Tradições de Moçambique e Angola candidatas a Património Cultural Imaterial da UNESCO – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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Encontro do secretário executivo da CPLP com a presidente do parlamento timorense, Fernanda Lay – Observatório da Língua Portuguesa

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Constituído em Junho de 2008, o OLP – Observatório da Língua Portuguesa é uma associação sem fins lucrativos que tem por objectivos contribuir para: o conhecimento e divulgação do estatuto e projecção no Mundo da Língua Portuguesa; o estabelecimento de redes de parcerias visando a afirmação, defesa e promoção da Língua Portuguesa; a formulação de políticas e decisões que concorram relevantemente para a afirmação da Língua Portuguesa como língua estratégica de comunicação internacional.

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O Cavaleiro da Ilha do Corvo

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REAÇÕES EMOTIVAS NÃO AJUDAM
À (RE)DESCOBERTA DA HISTÓRIA
Referi-me há pouco temo neste espaço a manifestações de interesse e louvor de uma bloger brasileira a propósito do meu romance histórico “O Cavaleiro da Ilha do Corvo” cujo enredo é suportado em alguma centenas de fontes documentais de irrefutável certidão científica.
Hoje mesmo fui surpreendido por uma sequela de comentários a pretexto de uma coletânea de imagens de propostas gravuras líticas da paisagem açoriana elencadas pela professora Antonieta Costa, uma das investigadoras que mais persistentemente tem explorado os mais incógnitos locais, esconsos e ignorados, que as ilhas da Macaronésia abrigam.
Vi com surpresa que colegas brasileiros surpreendidos por “destemperadas” reações visando as investigações da professora Antonieta Costa, viera, agora a terreiro suportar o manifestar o evidente interesse das mesmas. É o caso do professor João Lupi, do Núcleo de Estudos Açorianos, da Universidade Federal de Santa Catarina, que foi convidado pela colega referida a conhecer esses monumentos na ilha Terceira. Sublinha ele: ” mesmo não tendo visto evidências de valor arqueológico incontestável, o que a Doutora Antonieta nos mostrou constitui o que o antropólogo Barry Cunliffe classificou, quando as viu, como traços de possível presença humana, que certamente merecem investigação. Barry Cunliffe professor da Universidade de Oxford, não é, como o Dr. João Pedro, especialista em Biodiversidade e em Etologia: é um dos antropólogos e arqueólogos atualmente mais respeitados e considerados em toda a Europa, e autor de livros como “On the Ocean” (2017), onde o arquipélago dos Açores é estudado sob o ponto de vista das correntes marítimas e dos ventos favoráveis à navegação, como passagem de rotas comerciais ao alcance dos navegadores cartagineses; Cunliffe discute a descoberta do pote de moedas de 1749 e as peças de cerâmica de 1983, e mesmo reconhecendo que há dúvidas a respeito dessas descobertas afirma que “there is no inherent reason why they should not be genuine” (p.309). Algo de semelhante diz a respeito dos mapas anteriores ao século XV (p.513) : são mal desenhados e duvidosos, mas deixam ficar a suspeita de que algo se sabia sobre o arquipélago antes das viagens dos portugueses. Essa atitude de expectativa é própria de um cientista, e certamente quem conhece os trabalhos da Professora Antonieta sabe quais são as razões “oficiais” pelas quais os políticos não autorizam a realização de pesquisas arqueológicas – questão que o romance “O Cavaleiro da Ilha do Corvo” expõe com clareza, uma vez que resta à literatura denunciar quando a política impede a ciência.
Respeitosamente
João Lupi
Universidade Federal de Santa Catarina
Brasil
A minha gratidão ao colega professor João Lupi pela pertinência do seu comentário e pela referência ao meu romance/tese sobre a possível precocidade das viagens no Grande Oceano (Atlântico) antes da saga lusa naquelas paragens e cuja hipótese consitui ainda hoje algo como um crime de lesa-pátria por parte dos novos “velhos do Restelo” e dos seus irredutíveis “mares nunca dantes nevegados”…. Como tive ocasião de dizer à denodada colega Antoniets Costa, “os cemitérios estão cheios de certezas”…. hoje desmentidos.
Imagem : conjunto de nove moedas cartaginesas dedicadas à deusa Tanit e com referências à fundação de Cartago achadas na ilha do Corvo no século XVIII e estudadas pelo reconhecido numismata espanhol padre Flores e datadas de entre os anos 350 e 320 a.C. (Referência Mark McMenamim, The Numismatist. 1996)
Pode ser um desenho de texto
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Há 14 “armadilhas evolutivas” que ditam o fim da Humanidade. 12 já são becos sem saída – ZAP Notícias

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Mergulhada numa policrise global, tecnológica e estrutural, a vida humana está a auto-extinguir-se de 14 diferentes formas, de acordo com novo estudo. Conheça os 14 “becos” — dos quais só dois têm saída. O futuro da Humanidade não está garantido e as alterações climáticas não são as únicas culpadas. Na verdade, enfrentamos uma “policrise” que pode ser fatal para a população global e levar à extinção da vida humana, segundo um novo estudo da Universidade de Estocolmo, na Suécia publicado nas Transações Filosóficas da Royal Society B. Mais especificamente, há 14 “armadilhas evolutivas” que podem apanhar a vida humana, cujo

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Extrema-direita ganha outra vez, agora nos Países Baixos. “A seguir será Portugal”

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Margem esmagadora: Partido da Liberdade ganha nos Países Baixos; é anti-islamita e anti-Europa. Mas o passo seguinte é complicado.

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Debandada na IL: “Não foi isto que nos prometeram”

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De uma só vez, saem 25 elementos da Iniciativa Liberal: “Não foi isto que nos prometeram”, explicam candidatos e conselheiros.

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jovens imaturos

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A Oeste, nada de novo. A descoberta peca apenas por tardia.
Seria excelente que a atitude da digníssima Coordenadora fizesse “jurisprudência”. De cima para baixo. Das universidades aos jardins de infância.
Ontem já era tarde.
May be a doodle of 4 people, bicycle and text that says "Professores universitários queixam-se de uma interferência cada vez maior de pais na vida académica dos estudantes. Especialistas alertam para a progressiva diminuição da autonomia e aumento da imaturidade dos jovens. U Semanário "Expresso""
https://expresso.pt/sociedade/ensino/2023-11-11-Caramba-isto-parece-o-liceu-estao-sempre-irrequietos-universidades-queixam-se-da-imaturidade-dos-alunos-e-da-interferencia-dos-pais-b634e08f
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Governo tem 44 gestores públicos prontos a ser nomeados

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Apesar de Portugal ter eleições marcadas, o Governo ainda está em funções, podendo teoricamente avançar com as nomeações.

Source: Governo tem 44 gestores públicos prontos a ser nomeados

A data que divide. O que aconteceu, afinal, no 25 de Novembro?

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Crise de 25 de Novembro de 1975 é um episódio controverso da história portuguesa. Esquerda e direita não se entendem quanto ao que aconteceu.

Source: A data que divide. O que aconteceu, afinal, no 25 de Novembro?

o abandono da Estação LORAN/NATO (1965-1977)

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Estação LORAN/NATO (1965-1977):- Após o seu encerramento (30.06.78) foram mantidos vigilantes nas instalações!…Em meados da década de 1980, tendo cessado a mesma, o complexo foi saqueado e encontra-se atualmente em ruínas , degradado e recoberto de vegetação!
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Estação Loran NATO, abandonada pela Marinha Portuguesa, na ilha de Santa Maria, Açores.