicas, com a SATA à cabeça, não é de esperar que a execução orçamental em 2020 seja melhor do que a dos anos anteriores, que se ficaram pelos pífios 70,3% em 2016, 72,2% em 2017 e 83,5% em 2018.
“Alarmados” estão os empresários de construção civil, que vêm nestes documentos uma redução drástica no investimento de obras públicas, como vem acontecendo nesta legislatura, qualquer coisa como menos 69 milhões de euros.
A factura vai ser pesada, começando a ser cobrada já em 2020 com o agravamento fiscal.
Como muito bem conclui a UGT-Açores, “a receita fiscal no período 2011-2018 aumentou 35%, o que é o mesmo que dizer que a carga fiscal teve um agravamento de 35% naquele período, valor muito superior ao crescimento do PIBpc que cresceu pouco mais de 11%, o que quer dizer que os Açorianos estão mais pobres hoje, em especial a classe média”.
Como concluem, também, os empresários açorianos, estes documentos não têm qualquer potencial para dinamizar a economia açoriana.
É a factura a bater-nos à porta.

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A OUTRA FACTURA – O Governo Regional e a SATA parecem uma brincadeira de rapazes.
Sem ainda ter aquecido a cadeira, o accionista volta a coleccionar mais um Presidente para a sua incontável história de gestão da transportadora regional.
Nunca se viu tanta asneira na gestão de uma empresa, que não é uma empresa qualquer.
Nunca se destruiu tanto uma empresa regional como num mandato como o deste Governo Regional.
A incompetência que grassa em tantas empresas públicas e as políticas, escolhas e orientações dadas pelo accionista nunca causaram tanta aflição à nossa economia.
António Teixeira não devia demitir-se sozinho.
Com ele, vão, igualmente, governantes, outros administradores e os fundamentalistas desta política de terra queimada.
Podem não ir formalmente, mas vão politicamente.
Custa a crer como é que os restantes administradores, tão responsáveis pelo desastre como o seu Presidente a Sra. Secretária, se mantêm nos pelouros.
Mais uma emergência, mais uma lição e mais um caso a pedir racionalidade entre tanto amadorismo.
Não creio que sirva de exemplo. É que são seguidas.
Sócrates também caiu assim, pela sua teimosia.
Há-de chegar o dia do resgate.

Novembro 2019
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimédia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)

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bye bye autonomia???? Costa ‘risca’ Regiões Autónomas das negociações diretas com a Europa

Depois de nunca ter cumprido com uma das alíneas que constavam no Programa de Governo apresentado em 2015, que dava a possibilidade de as Regiões Autónomas integrarem as delegações nacionais que negociariam diretamente fundos em Bruxelas, o Executivo de António Costa decidiu retirar essa possibilidade do Programa governamental que submeteu para os próximos quatro anos.

Source: Costa ‘risca’ Regiões Autónomas das negociações diretas com a Europa

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OSVALDO JOSÉ VIEIRA CABRAL 28 mins · Sem dinheiro e sem ideias

Sem dinheiro e sem ideias

O comportamento do Governo Regional neste último ano do seu mandato será interessante de seguir, para se perceber que os cofres públicos estão vazios e que as tradicionais promessas em ciclo eleitoral vão acontecer com base em lançamentos de primeiras pedras e do sustentado discurso “agora é que vai ser”.
Quando uma empresa de segurança vai a uma audição parlamentar para se queixar de que as empresas públicas lhe devem milhares de euros, deixando os trabalhadores com salários em atraso, não está a dar novidade nenhuma.
A banca está a apertar com muitas dessas empresas públicas, que já passam do limite do razoável em termos de endividamento, socorrendo-se dos fornecedores para ir disfarçando os crónicos défices anuais.
Olhando para as contas de todas elas neste primeiro semestre, retiramos apenas o exemplo dos três hospitais, que se endividam nos fornecedores exactamente na mesma ordem do défice.
Todos eles registaram resultados negativos no primeiro semestre e todos eles, no mesmo período, registaram aumentos da conta de fornecedores, o que é uma contabilidade muito original.
O total dos resultados negativos atinge os 16,5 milhões de euros e o total dos aumentos das dívidas a fornecedores monta a 17,4 milhões de euros.
Os hospitais de Ponta Delgada e Angra do Heroísmo aumentaram as dívidas a fornecedores em 2 milhões de euros e só no caso do hospital da Horta o resultado líquido negativo não é totalmente coberto por dívidas a fornecedores.
Do quadro em análise, resulta que o hospital da Horta penaliza menos os fornecedores e o da Terceira é o que os penaliza mais.
Mas a maior penalização absoluta acontece em S. Miguel, com 11,3 milhões de euros (65% do total).
Este é apenas um pequeno exemplo de como as empresas públicas regionais estão sem capacidade financeira e a viver à custa dos atrasos de pagamentos a fornecedores, prejudicando a economia açoriana e muitas empresas e trabalhadores desta terra.
Sem dinheiro e sem ideias novas, vamos caminhando para uma estagnação cada vez mais notória, sem qualquer correspondência com o discurso político de que estamos a viver no melhor dos paraísos.
É por isso que a ajuda externa é tão premente, como os empréstimos obrigacionistas que estamos a contrair cada vez com mais frequência.
Com foguetes, sinos a tocar, espumante e croquetes, no palco teatral micaelense em que se tornou a política açoriana.

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TEORIA DE POBRE – A Secretária Regional dos Transportes, que costuma desenvolver teorias absurdas sobre o seu sector todo falido, juntou mais uma à vasta colecção de preciosidades para justificar a política ruinosa deste governo em matéria de dinheiros públicos.
Como referi, quando não há dinheiro as boas ideias também não abundam.
Depois do desastre da transportadora aérea e do afundanço no sector marítimo, faltavam os terrestres para enfeitar este trio da maravilha da via açoriana.
Disse a Senhora Secretária que “a região poupou cerca de 120 milhões com as SCUT de S. Miguel”.
A teoria é a seguinte: A Euroscut quando concorreu à concessão da estrada, “fez o seu estudo do crescimento de tráfego, e com base nesse estudo é que fixou a renda, fixou o critério de cálculo da renda. Porque esse tráfego não tem crescido de acordo com aquilo que foi previsto pela Euroscut, e tem tido um crescimento, mas bastante abaixo, isto representa uma poupança para a Região de cerca de 120 milhões de euros, desde o início do contrato, porque o tráfego não está a crescer de acordo com aquilo que era inicialmente previsto”.
É uma teoria genial, pois estamos a poupar uma coisa que não existe!
É como um doente que vai ao médico, este diagnostica-o um tumor maligno, mas ele sai da consulta todo contente porque não tem colesterol e vai poupar nos comprimidos…
O ideal, neste tipo de raciocínio, era que ninguém utilizasse as SCUT, porque assim seria ainda mais barato.
Então faz-se uma infraestrutura que custa 400 a 500 milhões e ficamos satisfeitos porque a sua utilização está abaixo do previsto?
Em teoria económica este tipo de desfecho só diz que a infraestrutura é um elefante branco para alguém ou para todos: nós que pagamos as rendas e a concessionária porque poderá perder dinheiro.
É mais um atestado à nossa falta de competitividade, como aconteceu com a DELTA.
E congratulamo-nos com isso.
Oficialmente!

Outubro 2019
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimédia RTP-A; Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)

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crónica de ANTÓNIO BULCÃO · Bruto Audi

Bruto Audi
Porque será que o Presidente do Governo tem de andar num Audi tão bom que o povo, na sua rudeza habitual, lhe chama “um bruto Audi”?
Será para chegar muito depressa aos lugares que visita? Não me parece. Se o motorista de serviço cumprir o Código da Estrada e os limites de velocidade nele impostos, o Presidente chega aos seus destinos à mesma hora que chega o pobre trabalhador ao sítio do seu ganha-pão, a balançar no seu boguinhas.
Será para ter uma comodidade extra? Afinal, trata-se do Presidente do Governo, cujo cérebro não pode andar a bailar nas curvas ou a afundar-se num buraco ocasional da estrada. Os miolos presidenciais não são como os nossos. Têm de ser cuidadosamente tratados, para poderem estar sempre prontos na reacção que todos ansiamos brilhante na gestão da coisa pública…
Será para se distinguir facilmente de nós? Para que, quando passa o Audi, toda a gente dizer, com a boca aberta de admiração “vai ali o Presidente”?
Será para se sentir importante? Sendo que, se sentado o rabiosque no banco traseiro de um Fiat Punto, o Presidente se acharia menos presidente e, por decorrência, menos presidenciável aos olhos da gentinha?
Ou será que o Presidente sente que, se não presidisse, dificilmente teria um Audi, por isso quer aproveitar enquanto for possível os estofos de cabedal?
Ou, pelo contrário, acha que, se estivesse na vida privada, ganharia tanto que poderia andar em Ferraris de várias cores a cada hora do dia, consoante o tempo que estivesse, sendo que andar de Audi é um sacrifício quase tão grande como o de servir a Região e o seu Povo?
Não sei.
Só sei que um homem é o que é, não o que tem ou ostenta. Um homem constrói-se com livros, com filmes, com quadros, com músicas, com viagens. Quanto maior a construção interior, maior a sua humildade e o seu desapego pelas coisas materiais.
É por isso que o Papa Francisco é mais respeitado a passar de triciclo do que Donald Trump a voar na maior limusina.
Mas, quando chegou ao Vaticano, exigiu a retirada dos luxos do seu quarto, quis apenas uma cama simples e uma cómoda pequena para enfiar a roupa. Porque um homem bem construído dorme em qualquer lado, desde que em paz consigo próprio. Dormir envolto em seda com as suas ovelhas a passar frio é que nunca…
Os nossos governantes passeiam-se em carros topo de gama, dormem nas suites dos melhores hotéis, banqueteiam-se nos restaurantes mais finos. Fazem o que não fariam se fossem eles a pagar do seu bolso.
É por isso que são incultos. É por isso que têm de parecer o que não são.
Se algum dia tivesse governado, preferiria uma pensão limpa mas humilde a uma suite. Porque, se fechasse o olho sabendo que o meu sono valia por noite mais de metade de um ordenado mínimo, o colchão havia de comer-me vivo.
Se algum dia tivesse governado, capotaria no Audi, sabendo que só uma bateria dele vale mais que quatro ordenados mínimos, quando, afinal, o bólide chega ao seu destino ao mesmo tempo que o meu pobre Renault Clio.
Afogai-vos em luxos, numa Região pobre. Mas não estendam a mão quando vêm as catástrofes naturais. Porque é o mesmo que eu emprestar dinheiro a um amigo que me confessa passar fome e apanhá-lo a comer lagosta no melhor restaurante com os euros que, sendo meus porque emprestados, dariam para ele comer umas semanas.
Quem me dera um dia ser governado por gente culta. Gente que, sendo, não precise de tanto assessor, de tanta mordomia e de um fotógrafo pessoal. E que chegue a pé, se preciso.
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)

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O abastecimento da ilha do Corvo não está a funcionar

A verdade do que está a acontecer na ilha do Corvo está aqui, descrita por gente que não teve medo de dar a cara. O Governo Regional não disse a verdade em relação a este assunto. Não estão em causa as posições políticas seja de quem for. Esta não é uma questão partidária. Não pode ser uma questão partidária.

O abastecimento da ilha do Corvo não está a funcionar corretamente e isso acarreta riscos para a toda população. O Governo Regional tem de empenhar-se a sério na resolução da questão do abastecimento da ilha enquanto não chega o pior do inverno e das condições de navegabilidade do nosso mar. Amanhã já é tarde.

Muitos parabéns à RTP Açores por esta reportagem. Prestou um serviço público muito importante em defesa da população da ilha do Corvo.

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