Blog

  • LER AÇORES 38 HELENA CHRYSTELLO

    Views: 0

    https://www.youtube.com/watch?v=_OcV6aoapWk

     

    Luisa Costa Gomes Costagomes posted on your Timeline
    “Muitos parabéns à Doutora Helena Chrystello, acabei de ver o programa LER MAIS na RTP Açores, bem haja pela pesquisa, trabalho literário e entrega na valorização da cultura e dos autores açorianos. Continuação do maior sucesso para os próximos projetos. Bjs”
     

     

  • ARTE TIMORENSE

    Views: 0

     

    Ketta Linhares é filha de pais timorenses e após as “ondulações” na sua vida, a mãe sem querer deu-lhe o rumo que estava a precisar para lançar o seu próprio negócio…e assim nasceu a marca “Laloran”, que significa “onda” em tétum.

    É a marca dos cadernos para desenhar de capa dura e lombada em tecido. Um dos tecidos é o tais timorense que dá um toque especial aos mesmos, que Ketta faz manualmente e que podemos encomendá-los aqui: http://book-sketch.blogspot.com/

    Saiba mais sobre o processo de fabrico dos cadernos nas mãos e no relato da autora.

    ketta

    vimeo.com

    This is a video made with Ketta, for Ketta 🙂 Hope you enjoy its simplicity.
  • café made in Azores

    Views: 0

     

    Um café nos Açores

    mesamarcada.blogs.sapo.pt


    Um café nos Açores

    por Duarte Calvão, em 22.07.13

    Regressado de umas curtas férias nos Açores, que me levaram ao Faial, Pico e São Jorge, qual não foi o meu espanto ao descobrir nesta última ilha a existência de café, numa pequena produção na Fajã dos Vimes, na costa sul. Quando me informaram, no Posto de Turismo de Velas, não dei grande importância, pensando tratar-se de alguma curiosidade apenas botânica, sem significado para apreciadores. No entanto, ao chegar lá descendo as íngremes e belas estradas desta ilha comprida e alta, fiquei surpreendido com a qualidade do que me serviram no Café Nunes, um óptimo expresso aromático e encorpado.

    Fomos atendidos ao balcão por um rapaz muito simpático e bem educado, como é comum nestas paragens atlânticas, que depois vim a saber ser Mário Nunes (na foto, em baixo), filho de Manuel Nunes, que há cerca de 15 anos tomou conta desta propriedade e desenvolveu o cultivo de alguns pés nas traseiras do seu pequeno café, que já por lá existiam há bastante tempo (trazidos provavelmente do Brasil por um bisavô), de variedade arabica. Mário Nunes de imediato se disponibilizou para nos mostrar a “plantação” (na foto, em cima) e o local em que o café é seco ao sol. Depois, é torrado “na sertã” em casa da família, contígua ao café, que tem ainda no andar superior uma pequena loja de tapetes e colchas feitos pela mãe e pela madrinha.

    Impressionado pela qualidade do café, perguntei logo se não estavam a pensar comercializá-lo ali ou até no continente, mesmo sendo óbvio que a produção é muito escassa. Porém, os números que Mário Nunes me deu não deixam espaço para ilusões: entre 50 kg e 100 kg por ano…Mas, como as coisas têm corrido bem, estão a ver se conseguem aumentar a produção, por isso, talvez, um dia, quem sabe…Para já, toda a produção é absorvida localmente, mesmo que vendida um pouco mais caro, a um euro o expresso.

    Esta escassez tem a vantagem de nos fazer visitar a Ilha de São Jorge, onde, como é sabido, há outros trunfos gastronómicos fortes como o célebre queijo DOP ou a fábrica de conservas Santa Catarina, que usa apenas atum pescado com a técnica salto e vara, amiga do ambiente, que até já lhe valeu um prémio da Greenpeace. Mas sobretudo de conhecer locais belíssimos, como esta Fajã dos Vimes, e gente do melhor que há, gente que nós continentais até já estranhamos pelo modo civilizado e culto como falam, pela correcção com que nos tratam, pelo justificado orgulho que têm na sua terra.
    Para despedida, deixo uma fotografia dos preparos da festa e procissão, dedicada a Nossa Senhora do Carmo, que iam decorrer essa noite. Apesar de se prever mau tempo, não faltava boa disposição e entusiasmo nos trabalhos. Infelizmente, não pude ficar, tive que apanhar o barco ao fim da tarde para regressar ao Pico, mas espero um dia voltar, para ver como anda o magnífico Café Nunes e assistir à festa.

     

    Nota 1: não ia preparado para o que ia encontrar, não tomei notas, e por isso escrevo as informações de memória, peço já desculpa se cometi alguma imprecisão

    Nota 2: Fotografias de Cristina Gomes

    • Chrys Chrystello já falei sobre isto há ano no ChrónicAçores…um segredo bem guardado
  • ANTERO E OS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA

    Views: 0

    A proposta de Vasco Pereira da Costa no 13º colóquio da lusofonia em Floripa (Brasil) vai avançar com o candidato à Câmara de Ponta Delgada Dr José Contente, segunda noticia o Diário dos Açores a propósito da reunião que tivemos com o candidato há dias

    VER PROPOSTA ORIGINAL AQUI conclusoes brasil2010

    PAG6DIARIO 2013-08-02

  • morreu 1º reitor da UAçores

    Views: 0

    Morreu José Enes, fundador, professor e primeiro reitor da Universidade dos Açores.
    in açoriano orinetal

    V

    Faleceu hoje em Lisboa José Enes, o primeiro reitor da Universidade dos Açores (UAç).
    José Enes Pereira Cardoso tinha 89 anos e era natural das Lajes do Pico, segundo noticiou a RTP-Açores. Era considerado um grande pensador açoriano e um dos mais importantes filósofos portugueses do Século XX.
    Com formação em escolástica tomista pela Universidade Gregoriana de Roma, José Enes foi professor da Universidade Católica Portuguesa e fundador, professor e primeiro reitor da Universidade dos Açores, um cargo que exerceu entre 1976 e 1982. Ao longo de uma vida literária com meio século, publicou sete livros.
    A letra ‘Montanha’, musicada por Emílio Porto e interpretada pelo grupo coral das Lajes do Pico, foi considerada uma declaração de amor à sua terra natal.
    Após deixar a Universidade dos Açores, José Enes residia em Lisboa, onde foi também vice-reitor da Universidade Aberta . Segundo a Enciclopédia Açoriana, do Centro de Conhecimento dos Açores, a sua via foi atravessada por três grandes paixões: a poesia, os Açores e a filosofia.
    Em declarações ao Açoriano Oriental, o antigo reitor, Vasco Garcia, também ele fundador da Universidade dos Açores, afirmou que José Enes foi o “homem certo no lugar certo na hora certa para a fundação da Universidade dos Açores”.
    Como pessoa, Vasco Garcia classificou José Enes como um “homem sábio, um hábil negociador e um diplomata com uma persistência notável”. Vasco Garcia conclui a dizer que o maior legado de José Enes é a própria UAç: “sem ele, não acredito que tivesse havido universidade”.
  • a pedra de dighton

    Views: 0

    História dos Açores added a photo from 1 August 2013 to their timeline.
    2 de novembro de 1959, rio Taunton, Berkley, Massachusetts
    • Pedra de Dighton
      https://www.facebook.com/pages/Amigos-dos-Corte-Reais/558331347532207
      A Pedra de Dighton é um vestígio da presença portuguesa nos EUA, teoria que foi fortemente defendida a partir do século XX e que prova que os portugueses foram os pioneiros europeus a habitar os atuais EUA, nos inícios do século XVI.
      Segundo esta teoria, a Pedra de Dighton tem inscrições com o nome do terceirense Miguel Corte Real e o ano de 1511, além de ter as cruzes de cristo, símbolo do Portugal dos Descobrimentos.

    A partir de 11 de abril de 2013 nasceu os Amigos dos Corte-Reais.
    Os Amigos dos Corte-Reais procuram divulgar e perpetuar na memória dos portugueses no geral e nos terceirenses em particular a História da Pedra de Dighton e a sua ligação à Ilha açoriana, sobretudo no momento em que uma 6ª réplica foi concluída recentemente e estará em breve em Angra do Heroísmo, concretizando assim um sonho do Dr. Manuel Luciano da Silva, depois de várias décadas de combate. Assim, além do grupo, nasceu o sítio oficial (http://amigoscortereais.wix.com/cortereais), com toda a informação útil sobre o tema e a página de facebook (https://www.facebook.com/pages/Amigos-dos-Corte-Reais/558331347532207).

    Foto oferecida pelo Dr. Manuel Luciano da Silva
    (FMN)

    2 de novembro de 1959, rio Taunton, Berkley, Massachusetts - Pedra de Dighton https://www.facebook.com/pages/Amigos-dos-Corte-Reais/558331347532207 A Pedra de Dighton é um vestígio da presença portuguesa nos EUA, teoria que foi fortemente defendida a partir do século XX e que prova que os portugueses foram os pioneiros europeus a habitar os atuais EUA, nos inícios do século XVI. Segundo esta teoria, a Pedra de Dighton tem inscrições com o nome do terceirense Miguel Corte Real e o ano de 1511, além de ter as cruzes de cristo, símbolo do Portugal dos Descobrimentos. A partir de 11 de abril de 2013 nasceu os Amigos dos Corte-Reais. Os Amigos dos Corte-Reais procuram divulgar e perpetuar na memória dos portugueses no geral e nos terceirenses em particular a História da Pedra de Dighton e a sua ligação à Ilha açoriana, sobretudo no momento em que uma 6ª réplica foi concluída recentemente e estará em breve em Angra do Heroísmo, concretizando assim um sonho do Dr. Manuel Luciano da Silva, depois de várias décadas de combate. Assim, além do grupo, nasceu o sítio oficial (http://amigoscortereais.wix.com/cortereais), com toda a informação útil sobre o tema e a página de facebook (https://www.facebook.com/pages/Amigos-dos-Corte-Reais/558331347532207). Foto oferecida pelo Dr. Manuel Luciano da Silva (FMN)
    · Share · 18114 · about an hour ago ·
  • vídeo açores SINTA-SE VIVO

    Views: 0

    http://vimeo.com/55635090

     

    https://vimeo.com/55635090

  • joana félix 2 poemas

    Views: 0

     

    Epidódio 211/365 “Horizonte” e “Insónia” de Joana Félix

    Hoje trago-vos dois poemas muito serenos de Joana Félix. obrigado pela vossa atenção, Nuno Meireles
  • são jorge uma ilha esquecida (2013)

    Views: 0

     

    Jornal de Negócios:
    S. Jorge – Ilha esquecida
    “Vitorino Nemésio, em “Mau Tempo no Canal”, vê-a [à Ilha de S. Jorge] como um “vulto estirado” no mar, “um navio azulado pelo próprio fumo da marcha”.
    Não tem o cosmopolitismo da Horta nem exerce a atração natural do majestático Pico, mas é na pacata e discreta ilha de São Jorge que se escondem as paisagens mais surpreendentes das “ilhas do triângulo”.”

    https://www.jornaldenegocios.pt/negocios-iniciativas/verao/detalhe/SJorge_Ilha_esquecida

    S. Jorge – Ilha esquecida

    www.jornaldenegocios.pt

    S. Jorge – Ilha esquecida

    Vitorino Nemésio, em “Mau Tempo no Canal”, vê-a [à Ilha de S. Jorge] como um “vulto estirado” no mar, “um navio azulado pelo próprio fumo da marcha”.

    S. Jorge - Ilha esquecida
    Turismo dos Açores
    Elisabete Miranda 29 de julho de 2013 às 00:26

    Não tem o cosmopolitismo da Horta nem exerce a atracção natural do majestático Pico, mas é na pacata e discreta ilha de São Jorge que se escondem as paisagens mais surpreendentes das “ilhas do triângulo”.

    A forma comprida e estreita com que São Jorge se dispõe no Atlântico, no coração do grupo central do arquipélago dos Açores, começa por ser uma das suas singularidades. Os guias turísticos tendem a caracterizá-la de “oblonga”, mas espíritos mais fantasiosos conseguem descobrir-lhe outras formas dentro da adjectivação convencional a que está confinada.

    Vitorino Nemésio, em “Mau Tempo no Canal”, vê-a como um “vulto estirado” no mar, “um navio azulado pelo próprio fumo da marcha”. Raul Brandão, que em 1924 se passeou dois meses pelas nove ilhas, compara-a um “grande bicho à tona de água”. Os fiéis à mitologia religiosa identificam este “grande bicho” como um dragão, “um dragão adormecido”, depois de corajosamente domado pelo cavaleiro que é patrono da ilha.

    A razão pela qual vale a pena descrever mais demoradamente a morfologia é porque ela é determinante para os segredos que a região esconde. Com 53 quilómetros de comprimento e apenas oito de largura, São Jorge parece ser, seguindo com Raul Brandão, “só metade de uma ilha, cortada a pique”.

    De um lado, a Sul, a suave ondulação dos campos vai desembocar harmoniosamente no mar. A Norte, as serras deslumbrantes são abruptamente interrompidas por “penedos aguçados como dentes”, criando um vazio entre o verde e o azul.

    Este contraste entre a aspereza das falésias da costa Norte e a planura do Sul foi propiciado pelo que os geólogos designam de “vulcanismo fissural”. A lava dos sucessivos vulcões foi sendo expelida ao longo de fracturas na crosta terrestre, contribuindo para a formação de uma cordilheira em linha recta.

    É também a este processo que ficou entretanto a dever-se a profusão de fajãs, zonas formadas por aluimentos de terra ao longo da costa, onde pequenas povoações se foram aninhando. Ao todo São Jorge tem 73, um número ímpar em todo o arquipélago e que ali estão para exibir o arrosto do homem a uma natureza hostil.

    Para quem dê a volta à ilha de carro, as fajãs acabam por incorporar-se naturalmente no percurso da viagem. Mas quem ponha os pés ao caminho para alcançar algumas das mais inacessíveis, como a fajã da caldeira de santo Cristo, encontrará no fim justa recompensa.

    Paisagem preservada

    AÇORES

    A Fajã dos Cubres, na Calheta, é descrita como uma das mais bonitas e exóticas de São Jorge. Na ilha há o número invulgar de 73 fajãs, áreas formadas em resultado de aluimentos de terra ao longo da costa, sobre as quais se foram aninhando pequenas povoações.

    Com uma população de quase nove mil habitantes e em progressivo declínio, São Jorge continua a ser uma a ilha pastoril e essencialmente agrícola, mantendo os traços de uma paisagem rural que foi preservada da intervenção humana.

    O gado, que constitui a base económica da ilha, espalha-se pelos campos e pelas serras, que também aqui se encontram ladeadas por serpentinos trilhos de hortenses que acompanham o lençol de verde até ao mar.

    Lá em cima, a mil metros de distância do mar, no ponto mais alto da ilha ergue-se o Pico da Esperança, onde, em dias claros, se avista a silhueta de todas as vizinhas do grupo central. Dizia Raul Brandão, “o que as ilhas têm de mais belo e as completa é a ilha que está em frente”. São Jorge é a janela para quatro – Faial, Graciosa, Pico e Terceira.

    “AS FAJÃS SÃO ÚNICAS”

    Perguntas a António Pedroso Pintor, ceramista e empresário de turismo (dono da Casa do António e da Agência de viagens Aquarius)

    Do que gosta mais em São Jorge?

    Além de ser a minha terra e de termos sempre um carinho especial pela nossa terra, gosto muito da natureza. A ilha é fantástica, tem um contraste muito grande entre montanha e mar, a costa norte e a costa sul. A Norte encontram-se escarpas abruptas, lindíssimas, a Sul uma paisagem mais plana. Temos também uma vegetação muito exótica e com muita diversidade – temos plantas e flores de todo o mundo.

    O que tem de diferente das outras que valha a pena a visita?

    As fajãs. Temos cerca de 70 fajãs, o que é único na região. Única também é a nossa centralidade, o que faz com que nos sintamos sempre acompanhados por mais quatro ilhas e todos os dias vemos alguma. Uma das minhas rotinas é ir à janela ver o Pico. Se está com chapéu vai chover… é um barómetro meteorológico.

    O que recomenda a toda a gente que faça?

    Os passeios a pé. Temos trilhos fantásticos, que correspondem aos antigos trilhos que eram utilizados pelas populações para irem para as fajãs. Entretanto há fajãs que já têm estradas e os trilhos antigos são usados para as caminhadas. São muito engraçados porque descem de cerca de 700, 800 metros e até 1.000 metros até à costa.

    Porque acha que é uma das menos visitadas?

    É um bocado desconhecida. Não temos gateway, as ligações de barcos são um bocadinho incertas… isso leva a que os operadores turísticos comecem a desconfiar. Também não há muito interesse por parte de quem está nos gabinetes de turismo de divulgar as ilhas pequenas, porque desvia turismo das maiores. Às vezes há esse medo, mas é infundado.

    Têm-se ressentido da crise?

    Como trabalho basicamente com estrangeiros, não noto. Mas claro que no mercado nacional houve redução de turistas. Os Açores continuam a ser muito caros por causa do monopólio da Sata. Mas há nichos de mercado em desenvolvimento, como o turismo desportivo – rappel, canoagem, passeios de barco, pesca desportiva, mergulho. Temos também o turismo de genealogia: cada vez mais os lusodescendentes estão interessadas em saber quem são os seus antepassados e nós fazemos a investigação. Há boas ideias, mas é preciso suporte para desenvolvê-las.