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Source: Ribeira do Maloás, Santa Maria – Açores (Info, como chegar, fotos e vídeo)
A Ribeira do Maloás está localizada na freguesia de Santo Espírito e é um geosítio muito importante para os Açores, correspondendo a um dos principais lugares de interesse geológico da Ilha de Santa Maria.
A Ribeira do Maloás possui uma disjunção colunar muito imponente e interessante. O local é de grandiosa beleza paisagística, onde os prismas de grandes dimensões juntamente com a queda de água são responsáveis pela especial paisagem da região e por isso chamam à atenção de quem por lá passa.

O local é acessível e de fácil observação, pois a Ribeira está localizada num sítio em que permite que o visitante tenha uma perspectiva muito abrangente da disjunção prismática. O visitante pode observá-lo tanto de um ângulo superior como por outros ângulos, o que a transforma num contexto geológico único na Ilha de Santa Maria.
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A Ribeira do Maloás é uma formação geológica que está localizada na Malbusca. É um afloramento de colunas basálticas gigantesco, possuindo de 15 a 20 metros de altura e cerca de 220 metros de extensão

Este lugar é um geosítio prioritário do Geoparque dos Açores e além de ter muita importância científica e educacional, é atraído por centenas de turistas que procuram a Ilha de Santa Maria como destino.
Esta formação deu-se pelo contacto do mar com uma escoada lávica basáltica subaérea do Complexo Vulcânico do Pico Alto. Possui ainda um pavimento de superfície poligonal do tipo “Calçada dos Gigantes”, uma formação parecida e muito famosa na Irlanda.

A estrutura vulcânica é uma das maiores e mais incríveis dos Açores, ficando conhecida, principalmente, pela sua queda de água de aproximadamente 20 metros de altura.
À Ribeira do Maloás é de fácil acesso, possuindo sinaléticas durante o caminho até a Ribeira. É necessário fazer um curto trilho pela estrada municipal até chegar ao local. Durante o trajecto pode-se observar as paisagens deslumbrantes da costa sul da ilha.



(C) AÇORES GEOPARQUE
A Ribeira do Maloás é um local de grande interesse geológico e com características únicas na ilha. O seu tamanho imponente e a facilidade de acesso transformaram-na num destino obrigatório para quem visita a ilha.
(C) Fotos por Siaram
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Reportagem no Correio dos Açores 2019-06-01
(Versão integral do testo)
“Ver a satisfação e o sorriso da pessoa homenageada é o maior triunfo e o maior reconhecimento que posso receber”, diz escultor Rui Goulart
O gosto pelas artes plásticas surgiu-lhe em criança e cedo percebeu que teria que fazer escolhas na sua vida para alcançar os seus sonhos. Na adolescência acabou por trocar a ilha do Pico por São Miguel, mas foi ao interromper os estudos que começou a evoluir no sentido que pretendia. Actualmente é dos escultores mais reconhecidos dos Açores e conta com uma vasta colecção de bustos e estátuas da sua autoria.
Nasceu e cresceu no concelho da Madalena, na ilha do Pico, mas chegada a altura de entrar no ensino secundário escolheu vir estudar artes para São Miguel, onde ganhou o balanço necessário para se tornar num dos escultores açorianos mais reconhecidos na área da arte pública, tendo inclusive várias estátuas, bustos e relevos espalhados principalmente pelas ilhas do Grupo Central.
Apesar de afirmar que não se imagina a viver noutro local que não São Miguel, Rui Goulart relembra que na ilha onde há vista para o ponto mais alto de Portugal a vida “era simples e tranquila”, o que lhe terá permitido explorar a sua inclinação para as artes plásticas: “A vida no Pico permitia-me fazer algumas brincadeiras simples recorrendo à natureza e foi talvez a partir daí que comecei a fazer escultura sem ter a consciência disso”, afirma.
Na escola, conta que desde cedo os seus professores perceberam que “havia nele qualquer coisa” o que fez com que o incentivassem a prosseguir o seu interesse artístico, começando assim a dar “passos seguros no desenho”.
Tendo em conta que nunca terá sido muito dedicado às brincadeiras que as outras crianças costumavam fazer entre si, como jogar à bola, o escultor adianta que optava por passar mais tempo sozinho e por “construir o seu próprio mundo”, adiantando que aos 11 anos de idade fez a sua primeira escultura em madeira, “uma figura que tinha na cabeça para experimentar uma técnica e que resultou num homem de laçarote que mais tarde um amigo meu chamou de “O pensador oprimido”, relembra.
No entanto, durante a sua adolescência ganhou consciência de que para conseguir prosseguir em direcção ao seu sonho teria que sair da Madalena, uma vez que ali seria mais difícil e mais limitador no que diz respeito aos estudos: “Sempre me abstraí das coisas de que não gosto e tive que fazer opções desde cedo, e por isso saí do Pico para continuar a estudar mas sempre senti que conseguia o que queria com naturalidade”.
Apesar do seu gosto e vocação pela expressão artística, Rui Goulart relembra que, na altura em que decidiu prosseguir o seu sonho, os pais terão receado pela sua opção, com medo de que não conseguisse de facto exercer a área de estudos a que se pretendia dedicar, salientando, no entanto, que agora esse é um detalhe recordado pela família que “tem orgulho e gosta de ver o resultado do meu esforço”.
Porém, terá sido a partir do momento em que decidiu interromper os estudos que o escultor terá começado a avançar com maior rapidez nos seus projectos: “Tomei consciência de que tinha que avançar sozinho e depois tive mais facilidade quando começou a aparecer a internet. A partir daí, aquilo que era muito difícil e a que só conseguia ter acesso nas feiras do livro – desde conseguir informação sobre escultura, como se fazem os moldes e tudo o que era preciso para avançar – passou a ser fácil”, conta.
“O retrato aconteceu naturalmente pela procura que tive”
Dedicado quase exclusivamente ao retrato, Rui Goulart adianta que é neste âmbito que surgem a maior parte dos pedidos que lhe chegam, inclusive, da diáspora: “O retrato aconteceu naturalmente mas pela procura que tive. As minhas primeiras oportunidades foram nessa área e a partir daí nunca mais parei. Estamos a falar de escultura em fundição, no bronze”.
Entre as obras que mais marcaram o seu percurso profissional enquanto escultor, Rui Goulart refere que as suas preferidas foram as estátuas e bustos que os próprios homenageados tiveram oportunidade de ver: “Uma obra marca sempre mais quando o homenageado está vivo, (…) o Dom Arquimínio, por exemplo, esteve vivo ao lado da sua homenagem, mas aí eu estava no estrangeiro e não consegui estar presente”, relembra o escultor referindo-se ao busto do Bispo Emérito de Macau, localizado na ilha do Pico.
Já no caso de Luís Carlos DecqMotta, cujo busto está situado na ilha do Faial, Rui Goulart recorda que “apesar de ele ter falecido muito recentemente aquando da inauguração da sua homenagem, continuava muito presente na memória colectiva e o trabalho acabou por emocionar muito os que ali estiveram presentes”.
Também aquando da inauguração da homenagem a Manuel Eduardo Vieira, uma estátua de corpo inteiro situada na ilha do Pico, de onde é natural “o rei da batata-doce” que construiu o seu império na Califórnia, Rui Goulart afirma ter tido uma das melhores experiências da sua vida profissional relacionada com a escultura, tendo tido a oportunidade de conhecer o homenageado instantes antes.
Apesar de considerar que fazer esculturas em homenagem a personalidades ainda vivas é “um risco absurdo”, o escultor afirma que gosta de estar presente nas cerimónias de inauguração das suas obras de arte para captar as verdadeiras reacções das pessoas: “Normalmente gosto de estar presente de uma forma quase anónima para conseguir ver as reacções genuínas das pessoas (…) e marca-me sempre ver a satisfação ou o sorriso natural da pessoa homenageada. É o maior triunfo, o maior reconhecimento”.
Contributos para o património devem ser “levados muito a sério”
Neste sentido, e tendo em conta o contributo que estes trabalhos de escultura têm para criar património que fica exposto para a posteridade, recordando personalidades, efemérides, eventos ou locais que são importantes para a história dos Açores e de Portugal, o escultor açoriano salienta que é exactamente esse o propósito das suas criações.
“Sei que estou a fazer algo para ficar, são registos para as próximas gerações e tenho que ter essa consciência e levar o trabalho muito a sério. Fazer escultura obriga-me a estudar e a conhecer as pessoas. É quase como falar com elas, e eu até posso dizer isto a brincar mas a realidade é que quando estou a trabalhar estou sempre a falar com as minhas “visitas” e só depois faço a minha interpretação delas”, explica.
Assim, e tendo em conta o trabalho envolvido para a criação de um busto ou estátua em honra de uma pessoa, Rui Goulart explica que, por ter desenvolvido a sua memória visual, depois de passar “vários dias” a estudar fotografias e a estudar a história das pessoas, acaba por ter já a imagem que vai trabalhar na sua cabeça.
“Quando começo a fazer o trabalho praticamente não preciso da referência das fotografias porque já tenho as pessoas na minha cabeça. Às vezes a dificuldade está em não fazer a interpretação adequada, e não interessa se alguém tiver muita técnica se não souber observar bem”, conta.
Por este motivo, e considerando o risco que é expor um trabalho de arte pública à crítica dos que por ali passam diariamente, considera-se um perfeccionista, embora “isso dependa também do tipo de trabalho e do estilo que se aplica à obra”, uma vez que existem trabalhos “que justificam mais pormenor e outros menos pormenor, mas tem que ficar como eu quero. Tem que ir ao encontro da imagem que tenho na minha cabeça, mas essa percepção pode ser diferente de pessoa para pessoa”, diz.
No entanto, salienta que o tempo que demora a trabalhar numa escultura não reflecte um trabalho completamente isolado do cliente, já que este “acompanha sempre o processo do trabalho, eu gosto de o partilhar e dependendo da natureza do trabalho partilho-o também com o público. Gosto de ver qual é a percepção das pessoas e, às vezes, até me ajudam por estarem mais próximos de quem está a ser homenageado e por conhecerem a pessoa melhor do que eu. Às vezes dão-me dicas que acabam por ser importantes e, no fundo, o que vai interessar é o resultado final”.
Apesar dos vários ciclos por que passou na sua vida profissional e artística, iniciada primeiro pela via do desenho, Rui Goulart salienta que com a escultura, e mesmo tendo evoluído dos bustos para as estátuas de corpo inteiro, nunca sentiu o mesmo tipo de saturação que sentiu no início da carreira. “Com a escultura nunca senti isso. Tive momentos em que fiz muitos bustos e agora estou a tomar o gosto pelos monumentos e pelas estátuas, mas não é pelo tamanho, é pelo desafio que é diferente. O busto tem que retratar a pessoa, conseguir a expressão certa, mas, por exemplo, o meu trabalho mais recente, uma estátua, deume muito entusiasmo e foi um desafio que me correu bem porque li toda a documentação sobre a pessoa e fui aos sítios onde a pessoa viveu”. Mesmo tendo um trabalho a tempo inteiro para além da escultura, adianta que todos os seus trabalhos são feitos a partir de casa com o apoio de uma equipa que o auxilia com a realização dos moldes sempre que tem esse tipo de dificuldades, o que lhe permite “rentabilizar mais o tempo e correr menos riscos”, salienta. Apesar de ter a escultura como uma grande paixão, o açoriano adianta que ter um trabalho durante o dia permite-lhe continuar a ter paixão por aquilo que faz: “Gosto de fazer escultura por prazer e ninguém consegue ter prazer durante dez horas seguidas com o mesmo tipo de concentração. Assim consigo fazer escultura quase todos os dias sem nunca ir até um ponto de saturação, porque ao chegar a casa trabalho cerca de duas horas, por exemplo. É pura satisfação”, diz. Acabou recentemente uma estátua que será brevemente instalada numa ilha do Grupo Central, e tem também diversos trabalhos à espera do respectivo financiamento para que possam avançar, dedicados sobretudo a temas da história açoriana, tais como a baleação, a emigração ou os ex-combatentes. A maior parte das suas obras encontram-se fixadas nas ilhas do Grupo Central, principalmente na ilha do Pico e na ilha do Faial, sendo na ilha de São Miguel que tem o menor número de peças. “Em proporção São Miguel não é a ilha onde tenho mais trabalhos. Talvez tenha a ver com o facto de ser natural do Grupo Central, mas também pode ter a ver com o meu feitio, uma vez que não sou de impingir nada a ninguém. Em São Miguel, pelo tamanho da ilha e pela sua circunstância económica e cultural acho estranho não ter mais trabalhos, mas temos que perceber que existem mais escultores. Já houve algumas iniciativas mas parece-me que algumas foram até bloqueadas”, conta o escultor.
“Não me imagino a viver noutro sítio”
Porém, considerando a relação de proximidade que tem com os concelhos de Ponta Delgada e Ribeira Grande, Rui Goulart não se imagina “a viver noutro sítio” mas considera que “o mais importante é trabalhar, ter encomendas e dar o meu melhor em cada uma delas, independentemente da cidade”, adianta.
“Se não o fizer cá faço-o na Califórnia e está tudo bem, não me é menos dignificante. Posso trabalhar para qualquer parte do mundo e já tive contactos da Coreia e de Timor. Não são trabalhos todos com a mesma dimensão mas escultura é escultura e artes plásticas são artes plásticas. Faço o que estiver dentro do meu campo de acção”, explica, adiantando ainda que “o mais importante é não parar”.
“Consigo fazer escultura quase todos os dias e nunca chegar a um ponto de saturação”
O escultor prepara-se para apresentar ao público no final deste mês a sua mais recente estátua que será colocada numa das ilhas do Grupo Central. Para o artista, o mais importante é “não parar e continuar a dar o seu melhor” em todos os seus trabalhos.
Apesar do trabalho amplamente divulgado, é em São Miguel que tem o menor número de obras, contando apenas com dois bustos em bronze. A grande parte dos seus trabalhos estão nas ilhas do Pico e Faial, começando também a ser requisitado para trabalhos nos países da diáspora açoriana.
Entre as suas obras mais conhecidas estão a estátua de Gilberto da Silva Mariano, figura de extrema importância para a Madalena do Pico, o busto em homenagem ao Papa Francisco, uma das suas obras mais mediáticas, o busto do Monsenhor Júlio da Rosa, que se encontra na ilha do Faial, ou os vários bustos de bronze de personalidades como John BassDabney, Charles William Dabney e Samuel WyllysDabney que se encontram na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.
Joana Medeiros / Correio dos Açores / 1 de Junho de 2019
https://www.linkedin.com/…/urn:li:activity:6542129580398923…
veja aqui um projeto de RUI GOULART apoiado pela AICL em busca de mecenas….
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Justine Latton and her husband from Tasmania were on a road trip to Mt Field over the weekend when they came across the extraordinary scene.
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In 1979, well before he became PM, Bob Hawke laid out his vision for a radical remake of Australia.
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Aceitam o apoio financeiro da mãe que arranjou dois empregos para sustentar a vida de luxo dos jovens.
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Passagem de testemunho no conselho executivo do Conservatório Regional de Ponta Delgada, esta sexta-feira.
Felicidades à nova presidente, Isabel Albergaria (com Rita Andrade e Roberto Martins), para o triénio 2019-2022…
Parabéns à anterior presidente, Ana Paula Andrade (com Sílvia Oliveira e Jane Cockshott), pelo trabalho realizado nos últimos 15 anos!


José Andrade is with Ana Paula Andrade and 4 others at Conservatório Regional de Ponta Delgada.
Passagem de testemunho no conselho executivo do Conservatório Regional de Ponta Delgada, esta sexta-feira.
Felicidades à nova presidente, Isabel Albergaria (com Rita Andrade e Roberto Martins), para o triénio 2019-2022…
Parabéns à anterior presidente, Ana Paula Andrade (com Sílvia Oliveira e Jane Cockshott), pelo trabalho realizado nos últimos 15 anos!
A Ana Paula está com a AICL desde 2008, sendo vice presidente da assembleia-geral.
24º Graciosa 2015 18º galiza 2012 12º BRAGANÇA 2009 23º FUNDÃO 2015
ANA PAULA ANDRADE [CONSTÂNCIA] 1964)
Nasceu em P. Delgada onde concluiu o curso geral de música no Conservatório Regional, tendo tido como professoras Margarida Magalhães de Sousa (composição) e Natália Silva (piano).
Em 1987 terminou o curso Superior de Piano no Conservatório Nacional (Lisboa), na classe da professora Melina Rebelo e no ano seguinte o curso superior de composição, tendo sido aluna dos compositores C. Bochmann, Constança Capedeville, Álvaro Salazar e Joly Braga Santos.
Paralelamente estudou órgão na classe do Professor Simões da Hora (Conservatório Nacional) tendo concluído o 5º ano.
Estudou três anos no Instituto Gregoriano de Lisboa, frequentando, na classe da Prof.ª Helena Pires de Matos, as disciplinas de Canto Gregoriano e Modalidade.
Em 1989 realizou um concerto de órgão e piano no Conservatório de Toronto, integrado no ciclo de cultura açoriana.
Em 1990, participou num concerto na Universidade S.M.U. (nos Estados Unidos), tocando como solista, com a orquestra daquela Universidade, o concerto para piano em DóM de Mozart.
Tem realizado diversos concertos a solo ou como acompanhadora de piano e órgão em várias regiões do continente e nas diversas Ilhas do arquipélago.
Com a soprano Eulália Mendes realizou um concerto na Expo 98 em Lisboa, integrado no dia comemorativo dos Açores.
30º MADALENA DO PICO 2018 15º colóquio IPM (MACAU) 2011 20º seia 2013 17º lagoa 2012
16º STA Mª 2011 17º LAGOA 2012 25º MONTALEGRE 2016 29º BELMONTE 2018
COM A UDESC EM SANTA CATARINA 13º colóquio 2010
12º BRAGANÇA 2009 14º Bragança 2010 29º BELMONTE 2018
Em janeiro e em maio de 2006 acompanhou o grupo vocal Quatro Oitavas em digressões ao Uruguai e ao Brasil a convite da Direção Regional das Comunidades.
Desde 1989 é professora de Piano e Análise e Técnicas de Composição, desempenhando desde 2005 o cargo de Presidente do Conselho Executivo do Conservatório de Regional de Ponta Delgada.
Em 2004 criou o Coro Infantil do Conservatório de Ponta Delgada mantendo-o ativo desde essa data.
Em 2010 foi a pianista convidada dos Colóquios para o XIII Colóquio Anual da Lusofonia em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, onde deu um concerto acompanhada da Orquestra (de cordas) da UDESC. Em 2011 acompanhou o 15º Colóquio a Macau onde atuou com artistas chineses em execução de obras açorianas. No 16º Colóquio atuou em Vila do Porto com Raquel Machado e Henrique Constância.
No 17º Colóquio na Lagoa atuou com alunas do Conservatório de PONTA DELGADA, de flauta e viola da terra.
No 18º Colóquio (em Ourense na Galiza) estreou com Carolina Constância no Violino, peças inéditas do Padre Áureo da Costa Nunes de Castro (açoriano missionário em Macau).
No 19º Colóquio na Maia (S. Miguel, Açores) estreou mais peças do Padre Áureo e musicou dois poemas, um de Álamo Oliveira e outro de Chrys Chrystello, tendo atuado com Henrique Constância (violoncelo) e Helena Ferreira (soprano). No 20º Colóquio (Seia 13) estreou mais peças musicadas de autores açorianos, atuando com Henrique Constância (violoncelo), Carolina Constância (Violino) e a soprano Raquel Machado. Presença habitual dos Colóquios da Lusofonia foi nomeada Pianista Residente em 2010. Está atualmente a desenvolver um projeto AICL de musicar poemas de autores açorianos selecionados e a divulgar obras inéditas do Padre Áureo da Costa Nunes de Castro, tendo apresentado mais poemas musicados de autores açorianos nos colóquios de 2015 a 2017 e que foram apresentados em DVD no 28º colóquio em Vila do Porto. As obras do Padre Áureo foram tocadas na Maia em 2013 e na Madalena do Pico em 2018. Posteriormente editar-se-á segundo CD.
HOMENAGEM 2018 (necessita ligação internet)
VERSÃO COMPLETA https://www.youtube.com/watch?v=yXVg2Fonugk&index=58&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a&t=0s
VERSÃO CURTA https://youtu.be/K-j5LNGU920
EXCERTOS DE GRAVAÇÕES NALGUNS COLÓQUIOS – OUVIR AQUI
FLORIPA BRASIL 2010 https://youtu.be/SRbPimP04dU?
RECITAL MACAU 2011 (https://youtu.be/dICyM1iwz8E)
HINO MACAU 2011
RIBEIRA GRANDE 2011 apresentação ChrónicAçores https://youtu.be/wNQ_84RCITk
SANTA MARIA 2011 https://youtu.be/Yr_0bKgI_SE
LAGOA 2012 https://youtu.be/rnf_0f6lqls
MAIA 2013 https://youtu.be/xrMBoMcG8CE
SEIA 2013 https://youtu.be/czQi8lmp7wo
FUNDÃO 2015 https://youtu.be/MbPCx7BA0os
GRACIOSA 2015 https://youtu.be/3TQgUAVRpQs
GRACIOSA 2015 com Francisco Lobão https://youtu.be/Ya0tNVaBqRU
MONTALEGRE 2016 https://youtu.be/H5_rn0TfB_M
LOMBA DA MAIA 2016 https://youtu.be/53RWfHwbwX8
BELMONTE 2017 https://youtu.be/WAAbuxdcQlA
MADALENA DO PICO https://youtu.be/fYZEFaxghdk?list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
LINKS PARA TODAS AS GRAVAÇÕES QUE A AICL FEZ
30º MADALENA DO PICO 2018
https://www.youtube.com/watch?v=fYZEFaxghdk&t=20s&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI&index=8
29º Belmonte 2018
https://www.lusofonias.net/documentos/aicl-imagens-sons-dos-col%C3%B3quios/2447-29%C2%BA-col%C3%B3quio-belmonte-ana-paula-andrade-vol-2.html /https://www.youtube.com/watch?v=ZsPqnW4OnIo&index=52&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=4S9MAayAjCg&index=53&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=Ro13UEmnocM&index=54&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
(https://www.youtube.com/watch?time_continue=8&v=Ro13UEmnocM)
Quando o Silêncio me Abraça https://www.youtube.com/watch?v=Za8LJ5fsDOg&feature=youtu.be
28º Vila do Porto 2017
https://www.lusofonias.net/documentos/aicl-imagens-sons-dos-col%C3%B3quios/2424-28%C2%BA-col%C3%B3quio-ana-paula-andrade-recitais-28-31-out-2018.html / https://www.youtube.com/watch?v=ejmr79lpwVU
no ASAS DO ATLÂNTICO https://www.youtube.com/watch?v=gi9AwkXjzCI&t=0s&index=55&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
27º Belmonte 2017
https://www.youtube.com/watch?v=c367v1QC9N8&t=237s&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI&index=10
https://www.youtube.com/watch?v=psR7jqMPOn0&t=5s&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI&index=9
https://www.youtube.com/watch?v=xrBOJTURzMM&index=11&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI
https://www.youtube.com/watch?v=psR7jqMPOn0&index=4&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=hQz60NLXjK4&index=7&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=rFKauX1UCPw&index=9&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
26º Lomba da Maia 2016
https://www.lusofonias.net/documentos/aicl-imagens-sons-dos-col%C3%B3quios/2257-ana-paula-andrade-abertura-29set16.html /https://www.youtube.com/watch?v=53RWfHwbwX8
25º Montalegre 2016
https://www.youtube.com/watch?v=H5_rn0TfB_M&index=14&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=H5_rn0TfB_M&t=1s&index=42&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
24º Graciosa 2015
https://www.youtube.com/watch?v=3TQgUAVRpQs&index=19&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=JHUOEPKJEvI&t=3s&index=36&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=3TQgUAVRpQs&t=49s&index=37&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=gxCD2G2-7ZU&t=15s&index=38&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=9rmtHM-ImLE&t=8s&index=39&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=u34j-G-B8UI&t=0s&index=40&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=3TQgUAVRpQs&t=2s&index=63&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI
23º Fundão 2015-1
https://www.youtube.com/watch?v=2yLpM_lsAn8&index=82&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI
https://www.youtube.com/watch?v=aDlTGat5A0M&index=21&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=FjEKyngEIWA&index=22&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=FjEKyngEIWA&t=1s&index=83&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI
20º Seia 2013
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https://studio.youtube.com/#/video/d-aWci0FKN0/analytics
https://studio.youtube.com/#/video/DhLaweHFsX0/analytics
https://studio.youtube.com/#/video/H1sKSQ-vK2U/analytics
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https://www.youtube.com/watch?v=G8-FiFrK2Ss&t=0s&index=17&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
https://www.youtube.com/watch?v=DhLaweHFsX0&t=0s&index=18&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
19º Maia 2013
https://www.youtube.com/watch?v=0tOshvYW6G8&t=1s&index=85&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI
https://www.youtube.com/watch?v=xrMBoMcG8CE&index=8&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a&t=2s
https://www.youtube.com/watch?v=FjsW_TAoHro&index=215&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI
https://www.youtube.com/watch?v=uPqTWGWFD7o
https://www.youtube.com/watch?v=flhODrQYThQ&t=0s&index=44&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a
17º LAGOA 2012
https://studio.youtube.com/#/video/rnf_0f6lqls/edit
https://www.youtube.com/watch?v=JVz1sesWYhs&index=28&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a&t=0s
16º VIA DO PORTO 2011
https://www.youtube.com/watch?v=Yr_0bKgI_SE&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a&index=46
15º MACAU 2011
https://www.youtube.com/watch?v=dICyM1iwz8E&index=11&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a&t=0s
https://www.youtube.com/watch?v=FP-S25f6gwI&index=27&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a&t=0s
13º Florianópolis, Santa Catarina, Brasil 2010
https://www.youtube.com/watch?v=SRbPimP04dU&index=44&list=PLwjUyRyOUwOKiC_SKWjM3dQrE3-GiGl7a / https://www.youtube.com/watch?v=SRbPimP04dU&index=233&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI
– É SÓCIO FUNDADOR DA AICL.
– VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA-GERAL.
DESDE 2008 NOS COLÓQUIOS, BRAGANÇA 2008-09, LAGOA 2008-2009, BRASIL (FLORIANÓPOLIS) E BRAGANÇA 2010, MACAU E VILA DO PORTO 2011, LAGOA E OURENSE, GALIZA 2012, MAIA E SEIA 2013, SEIA 2014, FUNDÃO 2015, GRACIOSA 2015. MONTALEGRE 2016, LOMBA DA MAIA 2016, 27º BELMONTE 2017, 28º VILA DO PORTO 2017, 29º BELMONTE 2018, 30º MADALENA DO PICO 2018, 31º belmonte 2019