os EUA é que são uma ameaça para a  Europa: EUA alertam europeus que Huawei é uma ameça para a NATO – Jornal Açores 9

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O secretário de Defesa dos Estados Unidos alertou hoje os europeus que ao autorizar equipamentos da Huawei – empresa chinesa

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Várias lusofonias, uma grafia – DN

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O tema das relações entre os denominados países de língua portuguesa, em todas as áreas, é habitualmente tratado com muitas paixões, mas também equívocos, preconceitos e uma total ausência de uma estratégia comum, pensada e definida por todos, em pé de igualdade.

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VENHA A EUTANÁSIA POIS Cuidados paliativos não chegam a mais de 80% dos doentes – DN

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Escassez de equipas e falta de formação específica também são problemas da área. Era suposto existirem 100 equipas domiciliárias. Existem 26

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Robô separa mais de mil artigos diferentes, com mais de 99% de precisão – Internacional – Estadão

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Em uma instalação perto de Berlim, um novo tipo de robô está automatizando tarefas que até recentemente estavam fora do alcance de máquinas

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URBANO BETTENCOURT: J. H. SANTOS BARROS E GUILHERME DE MORAIS:

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J. H. SANTOS BARROS E GUILHERME DE MORAIS:

No final dos anos 70, em Lisboa, o Grupo de Intervenção Cultural Açoriano (GICA) começou a recolher elementos com vista à organização de uma Bibliografia dos Açores.
J. H. Santos Barros entregou um manuscrito com o inventário da sua biblioteca insular. Dela constava o livro de Guilherme de Morais,«Ilhas do Infante», embora o poeta terceirense ainda não tivesse publicado no jornal «Açores» (Janeiro de 1980), o texto em que procedia a uma recuperação daquele «cruzeiro nos Açores» dos anos 30.
O texto foi mais tarde incluído na sua colectânea de ensaios «O Lavrador de Ilhas I» e surge agora integrado nesta segunda edição de «Ilhas do Infante» (ed. Artes e Letras, com a reprodução da excelente pintura original de Domingos Rebelo).

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ainda o perigo do coronavirus nos açores

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Partilha-se artigo do jornal Correio dos Açores, sobre a “Árvore de risco” que elaborei com as minhas colegas Cidália Frias e Rosa Carvalhal. Tem como título: “Director de Saúde questiona estudo que conclui que existe quase 40% de probabilidade do coronavírus chegar aos Açores”. Surge-nos desse artigo uma questão: Quais são afinal as suas contas?
Acrescento que teríamos muito gosto em fornecer a informação usada nos nossos cálculos, caso nos tivessem pedido.
De facto considerámos, em termos de risco, a existência de apenas um quarto de pressão negativa na Terceira. Isso afeta o cálculo das probabilidades caso haja chegada do vírus aos Açores ou epidemia no Arquipélago, mas não a probabilidade de chegada do vírus. Também ficámos a saber que existem seis quartos de pressão negativa no hospital da Terceira e que apenas um está disponível neste momento, mas a ocupação dos outros parece que nada tem a ver com doenças infeto-contagiosas.

Perante o estudo, o Director Regional da Saúde, Tiago Lopes, refere que se “desconhece a metodologia e o rigor científico das probabilidades calculadas pelos referidos investigadores”, acrescentando que os mesmos “não remeteram qualquer informação para a Secretaria Regional da Saúde qu…

Perante o estudo, o Director Regional da Saúde, Tiago Lopes, refere que se “desconhece a metodologia e o rigor científico das probabilidades calculadas pelos referidos investigadores”, acrescentando que os mesmos “não remeteram qualquer informação para a Secretaria Regional da Saúde qu…
Comments
  • Félix Rodrigues Desconhecem a metodologia e rigor científico?
    Se desconhecem a metodologia porque é põe em causa o rigor?
  • Paulo Sousa Numa altura em que um novo coronavírus matou por pneumonia na China mais de 130 pessoas num mês, os dados publicados nacional e internacionalmente mostram que há mais de 400 mortes por pneumonia em Portugal todos os meses, em média, na população adulta.
    • Félix Rodrigues Os valores que refere não estão corretos. Em menos de um mês, (de 20 de janeiro a 15 de fevereiro) o coronavírus matou 1527 pessoas. Em Portugal, a taxa de mortalidade por pneumonia é de 57 mortes por cada 100 000 habitantes. Isso não dá o número que refere pois isso seria um caso de epidemia grave em Portugal. Mesmo assim, os 57 mortes por cada cem mil habitantes em Portugal é elevado e corresponde ao dobro da média dos países da União Europeia.
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um português descreve wuhan

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“Algo extraordinário.” Português descreve o que está a ser feito contra coronavírus.

João Pedrosa decidiu ficar na cidade chinesa que é o epicentro do novo coronavírus.

Agora, escreve no site da TSF sobre o estranho dia a dia em Wuhan.

Faz hoje três semanas que foi decretado o “bloqueio” de Wuhan.

Sim, 3 semanas!

Há 21 dias que uma cidade com quase 11 milhões de habitantes (mais do que um Portugal inteiro) suspendeu todos os transportes públicos, aéreos, terrestres e marítimos(*).

Há 21 dias que toda a população de Wuhan se encerrou nas suas casas.

Confesso que estou a assistir a algo com uma dimensão tal que nunca pensei assistir.

Bem sei que os números de casos e mortes são assustadores e um só morto já é um número muito elevado.

Mas o que tem estado a ser feito é algo excecional.

Entendo que o conjunto muito vigoroso de ações tomadas pelo governo para “bloquear” Wuhan, e logo de seguida a sua província de Hubei, tiveram como principal propósito evitar a propagação da epidemia a nível nacional, mas também a nível mundial.

Entendo que o número de infeções é, provavelmente, significativamente menor do que teria sido, caso contrário.

Só um país com o potencial da China poderia fazer tal.

Dificilmente haverá outro país no mundo com essa capacidade.

Não sei o que aconteceria se tal acontecesse noutra localidade do planeta.

Já perdi a conta ao número de hospitais e clínicas que foram construídos ou criados em menos de duas semanas.

Já perdi a conta ao número de médicos e enfermeiros que foram mobilizados.

Hoje, outros 2.600 militares vieram para a cidade.

Isto assinala o terceiro destacamento de médicos militares no esforço para conter o surto.

O pessoal agora enviado ficará encarregado dos pacientes do Hospital Taikangtongji (que vai abrir 860 camas) e do Hospital Provincial de Mulheres e Crianças de Hubei (que vai abrir 700 camas).

Mas o que não quero deixar de assinalar é a capacidade de resistência e perseverança deste povo.

Há 21 dias que 10.600.000 pessoas estão “enclausuradas” nas suas casas e praticamente só saem para ir ao supermercado.

Famílias inteiras que estão dispostas a continuar e a manter esse espírito de sacrifício.

Repito, algo de extraordinário está a acontecer e que eu nunca pensei que fosse possível.

Todos estão mobilizados para levar de vencida esta batalha.

Todos estão mobilizados por Wuhan, por Hubei e pela China.

Mas também, no meu entendimento, todos estão mobilizados pelo mundo.

Este não é um problema local.

Este não é um problema chinês.

Este é um problema mundial.

(*) Wuhan apesar de ser uma cidade do interior é atravessada pelo rio Yangtze, o terceiro maior do mundo e o maior da Ásia. Wuhan dispõe de porto “marítimo” e o rio é navegável até à sua foz, em Xangai, que fica a 800 quilómetros.

https://www.tsf.pt/…/algo-extraordinario-portugues-descreve…

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