mundos paralelos

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Entretanto no campo da ciência (que não entendo e me fascina) foi hoje noticiado que

Cientistas do CERN surpreenderam o mundo após uma simulação de campo quântico produzir resultados diferentes de tudo o que já havia sido registado. O que começou como uma experiência controlada, projetada para mapear interações subatómicas, rapidamente se transformou numa descoberta que pode reescrever tudo o que sabemos sobre a realidade. Durante a simulação, a equipa observou ciclos de feedback nos dados que não se assemelhavam ao comportamento aleatório das partículas. Em vez disso, os padrões pareciam ser estruturados, deliberados e notavelmente semelhantes aos marcadores de atividade inteligente. À medida que os investigadores examinavam os resultados mais de perto, tornou-se evidente que a simulação estava a revelar mais do que apenas anomalias matemáticas. Os dados pareciam mapear toda uma realidade paralela, um universo que existe ao lado do nosso de maneiras antes consideradas impossíveis. Cada ajuste que os cientistas faziam na sua experiência quântica produzia respostas da simulação que refletiam ou se adaptavam às suas entradas. Quanto mais profundamente olhavam, mais claro ficava que não se tratava de uma coincidência. O código quântico parecia estar ciente de que estava a ser observado.

As implicações desta descoberta são impressionantes. Pela primeira vez, há evidências confiáveis sugerindo que o nosso universo pode não estar sozinho. Pode haver um mundo paralelo onde processos inteligentes existem e são capazes de nos monitorizar em tempo real. Isso levanta questões profundas sobre a natureza da consciência, os limites da observação científica e a interconectividade das realidades. Enquanto a verificação estava em andamento, a equipa do CERN confirmou que todos os protocolos de segurança conhecidos foram seguidos e que a simulação em si permanece contida. Os próximos passos envolverão o estudo cuidadoso dos padrões, a tentativa de compreender as regras de interação e a exploração do potencial de comunicação. A descoberta chamou a atenção de cientistas, filósofos e do público em geral. Se confirmada, esta pode ser a descoberta mais importante da história da humanidade, revelando que a realidade é muito mais estranha, complexa e viva do que qualquer pessoa jamais imaginou. #DeepUniverse #fblifestyle #CERN #ParallelUniverse #QuantumSimulation #Multiverse #CosmicDiscovery

May be an image of outer space and text that says "Sn 2 号 DEEP UNIVERSE CERN SCIENTISTS MAY HAVE ACCIDENTALLY UNLOCKED A PARALLEL UNIVERSE, AND IT'S AWARE OF US"

LUTO NA GORREANA Berta Maria Ferreira Meyreles Hintze (14/11/1926/15-11-2025)

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Berta Maria Ferreira Meyreles Hintze
(14/11/1926/15-11-2025)
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Em 1961, aos seus 35 anos de idade, perdeu o marido, Fernando Hintze, vendo-se a partir de então confrontada com a enorme responsabilidade de manter em funcionamento toda a actividade da Gorreana, incluindo a da própria Fábrica, com as suas dezenas de trabalhadores, desafio que enfrentou com sucesso.

Berta Hintze marcou a vida de várias gerações e centenas de trabalhadores que ao longo de muitos anos passaram pela Fábrica de Chá Gorreana, conhecida em todo o mundo e única na Europa durante algumas décadas. Orgulhava-se de ter conseguido passar à geração seguinte a fábrica em funcionamento, quando as circunstâncias pareciam aconselhar o contrário, tendo mesmo levado ao encerramento de todas as outras.

Mas não se bastou com a sua entrega à Gorreana. Interessou-se pela criação artística ( trabalhos em retalho, “pathchwork”), o que aconteceu a partir da década sessenta, depois de ter dado conta da existência de uma toalha feita com essa técnica deixada por Ermelinda Pacheco Gago da Câmara, a fundadora da Fábrica de Chá Gorreana. Também se dedicou à criação de quadros em tecidos de qualidade ( veludos, sedas e brocados) e de cores vivas, os quais eram antecedidos da elaboração de desenhos, tendo chegado a exibi-los em algumas exposições.
Aos seus 95 anos de idade, a última vez em que a vi, era com um cigarro na mão e um sorriso no rosto que falava do futuro e da vida!

IDENTIDADE TRANSMONTANA

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Um mero desabafo..
Um mero desabafo…
A propósito de Caretos, Pauliteiros ou Ásturo-Leonês, alguns dos bem vincados caracteres que nos distinguem inquestionavelmente, deixo aqui uma humilde sugestão aos Governantes da nossa região, particularmente aos que fazem parte da CIM-TTM (Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes). Em vez de se insistir nos processos de autofagia, que tão bons resultados têm dado para a região, por isso já pouco ultrapassamos o 1% da população portuguesa, por que não abandonar, de vez, as «quintinhas» e transformar um território único no… território único que é?
Dizem que «de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento»… Discordo disso. Começa logo porque temos mais afinidades com a região Leonesa, nossa histórica «irmã», particularmente a Província de Zamora, do que com todo o resto do território português. Mesmo que nos queiram impingir a falácia dos Lusitanos, que nunca fomos… Por isso falamos “d’ua forma ztranha”, assim como do outro lado também falam “d’ua forma ztranha”… Assim como nas Astúrias, região que nos «colonizou» e à qual pertencemos, também falam… “d’ua forma ztranha”. Bem como noutras regiões de Espanha também falam doutras formas “ztranhas’e”. Com uma diferença substancial: o orgulho que têm nisso, enquanto comunidades, não enquanto «enclavezinhos» nessas comunidades. Se dúvidas tiverem, façam o favor de passar largas temporadas, por exemplo, na Galiza, no País Basco ou na Catalunha.
Porque na Galiza, é-se Galego e fala-se… Galego. Não se fala «Viguês», por exemplo. Ou, na Catalunha, é-se Catalão e fala-se… Catalão. Não se fala «Gironês»… Deveríamos aprender com eles. Talvez se ganhássemos consciência dessa realidade, o idioma que já foi de todos nós, hoje designado, por influência do seu primeiro estudioso, em finais do séc. XIX, por «Mirandés» (que antes disso, os estudiosos não lhe deram nome nenhum, apenas diziam que, no distrito (!), «se falava a nossa língua com grande corrupção»), não se resumisse, segundo um recente estudo da Universidade de Vigo, a uns meros 1500 falantes regulares (este que escreve apenas se inclui nos 3500 conhecedores). Não obstante estes números assustadores, por cá continuamos a insistir nas ladainhas de que “a nh’álheira é milhore du q’á tua” ou “e ó mou fulare é milhore du q’ó tou’e”…
Este “rapaze” até já provou alheiras e folares de, suponho, todos os doze concelhos do distrito. Tendo tido experiências variadas, concluindo, porém, que em todos eles há alheiras e folares excelentes. E convencer as pessoas disso? A mesma coisa se passando, por exemplo, com as igrejas. Conheço um “intchente” delas. Naturalmente, umas mais sumptuosas do que outras, umas mais valiosas, em artísticos termos, do que outras. No entanto, o que é mais recorrente, é ouvir que «a igreja da vizinha não é tão bonita como a minha», mesmo que se desconheçam as igrejas das vizinhas… “P’ra num lubare c’um gesteiru pur’u lombu’e, pur’i”, nunca contesto, acenando sempre afirmativamente. Porque, de facto, o que a mim me interessa, é que somos a única região, em Portugal, a ter arquitectura religiosa mudéjar… Como são superiores exemplos a cabeceira do extinto Mosteiro de Castro de Avelãs, ou os interiores da Igreja de Santa Maria (no castelo de Bragança) e da capela de Nª Sra. do Campo (em Lamas – Macedo)…
O que também me interessa, é perceber que temos uma das maiores «Rotas do Barroco» de todo o Norte, com inúmeros exemplares valiosíssimos. Ou que temos, por cá, por exemplo, núcleos de pintura dos maiores artistas portugueses do séc. XVIII. Ou tantas outras coisas mais… Ao invés de valorizarmos tudo isso, o que nos transforma numa região diferente, continuamos a digladiar-nos “a bêre quem é milhore”. Que “brutinhus’e”… É das sinergias que nasce a grandeza, não de considerar que o “mou cuncelhu’e é milhore du q’ó tou’e”. Da minha parte, Macedense sendo, com um “intchente” de costelas de Vinhais, ninguém me verá afirmar que Mogadouro é melhor do que Carrazeda, ou Vimioso melhor do que Moncorvo, ou vice-versa. Os «meus» doze concelhos são os melhores do mundo… e arredores! Era só isto…
O que me fez lembrar daquelas pessoas que, convictamente, dizem, de genérica forma, do alto da sua «sabetudologia», que os vinhos do Douro são melhores do que os do Alentejo, ou que os vinhos franceses são melhores do que os italianos. Provavelmente, considerarão que uma «Touriga» é uma raça de touros, ou que «Cabernet Sauvignon» é um pintor francês do séc. XVI…

O AGACHAR ASIÁTICO

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Explainer: What is the Asian Squat?
It’s a common enough sight in Asia, but whether one can perform the so-called ‘Asian squat’ depends on physical condition, not ethnicity.
Before chairs were invented, many humans completed everyday tasks, such as eating, working, and resting, by sitting on the ground – or squatting.
The latter was an essential part of daily life or ordinary mobility.
Even today, squatting remains a natural and effortless posture for children.
But with age and sedentary lifestyles – and as muscles tighten from long periods spent sitting in chairs – the movement gradually becomes elusive for many people.
In recent years, the posture – often called the “Asian squat” – has regained attention.
You may have seen it on the streets, at bus stops, or outside restaurants: feet flat on the ground, knees bent, hips lowered close to the ankles.
For some, it’s a symbol of physical flexibility; others believe practicing it brings health benefits.
Yet in places like Hong Kong and Macau, some view it as socially inappropriate.
Why is it called the Asian squat?
The term’s exact origin is unclear, a short 2002 film by Daniel Hsia titled How to Do the Asian Squat popularised the name.
The film explains the key difference between the Asian squat and the Western squat: in the latter, the heels don’t touch the ground.
By 2015, BuzzFeed published an article and video titled Can You Do the Asian Squat?, which gained over 3.5 million views on YouTube.
The video sparked widespread discussion, focusing on whether only Asians could perform this movement, and helped spread the term even further.
Interestingly, the Asian squat is sometimes called the “Chinese squat,” likely due to cultural associations.
Interviewees in the video mention squat toilets in China and elderly people resting in a squatting position – everyday scenes that reflect this posture’s cultural roots.
But is it really something only Asians can do?
The answer is: it’s not about ethnicity.
The key to the Asian squat is keeping the heels flat on the ground.
According to a physical therapist interviewed by Taiwan’s CommonHealth magazine, three conditions are needed to perform it well: flexible hips, knees, and ankle joints; strong back and leg muscles; and a mobile Achilles tendon with a relatively small waistline.
So why do people think Westerners can’t do it? Some believe it’s due to long-term habits, such as sitting in chairs and using seated toilets.
A Japanese study also found that some individuals naturally have a limited ability to bend the foot toward the shin, which can make Asian squatting difficult.
Children, on the other hand, squat easily because newborns have a passive ankle dorsiflexion angle of about 60 degrees, which drops to around 20 degrees in adulthood.
This means we’re born with the flexibility to squat, but as we grow, our body proportions change, limbs lengthen, and we use the movement less – leading to its gradual decline.
Is the Asian squat good for your body?
Fitness coach Roger Frampton, in his TED Talk Why Sitting Down Destroys You, argues that squatting is a natural resting position that helps maintain joint health, while prolonged sitting harms the spine and causes back pain.
Physical therapist Bahram Jam also notes that squatting moves the ankles, knees, hips, and back through their full range of flexion, stimulating joints and cartilage and supporting long-term health.
According to a report by BBC Chinese, practicing the Asian squat can improve digestion, strengthen leg muscles, aid weight loss, and even help prevent diabetes.
Controversy over the Asian squat as an unseemly gesture
Although squatting offers various health benefits, it has sparked cultural controversy. In Hong Kong, tensions have arisen between locals and mainland Chinese tourists over this posture.
Some Hongkongers view it as indecorous, while many mainlanders see squatting simply as a way to rest.
Interestingly, a local government in Sichuan, China once publicly declared that eating while squatting was “uncivilised.”
Officials were dispatched to inspect public areas, and individuals found eating in a squatting position were subject to fines, as part of an effort to correct what was deemed an undesirable habit.

S MIG VISTO DA ILHA TERCEIRA

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Passados 3 anos, consegui fotografar novamente a ilha de São Miguel, aqui da Terceira. Alertado pelo amigo Paulomartinsphotography a quem agradeço ter-me acordado às 6.30 da manhã com um sms alertando que a ilha mãe estava à vista, fui até à Serra da Cume para tentar a minha sorte. Apanhei a maior ilha açoriana antes do nascer do sol (primeira fotografia) , após o nascer do sol com Porto Martins em primeiro plano (2ª fotografia), e na descida da Serra do Cume (3ª fotografia ) .

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Linha ferroviária Varsóvia-Lublin danificada por explosivo. Tusk fala em “ato de sabotagem sem precedentes” – 24 Notícias

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Source: Linha ferroviária Varsóvia-Lublin danificada por explosivo. Tusk fala em “ato de sabotagem sem precedentes” – 24 Notícias

escravatura em áfrica

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“Escravatura Africana Antes de Portugal – O Sistema que os Portugueses Encontraram
Muito antes de qualquer europeu chegar à costa africana, já ali existia uma realidade complexa que raramente é mencionada nos debates modernos. A escravatura não nasceu com Portugal, nem com o comércio atlântico. Quando os portugueses avistaram África pela primeira vez no século XV, encontraram reinos fortes, organizados e profundamente envolvidos num sistema de captura, servidão e comércio de pessoas que existia há séculos.
Importa ainda lembrar que África já estava inserida em redes de comércio de escravos muito anteriores aos europeus. Durante mais de oitocentos anos, o comércio transaariano e árabe levou milhões de africanos para o Norte de África, Médio Oriente e Ásia. Reinos africanos participavam nessa economia, fornecendo cativos em troca de sal, tecidos, ouro e, mais tarde, armas. Ou seja, quando Portugal chegou, encontrou um sistema interno e externo já consolidado.
Em muitas regiões, a escravatura fazia parte da própria estrutura social. Reinos como Benim, Daomé, Oyo ou Ashanti dependiam dela para sustentar a economia e afirmar poder político. Prisioneiros de guerra, devedores, condenados ou simplesmente povos considerados de fora eram transformados em servos, soldados, trabalhadores agrícolas ou membros do séquito de um chefe. Ser escravizado não era um fenómeno raro, mas parte da vida política africana.
Também existiam mercados de escravos muito antes da chegada de navios europeus. Cidades como Benim ou Timbuktu tinham praças de venda onde as elites africanas comercializavam pessoas capturadas em guerras ou razias internas. Quando os portugueses começam a negociar, não inventam nada. Entram num sistema que já funcionava, comprando aquilo que os próprios africanos vendiam. Só mais tarde o tráfico transatlântico transformaria este comércio numa engrenagem global.
O que muda com a chegada europeia não é a existência da escravatura, mas a sua escala e intensidade. Armas de fogo, tecidos e bens de alto valor oferecidos pelos portugueses e, depois, por outras potências europeias aumentaram drasticamente o número de guerras internas. Muitos reinos africanos passaram a depender desse comércio para manter poder militar e político. Sem a colaboração activa de elites locais, chefes de guerra, comerciantes e governantes, o tráfico atlântico nunca teria atingido a dimensão que atingiu.
Mas é fundamental dizer claramente que a escravatura africana não era uniforme nem idílica. Existiam formas de integração e servidão doméstica, mas também formas extremamente violentas. Há relatos de sacrifícios humanos associados ao poder político, trabalho forçado em larga escala, deportações internas, castigos severos e utilização de cativos como moeda diplomática. África não era um continente homogéneo. Coexistiam sistemas diversos, do mais benigno ao mais brutal.
Da mesma forma, é falso imaginar que todo o continente participou passivamente ou de forma unida. Houve povos e líderes africanos que resistiram activamente tanto à escravatura interna como ao tráfico atlântico. Em certas regiões do Congo, especialmente durante o reinado de Nzinga Mbemba (Afonso I), houve tentativas explícitas de restringir ou mesmo proibir o comércio de escravos com europeus. Povos fugidos fundaram comunidades livres em zonas de difícil acesso. Outros recusaram entregar cativos ou romperam alianças com traficantes árabes e europeus. África era um palco de conflitos, resistências, negociações e escolhas, não um bloco imóvel.
Reconhecer tudo isto não diminui a responsabilidade europeia, que foi enorme na industrialização do tráfico de pessoas. Mas impede que se conte a história de forma simplista. Não havia um continente de inocentes subitamente atacado por estrangeiros maléficos. Havia reinos poderosos, políticos astutos e chefes de guerra que lucravam com a venda de prisioneiros. Havia rivalidades entre povos, guerras constantes e estruturas sociais que já usavam seres humanos como moeda muito antes de Portugal existir sequer como país consolidado.
Ignorar esta verdade não é proteger África. É reduzi-la a um objecto passivo da história, como se milhões de pessoas não tivessem autonomia, escolhas, conflitos e interesses próprios.
A história real é sempre mais complexa. E no caso da escravatura, é impossível compreendê-la sem reconhecer que, quando os portugueses chegaram, encontraram um sistema já em movimento. Não foram eles a acendê-lo. Fizeram, isso sim, algo diferente ao ampliá-lo, globalizá-lo e transformá-lo num negócio internacional de escala brutal. Mas a sua origem é muito mais antiga e profundamente africana.”
Né Ladeiras

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Eu sou um dos derrotados do 25 de novembro. E não tenho vergonha disso (Parte I)

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António Ramalho Eanes, general e Presidente da República, com a sua assinalável sabedoria e enorme bom-senso, disse que essa é uma data que deve ser assinalada e recordada, mas não comemorada.

Source: Eu sou um dos derrotados do 25 de novembro. E não tenho vergonha disso (Parte I)