A ILHA TERCEIRA POR RAFAEL MARQUES

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ByAçores

O Rafael Marques visitou a Ilha Terceira no final de Maio e reuniu, neste fantástico vídeo, imagens da sua aventura a explorar a ilha

“Açores nunca desiludem!” disse-nos o Rafael Veja o vídeo e explore também a Ilha Terceira: www.byacores.com/terceira

azulejos do Pinhão

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Carlos Mendes shared a video.

A ESTAÇÃO DO PINHÃO (DOURO) E OS MAGNÍFICOS PAINÉIS DE AZULEJOS
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Mais Portugal

A ESTAÇÃO DO PINHÃO (DOURO)
E OS MAGNÍFICOS PAINÉIS DE AZULEJOS

inteligência séc xxi

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Arlindo Mano shared a post.
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inteligência sem fronteiras.

PROJETO MIRATECARTS

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MiratecArts e 20 projetos musicais no Mais Central

MAISCENTRAL.COM.PT
<p>“Hoje Açores Today” é a campanha da associação MiratecArts para promover a produção musical regional no mundo. Vinte projetos musicais incluindo bandas e artistas a solo juntaram-se à campanha que vê a sua primeira apresentação acontecer nas Canárias de 24 a 28 de Outubro.</p><p><a…

MARKETING RELIGIOSO E PROFISSIONAL

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Joao Paulo Esperanca shared a post.

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Técnicas publicitárias inteligentes…
As da Mónica.

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CONTO DE PEDRO PAULO CÂMARA

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FERNANDO PESSOA E A HISTÓRIA

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Vem a propósito, quando se fala tanto de fãs do Ustra.

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mundo cão e professor universitário “Obrigar uma criança a dar um beijo ao avô é violência”

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Paulo David and Paulo Leite shared a link.
VAMOSLAPORTUGAL.NET

Professor universitário: “Obrigar uma criança a dar um beijo ao avô é violência”

 

Daria para rir se não fosse tão grave

Publicado por Vamos lá Portugal em Notícias
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Recentemente o programa ‘Prós e Contras’ da RTP abordou o assunto do assédio e um dos convidados surpreendeu ao assumir que obrigar uma criança a dar um beijinho aos avós pode ser considerado “violência”. Fátima Campos Ferreira, apresentadora do programa, naturalmente ficou incrédula e chegou mesmo a admitir que não estava a perceber a ideia do professor universitário. Nem ela nem ninguém.

O programa ficou marcado por um momento em que um dos convidados desde a plateia, revelou que o “beijinho que as crianças dão aos avós” pode ser considerado “violência”.

“Quando a avozinha ou o avozinho vão lá a casa a criança é obrigada a dar o beijinho à avozinha ou ao avozinho, isto é educação e estamos a educar para a violência no corpo do outro”, assumiu Daniel dos Santos Cardoso, professor de Ciências da Comunicação da Universidade Lusófona, perante o espanto de Fátima Campos Ferreira.

“Não estou a perceber”, disse a apresentadora, espantada com a ideia expressada pelo docente universitário.

“O beijinho da avó ou do avô é uma violência?”, perguntou Fátima Campos Ferreira.

“Sim. Estou a dizer que obrigar alguém a ter um gesto físico de intimidade com outra pessoa, com obrigação coerciva, é uma pequena pedagogia que depois cresce. E o que acontece? Depois vemos os estudos e quarenta e tal por cento deles e delas acham natural que o namorado lhes controle o telemóvel”, disse o professor universitário.

Daniel dos Santos Cardoso revelou ainda, mais adiante no programa, que em uma das suas aulas admitiu que “os homens só violam porque não se conseguem controlar”.

É contra estas situações que este professor vai debatendo.

Certo é que já se tornou viral o momento protagonizado na RTP sobre o episódio que, nas redes sociais, é já conhecido pelo ‘beijinho’.

Veja o vídeo:

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A mulher invulgar que deu o rosto à República.

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Victor N Pereira shared a post.

A mulher invulgar que deu o rosto à República….Expresso. Sapo .pt.

Em 1910, uma jovem de 16 anos serviu de modelo para o Rosto da República ao escultor Simões de Almeida, sempre sob o olhar atento da mãe. Chamava-se Hilda Puga e a sua vida foi plena de aventuras. Uma mulher invulgar, que sobreviveu a dois cancros, esteve casada dois meses, foi rica mas teve tornar-se costureira para sobreviver e morreu no dia em que celebrou 101 anos .
Até 1970, Hilda Puga andava nos bolsos de todos os portugueses.
Era profundamente monárquica, muito católica .
Hilda tinha 16 anos, e trabalhava numa camisaria na R. Augusta, na Baixa de Lisboa. Estava a fazer uma entrega quando se cruzou com o escultor, que lhe achou graça e a convidou para ser sua modelo.
O pai de Hilda, Tomás Garcia Puga, era um homem abastado, proprietário da fábrica de tijolos da praça de Touros do Campo Pequeno (Lisboa). Apaixonou-se pela empregada, com quem viveu a vida toda e de quem viria a ter cinco filhos – mas o ato de amor custou-lhe o corte de relações com a família de origem.
Um revés nos negócios obrigou Tomás Puga a vender a fábrica. Atraído pelo Eldorado da borracha no Novo Mundo, em finais do século XIX, ruma a Iquitos, na Amazónia peruana, onde ergue um armazém geral.
Ainda antes dos 30 anos, Hilda teve um primeiro cancro de mama, que o pai do médico Gentil Martins retirou. Na mesma altura, casou-se, com um jornalista – foi a última das irmãs a fazê-lo. Mas também aqui não teve sorte, permanecendo casada escassos dois meses. Arremessou um candeeiro à cabeça do marido, e, apesar de muito católica, pediu o divórcio em 1932 (ainda antes da Concordata ser assinada em Portugal), somando para si mais um estigma social: o de mulher divorciada.
Onze anos mais tarde, sofreu o maior de todos os golpes: Emília morria, de cancro de mama. Hilda remeteu-se à clausura total, no lar, não saindo de lá durante uma década. Foi preciso nascer o primeiro sobrinho neto para tornar a passar o Natal em família. Em 1991, parte uma perna e cai à cama. Nessa altura, o seu maior problema era “não poder costurar”. Dois anos depois, falece, aos 101 anos. Morria o rosto da República, cuja implantação sempre é comemorada .

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O

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Amelia Sousa Nunes to Lisboa Antiga

A mulher invulgar que deu o rosto à República.

Em 1910, uma jovem de 16 anos serviu de modelo para o Rosto da República ao escultor Simões de Almeida, sempre sob o olhar atento da mãe. Chamava-se Hilda Puga e a sua vida foi plena de aventuras. Uma mulher invulgar, que sobreviveu a dois cancros, esteve casada dois meses, foi rica mas teve tornar-se costureira para sobreviver e morreu no dia em que celebrou 101 anos .
Até 1970, Hilda Puga andava nos bolsos de todos os portugueses.
Era profundamente monárquica, muito católica .
Hilda tinha 16 anos, e trabalhava numa camisaria na R. Augusta, na Baixa de Lisboa. Estava a fazer uma entrega quando se cruzou com o escultor, que lhe achou graça e a convidou para ser sua modelo.
O pai de Hilda, Tomás Garcia Puga, era um homem abastado, proprietário da fábrica de tijolos da praça de Touros do Campo Pequeno (Lisboa). Apaixonou-se pela empregada, com quem viveu a vida toda e de quem viria a ter cinco filhos – mas o ato de amor custou-lhe o corte de relações com a família de origem.
Um revés nos negócios obrigou Tomás Puga a vender a fábrica. Atraído pelo Eldorado da borracha no Novo Mundo, em finais do século XIX, ruma a Iquitos, na Amazónia peruana, onde ergue um armazém geral.
Ainda antes dos 30 anos, Hilda teve um primeiro cancro de mama, que o pai do médico Gentil Martins retirou. Na mesma altura, casou-se, com um jornalista – foi a última das irmãs a fazê-lo. Mas também aqui não teve sorte, permanecendo casada escassos dois meses. Arremessou um candeeiro à cabeça do marido, e, apesar de muito católica, pediu o divórcio em 1932 (ainda antes da Concordata ser assinada em Portugal), somando para si mais um estigma social: o de mulher divorciada.
Onze anos mais tarde, sofreu o maior de todos os golpes: Emília morria, de cancro de mama. Hilda remeteu-se à clausura total, no lar, não saindo de lá durante uma década. Foi preciso nascer o primeiro sobrinho neto para tornar a passar o Natal em família. Em 1991, parte uma perna e cai à cama. Nessa altura, o seu maior problema era “não poder costurar”. Dois anos depois, falece, aos 101 anos. Morria o rosto da República, cuja implantação sempre é comemorada .