″Temos quase 20 mil jovens a aprender português na Extremadura″

Views: 0

Entrevista a Guillermo Fernández Vara, presidente da Extremadura espanhola. O médico nascido em Olivença, líder regional do PSOE, fala das relações com Portugal, da unidade de Espanha e dos pontos fortes da sua região.

Source: ″Temos quase 20 mil jovens a aprender português na Extremadura″

https://www.dn.pt/mundo/temos-quase-20-mil-jovens-a-estudar-o-portugues-na-extremadura-10008358.html

FARMERS AND VEGANS

Views: 0

Image may contain: text and outdoor

Farmers who are tired of defending their work to Vegans

Please god, give me patience to deal with these upcoming ignorant comments from people who have no concept of how the carbon cycle works.

AÇORES – PARTIDOS REGIONAIS lamentamos mas não…

Views: 0

Terá mesmo havido alguém com a esperança de que a classe do poder regional — os lacaios ou agentes da partidocracia do Estado colonial –votaria contra os interesses de quem os mantém sob a ribalta social e política e lhes paga para os representar? Paulo Estêvão é um bom homem vivendo uma ilusão. Ele parece acreditar que através do processo legislativo se poderá reformar a situação imperial. O deputado monárquico pelo Corvo não faz parte da cabala partidocrática, cujas hierarquias se sentam em Lisboa. É tolerado porque o seu partido não consegue ultrapassar as fronteiras da ilha onde lhe dão o voto como reconhecimento pessoal, mais do que a adesão à causa remota que defende o regresso muito improvável da real Casa de Bragança. Tenho dito e escrito que enquanto os portugueses quiserem a subalternidade açoriana prosseguirá, imposta pelo colonialismo de linguagem de veludo e dentes jurídicos. Os açorianos têm sido mantidos numa ignorância e na suposta dependência econômica por séculos que os condicionou num processo frequentemente observado nas experiências de grupo. A burocracia estéril e gigantesca que se vê em todas as ilhas, e as forças militares que reforçam a sua perceção da autoridade são elementos que instilam e reproduzem a subalternidade que lhes rouba a iniciativa e diminui o sentido de identidade. As forças açorianistas, por outro lado, não souberam incentivar a ideia de que o protesto e a informação disseminada junto da juventude adquire dinâmicas identitárias como o fenómeno da bola de neve. É preciso desafiar a autoridade colonial de mãos dada e desarmadas como TóZé Almeida o fez, celebrando a coragem e a dignidade coletiva da Catalunha sem medo. Com a sua bandeira em Barcelona, ele fez mais pela causa da libertação do Povo Açoriano que os flás de poltrona osculando o traseiro dos donos da falsa autonomia.

ACORIANOORIENTAL.PT

Terá mesmo havido alguém com a esperança de que a classe do poder regional — os lacaios ou agentes da partidocracia do Estado colonial –votaria contra os interesses de quem os mantém sob a ribalta social e política e lhes paga para os representar? Paulo Estêvão é um bom homem vivendo uma ilusão. Ele parece acreditar que através do processo legislativo se poderá reformar a situação imperial. O deputado monárquico pelo Corvo não faz parte da cabala partidocrática, cujas hierarquias se sentam em Lisboa. É tolerado porque o seu partido não consegue ultrapassar as fronteiras da ilha onde lhe dão o voto como reconhecimento pessoal, mais do que a adesão à causa remota que defende o regresso muito improvável da real Casa de Bragança. Tenho dito e escrito que enquanto os portugueses quiserem a subalternidade açoriana prosseguirá, imposta pelo colonialismo de linguagem de veludo e dentes jurídicos. Os açorianos têm sido mantidos numa ignorância e na suposta dependência econômica por séculos que os condicionou num processo frequentemente observado nas experiências de grupo. A burocracia estéril e gigantesca que se vê em todas as ilhas, e as forças militares que reforçam a sua perceção da autoridade são elementos que instilam e reproduzem a subalternidade que lhes rouba a iniciativa e diminui o sentido de identidade. As forças açorianistas, por outro lado, não souberam incentivar a ideia de que o protesto e a informação disseminada junto da juventude adquire dinâmicas identitárias como o fenómeno da bola de neve. É preciso desafiar a autoridade colonial de mãos dada e desarmadas como TóZé Almeida o fez, celebrando a coragem e a dignidade coletiva da Catalunha sem medo. Com a sua bandeira em Barcelona, ele fez mais pela causa da libertação do Povo Açoriano que os flás de poltrona osculando o traseiro dos donos da falsa autonomia.

ACORIANOORIENTAL.PT
A Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho da Assembleia Legislativa dos Açores emitiu hoje parecer desfavorável a uma iniciativa do PPM no sentido de propor à Assembleia da República a…

ISLÂNDIA DE BEBEDOLAS A CIDADÃOS MODELO uma lição para os açorianos

Views: 0

Rafael Fraga shared a video.

1 hr

-1:27

1,233,096 Views

World Economic Forum

The number of teens who said they’d been drunk in the last month dropped by 90%. Read more: https://wef.ch/2OEa7Mp

manifesto educação por j a salcedo

Views: 0

For my Portuguese friends: IMPORTANTE

Coloco a discussão pública este Memorando sobre Educação – “Educar Implica Libertar” – cuja escrita terminei hoje mesmo. Este documento (para já) está focado no “ensino obrigatório”, ou seja, básico e secundário até ao final do 12º ano e entrada em escolas superiores.

Este documento tem os seguintes objetivos:

1. Sistematizar um conjunto de ideias sobre Educação, na perspetiva de que Educação é o catalisador mais importante para o desenvolvimento da sociedade e do país;

2. Abrir este documento a discussão pública, para o enriquecer e transformar num Memorando vivo à disposição de todos;

3. Facilitar a consideração e o planeamento de medidas, programas e projetos que possam ser executados no país, como experiências-piloto ou de forma generalizada, criando vantagens em relação à situação atual.

Assim, agradeço que me enviem críticas, comentários e sugestões para melhoria deste documento, para o email jsalcedo@icloud.com.

Pedia ainda que fizessem a partilha deste Post e distribuíssem o memorando livremente por contactos vossos com interesse em Educação, pedindo-lhes que me enviem contribuições para melhorar o documento. O meu único interesse é dar um contributo cívico relevante para melhorar Educação em Portugal. Muito obrigado!

DROPBOX.COM

Há 17 mil palavras portuguesas traduzidas para Changana em Moçambique – África 21 Digital

Views: 6

O professor e linguista moçambicano Bento Sitoe lançou um novo dicionário, que inclui sinónimos para 17 mil palavras portuguesas.

Source: Há 17 mil palavras portuguesas traduzidas para Changana em Moçambique – África 21 Digital

Continuar a ler

Professor português reconhecido no Canadá

Views: 0

Um professor português de antropologia a lecionar numa universidade canadiana foi reconhecido pela Real Sociedade do Canadá, uma das mais altas distinções científicas atribuídas a jovens investigadores no país.

Source: Professor português reconhecido no Canadá

Continuar a ler