A BELEZA DOS AÇORES (scuba diving)

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Aos que apregoam a beleza das nossas Ilhas fica um aviso: só estão a descrever metade da realidade. Metam uma máscara na cara e olhem debaixo de água. Meros, tubarões, Jamantas, tartarugas, pelágicos de grande porte, para não falar em inúmeros cetáceos. Está quase na hora de voltar lá abaixo!!!
https://youtu.be/h3k32GmO8zg
Dive in the Azores
youtube.com
Scuba Diving in the Azores, by Nuno Sá.
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FAKE NEWS: Mais de 100 crianças acusadas de feitiçaria atiradas aos jacarés em Angola – DN

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Acusadas de práticas de feitiçaria, mais de cem crianças foram atiradas aos rios pelos familiares nos últimos três anos em quatro províncias angolanas. Para serem devoradas por jacarés.

Source: Mais de 100 crianças acusadas de feitiçaria atiradas aos jacarés em Angola – DN

 

DESMENTIDO EM https://blog.lusofonias.net/2020/01/13/desmentida-morte-de-mais-de-100-criancas-acusadas-de-feiticaria-jn/

ainda a visita de Marcelo ao Corvo

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Marcelo, Mário Soares e a ilha do Corvo

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa decidiu visitar a ilha do Corvo na noite da passagem de ano. Para justificar esse propósito, Marcelo disse que tinha uma promessa nesse sentido e recordou uma qualquer conversa de circunstância com Jaime Gama. Estava, portanto, como declarou enfaticamente, a cumprir a promessa e a palavra dada. A promessa é algo que, em geral, a população da ilha do Corvo desconhecia e a conversa relatada não passa de um simples fait divers.
A justificação marcelista em relação à motivação da viagem é muito pouco convincente. Mas então qual era a real motivação de Marcelo? Pensei, num primeiro momento, que o objetivo era estar junto das populações mais afetadas pelos estragos do furacão Lorenzo. Que o Presidente queria solidarizar-se com as populações das ilhas do Grupo Ocidental, em particular com a sempre esquecida população da ilha do Corvo. Foi por isso que, no contexto da visita presidencial, sinalizei as dificuldades de abastecimento que a ilha estava a enfrentar e solicitei que o Presidente da República pressionasse o Governo Regional no sentido do mesmo melhorar a eficácia da sua atuação.
Percebi, logo nos primeiros instantes da visita, que o propósito e o espírito da visita presidencial era outro. Marcelo procurava apenas um simbólico golpe de efeito. O seu propósito era, estou convencido disso, emular a visita triunfal que Mário Soares realizou, em maio de 1989, à ilha do Corvo. Este excerto da notícia elaborada pela Lusa não deixa qualquer dúvida: “Isto é uma festa fora do calendário”, justificavam os populares que o Presidente da República conseguiu reunir – todos – num serão corvino que incluiu jantar e festa que pôs “a dançar, na mesma pista, os presidentes da República e da Assembleia e Governo regionais”.
Ora a visita presidencial foi um enorme fracasso em termos de adesão popular. Que fatores explicam este desastre, que só a boa imprensa de que goza Marcelo conseguiu, em parte, maquilhar? Na primeira linha de responsáveis está o próprio Marcelo. Achou que bastava escoltar-se com um punhado de beijinhos e de selfies para arrancar o entusiasmo popular. Ora os tempos não estão para festas na ilha do Corvo. Uma parte significativa da população está bastante descontente com a atuação dos poderes públicos no âmbito das dificuldades de abastecimento que surgiram após o furacão Lorenzo. Marcelo preferiu desvalorizar o assunto. Fez mal, como se constatou.
Depois, Marcelo decidiu encomendar-se ao poder socialista regional e local, desvalorizando todos os outros sectores de opinião, inclusivamente o Parlamento Regional que não foi convidado para acompanhar a visita presidencial (nem mesmo a própria Presidente do Parlamento). Um erro que o então imensamente popular Mário Soares não cometeu. A desconsideração institucional só tem uma resposta possível: a retribuição simétrica do gesto presidencial. Tudo o resto seria mero servilismo.
O terceiro fator foi a imensa incompetência e impopularidade do Presidente da Câmara do Corvo, que foi o personagem a quem a presidência confiou a preparação da visita presidencial. Outro enorme erro. O homem lá enfiou o seu melhor fatinho e preparou a fita adesiva com que se amarrou ao Presidente da República. Não o largou um único segundo. Acompanhou-o a todo o lado. Por momentos cheguei a pensar, ao ver as imagens na televisão, que se iria atirar ao mar, na esteira do Presidente, ataviado com o fato e a gravata que portava na altura. Não via um número destes desde que o João Pinto se agarrou à Taça dos Campeões em 1987 e nunca mais a largou até chegar ao balneário.
O problema é que, depois de 6 anos de presidência na Câmara Municipal, sem obra, mas sempre com maior e crescente arrogância e prepotência (a todos os títulos amplamente injustificada), o referido autarca é amplamente detestado pela maioria esmagadora da população. Com uma companhia assim, partilhando sempre o mesmo oxigénio, Marcelo não tinha hipóteses. Estou convencido que nem a Cristina Ferreira teria. Dou só um dado esclarecedor do desleixo e incompetência do autarca: os convites à população para participar no jantar foram afixados apenas no dia anterior ao jantar de fim de ano. Esclarecidos?
Quer isto dizer que a população local não recebeu dignamente Marcelo Rebelo de Sousa. Claro que recebeu! Foi sempre simpática, como é com toda a gente que visita a ilha. Não estava mobilizada? Não, não estava. Ninguém, a começar pelo próprio Presidente, fez por isso.
Mário Soares obteve quase três milhões de votos (70,35%) em 1991. O melhor resultado eleitoral nacional da História deste país. Marcelo tem como objetivo aproximar-se ou mesmo bater esse resultado. Começou mal, na ilha do Corvo. Ainda está do outro lado do Rubicão
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governo insiste na obra da Lagoa do Fogo

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O Governo dos Açores disse que a intervenção no miradouro da Lagoa do Fogo, em São Miguel, foi concebida “na

O Governo dos Açores disse que a intervenção no miradouro da Lagoa do Fogo, em São Miguel, foi concebida “na
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  • Silviateresa Silva Outra vez arroz 👺👺👺👺👺👺
  • Graciosa Almeida Por favor deixem a natureza da lagoa do fogo não queremos a mão do homem!!! Nós não somos a ilha da Madeira não vivemos do turismo.😢
  • Lucia de Sousa Como é possível dizer tanto disparato senhora secretária claro que vai alterar a natureza por favor não estragam o que a natureza nos deu

o império russo da Isabel Dosovna Kukaeva. (ex-Isabel dos Santos)

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O império russo de Isabel Dosovna Kukaeva.

Isabel dos Santos passou a ser Isabel Dosovna Kukaeva. Cidadã russa, detém uma rede de sociedades offshore, contas em vários bancos, é uma ‘trader’ de petróleo e lidera a venda de bilhetes na Rússia.

Isabel dos Santos, filha do ex-presidente angolano, José Eduardo dos Santos, passou a ser Isabel Dosovna Kukaeva, cidadã russa, com passaporte russo, num processo diretamente acompanhado pelo presidente Vladimir Putin.

Contactada pelo Jornal Económico (JE), Isabel dos Santos foi confrontada com esta informação e também com um conjunto de dados obtidos pelo JE de várias fontes, relacionados com a sua atividade profissional em diversas geografias.

Entre as informações a que o JE teve acesso figura o relacionamento profissional de Isabel dos Santos com a petrolífera russa Rosneft e o seu chairman, Igor Sechin, os projetos que desenvolveu para a Rosneft em Mocambique, no Iraque, na Turquia, entre outros, bem como os investimentos concretizados em 2018 na Russia.

No Dubai, Isabel dos Santos detém 25% da companhia “Nafta N FZE LLC”, com sucursal em Baku, no Azerbaijão – presidida por Nasreddin Aliev.

A Nafta é uma das sete companhias independentes acreditadas pela SOCAR Trading, que licencia os procedimentos de exportação de petróleo e gás para a corporação SOCAR, do Azerbaijão, o principal abastecedor petrolífero da refinaria da Emirates National Oil Company (ENOC) no Dubai, em Jebel Ali.

No Dubai movimenta várias contas bancárias, designadamente no Mashreq Bank da zona JBR do Dubai, no ADIB Bank e no Emirates NDB Bank PJSC.

Na Rússia, em Moscovo, movimenta sobretudo a conta no Private Banking do VTB.

Sobre as questões que lhe foram colocadas, Isabel dos Santos enviou uma mensagem ao JE, na passada quarta-feira, onde disse: “vou responder”.

Mas na quinta-feira, dia de fecho desta edição informou que “hoje já não consigo”.

Assim sendo, o JE não obteve esclarecimentos de Isabel dos Santos sobre eventuais alterações recentes na atividade da empresária.

Decisivo na alteração da vida profissional de Isabel dos Santos, tem sido o chairman da petrolífera russa Rosneft, Igor Sechin, que atribuiu “missões” a Isabel dos Santos.

Vladimir Putin, por seu turno, também integrou Isabel dos Santos em eventos com grande expressão mediática, desde os encontros efetuados em Sochi com grande número de líderes africanos, passando pela cimeira económica de São Petersburgo, pela participação em feiras tecnológicas onde estiveram varios países árabes, até aos contactos feitos com altos dirigentes na China.

Na Rosneft, segundo fontes do JE, Isabel dos Santos tem trabalhado desde 2016 com o principal colaborador de Igor Sechin para os negócios internacionais, o coronel russo Andrey Olegovich Bezrukov.

Em Moçambique, Isabel dos Santos esteve envolvida no lançamento de três operações da Rosneft, designadamente, a RN Zambezi North, a RN Zambezi South e a RN Angoche.

Desde 2016, segundo fontes do JE, Isabel dos Santos tem prestado consultoria ao vice-presidente da Rosneft para projetos internacionais, Yury Kurilin, sobretudo no processo de negociações no Iraque com a companhia que gere o pipeline do Curdistão, a Kurdistan Pipeline Company (KPC), com vista à exportação de petróleo do operador iraquiano Kurdish Regional Government’s (KRG) até à Turquia.

O KPC resulta de uma parceria entre a Rosneft e os curdos do KAR Group, controlado por Ashti Hawrami, ministro dos Recursos Naturais da administração curda.

“O papel de Isabel dos Santos foi decisivo neste projeto, sempre conduzido com grande confidencialidade”, referiram as mesmas fontes.

Esta atividade de Isabel dos Santos terá sido remunerada “em conformidade”, com pagamentos concretizados pela Rosneft através do banco que o grupo financeiro russo VTB controla no Chipre, o RCB Bank Ltd, em Limassol.

“O acompanhamento bancário de Isabel dos Santos no RCB foi feito ao mais alto nível, assegurado por um diretor do banco, sugerido pela própria presidência da Rosneft. Trata-se de uma pessoa que tem a particularidade de ser sobrinho de um general dos serviços internacionais de segurança da FSB, responsável pelo designado SOIMS – “Service 5 – Operational Information and International Liaison”, adiantaram as fontes.

No entanto, o investimento mais “curioso” de Isabel dos Santos na Rússia foi concretizado num negócio pouco usual.

A meio de 2018, adquiriu uma participação na empresa de bilhética russa, líder no setor, detentora de uma elevada quota de mercado na venda de bilhetes para concertos, teatros, cinemas, galerias, exposições, eventos públicos em galerias, vendas online, viagens de comboio, de avião e para pacotes de viagens.

Trata-se da “Kassir.Ru” que terá captado 70 milhões de visitantes em 2017, ano em que vendeu mais de 4,3 milhões de bilhetes.

Esta empresa tem 22 outlets na Rússia e em 2017 gerou receitas de 7,1 mil milhões de rublos (cerca 125 milhões de dólares).

Segundo as fontes do JE, Isabel dos Santos entrou na “Kassir.Ru” através de Nadezhda Solovieva, uma mediática empresária russa do ramo dos espectáculos e do showbusiness, dona da agência SAV Entertainment – a maior no mercado russo.

Solovieva, considerada amiga de longa data de Igor Sechin, atual presidente da petrolífera Rosneft, casada com o locutor de rádio e apresentador de televisão Vladimir Pozner, estabeleceu contactos com Angola e com a família do ex-presidente José Eduardo dos Santos a partir de 2001.

Terá sido nessa época que fortaleceu o relacionamento com Isabel dos Santos.

Depois do verão de 2018, quando a empresa Sova Capital – que gere os investimentos de Solovieva no Reino Unido – organizou a captação de investimentos no setor dos media e das empresas de entretenimento, terá efetuado um investimento elevado com fundos de Isabel dos Santos, “eventualmente superior a 80 milhões de dólares” segundo as fontes do JE, na compra, ao operador “OOO Tinkoff Mobile” de uma participação de 50% na sociedade TCS Group Holding PLC (originalmente criada pelo empresário Oleg Tinkoff e sediada em Limassol, no Chipre).

Esta sociedade adotou uma nova designação depois desta operação, detendo 17,5% do gigante da bilhética “Kassir.Ru”, líder da venda de bilhetes no mercado russo.

Esta aquisição de 50% da TCS foi realizada com a participação de um advogado e gestor de fundos cipriota, Constantinos Economides.

O “Kassir.Ru” é igualmente participado em 15% por Solovieva, e dominado em 67,5% pelo empresário Evgeny Finkelstein, dono da PMI Corporation, de São Petersburgo, também amigo de Igor Sechin.

A Sova Capital colocou a custódia do investimento de Isabel dos Santos no banco RCB Bank, uma operação integrada na estratégia de investimento delineada pelo grupo financeiro russo VTB Group.

https://jornaleconomico.sapo.pt/…/o-imperio-russo-de-isabel…

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