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Onésimo Teotónio de Almeida diz que é preciso continuar a defender a literatura
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O escritor Onésimo Teotónio de Almeida afirma, em entrevista à agência Lusa, que “é preciso continuar” a defender as humanidades e a literatura numa altura em que as universidades “só querem as engenharias, as matemáticas e as tecnologias”.
Source: Onésimo Teotónio de Almeida diz que é preciso continuar a defender a literatura
pias em s miguel
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Pias na orla marítima dos Mosteiros em São Miguel.
A ordenação, o diâmetro, a localização e o seu número não são explicados pela etnografia. Evite-se as justificações avulsas do tipo, para produzir sal, salgar peixe, para fazer isco e coisas do género, porque isso é quase semelhante a encontrar-se uma ferradura numa casa antiga e a partir daí concluir que o dono da casa era ferreiro ou tinha um cavalo.
De que serve dizer-se que foram os pescadores que as fizeram, se ninguém viu, mas há gente que provavelmente as viu serem usadas.
Há uma diferença enorme, em termos conceituais, entre construção e reutilização.
Estas pias registadas pelo senhor Mario Jorge Costa levantam-nos muitas questões, cada uma delas é uma hipótese interpretativa ou um começo de investigação, nenhuma delas se constitui uma conclusão.Prémio Sakharov
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Bem-vindo
O Prémio Sakharov dos Direitos do Homem foi atribuído ao uigure Ilham Tohti, condenado a prisão perpétua na China por “separatismo”. Uma atribuição que poderá irritar Pequim. Os restos mortais de Francisco Franco deixam o Vale dos Caídos e estão a ser trasladados para o cemitério municipal de El Pardo-Mingorrubio, em Madrid. Mario Draghi, que enfrentou a maior crise financeira da Zona Euro, preside, pela última vez, a uma reunião de Governadores do BCE. Os corpos encontrados ontem no atrelado de um camião em Essex, Reino Unido, poderão ser de cidadãos chineses.
Prémio Sakharov atribuído ao uigure Ilham Tohti
O Parlamento Europeu atribuiu o Prémio Sakharov ao intelectual uigure Ilham Tohti, condenado a prisão perpétua na China por “separatismo”. A atribuição do prémio poderá irritar Pequim. Ilham Tohti pertence à etnia uigure, maioritariamente muçulmana e a população maioritária de Xinjiang, uma vasta região do nordeste da China, com uma longa história de contestação ao domínio de Pequim. No final de setembro, Ilham Tohti já tinha sido agraciado com o Prémio Václav-Havel, atribuído pelo Conselho da Europa. Google lista ‘prostituta’ entre principais significados para ‘professora’ e verbete é alterado após repercussão | Educação | G1
a lição de salazar
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Bom dia, amigos.
Perpassam por aí umas ideias que vão sendo ditas em surdina de esquina em esquina, em linguagem de taxista a atirar para o arruaceiro, pois claro, e que passam por ser verdade.Pelo menos ninguém as refuta, o que é perigoso, pois uma mentira repetida mil vezes corre o risco de passar a ser verdade.
Mas afinal que ideias são essas?
Vejamos.
Uma das que tem sido repetida até à exaustão é que no tempo de Salazar havia uma escola em cada esquina.
Pois havia, mesmo com 40% de analfabetos, mas é uma meia verdade que redunda numa completa mentira.
Salazar sonhava com um país em que cada português tivesse a quarta classe
(mais tarde arrependeu-se. Seria preferível a terceira classe, não fossem alguns abrir os olhos…).
Olha que bom, que país fantástico decerto não seria!
E se dúvidas existissem lá estava o mestre-escola, de palmatória em punho, a lembrar a todos que Portugal ia do Minho a Timor.
E quem soubesse isso já sabia o suficiente.
O pior era depois.
Que percentagem da população concluía o secundário?
E o superior?
Bem, mas isso também não era preciso para nada, desde que houvesse pão e vinho em cada mesa.
Vinho havia com fartura, ao ponto de existirem, para os que não sabem, um milhão de alcoólicos neste malfadado país.
Pão já era diferente.
Centenas e centenas de milhares de pessoas rebentavam de fome, especialmente nos imensos bairros de lata das grandes cidades.
Era uma casa portuguesa, com certeza.
O que importava era que não faltasse a tourada, o fado, o fadinho, o faduncho e a Nossa Senhora do Rosário, que olhava por todos nós, em particular pelos pobrezinhos
(coitada da Senhora, deve ter ficado vesguinha com tantos pobrezinhos…).
Diz-se também que Salazar é que era, que morreu pobrezinho.
Mentira.
Salazar não enriqueceu, é verdade, mas de pobrezinho nada tinha.
O seu ordenado dava para ter uma vida mais do que confortável e morreu no exclusivo hospital da Cruz Vermelha, rodeado de todas as mordomias.
Salazar era um sovina empedernido, o que é completamente diferente.
Diz-se também que Salazar só dizia verdades.
Então esta é de bradar aos céus, uma mentira de mão-cheia!
Só os que ignoram que Salazar gastou milhões do erário público para promover uma falsa imagem do nosso país no estrangeiro são capazes de atoardas deste tipo.
Exemplo?
Os milhões pagos pelo Estado nos anos 50 à poderosa agência de propaganda americana George Peabody, que retribuiu o favor publicando centenas de artigos e documentários falsos sobre Portugal, fazendo passar a imagem que este país era um oásis de bem-estar.
Os bafientos a cheirar a mofo e a formiga porém não desarmam.
Dizem até que Salazar não era corrupto.
Pois não, mas favorecia a corrupção, o que vai dar ao mesmo.
O que dizer da imposição de uma guerra colonial assassina só para defender os interesses corporativos dos então donos disto tudo?
Mas se dúvidas existissem quanto à bondade do crápula, ouçam esta: Salazar era amigo de todos os portugueses.
Então não era?
Aí estão milhares e milhares que caíram nas garras da PIDE para o comprovar.
E que dizer dos valores e dos princípios dos tempos de Salazar?
Sim senhor, aquilo é que era!
Tudo gente séria e respeitadora.
Que o digam as crianças violentadas no corpo e na alma do Ballet Rose.
Siga o mofo, o bafio e o cheirinho a ratos de sacristia!
Propalem mentiras e mais mentiras nos cafés, continuem a defender a glória da Pátria, os “valores” da família e os pastorinhos de Fátima.
Mas não se cansem, que o povo não é estúpido…
Uma boa segunda-feira para todos.
(da página do FaceBook de Jorge Alves).