AÇORES TRANSPORTE DE SAL

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“[…] O sal, trazido de barco desde Ponta Delgada, era descarregado num pequeno areal na Lomba do Calhau e uma vez adquirido, transportado às costas dos homens ou nas cabeças das mulheres pela rocha. O sabão, servia para todo o tipo de limpezas, desde a roupa ao lavar do cabelos. À semelhança do café, do chá e do açúcar, também vendido às senhas, apenas podia ser adquirido na vila e tinha uso corrente, ao contrário dos últimos, consumidos apenas por altura das festas […] – Maria Calmeiro Resendes 1996. Imagem: http://www.icpd.pt

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(o custo)DA MOBILIDADE E INSULARIDADE AÇÓRICAS

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esta e outras em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

 

 

CRÓNICA 285 DA MOBILIDADE E INSULARIDADE AÇÓRICAS 6.9.19

Diz o primeiro-ministro, e eu não tenho razões para duvidar, que o custo do subsídio de mobilidade das ilhas é incomportável. Acredito que possa ser para quem vive lá para os lados da capital do antigo Império, mas para quem não teve escolha e aqui nasceu, ou para quem, como eu, aqui vive há quinze anos, ele só peca por ser reduzido.

Sem esse subsídio de mobilidade estaríamos todos mais presos do que já estamos a estas ilhas por razões de distância, de clima, de falta de alternativa de transporte marítimo. Os alunos que aqui não têm cursos deixariam de poder frequentar as universidades e politécnicos da Península Ibérica (contribuindo assim para o crescimento da economia), eu ficaria impossibilitado de ali realizar anualmente um dos dois colóquios da lusofonia, deixaria de poder visitar as restantes ilhas (são 9 senhor primeiro) e teria de ficar confinado à ilha onde vivo.

É que sabe, senhor primeiro, aí meto-me na viatura e desde que tenha dinheiro para portagens e combustíveis desloco-me onde quero, não só na Península mas pela Europa, Ásia, etc.….aqui não temos pontes, nem túneis nem autoestradas a ligar as nove ilhas, e se deixássemos o livre mercado da aviação funcionar os preços seriam os antigos entre 500 e 700€ para uma deslocação à velha Ibéria…

Além disso, deve ter-se esquecido que os nossos impostos pagaram e pagam as autoestradas, pontes, passes sociais e tanta outra coisa de que os aí residem podem beneficiar e nós não…por isso, venha cá viver uns tempos, de preferência no Corvo e nas Flores nos meses de inverno e depois falamos.

Falar é fácil mas por vezes é necessário ter conhecimento de causa e de vivências, e a da insularidade faz-lhe falta, como a mim me fazia antes de aqui viver e pensar que estas ilhas eram um desperdício de dinheiro. Houve até um colega político de outra cor partidária que afirmou em tempos (não encontro essa citação aqui e agora) de que ficava mais barato transladar os habitantes (cerca de 430) do Corvo do que mantê-los lá. Eu, pessoalmente também creio que ficava mais barato transladar os habitantes de Lisboa do que mantê-los lá, mas é só uma opinião pessoal de alguém que nasceu no norte… com o dinheiro que Lisboa gasta fazia-se um país decente e mais equitativo, sempre achei incomportável o custo de manter Lisboa e com as vias rápidas e ferroviárias que têm sempre podiam ir para qualquer outro sítio, nós aqui – infelizmente – não podemos.

Enquanto na Península se pode ir até ao lado de lá da fronteira e comprar gás ou meter gasolina mais barata, nós aqui pagamos e calamos, e nem sequer temos a gasolina mais barata dos hipermercados como aí…

De facto, senhor primeiro, acho que deviam dar-nos muito mais de subsídio de mobilidade por aquilo que perdemos e não está ao nosso alcance e para si é trivial quotidiano. Acredite que eu sei do que falo, pois já vivi nos dois sítios e sei fazer contas e constatar as diferenças. Se acordar com nevoeiro na Portela pode meter-se na viatura e ir a qualquer lado, aqui se eu acordar com ventos, nevoeiros ou os habituais temporais insulares nem a nado posso ir a lado nenhum, há quem diga que as ilhas podem ser uma prisão sem grades e já o senti, algumas vezes, mesmo sem viver no Corvo e Flores que mais tempestades apanham. E entre ilhas temos uns barquitos velhos, alugados a preço de ouro, de maio a setembro mas no resto do ano dependemos da perícia dos pilotos da SATA para aterra em sítios onde a maioria dos pilotos tinha medo e voltava para trás…

Diz o primeiro-ministro, e eu não tenho razões para duvidar, que o custo do subsídio de mobilidade das ilhas é incomportável, eu concordo, é incomportavelmente baixo para as necessidades dos que aqui vivem, quando as comparo com os preços de viagens de barco e de avião entre as ilhas das Canárias… como os espanhóis querem as Desertas talvez se lhe oferecêssemos os Açores eles conseguissem voos mais baratos (ah! Já me esquecia que depois Portugal perdia milhares de quilómetros de fronteira marítima e suas riquezas, estou certo que destas, se retirarmos uns tostões pagamos todos os subsídios de mobilidade, presentes e futuros.

Gastão Cruz vence prémio de poesia António Ramos Rosa

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24.SAPO.PT
O poeta Gastão Cruz é o vencedor do Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa, depois de o júri ter distinguido por unanimidade o seu livro “Existência”, publicado em 2017, anunciou hoje a Câmara de Faro.

PATRIMÓNIO – MIRANTES NOS AÇORES

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S.O.S. Açores shared a memory.
14 hrs

Mirante de multifunções.

OS MIRANTES

AS SUAS FUNÇÕES NOS AÇORES.

Nem todos são do tempo da época de laranja

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Mirante de multifunções.

OS MIRANTES

AS SUAS FUNÇÕES NOS AÇORES.

Nem todos são do tempo da época de laranja
uns bons anos antes muitos foram construídos
para vigiar piratas outros para os seus donos verem
os seus trabalhadores se davam o litro e se fosse na apanha das uvas mandavam assobiar (para não comerem muitas ou morangos)na Na época os trabalhadores muitos iam de barriga a dar horas. Será motivo da marcha do assobio? que se canta e dança nos ranchos tradicionais de São Miguel- Açores.

Este mirante tinha na época uma grande autonomia por ter um grande dimensão na cobertura é toda de lages de grande porte onde recolhe as águas de chuva tem lateralmente uma grande cisterna de cerca de 30 mil litros de água e na parte debaixo oficina de fazer os caixotes de laranjas é bem espaçoso vale apena visitar este belo exemplar. Á volta dele está bem aproveitado de cultivo de milho castanheiros outros primores.Curiosidade na frente Rua da Maiorca á Lapinha ainda é visível a porta e um janelão com duas argolas de basalto que serviam para amarrar os animais de carroça e o janelão para sair as caixas para as carroças tudo muito bem pensado para funcionar bem. Freguesia Livramento São Miguel Açores.
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Autoridades dos EUA dão ‘ouvidos’ a inventor português. Huawei lamenta polémica

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Huawei explica que alegações de Rui Oliveira “são falsas” e que investigação “é mais uma investida dos EUA”. Oliveira diz que responde dia 13

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Partir para Ficar: relatos de uma viagem pela estrada fora até Timor-Leste – AveiroMag

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Joana Nogueira e Tiago Pinho, naturais de Sever do Vouga, partiram para Budapeste em maio de 2018 com a vontade de explorar e desmistificar preconceitos

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há quem queira separar os galos para não violarem galinhas

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“Galinhas violadas por galos por culpa dos humanos…” (Comentários absurdos de feministas veganas contrárias ao consumo de ovos)
ver em

03

Set

O santuário animal espanhol que viralizou após separar os galos para que as galinhas não sejam violadas

Um coletivo espanhol chamado Almas Veganas, que se define como “antiespecista, transfeminista e libertário“, tornou-se viral nas redes sociais depois de um vídeo no qual dois de seus membros afirmam que, no abrigo de animais que criaram -o qual chamam de santuário animal- separaram as galinhas dos galos para evitar que elas fossem violadas. O reboliço nas redes sociais foi considerável, e a maioria dos comentários do vídeo consistia em zombaria.

As jovens ativistas explicaram que tentam dar “uma vida decente” aos animais que vêm de fazendas onde foram exploradas anteriormente, e vários meios de comunicação espanhóis ecoaram a história em todo o país.

Dado o escopo que o conteúdo do vídeo estava tendo e a intensidade de feedback negativo que gerou, os membros do santuário deletaram o vídeo (mostrado acima) e decidiram gravar um segundo vídeo, no qual denunciam novamente as condições de superlotação às quais estão sujeitos galinhas em granjas -conhecidas como “verdadeiros campos de concentração“- e nas quais afirmam que “comer ovos gera a exploração de galinhas desde o nascimento até a morte“.

– “Nem as galinhas nem os animais deste planeta são um recurso ou um produto”, diz uma das protagonistas, que acusa o sistema econômico capitalista de normalizar o consumo de animais para fins alimentares e ter como única prioridade o benefício econômico, mesmo quando isso é alcançado “à custa da coisificação, da escravidão e do assassinato de milhões de animais todos os dias“.

Oito sintomas de Demência e Alzheimer que tem de ter em atenção

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Setembro é denominado pela Organização Mundial de Saúde como ‘O Mês Internacional do Alzheimer’. Eis os sintomas mais comuns desta doença degenerativa do cérebro.

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