Coronavirus economic impact: Australia could be among world’s hardest hit nations | World news | The Guardian

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Australia’s economy is unusually dependent on China, and a coronavirus-driven slowdown could mean billions in lost revenue

Source: Coronavirus economic impact: Australia could be among world’s hardest hit nations | World news | The Guardian

PEDRO PAULO CÂMARA LANÇA NOVO LIVRO

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Na quinta-feira estarei a co-apresentar o novo trabalho do meu amigo Pedro Paulo Camara. Será uma grande responsabilidade, mas darei o meu melhor. Juntem-se!

a saúde doente nos açores

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O Dr Simas Santos deu uma entrevista ao jornal Correio dos Açores de ontem. Entre os vários assuntos abordados surge o inevitável tema da saúde no Pico.

“Acho que temos uma saúde a dois tempos:
as ilhas com hospital e as outras. Naturalmente
que ninguém de bom senso defende a ideia de
que deveriam existir em todas ilhas hospitais se-
melhantes aos que existem nas que os têm. Mas
sempre foi um princípio de equidade que se man-
tém de pé e que por razoes desconhecidas nunca
foi implementado.
Pequenos hospitais que deveriam manter
verdadeiras urgências e não os presentes SAP´s
(Serviço de Atendimento Permanente), eufe-
místicamente designados de “urgências”. Tere-
mos que ter um verdadeiro serviço de urgência
de ilha com tudo o que isso implica em meios
técnicos e humanos. O que implica cirurgia de
primeiro tempo, cuidados intensivos, sangue,
imagiologia e medicina interna dado que uma
urgência corresponde à situação onde existe risco
de falência de funções vitais bem como acesso
a cuidados de urgência, implica a capacidade de
resposta adequada ao local da ocorrência e esta-
bilização durante o transporte.
Entendendo-se por emergência médica um
quadro grave, clínico ou cirúrgico ou misto, de
aparecimento ou agravamento súbito e imprevis-
to, causando risco de vida ou grande sofrimento
ao paciente e necessitando de solução imediata, a
fim de evitar mal irreversível ou morte. E por ur-
gência medica um quadro grave, clínico ou cirúr-
gico ou misto, de aparecimento ou agravamento
rápido, mas não necessariamente imprevisto.
No caso concreto da grande proximidade das
Ilhas do Faial e Pico faz todo o sentido que seja
criado o Centro Hospitalar Faial-Pico tendo como
base o Hospital da Horta e sendo criado no Pico
um Pólo Hospitalar a ser implementado no novo
Centro de Saúde da Madalena, um investimento
que rondou os 12 milhões de euros e que, com
algumas adaptações/ampliações, poderia desem-
penhar na perfeição essas funções, aproveitando
uma economia de escala, possibilitando obvias
sinergias e permitindo uma utilização cabal dos
actuais recursos humanos.
A Ilha do Pico é um caso peculiar no con-
texto regional porque sendo a segunda ilha em
tamanho, só suplantada por São Miguel, tem uma
população diminuta e extremamente dispersa
com distâncias muito significativas que chegam
atingir os 50 quilómetros como é o caso entre a
Piedade e Madalena, dois extremos da ilha no
sentido longitudinal. Embora com uma boa rede
de estradas não tem, contudo, vias rápidas que en-
curtem essas deslocações para tempos aceitáveis
como são os necessários para emergências médi-
cas. Situação mitigada pela presença de uma SIV
mas que funciona em parte time e é insuficiente
para uma ilha tão extensa.
Sendo ridículo que ainda hoje as grávidas do
Pico tenham que permanecer semanas na Horta
para um parto inteiramente normal quando em
países bem mais desenvolvidos se incrementa o
parto domiciliário.
Os próprios Serviços e Atendimento Per-
manente do Pico são assegurados por tarefeiros
muito condicionados nas suas opções médicas
e inteiramente tutelados pelo Hospital da Horta
que centraliza totalmente as deslocações dos do-
entes do Pico, numa prática que eleva custos e
que se traduz num claro retrocesso em relação ao
passado. Trabalhar hoje nos serviços de saúde do
Pico é uma actividade com imensas frustrações e
condicionalismos.
E os Centros de Saúde são, essencialmente,
postos de consultas não cumprindo os objectivos
para que foram criados e que deveriam ser forte-
mente dirigidos para a prática de medicina comu-
nitária focada na prevenção e na educação para
a saúde. Situação, de resto, transversal a toda a
Região.
Muito há a fazer no sector da saúde no Pico e
que, ironicamente, muito tem a ver com questões
conceptuais e de boa gestão dos recursos e não
tanto com estes. Muito mais se poderia fazer com
as mesmas pessoas, os mesmos equipamentos e
as mesmas verbas. Teria que ser, isso sim, bem
repensado o actual modelo, sem preconceitos ou
condições prévias, sobretudo no que diz respeito
ao eixo Faial-Pico.”

indícios de guerra biológica no corona vírus?

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“Plum Island, laboratório militar secreto. Para quem conhece a história terrorífica da CIA, pejada de planos de ações encobertas para assassinar personalidades, espiar partidos políticos e seus dirigentes, executar golpes de Estado, desenvolver experimentos para manipular a mente de seres humanos e trabalhar com agentes biológicos a fim de transmitir vírus contra pessoas, animais e plantas, não é inverosímil supor que também pode estar por trás do perigoso Coronavirus, o Pneumonia de Wuhan, detectado na China.

É notória a guerra suja que os Estados Unidos executam contra a China, por considerá-la um perigo para a economia ianque. Daí o presidente Trump aplicar medidas inéditas para afogar a China e evitar que avance como a maior potência económica mundial.

Os ianques desesperados procuram modificar a correlação de forças em escala mundial. Por isso pressionaram o Reino Unido a sair da União Europeia para debilitá-la, além de converter a China no seu novo inimigo estratégico no cenário mundial.

Por isso não é de estranhar que possam estar por trás do surgimento do Coronavirus em Wuhan, obrigando os chineses a paralisar uma das suas regiões de maior desenvolvimento económico e uma população de mais de 11 milhões de habitantes, sendo a sua sétima cidade mais povoada e uma das nove cidades centrais da China com conexões para todo o território nacional.

Wuhan é qualificada como o centro político, económico, financeiro, comercial, cultural e educativo da China central, além de ser um centro principal de transportes, com dezenas de ferrovias, estradas e auto-estradas que cruzam essa cidade, conectando-a com outras importantes.

Essa localização permite a rápida disseminação da epidemia em todo o país, o que obriga a perguntar: será por acaso que o vírus tenha surgido ali? Ou por essas razões foi seleccionada para introduzi-lo entre os seus habitantes?

Afirma-se que o vírus é uma mutação, algo em que cientistas ianques trabalham historicamente nos seus laboratórios militares de guerra biológica.

O pânico criado a nível mundial obriga a não visitar a China, o que afecta sua indústria turística, os investimentos estrangeiros e os intercâmbios comerciais, perante a possibilidade de contágio.

Cuba tem sofrido múltiplos ataques biológicos desde há 60 anos. O primeiro contemplado é a conhecida Operação Mangosta, aprovada em 18 de Janeiro de 1962 pelo presidente J.F. Kennedy, que na sua tarefa número 21 diz textualmente:

“A CIA proporá um plano até 15 de Fevereiro para provocar o fracasso das colheitas de alimentos em Cuba…” As linhas seguintes não foram desclassificadas.

Em Junho de 1971 comprovou-se a presença na Ilha do vírus que causa a Febre Porcina Africana, o qual jamais havia sido reportado em Cuba. Foi preciso sacrificar centenas de milhares de porcos para evitar sua disseminação por todo o território nacional, com uma perda econômica e alimentar de grande envergadura.

Em Abril de 1981 foram detectados em Havana vários casos de febre hemorrágica, provocando a morte de quatro crianças. Foi possível comprovar que se tratava de uma estirpe nova do vírus “Nova Guiné 1924”, serotipo 02, única no mundo naquela época, sendo uma estirpe elaborada em laboratório.

Em Agosto de 1981 detectou-se em Sancti Spiritus, província central de Cuba, o herpes vírus BHV2, endémico em África e isolado no laboratório de doenças exóticas em Plum Island , Estados Unidos. Esse agente viral é o causador da Pseudodermatose Nodular Bovina e afectou a produção de leite.

Em 1983 Eduardo Arocena declarou no tribunal de Nova York – que o julgava por assassinar um diplomata cubano acreditado na ONU – que, como agente da CIA, cumpriu a missão de introduzir germes patogénicos em Cuba, quando na Ilha enfrentava-se a epidemia do Dengue Hemorrágico.

A lista de semelhantes ações é ampla. Por isso não é de estranhar que a China agora seja alvo desse trabalho sujo que os ianques costumam executar [1] . Isto se deve à potência económica desse gigante asiático e em particular Wuhan, território de amplas transformações industriais que possui três zonas de desenvolvimento nacional, quatro parques de desenvolvimento científico e tecnológico, mais de 350 institutos de investigação, 1.656 empresas de alta tecnologia, numerosas empresas e investimentos de 230 empresas listadas na Fortune Global 500.”

http://www.patrialatina.com.br/o-coronavirus-e-a-provavel-…/
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Arthur González [*] Plum Island, laboratório militar secreto. Para quem conhece a história terrorífica da CIA, pejada de planos de ações encobertas para assassinar personalidades, espiar partidos políticos e seus dirigentes, executar golpes de Estado, desenvolver experimentos para manipular a…

PATRIALATINA.COM.BR
Arthur González [*] Plum Island, laboratório militar secreto. Para quem conhece a história terrorífica da CIA, pejada de planos de ações encobertas para assassinar personalidades, espiar partidos políticos e seus dirigentes, executar golpes de Estado, desenvolver experimentos para manipular a…
Arthur González [*] Plum Island, laboratório militar secreto. Para quem conhece a história terrorífica da CIA, pejada de planos de ações encobertas para assassinar personalidades, espiar partidos políticos e seus dirigentes, executar golpes de Estado, desenvolver experimentos para manipular a…

silenciar as vozes dissidentes na china?

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Rosely Forganes
26 mins ·
Ao longo das últimas semanas, o jornalista chinês Chen Qiushi tem mostrado ao mundo a gravidade do coronavírus e como a China está a lidar com a doença, através de reportagens polémicas e vídeos em direto feitos a partir do seu telemóvel na cidade de Wuhan, o epicentro do surto. Agora, Chen Qiushi está desaparecido. De acordo com a CNN, a família não tem informações sobre ele desde a noite de quinta-feira, dia em que morreu o médico chinês que denunciou o coronavírus — o que gerou uma onda de revolta entre a população.
Chen Qiushi, que também é advogado, chegou a Wuhan no dia 24 de janeiro e, desde então, tem denunciado através de vídeos que publica nas redes sociais a realidade dos hospitais, funerárias e alas de isolamento improvisadas. Num dos vídeos, vê-se num canto do hospital uma mulher com uma máscara a tentar segurar um familiar morto, sentado numa cadeira de rodas, ao mesmo tempo que tenta fazer telefonemas.

Chen Qiushi tem publicado vídeos polémicos que mostram como a China está a combater o vírus. À família foi apenas dito que o jornalista foi posto em q…

OBSERVADOR.PT
Jornalista chinês que fez reportagens polémicas sobre coronavírus desaparecido. Terá sido posto em quarentena
Chen Qiushi tem publicado vídeos polémicos que mostram como a China está a combater o vírus. À família foi apenas dito que o jornalista foi posto em q…

faleceu o nosso patrono e Presidente Honorário João Malaca Casteleiro

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acabo de saber com imensa mágoa, tristeza infinda, e incredulidade, que um dos homens que mais admirava e que tanto nos ajudou desde 2007 nos colóquios da lusofonia, nos deixou dia 7 de fevereiro (não tenho mais detalhes)….faleceu o nosso patrono e Presidente Honorário João Malaca Casteleiro
`A Conceição os nossos votos de solidariedade neste momento difícil. Recordo algumas imagens dos últimos seis anos em que conviveu connosco e esteve sempre presente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

nota do Público dia 10.2.20

João Malaca Casteleiro (1936-2020), mais do que obreiro do acordo ortográfico

Ficará conhecido como o ‘pai’ do Acordo Ortográfico, mas o seu papel na coordenação do dicionário da Academia das Ciências é talvez a sua grande marca. João Malaca Casteleiro tinha 83 anos.. Não foram para já adiantados pormenores sobre as cerimónias fúnebres do linguista.

O linguista João Malaca Casteleiro, coordenador do dicionário da Academia das Ciências e figura central do novo Acordo Ortográfico, morreu na sexta-feira, aos 83 anos, no Hospital da Cruz Vermelha, onde estava internado, confirmou neste domingo ao PÚBLICO o jornalista e investigador António Valdemar, amigo do professor catedrático.

Pela exposição mediática do Acordo Ortográfico, é provável que venha a ser recordado por ter sido um dos principais responsáveis pela elaboração do respectivo acordo em 1990 – que viria a entrar em vigor em Portugal em 2009. Mas para quem com ele privou, e acompanhou o seu percurso profissional, mais significativa foi a coordenação científica do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, que viria a ser publicado em 2001, resultante de 12 anos de trabalho.

“Ele coordenou, e interveio activamente, na elaboração do dicionário que estava há 200 anos parado, o que é uma grande marca”, reflecte António Valdemar. “O [Almeida] Garrett dizia que o dicionário começava em A e tinha acabado em ‘azurrar’. Depois o [crítico literário, ensaísta e professor] Jacinto Prado Coelho fez uma tentativa, há cerca de 50 anos, de um 1.º volume para não acabar em ‘azurrar’, e o [linguista] Lindley Cintra fez uma diligência, mas quem concluiu o dicionário foi o Malaca Casteleiro. Havia uma espécie de maldição que vinha desde o tempo do Garrett e a sua acção foi determinante.”
Mas como se escrevia no PÚBLICO na época, passada uma semana do lançamento o dicionário já estava envolto em polémica e foi contestado por outros especialistas.
Com as investigadoras Maria de Lourdes Crispim e Maria Francisca Xavier, João Malaca Casteleiro trabalhou também no Dicionário da Língua Portuguesa Medieval.
No Acordo Ortográfico defendeu que a unificação do português era uma medida de pragmatismo que visava, acima de tudo, promover a língua portuguesa no mundo, ao mesmo tempo que facilitaria “a comunicação entre os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa..” Em 2008, dizia ao PÚBLICO que no “plano da lusofonia interna é lamentável que não exista um acordo”, argumentando que a língua portuguesa “é a única com duas variantes que têm de ser traduzidas nas Nações Unidas.”
Apesar das polémicas que enfrentou, recusou sempre qualquer cenário de se voltar atrás, mantendo-se como defensor do Acordo, do qual foi o principal responsável da Academia das Ciências de Lisboa, pela elaboração do documento e autor do anexo de seis páginas que o encerra, acreditando que poderia “fortalecer a lusofonia” e “promover o idioma em todos os países” e organismos internacionais. “Ele deu o seu contributo para o acordo, que não é perfeito, mas nenhum acordo o é. Assumiu uma posição sujeita a todas as controvérsias.. Mas espero que não seja recordado apenas por isso”, sintetiza António Valdemar.
Natural de Teixoso, Covilhã, licenciou-se em Filologia Românica em 1961, tendo obtido o doutoramento pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1979, com uma dissertação sobre a sintaxe da língua portuguesa. Professor catedrático naquela faculdade desde 1981 e membro da Academia das Ciências de Lisboa, foi também director de investigação do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, conselheiro científico do Instituto Nacional de Investigação Cientifica e presidiu ao Conselho Científico da Faculdade entre 1984 e 1987. Foi ainda presidente do Instituto de Lexicologia e Lexicografia entre 1991 e 2008. Em 2001 foi feito grande-oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
A 5 de Maio próximo, no Dia Mundial da Língua Portuguesa, no âmbito de um colóquio a efectuar na Academia das Ciências, em Lisboa, António Valdemar irá realizar uma intervenção de evocação a Malaca Casteleiro. “Tinha proposto ao professor Telmo Verdelho, que preside à comissão, que se fizesse isso há algum tempo. Agora é importante salientar a importância da sua obra, sobretudo a coordenação do dicionário.”

João Malaca Casteleiro (1936-2020), mais do que obreiro do acordo ortográfico

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[LER MAIS “Acordo Ortográfico é uma medida pragmática”, diz Malaca Casteleiro | Portugal | PÚBLICO]

Crónica 316 Eulogia ao Mestre Malaca

Há textos que jamais se espera escrever e este é um deles. Dia 7 de fevereiro 2020 é um dia muito triste, vinte e oito anos e um dia depois da morte do meu pai morreu um dos meus mentores, uma pessoa que muito estimava e que me honrava com a sua amizade.

Escrevo estas linhas, a quente, pouco depois de ter sabido da notícia e tenho pena de não ter acedido aos pedidos dos associados da AICL, Luciano Pereira e do Rolf Kemmler em 2018, quando propuseram fazer uma homenagem aos nossos dois patronos, e decidimos que eles fossem (na nossa assembleia-geral de 2019) nomeados nossos Presidentes Honorários e continuassem como Patronos. Esperava eu que a sua longevidade nos permitisse fazer essa homenagem num colóquio inteiramente dedicado a ambos.

Claro que os homenageamos a ambos durante os anos em que com eles aprendemos tanto quando, connosco, humildemente partilhavam o seu saber.

O Professor João Malaca Casteleiro surgiu no nosso seio em outubro 2007 com Evanildo Bechara quando ambos aceitaram o meu ousado convite a estarem presentes, e lembro-me, como se fosse hoje, que depois de um dos jantares, no Poças em Bragança, quando regressávamos a pé, à velhinha Residencial Classis onde estávamos todos alojados, eles me perguntarem já perto da meia-noite se eu os queria aceitar como nossos patronos, dado que o primeiro patrono JOSÉ AUGUSTO SEABRA falecera em 2004. Nem queria acreditar que a sorte nos bafejara naquela conversa informal, quando eu me queixava da falta de visibilidade do 8º colóquio em 2007.

Logo a seguir, fruto desse mesmo colóquio em Bragança, a comunicação social daria tanto relevo ao acordo ortográfico de 1990 que ali se debatera, que prontamente o estado português o ratificou e começou a implementar. A partir desse momento, durante anos a fio, em escolas, universidades, colóquios, Malaca Casteleiro e Evanildo Bechara eram as faces mais visíveis dos colóquios e do AO 1990, da Galiza a Portugal, Brasil, Macau, catapultando estes colóquios para a ribalta.

Durante os primeiros anos estabelecemos as metas necessárias para que a novel Academia Galega da Linga Portuguesa se pusesse de pé e frutificasse e a sua palavra e as suas estratégias ajudaram a conseguir o que poucos acreditavam ser possível numa Galiza espanholizada e castelhanizada linguisticamente.

Quando em outubro de 2010 fomos vítimas de uma ameaça da Câmara Municipal de Bragança de tomar conta dos nossos colóquios encontrei em ambos, o apoio necessário para avançar a todo o gás para a nossa associação, a AICL, garantindo os direitos de autor do nosso logótipo, do nosso nome e do nome dos colóquios.

Depois, foi Malaca Casteleiro quem coordenou as diligências para irmos a Macau em 2011, no ano a seguir à nossa bem-sucedida ida ao Brasil, onde marcamos presença na conferencia de Brasília da CPLP (março 2010), no Museu da Língua em São Paulo e no 13º colóquio em Florianópolis. Assim, acabaríamos por levar uma extensa comitiva de 43 participantes, dos quais 19 totalmente apoiados pelo Instituto Politécnico de Macau.

Recordo as passadas rápidas e vigorosas de Malaca Casteleiro na nossa ida ao Canadá em setembro 2012 pela Yonge St abaixo rumo à Universidade de Toronto onde a Manuela Marujo nos esperava para celebrar os 65 anos de estudos portugueses. Antes disso, em abril de 2009 na Lagoa, o nosso patrono recusara a carrinha de 9 lugares que andava numa lufa, para a frente e para trás, e decidira meter pés ao caminho que separava o teatro da Lagoa da residencial Arcanjo na vizinha Atalhada, onde estava hospedado, e quase conseguia chegar ao mesmo tempo que a viatura.

Durante os primeiros anos estabelecemos as metas necessárias para que novel Academia Galega da Linga portuguesa se pusesse de pé e frutificasse.

Já em 2016 em Montalegre, em amena cavaqueira, com ele, e a sua inseparável Conceição, perdemo-nos do nosso guia, o célebre Padre Fontes e fomos a pé cavalgando as ruas e caminhos de Vilar das Perdizes, enquanto os restantes faziam a rota cultural estabelecida.

Mais tarde quando o meu filho João foi convidado pelo Ministro da Ciência e Tecnologia a ir falar a Picoas, ao atual edifício Altice, em maio 2017 nos 30 anos do programa Ciência Viva, o Malaca e a Conceição lá estavam, a partilhar o meu orgulho imenso, jantando connosco e ficando em amena cavaqueira até altas horas quando fecharam o bar do Hotel.

E sempre estiveram connosco desde 2007, menos no ano de 2018 quando a saúde do nosso mestre e patrono o traiu e ele não pode estar presente no 29º Belmonte 2018, 30º Madalena do Pico 2018 e 32º na Graciosa 2019 (por temer a falta de condições hospitalares em caso de necessidade urgente nas ilhas). Ainda em novembro último confirmara a sua presença em Belmonte este ano…

Não vou falar da sua notável carreira, nem da sacanice da perseguição que a Academia lhe moveu nos últimos anos que nos levou em 2009 a propor uma ACADEMIA DE LETRAS DE PORTUGAL mas que infelizmente, não lograria apoios suficientes para arrancar e deixar de ser uma subserviente Secção de Letras da Academia de Ciências de Lisboa, mas recordarei sempre a sua confissão de que tinha vindo de uma família humilde e, como quase todos os desta geração, subira a pulso, fruto de muito trabalho e estudo, coisas que, indubitavelmente fazem falta hoje em dia.

Muitas vezes falamos disto, da ética de trabalho, da necessidade de sermos exigentes e perseverantes.

Guardarei comigo tudo o que partilhamos nestes 13 anos de convívio são e fico eternamente grato pelo muito que com ele aprendi. Continuará sempre como nosso patrono e Presidente Honorário, ele que presidiu à Mesa da Assembleia-Geral da AICL desde a sua fundação em 2010 até à Assembleia-Geral de 2019 e deixo aqui em imagens a sua passagem no nosso seio, que tanto nos ajudou e influenciou. [1]

Chrys Chrystello, 9.2.2020

Presidente da Direção da AICL, Colóquios da Lusofonia

[1] As imagens serão projetadas no 33º colóquio em abril 20202 Belmonteé o 2º mentor e 2º patrono dos colóquios que nos deixa….jose augusto Seabra em 2004 e agora o Malaca..

 

não há mistério nem alteração da gravidade nas vassouras em pé

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Disseram-me que havia uma anomalia qualquer com a gravidade que estava a deixar as vassouras em pé.
É estranha tal explicação porque seria ainda mais estranho que o campo gravítico terrestre se alterasse e por tão pouco tempo. Também diziam ser informação da NASA, instituição credível, mas não encontrei nada sobre o assunto.
De facto as vassouras ficaram em pé, mas diga-se de passagem que nunca tentei fazer tal experiência.
Repeti e experiência com várias vassouras e afinal isso verifica-se todos os dias e em qualquer lugar: Desde que a projeção do centro de massa da vassoura caia dentro da área que constitui a sua base de sustentação, a vassoura manter-se-á em equilíbrio. É só e apenas uma questão de jeitinho no ajuste da base e do cabo da vassoura.

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