eua a perderem a guerra do petróleo

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Um dos aspetos (armas) da guerra híbrida.
Guerra iniciada pelos Estados Unidos, mas de desfecho imprevisível, embora a Russia e a China tenham dados alguns passos em frente.
A estratégia estado-unidense está a esfarelar-se.
Bom dia

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CAFÉ CENTRAL

13 hrs

ESTRATÉGIA RUSSA AMEAÇA PETRÓLEO NORTE-AMERICANO
Por Umberto Mazzei

As empresas petrolíferas norte-americanas estão lívidas de pânico ao inteirar-se de que a Rússia não fará cortes na sua produção. Há uma típica estratégia russa por detrás do anúncio de que Moscovo se negou a estabelecer um acordo para reduzir a produção de petróleo proposta pela Arábia Saudita na recente cimeira da OPEP+ em Viena.

A recusa da Rússia invalidou a proposta, o que provocou uma queda imediata de 10% dos preços nos mercados petrolíferos.

Alguns desses mercados registaram mesmo as suas maiores quedas diárias desde a última crise financeira.

O ousado movimento russo satisfaz os europeus, mas faz conter a respiração entre os norte-americanos e os antigos parceiros da OPEP.

De acordo com o ministro russo da Energia, Alexander Novak, por efeito da decisão russa e com a chegada da Primavera os preços continuarão a cair depois de 1 de Abril.

Apesar de a Rússia e a Arábia Saudita dependerem ambos do petróleo, Moscovo tem uma economia diversificada que deixa uma maior margem de manobra devido às suas vastas reservas de ouro e à rigorosa política orçamental; a qual, devido às sanções norte-americanas, teve de ser adoptada para reduzir a dependência do país em relação às exportações de energia.

A Arábia Saudita, por seu lado, tem um défice orçamental corrente de mais de 50 mil milhões de dólares e possui poucos fundos no estrangeiro.

Ainda que os dois países possam suportar preços baixos de petróleo durante algum tempo, a parte saudita não pode permitir que essa situação se prolongue muito. Alguns analistas calculam esse prazo em um ano, no máximo dois.

O Ministério das Finanças russo afirma que o país pode manter-se à superfície até 10 anos, mesmo que os preços do petróleo se mantenham entre 25 a 30 dólares por barril.

“Parece uma corrida montanha abaixo para ver quem se assusta e desiste primeiro”, comenta Andrew Lipow, da empresa norte-americana Oil Associates LLC; no entanto, um preço do Brent de 40 dólares por barril significa que a Arábia Saudita deixa de ganhar cerca de 120 mil milhões de dólares por ano.

O Kremlin interpreta essas perdas sauditas como 120 mil milhões a menos para comprar armas a países da NATO. O que Lipow não compreende é que estamos perante um golpe de mestre na área da Diplomacia Económica.

– Ataque ao petróleo de xisto

A jogada fez cair os preços do petróleo para cerca de 40 dólares por barril; com isso, Putin faz colapsar a indústria petrolífera norte-americana.

É altura de recordar que até 1970 os Estados Unidos foram o principal exportador de petróleo. Nesse ano, porém a produção dos seus esgotados poços não chegou sequer para o próprio consumo. Washington depressa se transformou no principal importador. Em 1971, entretanto, aconteceu o abandono do padrão ouro estabelecido nos Acordos de Bretton Woods (uma onça/35 dólares). E rapidamente surgiu a emissão de dólares sem fundos para pagar o enorme défice comercial de 150 mil milhões de dólares. Uma decisão da OPEP salvou a divisa dos Estados Unidos: cotar o petróleo apenas em dólares.

No final dos anos noventa desenvolveu-se uma técnica conhecida como “fracking”, ou fractura hidráulica, que permite extrair gás e petróleo residuais dos poços esgotados. A aplicação desse método permitiu aos Estados Unidos voltarem a exportar petróleo. Mas o petróleo de xisto obtido através do fracking é muito mais caro do que o extraído por métodos convencionais; necessita de preços elevados para recuperar o investimento. Isto explica a agressiva política externa dos Estados Unidos, que aproveita qualquer pretexto para impor obstáculos e sanções a países exportadores de petróleo para diminuir a oferta do mercado e dificultar o comércio dos seus competidores petrolíferos, como sucede com o Irão, o Iraque, Líbia, Síria ou Venezuela.

Os Estados Unidos não incomodam a Arábia Saudita porque este país é o segundo maior investidor am armas do mundo e o principal cliente do complexo militar e industrial que, na realidade, é quem governa em Washington.

Com este movimento estratégico da sua diplomacia económica Vladimir Putin ameaça a nova indústria petrolífera dos Estados Unidos de colapso; e deixa também em dificuldades o principal cliente da indústria militar norte-americana. A diminuição de receitas sauditas afectará igualmente o financiamento de Riade ao fanatismo islâmico que tenta destruir a Síria, o principal aliado da Rússia no Médio Oriente.

O efeito do movimento diplomático russo sobre a indústria petrolífera norte-americana é devastador e sem trapaças.

A Rússia impõe a vantagem competitiva da maior resistência da sua economia e dos benefícios proporcionados pela Natureza ao dotar o país com jazidas frescas que não necessitam de fracking.

O efeito do movimento de Putin de aguentar os preços baixos para arruinar o adversário é parecido com a estratégia de terra queimada que o general Kutuzov utilizou contra Napoleão.

Publicado em O Lado Oculto

AUSTRALIANOS ESTÚPIDOS E INCONSCIENTES(o meu país está mesmo a saque)

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Hello world, look how stupid we are here downunder…😡😡😡

Dozens of people were seen swimming and jogging at a popular beach.

Estados Unidos ultrapassam China e Itália em número de infetados – Executive Digest

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Os Estados Unidos ultrapassaram a Itália e a China em número de infetados com o Covid-19. Segundo a última contagem são já quase 82 mil. Nova Iorque e Nova Jérsia concentram metade dos casos. A Organização Mundial de Saúde já tinha avisado que o país seria o próximo epicentro da pandemia.

Source: Estados Unidos ultrapassam China e Itália em número de infetados – Executive Digest

NAO PODEMOS COMPARAR O COVID COM OUTRAS DOENÇAS E VIRUS

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Pra quem está comparando com sarampo, h1n1, dengue etc, é o seguinte…
Acho que não entenderam…
A quarentena não é pela saúde, não é pelo contágio, não é pelo número de mortes. Portanto parem de comparar com qualquer doença.
A quarentena é por causa da VELOCIDADE!
Nenhuma dessas doenças mataram mais de mil pessoas POR DIA e todo dia!
E a quarentena NÃO É por causa da quantidade rápida de mortos.
Entendam…
A quarentena é por causa da quantidade de leitos, médicos, equipamentos e remédios!
Se não nos isolarmos, teremos o colapso do atendimento, e pessoas terão que morrer em casa!
Aos milhares.
Diariamente.
Deu pra entender agora?
Parem de comparar com qualquer coisa que vcs estão lendo e estudem a peste negra.
Daí sim vcs entenderão o que é dizimar um terço da população mundial…

O EXEMPLO DE MACAU na guerra contra um gigante.

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O EXEMPLO DE MACAU na guerra contra um gigante.

Importante artigo de reflexão do meu Colega e amigo João Miguel Barros.

Em Macau ainda não entra ninguém que não tenha o estatuto de residente. E os residentes de Macau, imediatamente após a entrada, são obrigados a fazer …

Escolas Médicas Portuguesas defendem «uso generalizado de máscaras»

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Oiçam este senhor e aprendam com a experiência dos outros!

O apelo do Conselho de Escolas Médicas Portuguesas (CNEM) vai em sentido contrário ao defendido pela Direção-Geral da Saúde, que ‘não recomenda, até ao momento, o uso de máscara de proteção para pessoas que não apresentam sintomas’.

Alastra epidemia de ″chantagem e despedimentos ilegais″

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Carlos Alberto Machado
Yesterday at 00:41

Trabalhadores enviados para casa estão sem garantia de salário ao fim do mês, de reabertura da empresa ou de apoio social da restauração, hotelaria, comércio, serviços e até da indústria.

DURANTE A CRISE ESPECIALISTA DA ONU DEFENDE RENDA MÍNIMA UNIVERSAL

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Carlos Fino and 2 others shared a link.
Em entrevista à RFI, o especialista independente da ONU, Juan Pablo Bohoslavsky, defende, durante a crise econômica provocada pela epidemia de coronavírus, a implementação de uma renda mínima univers…

Em entrevista à RFI, o especialista independente da ONU, Juan Pablo Bohoslavsky, defende, durante a crise econômica provocada pela epidemia de coronavírus, a implementação de uma renda mínima univers…
  • DURANTE A CRISE
    ESPECIALISTA DA ONU DEFENDE RENDA MÍNIMA UNIVERSAL

TIMOR E OS COVIDIOTAS

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DESABAFO

Sei que há falta de alguma informação.

E que ao longo das últimas semanas foram criadas e implementadas novas regras que condicionam a vida do pessoal.

Como nem todas as regras são conhecidas, deixo aqui algumas das regras que agora foram ampliadas para definir uma nova categoria de cidadãos: o covidiota

Caso se reveja em alguns dos exemplos, por favor mude de atitude. É simples: deixe de ser covidiota.

1 – Se o mandam ficar em casa, fique em casa. Deixe lá o jogging, o cão, o passear à beira mar. Não seja covidiota.

2 – Se viajou mantenha-se em quarentena preventiva. Não arrisque a vida dos outros. Não seja covidiota.

3 – Se conhece alguém que possa estar infetado ou locais que estão a ser usados para quarentena ou onde, infelizmente, há pessoas infetadas, exerça todas as precauções necessárias mas deixe de insultar, denunciar, atacar, apedrejar as pessoas. Não seja covidiota.

4 – O direito à privacidade dos doentes é muito importante. Por isso deixe de querer saber quem está infetado e quem não está. As autoridades farão o seguimento dos contactos necessários. O seu contributo nesta matéria é, acima de tudo, mórbido e nefasto. Não seja covidiota.

5 – O vírus é a coisa menos racista que há neste momento no planeta, não escolhe idade, cor, raça, origem, étnica, nacionalidade, estado civil, género, orientação sexual, tamanho da conta do banco ou, infelizmente, nível de estupidez. Por isso deixe a conversa do vírus chinês, do vírus dos velhos, do vírus dos ‘turistas que têm a mania’, do vírus do malae, do vírus dos climas frios. Não seja covidiota.

6 – Em momentos de medo é normal que as pessoas se preparem. Isso inclui comprar mais coisas para ter em casa. Mas não precisa de lá ter o supermercado ou a farmácia. Compre com responsabilidade. Não seja covidiota.

7 – Está por acaso no estrangeiro, especialmente por vontade? Veio passear ou decidiu, livremente, vir trabalhar para outro sítio? Já sabia como era a vida nesse sítio? Já sabia que ia ter condicionalismos? Então deixe de olhar só para o seu umbigo. É legitimo ter receio, mas quando se exagera a falar de ataques que não existem, de drama que não se vive, está a ser um anormal ou uma anormal irresponsável. O Estado não é tipo agência de viagens. E as suas ações têm impacto num grupo de pessoas muito maior do aquele que as palas que tem nos olhos deixam ver. É fácil. Não seja covidiota.

8 – Acha-se inteligente e informado? Acha que sabe muito sobre muita coisa? Acha que tá dentro da informação? Se respondeu sim então deixe de partilhar noticias falsas, vídeos falsos, informações falsas. Se respondeu não, então informe-se e não partilhe nada até ter a certeza que é verdadeiro. Não seja covidiota.

Se tiverem mais ideias do que representa ser covidiota, digam.

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