Suspected mushroom poisoning: Australian woman charged with three murders – BBC News

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An Australian woman is in custody after the deaths of three people at a lunch she served in July.

Source: Suspected mushroom poisoning: Australian woman charged with three murders – BBC News

O gigante supervulcão da Califórnia está adormecido (mas há um mas) – ZAP Notícias

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Uma nova investigação, levada a cabo por cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia, sugere que a Caldeira de Long Valley, no leste da Califórnia, está a mexer-se enquanto a sua profunda câmara de magma arrefece e adormece. A última vez que o supervulcão da Califórnia explodiu foi há cerca de 100 mil anos. Muito antes disso, expeliu cinzas suficientes para enterrar a cidade de Los Angeles debaixo de um quilómetro de sedimentos. Atualmente, o vulcão de Long Valley encontra-se num estado relativamente calmo e lento, mas, segundo o Science Alert, nem tudo é sereno na frente oriental da Califórnia.

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José Soares : O País que (ainda) não foi

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Peixe do meu quintal José Soares

 

 

Açores, 17 de novembro de 1975:

O País que (ainda) não foi

 

 

Neste novembro que agora atravessamos, seríamos um país independente com 48 anos. Muitos outros países nasceram depois. É na revisitação aos documentos que cada vez mais existem e são desclassificados, que tomamos consciência o quão perto estivemos da soberania plena.

Tal como as restantes colónias do império, os Açores e a Madeira pagaram o preço da dependência, para que os outros fossem independentes.

 

“…Durante a ebulição sobre o decreto que confere novas competências à Junta Regional, membros da Junta perspetivando que a situação era propícia a uma nova vaga de fundo de apoio ao independentismo, contexto no qual a Junta teria dificuldade em opor-se, procuram a cônsul [dos EUA] no sentido de solicitar apoio da administração norte-americana. Os membros da Junta eram favoráveis a uma extensa autonomia, mas prefeririam a independência a uma autonomia restrita, avisa a cônsul no telegrama que envia para o Departamento de Estado e embaixada em Lisboa onde relata a “longa conversa” mantida com os vogais Álvaro Monjardino e José Pacheco de Almeida, segundo os quais “Todos os membros estão insatisfeitos com este decreto porque reduz a autoridade da Junta e a possibilidade de uma extensa autonomia. Os dois membros do PS que fazem parte da Junta, Vargas e Goulart, também estão insatisfeitos e dispostos a tomar uma posição firme.” Mais determinado, José Pacheco de Almeida disse que agora vai trabalhar com a FLA e deu a entender que Jácome Correia faria o mesmo. Disse que há semanas que a FLA tem estado calma por ordem da Junta (…) acredita que uma extensa autonomia é o melhor para os Açores. Receia que se a Junta não for firme nesta questão, a liderança passará para a FLA. O único membro da Junta Regional que fez parte do grupo de trabalho que elaborou o estatuto, Álvaro Monjardino, “está mais hesitante”, segundo a cônsul: “Acredita na autonomia, mas tem medo da independência. Acredita que o desiderato seria fácil de alcançar, mas receia as consequências económicas e sociais. A opção da independência não está fora do seu pensamento nem ele a rejeita.” (Ponta Delgada, dezembro, 20, 1975”.

“…Os dois membros da Junta foram claros relativamente à ação que esperavam da administração norte americana: “Pretendiam que o governo americano compreendesse a presente situação e que a fizesse ver ao governo português. Garanti-lhes que eu iria transmitir os seus pontos de vista ao governo americano, mas não me pronunciei quanto ao resto. Eles enfatizaram que uma extensiva autonomia é o melhor para os Açores, mas ficou claro que eles estavam discutindo ações que podiam levar à independência.” No comentário a esta conversa com os dois membros da Junta Regional, a cônsul Pfeifle afirma: “Os membros da Junta defendem uma ampla autonomia, mas prefeririam a independência a uma autonomia restrita. Devem reagir fortemente contra a limitação da autoridade da Junta preconizada pelo partido no poder ou perdem a oportunidade de alcançar a autonomia que pretendem, mesmo que as suas ações carreguem o risco da independência.” Dois dias depois, a cônsul volta a insistir no mesmo assunto e alerta o Departamento de Estado “O considerável apoio que era dado à independência mudou, agora suporta uma autonomia extensiva. Talvez o governo entenda que independência/movimento de autonomia seja somente um movimento anticomunista. O anticomunismo deu um impulso considerável ao movimento independentista, mas o movimento tem profundas raízes e afinidades históricas, baseadas numa profunda desconfiança em relação a qualquer governo forte de Lisboa e atualmente tem amplo apoio nos Açores.

“…Nos anos 70 do século XX, os Estados Unidos mantinham fortes interesses geoestratégicos nos Açores. A nível internacional, embora caminhando para um certo desanuviamento, vigorava o sistema bipolar. Caducado o acordo luso-americano, os Estados Unidos necessitavam de manter a utilização incondicional da Base das Lajes (Terceira), infraestrutura crucial para o acesso, controlo e projeção de forças na Europa e Médio Oriente e cuja importância vital tinha acabado de ser confirmada pela estratégia vencedora aplicada, em 1973, na Guerra de Yom Kippur. Do ponto de vista americano, a Base das Lajes constituía-se como a linha mais avançada de defesa contra o bloco soviético e o Pacto de Varsóvia. Nesse sentido, por interesse próprio, a administração norte-americana manteve abertos canais de comunicação com os independentistas em Ponta Delgada, através dos serviços consulares em Lisboa e no próprio território norte-americano…” (Berta Maria Tavares Sousa Cabral, 2013 – A DIPLOMACIA NORTE-AMERICANA E AS MOVIMENTAÇÕES INDEPENDENTISTAS NOS AÇORES EM 1975).

 

A divulgação destes excertos documentais é muito mais longa, mas estes não deixam de ser pedaços de História que convém lembrar sempre, perante a permanência dos abusos e ataques contínuos à presente situação a que os moderados chamam de regime autonómico, por parte dos governos centralistas de Lisboa, ainda com muitas convulsões colonialistas.

Afinal, ao longo destes 48 anos, a autonomia concedida para substituir a independência mais desejada de então, essa autonomia continua a ser retirada aos pedaços por São Bento, através das mais diversas subtilezas políticas, perante a inação dos políticos regionais atuais, estes movidos por ambições pessoais que evitam confrontar São Bento, ou a ‘disciplina partidária’ ditada pelos chefões de São Bento.

Não deixa de ser perverso, que são as ações negativas dos governos em Lisboa contra as Autonomias, que mais e melhor incentivam e aprofundam sentimentos adversos nos povos atlantes.

Lisboa tem medo de perder o mealheiro dourado açoriano e é bom que tenha. O sonho não terminou e acordará a qualquer momento. Disso estamos cientes.

O Povo estará sempre preparado para dar à luz uma nação. E o Direito Internacional Público será o parteiro.

 

 

recriação virtual do forte de santa maria

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Convite – Apresentação da reconstrução virtual do Forte de São João Baptista
To:

 

Boa tarde,

Neste último ano, nós (marienses, peticionários, amigos da Ilha) contámos com os seguintes avanços:
1) Em Novembro de 2022, a Câmara Municipal de Vila do Porto (CMVP) avançou com o processo de classificação no Forte de São João Baptista (FSJB) como Imóvel de Interesse Municipal;
2) A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores aprovou a desafectação do FSJB do domínio público marítimo a favor da Região;
3) A CMVP avançou com um projecto de recriação virtual do FSJB, que será apresentado ao público no próximo dia 04 de Novembro. Atendendo ao tempo que já passou, são pequenas vitórias, mas sabemos que os esforços não ficarão por aqui, e continuaremos atentos aos próximos passos dos nossos governantes locais e regionais.
Gostaria de vos convidar a todos para estarem presentes na apresentação da recriação virtual do FSJB no próximo dia 04 de Novembro, às 20h30, na Biblioteca Municipal. A sessão contará com uma contextualização histórica a cargo do historiador Dr. Carlos Luís Cruz (especialista em fortificações), seguida da apresentação da recriação virtual pelo arqueólogo Diogo Teixeira Dias (especialista em virtualização de património).
Este passo, tal como todos os passos que o antecederam, é também ele fruto da nossa reivindicação, demonstrada em união na petição e desde então. Façamos parte activa.
Conto com a vossa presença.
Cumprimentos,
Ângela dos Santos Loura

Como prever a próxima pandemia? A resposta está nos filmes de zombies – ZAP Notícias

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A Noite dos Mortos Vivos, 28 Dias Depois, The Walking Dead… a  solução para prever e combater a próxima grande pandemia pode estar nos filmes ou séries de zombies que viu. Uma equipa de cientistas finlandeses está a usar simulações de um apocalipse zombie para estudar a propagação de doenças infecciosas, num projeto liderado pela matemática Pauliina Ilmonen, investigadora da Universidade de Aalto. Ao contrário de modelos tradicionais que se focam nos efeitos da propagação de uma pandemia a nível populacional, o novo estudo, que ainda não foi publicado, visa compreender como os patogénios se disseminam através de interações individuais.

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A vaca do Mesozoico. Eis o dinossauro mais estranho do Mundo – ZAP Notícias

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O Nigersaurus, um enigmático dinossauro saurópode que percorreu a Terra há cerca de 115 a 105 milhões de anos, fascina os cientistas e entusiastas de dinossauros desde a sua identificação oficial, em 1999, pelo paleontólogo americano Paul Sereno. É o dinossauro mais bizarro de sempre. Originário da região de Gadoufaoua, no Níger, o Nigersaurus apresenta características únicas que lhe valeram o apelido de “Vaca do Mesozóico”. Um dos aspetos mais impressionantes deste saurópode, nota o Interesting Engineering, é a sua estrutura dentária. A criatura tinha um conjunto extraordinário de dentes — cerca de 500 no total — equipados na sua

Source: A vaca do Mesozoico. Eis o dinossauro mais estranho do Mundo – ZAP Notícias