o mais CURTO e belo conto de fadas

Views: 0

Era uma vez um rapaz que pediu a uma linda garota:
– Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
– NÃO!
E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras garotas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava dinheiro, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém tentava mandar nele.

A moça teve celulite, varizes, os peitos caíram e ficou sozinha.
FIM

Aquenáton: O faraó alienígena do antigo Egito – OVNI Hoje!

Views: 0

Já que este assunto está voltando a ser comentado na Internet, vale a pena republicá-lo para enfatizar este fato estranho que é ignorado pelos arqueólogos

Fonte: Aquenáton: O faraó alienígena do antigo Egito – OVNI Hoje!

Continuar a ler

“A cultura faz parte do processo de inovação”, diz José António Salcedo – Rui Moreira

Views: 0

José António Salcedo começou a primeira intervenção nas Conversas à Moda do Porto com uma declaração de interesses: “as minhas declarações normalmente são no sentido de dizer que estou cá mas não tenho nada a ver com isto. Mas desta vez eu estou aqui em apoio claro e motivado para a candidatura de Rui Moreira, como é evidente”. Ler Artigo Completo

Fonte: “A cultura faz parte do processo de inovação”, diz José António Salcedo – Rui Moreira

Glossário: palavras timorenses

Views: 0

http://letratura.blogspot.pt/2007/02/glossrio-palavras-timorenses.html

23.2.07

Glossário: palavras timorenses

Palavras timorenses no português
Baiqueno m. Língua, falada principalmente na Província do Servião, a que os Holandeses chamaram timoreesch.
Batanda f. Dança de Timor.
Bataúda f. Batuque de Timor.
Calado m. Dialecto falado nas montanhas vizinhas de Díli, em Timor.
Carosol m. Arbusto amomáceo de Timor.
Cascado m. Em Timor, doença da pele, peculiar aos indígenas.
Champló m. Árvore de Timor.
Coilão m. Pântano, paul; ribeiro que não chega às praias, escoando-se nas areias ou formando pântanos.
Cole m. Em Timor, folha de palmeira, com que se fazem esteiras, cestos e sacos.
Crubula f. Certa árvore de Timor.
Dagadá m. Língua gentílica de Timor, falada nos reinos de Faturó e Sarau, na ex-parte portuguesa.
Dasserai m. Axorcas que os Timorenses trazem nos artelhos.
Dató m. Chefe de uma aldeia (suco) ou de uma reunião de aldeias em Timor, pertencente à primeira classe social, dita mesmo dos datós.
Firaco m. Homem rude, montanhês, indígena do Leste do território.
Gabuta f. Planta de Timor.
Gonilha m. pl. Tabuões de bambu justapostos, com buracos redondos, que se colocavam nas pernas dos encarcerados.
Hacpólique m. Nome que em Timor se dá à tanga usada pelos indígenas.
Haiçá m. Árvore de Timor.
Haissuaque m. Instrumento de madeira pontiagudo com que os Timorenses amanham e revolvem a terra, em vez de arado ou de enxada.
Idate m. Um dos idiomas indígenas de Timor.
Lacalei m. Um dos idiomas indígenas de Timor.
Lamaquito m. Tribo indígena de Timor.│Indivíduo desta nação.
Lamuca f. Em Timor, espécie de rola.
Lantém m. Tarimba, mesa, estante ou banco de bambu ou hastes da palapa (espécie de palmeira da região), em Timor.
Lepalepa f. Canoa de Timor, curta e larga.
Liurai m. Em Timor, título do rei ou do régulo.
Lorçá m. Hino guerreiro e patriótico, em Timor.
Lorico m. Espécie de periquito de Timor.
Mambai m. Idioma indígena de Timor.
Manatuto m. Língua de Timor, na região do mesmo nome.
Nauete m. Dialecto indígena de Timor.
Naumique m. Um dos idiomas indígenas de Timor.
Pagar m. Em Timor, o m. q. casa.
Palapeira f. Bot. Árvore de Timor de cujas fibras as mulheres tecem panos.
Parão m. Arma usada pelos Timores, espécie de foice roçadoura, com a ponta levemente curva.
Parapa f. Bot. Certa árvore de Timor.
Pardau m. Em Timor, medida de comprimento, apenas empregada na medição dos chifres dos búfalos.
Posual m. Em Timor, lugar onde se guardam as coisas sagradas, louças, pedras, azagaias, amuletos, etc.
Salenda f. Espécie de xaile das mulheres malaias e usado igualmente pelos homens em Timor.
Suangue m. Nome que em Timor se dava ao feiticeiro.
Tabedaí m. Dança timorense.
Tais m. Pano de algodão com que os guerreiros de Timor cobrem o corpo, da cintura ao joelho.
Tamugões m. pl. Segunda classe de indígenas de Timor.
Tanleom m. Bot. Árvore de Timor, espécie de sândalo.
Tarão m. O m. q. anileira, em Timor.
Teto m. Uma das línguas faladas em Timor; o m. q. manatuto e tétum.
Tétum m. O m. q. teto.
Timungões ou tumungos m. pl. Classe dos chefes, espécie de baixa nobreza, de povoação em Timor.
Uiamá ou uimaa m. Língua de Timor-Leste falada nas áreas administrativas de Atsabe, Calicai, Laleia, Venilale e Vila Salazar (Baucau).
Valuiú f. Bot. Palmeira silvestre de Timor.

[Glossário em construção: 50 entradas]

31 nomes que não funcionam muito bem no Brasil

Views: 0

Fonte: 31 nomes que não funcionam muito bem no Brasil

31 nomes que não funcionam muito bem no Brasil

Louis Picamoles usando o aplicativo Rego no Boquete Country Club.

publicado

1. A Fundación para el Desarrollo Urbano (FUDEU), na Costa Rica.

2. A Bosta Water Technics, na Holanda.

Via bosta.com

BOSTA NETHERLANDS | BOSTA FRANCE | BOSTA BELGIUM | BOSTA UK

4. O goleiro polonês Lukasz Merda.

5. A joalheria Fudeus, em Berlim.

Clarissa Passos / BuzzFeed Brasil

6. A joalheria australiana Bunda.

Clarissa Passos / BuzzFeed Brasil

7. O suco americano Suja.

Eduardo Fonseca Moraes.

8. O aplicativo Rego.

Via rego.to

“Viu um restaurante que parece bom? Coloque no Rego. (…) Tem um tempinho livre? Abra o Rego e veja o que há em volta.”

9. O banco holandês Rabobank.

10. O político argentino Walter Buceta.

11. O fotógrafo canadense Paul Buceta.

12. A grife equatoriana Pinto.

Via pinto.com.ec

Incluindo PINTO KIDS e PINTO BABY.

13. O blog Gallo Pinto & Mole, feito por duas latinas que moram em Los Angeles.

14. O jogador francês de rúgbi Louis Picamoles.

15. A banda espanhola Picadura.

16. A Pintudos, empresa boliviana de joguinhos ecológicos.

17. A Rola, empresa alemã de soluções de segurança.

18. A montadora chinesa Chana Motors.

Clarissa Passos / BuzzFeed Brasil

Ela opera no Brasil com o nome Changan.

19. A galeria de arte Bicha, em Londres.

20. O restaurante chinês Xi-Xi, em Gozo (rs), Malta.

Via gozo.com

O endereço do site oficial é gozo.com/xixi.

21. A loja japonesa Furico.

22. A loja japonesa Suvaco.

24. O endereço da Energy Credit Union.

25. O site de compras Cuzin.

26. O restaurante novaiorquino La Vara.

27. A Federación de diabéticos españoles (Fede).

28. O partido alemão FDP.

Wolfgang Rattay / Reuters

29. O restaurante peruano Picas.

30. A empresa romena de logística Benga.

31. E a fabricante de borrachas Vipal, do… Brasil.

Compartilhar

massacres de aborígenes (o mapa)

Views: 0

New map records massacres of Aboriginal people in Frontier Wars

BY NATIONAL INDIGENOUS AFFAIRS CORRESPONDENT BRIDGET BRENNAN

A screenshot of an online map marking the massacres of Aboriginal clans across Australia's colonial frontier.
PHOTO

The online map marks the massacres of Aboriginal clans across Australia’s colonial frontier.

SUPPLIED: UNIVERSITY OF NEWCASTLE

After years of painstaking research, an online map marking the massacres of Aboriginal clans across Australia’s colonial frontier has launched.

More than 150 sites have been recorded along the east coast, where violent attacks on Aboriginal people took place for decades after the First Fleet arrived.

Historian and conjoint Professor at the University of Newcastle Lyndall Ryan believes it will be one of the most comprehensive maps of the Frontier Wars ever produced.

“I think this project wanted to provide people with the evidence and finding the evidence has taken a long time,” Professor Ryan said.

“We’d like to hope that this is a preliminary map and more and more sites will be added over time.”

Killings ‘designed not to be discovered’

Professor Ryan said finding sources to corroborate oral history of the massacres was difficult, because the killings were “designed not to be discovered”.

Sites in Tasmania, Victoria and most sites in New South Wales and Queensland have been recorded, but Professor Ryan said much more work needed to done in other states.

“As we move further west, I think we’ll find that map is going to have a lot of dots on it,” she said.

Each site has been recorded alongside multiple accounts of the battles, with sources from newspaper reports, settler diaries and letters, and court records.

Professor Ryan said Tasmania was the first site where major massacres occurred — the conflict there is commonly known as the Black War.

“They went for a period of about seven or eight years, and it terms of the Aboriginal population in Tasmania, certainly the numbers were devastating,” she said.

But as settlers moved north along the mainland, Professor Ryan said death counts rose dramatically.

“We’ve got a number of really major massacres where 60 or more [people] were killed and then we’ve got a very major event at Gippsland, the Warrigal Creek massacres, where over a period of about five days, about 150 people were killed,” she said.

Evidence ‘could help overcome uncertainty, scepticism’

Some Aboriginal communities asked the researchers not to pinpoint the exact location of where their ancestors were killed, so the map records an approximate site instead.

The dots are marked in yellow — after many communities told the researchers that red was a sacred colour which should not be used to mark deaths.

Each marking on the map includes a date, the number of people killed, the types of weapons used by settlers and, in many cases, the names of the perpetrators.

“If you can provide the evidence of the information, then it could help to overcome a lot of the uncertainty and scepticism,” Professor Ryan said.

“I think it’s making us focus on just what happened.”

There are few monuments to the Frontier War across the Australian landscape, and Professor Ryan hopes that may change.

“I guess this could be the beginning,” she said.

“However, we still haven’t reached the point where we’ll stop desecrating these sites.

“We’ve got a long way to go to accept the Frontier War.”

The research team found many major massacres happened alongside rivers, but some battle sites are now under dams, reservoirs and weirs.

“That’s where the majority of Aboriginal people were, that was where the good pastoral land was and that’s where the settlers wanted to be,” Professor Ryan said.

“I think it would be possible along the Murray River to have some well-identified signs [saying]: ‘This was a battle site’.”

http://mobile.abc.net.au/news/2017-07-05/new-map-plots-massacres-of-aboriginal-people-in-frontier-wars/8678466?pfmredir=sm