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Coronavirus outbreak: COVID-19 could infect two-thirds of globe, top scientist says

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As the number of coronavirus cases jumps dramatically in China, a top infectious-disease scientist warns that things could get far worse: two-thirds of the world’s population could catch it.

Source: Coronavirus outbreak: COVID-19 could infect two-thirds of globe, top scientist says

Has the wooden skyscraper revolution arrived? – CNN Style

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Wooden towers — sometimes dubbed “plyscrapers” — were once the preserve of conceptual designers. But thanks to changes in lowered costs and shifting attitudes towards the material, they are quickly becoming a reality.

Source: Has the wooden skyscraper revolution arrived? – CNN Style

Bragança vai ter hospital privado orçado em 10 ME | Diário de Trás-os-Montes

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A cidade de Bragança vai ter um hospital privado onde serão investidos cerca de 10 milhões de euros e a abertura da unidade será feita em três fases, com início no mês de abril, foi hoje anunciado.

Source: Bragança vai ter hospital privado orçado em 10 ME | Diário de Trás-os-Montes

“Contos da Imprudência” é o título do novo livro de Pedro Paulo Câmara.

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Ontem, no Açores Hoje, falando sobre o lançamento do Contos da Imprudência que decorrerá Hoje!
Todos serão bem-vindos.

-11:35

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Açores Hoje

5 hrs

“Contos da Imprudência” é o título do novo livro de Pedro Paulo Câmara. O autor apresenta um conjunto de histórias que nos remetem para a dualidade: o medo e o mito, morte e amor.
Pedro Paulo Câmara

Eutanásia. A decisão mais importante da nossa vida (por Alexandre Quintanilha)

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Foi por vontade de outros que nascemos; não devemos exigir o mesmo da nossa morte
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Foi por vontade de outros que nascemos; não devemos exigir o mesmo da nossa morte
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3 of 14

  • Sérgio Gomes Nós não temos nem podemos ter o controle da forma nem da data da nossa morte, a beleza da vida é o não sabermos quando como e onde nos apagamos…
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    • Richard Zimler Sérgio Gomes Compreendo. Não estou a tentar mudar a sua opinião. Obviamente, tem todo o direito de a ter! E respeito a sua maneira de ser. Só não quero que alguém ou algum estado desrespeite o meu direito ou o direito dos outros de por fim a um sofrimento insuportável.
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  • Elisabete Viana Richard já não é a 1a vez que traz este assunto a debate. O que eu gostaria de salientar é o seguinte. A maioria das pessoas crê (trata-se de uma crença) que se for autorizada e legalizada a Eutanásia em Portugal que essa prática vai ser generalizada , o que não é verdade. Antes de mais, cada cidadão passa a ter o direito de decidir, mesmo antes de adoecer, se deseja ou não passar por um percurso de sofrimentos vários antes de morrer e de escolher o momento de parar.
    Conto-lhe aqui a história do meu bisavô que não queria morrer senil nem débil. Serviu em duas guerras sangrentas, a civil de Espanha e contra Hitler na 2a grande guerra. Viu a morte nas suas inúmeras expressões. Suicidou-se com 86 anos, não porque estivesse farto da vida ou que não tivesse uma família que o apoiava mas sim porque sentiu que estava a ficar senil. É dessa decisão que creio eu que estamos a falar quando debatemos o assunto Eutanásia. Sou a favor. Existem sofrimentos que se não os quisermos devemos de poder escolher. Quem não assim o entender, pode sem qualquer sombra de dúvida não ir pelo caminho da morte assistida. É esta a liberdade. É isto que se pretende permitir às pessoas: escolher.
    Obrigada Richard por trazer este assunto a debate mais uma vez. Abraço.

     

    Richard ZimlerRichard Zimler replied

    3 replies 3 hrs

  • Cândida Sousa Somos donos da nossa vida, se envelhecemos demasiado e não queremos viver mais,. temos o direito de a interromper. Por esse motivo, só no ano de 2019, se suicidaram mil idosos

    Esta manhã uma reportagem na RTP deixou a entender que a perspectiva “oficial” de judaismo em relação à eutanésia é uma proibição. Não é verdade. É, de facto, completamente falso.
    1) Não há uma posição “oficial” em judaismo. Temos correntes e ramos diferentes (Reformistas, Conservadores, etc…). Juidaismo não tem um equivalente do Papa. Temos peritos na lei judaica (rabinos e outros) de correntes e ramos diferentes.
    2) O leque de opiniões (dos tais peritos) sobre a questão é enorme. Em geral, os peritos ortodoxes dizem que a eutanásia devia ser proibida (baseando a sua opinião no Antigo Testamento, no Talmud, etc..) Nos outros ramos, os peritos evidenciam todas as perspectivas. Há muitos rabinos reformistas e conservadores que favorecem a legalização da eutanásia (baseando a sua opinião, mais uma vez, no Antigo Testamento, no Talmud, etc…).
    3) Para os milhões de judeus que não fazem parte de uma comunidade (como eu), a opinião dos rabinos e dos peritos conta para muito pouco. Em geral, estamos a favor de uma separação total entre a religião e o Estado.
    4) Irrita-me imenso que os média apresentem a opinião de um representante da comunidade de Lisboa como a opinião “oficial” dos judeus. A opinião de um representante da comunidade lisboeta só representa a comunidade lisboeta, mais nada.

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A Galp vai descontar o café e pagar o jantar?

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Uma pausa para um cigarro, outra para o café, passam a ser descontadas no salário, diz um Tribunal em Espanha perante as queixas dos accionistas da Galp. Ontem liguei a uma amiga, uma médica extraordinária – humana, científica e politicamente, um trio dos improváveis – e perguntei-lhe se o cansaço e a dor de cabeça de um familiar meu eram sinal de perigo, pensando já num cenário apocalíptico de uma infecção grave, no qual desenrolei todas as doenças assustadoras que existem, e ainda as que estão por existir, que também imaginei com razoável detalhe. Ela, com doçura e calma, fez-me algumas perguntas e disse-me que não, ele que ficasse em casa, vigiado, mas nada mais. Pelo telefonema que me fez umas horas depois – onde conversámos sobre sinais, sintomas, medos, antevisões e respostas racionais – percebi que ela comigo tinha sentido o mesmo que eu hoje senti quando uma jornalista me ligou perguntando o que eu pensava das pausas para o café serem descontadas no salário. Não pela jornalista, que faz um excelente trabalho, aliás ao ligar-me procurava o contraditório da notícia que correu mundo noutros jornais, como se de algo aceitável e debatível se tratasse. A minha perplexidade é a de quem tem de responder a uma realidade paranormal, a uma pergunta mágica, a uma realidade inexistente.

Vejamos, em primeiro lugar devíamos estar a debater porque as pessoas não ganham pelo menos o dobro ou triplo do que ganham já que os salários reais estão congelados face ao custo de vida na Europa em média há duas décadas; em segundo lugar devíamos estar a debater porque não trabalhamos 3 horas por dia, durante 4 a 5 dias, já que a produtividade do trabalho tem subido sistematicamente com o recurso a novas tecnologias; temos que perguntar como está a vida afectiva, sexual, pessoal, e a saúde das pessoas, na Galp e fora dela, com horários de trabalho cada vez mais longos. Quantas tarefas fazem hoje os trabalhadores e quantas faziam há 2 décadas; quantas vezes comem peixe fresco de mar e quantas vão ao cinema. Depois temos que debater porque a Galp é privada, já que toda a sua estrutura foi paga pelo sector público. Podemos descer a um nível mais básico, não debater que sociedade queremos, e perguntar desde quando é que uma pausa não é essencial ao aumento da produtividade, desde quando é que trabalhar sem parar aumenta a produtividade – em que lado do mundo isso se verificou alguma vez na história? Nenhum. Aliás, o contrário é verdadeiro – menos pausas, menos produtividade.

Mas não podemos ainda de deixar de perguntar ainda se a Galp, uma vez que vai descontar as pausas, se vai começar a pagar o tempo que os trabalhadores estão em transportes para irem para o trabalho, o tempo em que estão a fazer comida para levar para o trabalho, o tempo em que estão a ir às compras para comprar roupa para levar para o trabalho, o tempo em que estão a secar o cabelo para irem trabalhar, o tempo em que estão a dormir para poder trabalhar no dia seguinte, o tempo em que estão a cuidar dos filhos para virem a ser trabalhadores da Galp, a hipoteca da casa onde vivem que lhes permite viver para trabalhar, e a prestação do carro que usam para ir trabalhar para a Galp…No fundo o que eu quero mesmo saber é se a Galp vai descontar o café e pagar tudo o que os trabalhadores fazem fora do trabalho que serve cada vez mais – e apenas – para irem trabalhar para a Galp mal acordam, a cada dia.

Estamos submersos num mundo irreal, sem uma linha de esperança no horizonte, onde não nos atrevemos a perguntar o essencial: porque é que existem accionistas da Galp? Qual é o contributo para a sociedade de um “accionista”? O que é que esta gente faz na vida, em pausa ou fora dela?

Uma pausa para um cigarro, outra para o café, passa a ser descontada no salário, diz um Tribunal em Espanha perante as queixas da Galp. Ontem liguei a uma amiga, uma médica extraordinária – h…
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Uma pausa para um cigarro, outra para o café, passa a ser descontada no salário, diz um Tribunal em Espanha perante as queixas da Galp. Ontem…
Uma pausa para um cigarro, outra para o café, passa a ser descontada no salário, diz um Tribunal em Espanha perante as queixas da Galp. Ontem liguei a uma amiga, uma médica extraordinária – h…