Novo Balanço – Aumenta para 1.523 o número de vítimas mortais na China continental – Plataforma

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A China anunciou hoje a morte de 143 pessoas nas últimas 24 horas no país devido ao coronavirus Codiv-19, elevando para 1.523 o número de vítimas mortais da epidemia no país. A Comissão Nacional de Saúde chinesa adiantou que há agora 66.492 pessoas infetadas, (excluindo Macau e Hong Kong) depois de confirmados mais 2641 casos, no período referido.

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800-year-old spiral rock carvings marked the solstices for Native Americans | Live Science

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The Pueblo people created rock carvings in the Mesa Verde region of the Southwest United States about 800 years ago to mark the position of the sun on the longest and shortest days of the year.

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Expresso | Museu de Lisboa lembra José Cardoso Pires com fotografias e filme de Manuel Mozos

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A exibição de “José Cardoso Pires – Diário de Bordo”, filme do realizador Manuel Mozos, acontece no âmbito do encerramento de uma exposição de fotografias de Nuno Correia, dedicada ao escritor, patente no Palácio Pimenta

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vetada em muitos países a 5G vem para os Açores…90% da população dos Açores abrangida até 2025 por 5G

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Noventa por cento da população dos Açores deverá ter tecnologia 5G até 2025, revelou hoje o presidente da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), João Cadete de Matos.

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COVID-19: Outbreak continues to ignite panic – Health Issues India

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The World Health Organization (WHO) has, in recent days, moved to officially classify the novel coronavirus under the name COVID-19, as the outbreak continues t

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coronavirus covid19 alastra

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A epidemia avança

Falemos então da outra árvore do Jardim do Éden, a do conhecimento do bem e do mal, numa geografia distante da nossa. Na China, enquanto a epidemia avança, vão desaparecendo cada vez mais pessoas por causa dela. Muitas – mais de 1360 até quinta-feira – morrem infectadas pelo coronavírus – na quinta-feira, uma alteração ao diagnóstico fez disparar o número de infectados e mortes. Outras, não se sabe quantas, desaparecem simplesmente após terem provado do fruto proibido chamado liberdade de expressão. Outras ainda são expulsas dos cargos que ocupavam, numa prova de que a metáfora bíblica do castigo para o autodiscernimento também se aplica em territórios livres de religião. Um vírus microscópico está a fazer tremer o dragão asiático e o seu regime.

De Bruxelas, onde os ministros da Saúde da EU se reuniram esta quinta-feira, saiu uma mensagem de calma e ponderação, destinada a contrariar o alarmismo que voltou a manifestar-se depois de a China rever em alta o número de novos casos de infecção com coronavírus. “O risco aqui é muito baixo”, desdramatizou o comissário europeu para a Gestão de Crises, Janez Lenarcic. “Mas o risco existe, e por isso estamos a preparar-nos para todos os cenários”, garantiu.

A ilustradora Wei Man Kow, que trabalha em Hong Kong e Singapura, quis juntar-se ao esforço colectivo de combate à epidemia do novo coronavírus e fez 17 ilustrações sobre como podemos proteger-nos deste vírus que pode provocar problemas respiratórios graves. As ilustrações foram distribuídas na China e chegam agora a Portugal.

eutanásia – As árvores do Jardim do Éden

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As árvores do Jardim do Éden

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Reza a Bíblia que no Jardim do Éden havia duas árvores especiais: a árvore da vida, cujo fruto garantia a vida eterna, e a árvore do conhecimento do bem e do mal, ou árvore da ciência, aquela cujo fruto estava proibido a Adão e Eva. “Comerás livremente o fruto de qualquer espécie de árvore que está no jardim; contudo, não comerás da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comeres, com toda a certeza morrerás!” (Génesis 2:9).

Violada a única regra que Deus tinha imposto ao Homem, Adão e Eva foram expulsos do paraíso: “Eis que agora o ser humano tornou-se como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Não devemos permitir que ele também estenda a sua mão e tome do fruto da árvore da vida e comendo-o, possa viver para sempre!” (Génesis 3:22). É com esta metáfora que começa a vida humana de sofrimento na Terra, de acordo com a tradição judaico-cristã. É sabido que o Homem é um ser mortal – por ter desobedecido à ordem divina, deixou de poder ser senhor da vida. Pode sê-lo, ao menos, da sua própria morte?

É essa a grande questão que assaltou Portugal (outra vez) na última semana. Com o agendamento para a próxima quinta-feira dos projectos de lei sobre despenalização da morte assistida do Bloco, PAN, PS, PEV e IL, reacenderam-se a polémica, as paixões e as razões em torno do direito (ou falta dele) de morrer com ajuda médica em situações-limite: quando, perante uma lesão definitiva ou doença incurável e fatal, e numa situação de sofrimento “duradouro e insuportável”, um doente consciente peça ajuda ao suicídio – uma formulação idêntica nos vários projectos em debate, que pode consultar aqui.

Contra a eutanásia, a Conferência Episcopal Portuguesa posicionou-se na terça-feira a favor de um referendo sobre a matéria, contornando a sua própria doutrina de que a vida humana não é referendável. Afinal, eutanásia já não é sobre a vida, mas sobre a morte, ouviu-se dizer. “A Igreja não podia ficar passiva perante o que está a acontecer”, declarou o porta-voz da CEP, o padre Manuel Barbosa, ao PÚBLICO. A campanha contra a despenalização da eutanásia vai chegar com toda a força aos altares da Igreja Católica, que está já a recolher assinaturas para uma iniciativa popular de referendo.

Mesmo que consigam as 60 mil assinaturas em tempo útil, antes da aprovação final global de algum dos projectos, será uma batalha dura. A maioria dos partidos representados na Assembleia da República considera que esta tem capacidade e legitimidade para legislar sobre a despenalização da morte assistida, pelo que não é preciso um referendo. Apenas o CDS e o Chega aprovam, nesta altura, a ideia da consulta popular. O PSD é o partido que mais se divide sobre o assunto, com um líder pró-legalização da eutanásia e muitos ex-líderes (como Cavaco Silva e Passos Coelho) a discordarem, total e publicamente. Rui Rio vai dar liberdade de voto em relação aos projectos de lei mas nada disse ainda sobre o referendo.

E o que pensam os portugueses sobre o assunto? Um estudo realizado pelo Laboratório de Psicologia do Instituto Universitário Egas Moniz (que será apresentado na íntegra na próxima semana) revela que mais de metade dos inquiridos se mostra favorável à eutanásia e os que manifestaram atitudes mais desfavoráveis são os mais velhos, com menor nível de escolaridade e que se identificam com uma religião. Os dados da investigação, que decorreu entre Dezembro e Janeiro e abrangeu 1695 pessoas de todo o país, indicam que mais de metade (50,5%) dos inquiridos revelou atitudes favoráveis face à eutanásia, um quarto (25,6%) reportou atitudes desfavoráveis e os restantes (23,9%) manifestaram indecisão quando a esta matéria.