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PUBLIC SERVICE – Suggestion by an Engineer-Physicist (me): Everyone should use surgical masks when going outside whenever there is a chance to meet other people – say for basic shopping. This should be done always, no matter what health authorities may say to the contrary, as many of their statements are not based on scientific considerations.
Unfortunately masks are hard to come by nowadays and, to aggravate, we are told that they should only be used for a couple of days at the most.
In the case of coronavirus, that information is simply wrong. Masks to protect us from the coronavirus can be reutilized any number of times provided that we disinfect them after every couple of days of use. How? Simply by immersing them in water at temperatures near the boiling point (100C) for a few minutes, as the virus gets completely destroyed at 60C. Then we simply pick the boiled masks by one of the elastics and hang them to dry.
Protect yourselves as this virus is very dangerous. Anyone devaluing it’s danger is either an ignorant or an idiot, so don’t pay attention to them.

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Um dos aspetos (armas) da guerra híbrida.
Guerra iniciada pelos Estados Unidos, mas de desfecho imprevisível, embora a Russia e a China tenham dados alguns passos em frente.
A estratégia estado-unidense está a esfarelar-se.
Bom dia

ESTRATÉGIA RUSSA AMEAÇA PETRÓLEO NORTE-AMERICANO
Por Umberto Mazzei
As empresas petrolíferas norte-americanas estão lívidas de pânico ao inteirar-se de que a Rússia não fará cortes na sua produção. Há uma típica estratégia russa por detrás do anúncio de que Moscovo se negou a estabelecer um acordo para reduzir a produção de petróleo proposta pela Arábia Saudita na recente cimeira da OPEP+ em Viena.
A recusa da Rússia invalidou a proposta, o que provocou uma queda imediata de 10% dos preços nos mercados petrolíferos.
Alguns desses mercados registaram mesmo as suas maiores quedas diárias desde a última crise financeira.
O ousado movimento russo satisfaz os europeus, mas faz conter a respiração entre os norte-americanos e os antigos parceiros da OPEP.
De acordo com o ministro russo da Energia, Alexander Novak, por efeito da decisão russa e com a chegada da Primavera os preços continuarão a cair depois de 1 de Abril.
Apesar de a Rússia e a Arábia Saudita dependerem ambos do petróleo, Moscovo tem uma economia diversificada que deixa uma maior margem de manobra devido às suas vastas reservas de ouro e à rigorosa política orçamental; a qual, devido às sanções norte-americanas, teve de ser adoptada para reduzir a dependência do país em relação às exportações de energia.
A Arábia Saudita, por seu lado, tem um défice orçamental corrente de mais de 50 mil milhões de dólares e possui poucos fundos no estrangeiro.
Ainda que os dois países possam suportar preços baixos de petróleo durante algum tempo, a parte saudita não pode permitir que essa situação se prolongue muito. Alguns analistas calculam esse prazo em um ano, no máximo dois.
O Ministério das Finanças russo afirma que o país pode manter-se à superfície até 10 anos, mesmo que os preços do petróleo se mantenham entre 25 a 30 dólares por barril.
“Parece uma corrida montanha abaixo para ver quem se assusta e desiste primeiro”, comenta Andrew Lipow, da empresa norte-americana Oil Associates LLC; no entanto, um preço do Brent de 40 dólares por barril significa que a Arábia Saudita deixa de ganhar cerca de 120 mil milhões de dólares por ano.
O Kremlin interpreta essas perdas sauditas como 120 mil milhões a menos para comprar armas a países da NATO. O que Lipow não compreende é que estamos perante um golpe de mestre na área da Diplomacia Económica.
– Ataque ao petróleo de xisto
A jogada fez cair os preços do petróleo para cerca de 40 dólares por barril; com isso, Putin faz colapsar a indústria petrolífera norte-americana.
É altura de recordar que até 1970 os Estados Unidos foram o principal exportador de petróleo. Nesse ano, porém a produção dos seus esgotados poços não chegou sequer para o próprio consumo. Washington depressa se transformou no principal importador. Em 1971, entretanto, aconteceu o abandono do padrão ouro estabelecido nos Acordos de Bretton Woods (uma onça/35 dólares). E rapidamente surgiu a emissão de dólares sem fundos para pagar o enorme défice comercial de 150 mil milhões de dólares. Uma decisão da OPEP salvou a divisa dos Estados Unidos: cotar o petróleo apenas em dólares.
No final dos anos noventa desenvolveu-se uma técnica conhecida como “fracking”, ou fractura hidráulica, que permite extrair gás e petróleo residuais dos poços esgotados. A aplicação desse método permitiu aos Estados Unidos voltarem a exportar petróleo. Mas o petróleo de xisto obtido através do fracking é muito mais caro do que o extraído por métodos convencionais; necessita de preços elevados para recuperar o investimento. Isto explica a agressiva política externa dos Estados Unidos, que aproveita qualquer pretexto para impor obstáculos e sanções a países exportadores de petróleo para diminuir a oferta do mercado e dificultar o comércio dos seus competidores petrolíferos, como sucede com o Irão, o Iraque, Líbia, Síria ou Venezuela.
Os Estados Unidos não incomodam a Arábia Saudita porque este país é o segundo maior investidor am armas do mundo e o principal cliente do complexo militar e industrial que, na realidade, é quem governa em Washington.
Com este movimento estratégico da sua diplomacia económica Vladimir Putin ameaça a nova indústria petrolífera dos Estados Unidos de colapso; e deixa também em dificuldades o principal cliente da indústria militar norte-americana. A diminuição de receitas sauditas afectará igualmente o financiamento de Riade ao fanatismo islâmico que tenta destruir a Síria, o principal aliado da Rússia no Médio Oriente.
O efeito do movimento diplomático russo sobre a indústria petrolífera norte-americana é devastador e sem trapaças.
A Rússia impõe a vantagem competitiva da maior resistência da sua economia e dos benefícios proporcionados pela Natureza ao dotar o país com jazidas frescas que não necessitam de fracking.
O efeito do movimento de Putin de aguentar os preços baixos para arruinar o adversário é parecido com a estratégia de terra queimada que o general Kutuzov utilizou contra Napoleão.
Publicado em O Lado Oculto
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Os Estados Unidos ultrapassaram a Itália e a China em número de infetados com o Covid-19. Segundo a última contagem são já quase 82 mil. Nova Iorque e Nova Jérsia concentram metade dos casos. A Organização Mundial de Saúde já tinha avisado que o país seria o próximo epicentro da pandemia.
Source: Estados Unidos ultrapassam China e Itália em número de infetados – Executive Digest