Português X Romeno – Semelhanças e diferenças – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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Mulher punida com prisão por dar duas palmadas ao enteado – Portugal – Correio da Manhã

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Madrasta foi condenada por um crime de maus-tratos ao menor de 11 anos.

Source: Mulher punida com prisão por dar duas palmadas ao enteado – Portugal – Correio da Manhã

imoral é a censura

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Imoral é a censura
May be art

De acordo com o SESC Arsenal este quadro do renomado artista Sebastião Silva não poderia ser exposto por conter cenas de nudez constrangedoras para a infância e a família. Os não cuiabanos talvez não saibam, mas a pintura é uma referência às violas de cocho, instrumento de origem portuguesa, mas jjá com DNA cuiabano. O corpo feminino é estilizado nas formas da viola. Na verdade, não é uma representação nem das violas nem do corpo feminino, mas de curvas sinuosas que viram quase uma estampa.

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Bodegas de Urrós (Mogadouro)

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As espetaculares Bodegas de Urrós (Mogadouro)
As “bodegas” nome de adega em castelhano, são túneis encravados no solo, constituído por rocha mole, que foram sendo escavados e consecutivamente alargados pelos próprios donos, adquirindo uma forma alongada. As dimensões médias destes espaços são de 2/4 metros de área e terão pouco mais de 2 metros de altura, com o tecto em abóbada.
A sua construção tinha como finalidade a de armazenarem o vinho durante o período de verão, dado que, na época, não existirem frigoríficos e as temperaturas nesta época do ano serem muito elevadas.
Pelas suas características, estes locais dispõem de um sistema de climatização e arejamento natural que leva a que o vinho se mantenha sempre a uma temperatura relativamente baixa.
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eram tão felizes e a justiça tramou tudo

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Casamento e testamento de idoso milionário julgados em tribunal
Bragança, 15 nov 2023 (Lusa) – O Tribunal de Bragança está a julgar uma empregada, dois médicos psiquiatras, uma psicóloga e uma oficial do Registo Civil por causa do casamento e testamento de um idoso centenário com uma fortuna avaliada em dois milhões de euros.
O caso começou a 4 de maio de 2017, quando a empregada casou com o patrão, com 101 anos, no Registo Civil de Ribeira de Pena, Vila Real, a mais de 150 quilómetros da aldeia de Parada, Bragança, onde moravam.
Dias a seguir ao casamento, a 10 de maio de 2017, deslocaram-se a Vieira do Minho, Braga, para lavrar um testamento que tinha como beneficiária a empregada. O idoso morreu dois meses depois.
O casamento e o testamento foram já anulados pelo tribunal, sendo dado como provado que o idoso padecia de demência. São agora julgados os factos que permitiram que fossem realizados.
Na acusação do Ministério Público (MP), a que a Lusa teve acesso, lê-se que a empregada, 59 anos, que trabalhou para a família por mais de 30 anos, atenta à idade e ao património do patrão, “formulou um plano com o intuito de contrair casamento (…) e lograr que aquele outorgasse testamento a seu favor, de modo a conseguir tornar-se sua herdeira (…)”.
Juntam-se no banco dos réus dois médicos psiquiatras, uma psicóloga e a funcionária do Registo Civil que celebrou o casamento.
O MP entende que os profissionais de saúde que elaboraram relatórios ou prestaram declarações sobre as faculdades mentais do idoso à época dos factos não relataram a verdade.
O idoso foi dado pelos arguidos como capaz para decidir sobre a sua pessoa, bens e património, quando, lê-se no despacho de acusação, sofria de demência pelo menos desde outubro de 2011.
Quanto à oficial de registos, entende o MP que celebrou o casamento “apesar de saber que aquele [o idoso] não se encontrava em estado de poder manifestar livre e esclarecidamente a sua vontade”. Responde por desobediência qualificada.
Um dos médicos psiquiatras e a psicóloga que elaboraram o relatório médico que atestava a sanidade do idoso estão acusados, respetivamente, de crime de atestado falso e falsas declarações e um crime de falsificação de documentos. Ao outro psiquiatra implicado, que esteve presente na assinatura do testamento com o outro colega implicado, é-lhe imputado o crime de falsas declarações.
A empregada responde por três crimes de sequestro, por ter levado o idoso de casa apesar das indicações em contrário da filha, nomeada tutora pelo tribunal. Está acusada ainda de atestado falso e falsificação de documentos.
Na sessão de julgamento de hoje foi ouvido um dos arguido, o psiquiatra que foi, acompanhado do psicóloga arguida, a casa do idoso em abril de 2016, para lhe avaliar as capacidades cognitivas.
Ao coletivo de juízes declarou, que na avaliação que fez, concluiu que o idoso estava “consciente, orientado no espaço e no tempo, com raciocínio lógico e capaz de administrar os seus bens”.
Contudo, afirmou também que desconhecia quais eram ou os valores desses bens, estimados pelo tribunal em dois milhões de euros.
O psiquiatra, de 74 anos e quase cinco décadas de experiência, relatou que o idoso tinha problemas de mobilidade e na fala, e que para ler um texto que fazia parte da avaliação teve que usar óculos. De resto, afirmou que, na data em que redigiu o relatório, era sua convicção que o idoso estava bem.
Um mês depois, o idoso foi visto por outro psiquiatra, que concluiu que o idoso padecia de um quadro de demência terminal.
O psiquiatra arguido foi suspenso pela Ordem dos Médicos, que considerou a apreciação feita simplista.
Foi também ouvida como testemunha a notária que presidiu à assinatura do testamento. Afirmou que pediu a presença de dois peritos (os dois psiquiatras agora arguidos), atendendo à idade do testador e ao facto de residirem longe dali. Disse que só foi avante com a elaboração do testamento por estarem presentes os especialistas.
A próxima sessão, para continuar a ouvir testemunhas, está marcada para 6 de dezembro.
TYR//LIL
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