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Don’t be stupid! Actually, be very selfish! Plant trees! Millions of trees!
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O deputado Paulo Estevão, do PPM, sentiu-se hoje impedido de levar à Assembleia Legislativa Regional um Voto de Protesto – na sua versão original – que repudiava o “linguarejar profundamente homofóbico”, com que o presidente da Câmara Municipal das Lajes do Pico, Roberto Silva, se referiu ao presidente da Associação Cultural “MiratecArts”, Terry Costa, em…
Source: Paulo Estevão acusa presidente do Parlamento Regional de censura | Açores 24Horas – Jornal Diário
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Há uns anos acampei durante uma semana na Fajã de Santo Cristo, na ilha de São Jorge.
Mal terminei de montar a tenda, apareceu-me um senhor a embirrar com o local que eu escolhera. Achava que era muito isolado e tentou por tudo que eu mudasse a minha casa provisória para perto da igreja. Tentei explicar-lhe como pude de que gostava de ali estar. Ele não se convenceu e, durante os primeiros dias em que lá estive, fez de tudo para me convencer a mudar o raio da tenda de lugar.
Quando, finalmente, tolerou a minha teimosia, começamos um diálogo, ao final das tardes, no Café Borges e que se prolongou até ao fim da minha estadia na Fajã.
O Emanuel era um contador de histórias, muitas delas insólitas. Mas era também um artista com laivos de filósofo atormentado.
Foi ele que me explicou o que é “ir para dentro de uma Fajã” e que é muito mais do que uma simples deslocação para um lugar.
Recordo-me muitas vezes desses dias, ritmados pelo nascer e pelo por do sol, sem electricidade e aquele momento em que os geradores arrancavam ao entardecer.
Depois disso, regressei à Caldeira de Santo Cristo algumas vezes, mas sempre de passagem. Nunca mais fui “para dentro da Fajã” e nunca mais vi o Emanuel.
Há uns dias chegou-me este livro. E eu estou tão feliz que o Emanuel tenha conseguido ir para dentro de si próprio com a ajuda da arte e da literatura.
Ele é sem dúvida a “Alma da Fajã”.


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Numa multidão de palavras não faltam trangressões.
Acho estranho que quando não estou presente no Parlamento Açoriano o meu nome possa fazer parte de piadas mais ou menos jocosas nos “à parte”.
Foi o caso do “à parte” do deputado Francisco César que decidiu a meio de uma discussão sobre seca mandar a “boca” da arqueologia.
Ora, a arqueologia desenterra o passado. Eu analiso o que está presente, e se isso me leva para o passado, é apenas resultado do processo de racionalização, talvez porque penso.
De facto se penso, logo existo, tal como Descartes o afirmou.
O que não acho de forma nenhuma adequada é que se possa brincar com o nome de um cidadão comum numa Assembleia representativa do povo, especialmente quando tal nada tem a ver com o assunto em discussão.
A imagem é de uma pedra. Há uns que veêm apenas uma pedra partida. Não há problema nisso, pois toda a gente a vê praticamente da mesma forma. Se eu vejo algo mais é porque consegui acrescentar algo para além do óbvio. Isso não é compatível com visões reducionistas equivalentes aos “à partes” e um objeto não é apenas o que ali está, é também a sua compreensão.
Há física para além do olhar.


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a história de uma moeda com histórias…
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Estudante de Direito resgata 200 mil euros de idosa portuguesa a firma de advogados inglesa Uma estudante de Direito portuguesa na Universidade de Londres ajudou uma emigrante madeirense analfabeta…
Source: Estudante portuguesa em Londres derrota advogados em tribunal que queriam roubar idosa analfabeta
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O que era para ser uma aula de condução normal, te
Source: Aula de condução termina dentro de piscina! – Diário Luso
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Aquele que sobra é imortal?
🤔

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