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Faleceu o Professor – Sá Couto

10257081_669809306419970_5192999401051081907_nSent Sent1  Faleceu o Professor – Sá Couto Nascido em 9 de Fevereiro de 1952, na Freguesia da Lomba da Maia. Acabamos de ser informados que faleceu esta madrugada Manuel Sá Couto, distinto professor de Filosofia da Escola Antero de Quental (Antigo Liceu de Ponta Delgada). “TENHO A INFELIZ MISSÃO DE COMUNICAR A TODOS E TODAS DO FALECIMENTO ESTA MADRUGADA, 13 DE MAIO DE 2014, DO PROFESSOR MANUEL SÁ COUTO, O QUAL SE ENCONTRAVA HÁ DIAS, INTERNADO NO HOSPITAL DE PONTA DELGADA.” José Zeka Soares Afonso Quental Com a morte do professor Sá Couto, a Escola Antero de Quental ficou de luto, e com sua bandeira a meia haste, enquanto no outro lado da margem, o seu Patrono Antero, recebe de braços abertos este seu seguidor. Paz à Sua Alma. Manuel Sá Couto, influente figura  política micaelense e professor de Filosofia na Escola Antero de Quental, uma referência local de vulto. O Manel era meu vizinho de jardim (contíguo ao meu) e foi a primeira pessoa a apoiar os colóquios da lusofonia mal cheguei em 2005. A ele se deve o êxito dos colóquios de 2006 (6º colóquio] e 2007 (8º). Aliás, quando os prometidos apoios oficiais falharam para pagar o almoço no AlaBote ele resolveu ajudar do seu bolso a suprir essa falha. Depois esteve na Lagoa em 2008 e 2009 e esteve presente no 19º colóquio na Maia 2013. Depois de uma arriscada operação nunca mais foi o mesmo e nestes últimos anos a sua vida era um calvário de tratamento, melhoras e recaídas, tendo-se tornado mais elusivo e menos comunicativo.  Passou a aparecer menos no nosso local de tertúlias (Moinho Terrace Café em Porto Formoso), fotografou menos os recantos da ilha, protestou menos contra a poda selvagem das árvores, e foi sofrendo solitariamente (por opção sua) estes últimos anos de vida. Na entronização da Confraria do Cha´em Porto Formoso a 26 de abril passado que coincidiu com o nosso 21º colóquio já não o vimos lá…Perdemos um  amigo, um comunicador nato, bom professor, excelente dialogador (como todos os filósofos). Para ele propunha à Junta de Freguesia local, no meu ChrónicAçores uma circum-navegação (vol. 2) que a Rua do Rosário seria a Rua Sá Couto , numa homenagem que quis lhe fosse prestada em vida. As entidades assim não o entenderam e  agora poderão fazê-lo depois de morto, como acontece sempre em Portugal. Diariamente me enviava (há vários anos) os jornais locais para eu os poder distribuir pela diáspora Funeral dia 14/5/2014 (amanhã) às 11h00, para o cemitério da Lomba da Maia, após Missa de Corpo Presente na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, onde se encontra em velório aqui o recordo bem humorado em 2008 na Lagoa com o Tiago Anacleto-Matias do Parlamento Europeu numa pausa das sessões. a nossa cadela “Leoa” (filha da tua “Bolinhas”) nunca mais vai correr para o quintal a ladrar e a saltar para que a leves para o teu quintal para ela brincar com a mãe… Um até sempre Manel

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prémio literario novo

foi hoje anunciado novo prémio literário:

 

o 1º autor homenageado é JUDITE JORGE E O GÉNERO É O CONTO/NARRATIVA

Foran nomeados como membros do júri do Prémio Açorianidade 2013

ANABELA SARDO, MESTRE, DIRETORA ESTH, IPG

HELENA CHRYSTELLO, MESTRE, ESCOLA EB 2,3 MAIA, S. MIGUEL, AÇORES

FRANCISCO F MADRUGA, DIRETOR DA EDITORA CALENDARIO DE LETRAS

REGULAMENTO DO PRÉMIO LITERÁRIO AICL AÇORIANIDADE
SECÇÃO I PREÂMBULO E INTRODUÇÃO
1.1.  Para efeitos do Prémio Literário AICL Açorianidade, acolhe-se como uma das premissas o conceito de Martins Garcia que, admite uma literatura açoriana «enquanto superstrutura emanada de um habitat, de uma vivência e de uma mundividência. A açorianidade literária (termo cunhado por Vitorino Nemésio, na revista Insula, em 1932) não está exclusivamente relacionada com peculiaridades regionais, nem com temas comummente abordados na literatura, tais como a solidão, o mar, a emigração. Ou como diz J. Almeida Pavão (1988)…”assume-se tal Literatura com o estatuto de uma autonomia, consentânea com uma essencialidade que a diferencia da Literatura Continental”. Assim, é Literatura de significação açoriana, a escrita que se diferencia da de outros autores de Língua portuguesa com especificidades que identificam o autor talhado por elementos atmosféricos e sociológicos descoincidentes, justaposto a vivências e comportamentos seculares sendo necessário apreender a noção das suas Mundividências e Mundivivências, e as infrangíveis relações umbilicais que as caracterizam face aos antepassados, às ilhas e locais de origem. A AICL entende que o rótulo comum de açorianidade abarca extratos diversos de idiossincrasias:— Um de formação endógena, constituído pelos que nasceram e viveram nas Ilhas, independentemente do facto de se terem ou não terem ausentado;— O dos insularizados ou «ilhanizados», adotando a designação feliz utilizada por Álamo Oliveira, a propósito do poeta Almeida Firmino e de todos que consideram as ilhas como “suas” de um ponto de vista de matriz existencial;

– Um de formação exógena, no qual se incluem todos os que não nascendo nas ilhas a elas estão ligados por matrizes geracionais até á sexta geração

1.2.   A AICL – Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia – em parceria com a Editora Calendário de Letras – vai reativar o seu Prémio Literário (2007-2010) e institui agora um novo Prémio Literário Anual para a literatura lusófona de matriz/significação açoriana, O Prémio designa-se PRÉMIO LITERÁRIO AICL AÇORIANIDADE.

SECÇÃO II – DISPOSIÇÕES GERAIS

SUBSECÇÃO I – objetivos
2.1. A atribuição de um prémio anual a um/a autor/a de literatura lusófona de matriz açoriana, que saiba captar as características intangíveis e indefiníveis da Açorianidade de acordo com as premissas supramencionadas. O Prémio visa promover e divulgar a Açorianidade e a língua portuguesa, estimular o gosto pela escrita e leitura e, difundir o nome dos Açores e dos/as autores/as homenageados em cada ano e que a ele ficam associados desta forma.
2.2. Em cada ano, o PRÉMIO LITERÁRIO AICL AÇORIANIDADE terá como subtítulo, o nome de um/a autor/a [vivo/a ou falecido/a] que se pretenda homenagear.
2.3. O Prémio referir-se-á a uma obra INÉDITA no género literário mais utilizado/mais característico do/a autor/a homenageado/a (ex.º Fernando Aires: diarística, Eduíno de Jesus: poesia, etc.)
2.4. Cada obra submetida não pode exceder o limite máximo de 40 páginas (20 folhas A4)
2.5. O formato das obras a concurso será em folhas de tamanho A4, letra tipo Arial 12 (1,5 espaço)
2.6. Os trabalhos serão escritos em língua portuguesa (qualquer que seja a variante da língua).
2.7. Podem concorrer todas as pessoas [mesmo não sendo Associados/as da AICL (Colóquios da Lusofonia)] qualquer que seja o país, região ou nacionalidade, desde que os trabalhos a concurso contribuam para a valorização e promoção da literatura de matriz/significação açoriana de qualidade.
SUBSECÇÃO II – ENTIDADES PROMOTORAS
3.1. As entidades promotoras são a AICL – Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia – em parceria com a Editora Calendário de Letras.
3.2. A AICL reserva-se o direito de tentar encontrar outros patrocinadores externos para cada um dos Prémios, para além dos dois promotores institucionais.
SUBSECÇÃO III – PRÉMIO
4.1. Ao PRÉMIO LITERÁRIO AICL AÇORIANIDADE não será atribuído qualquer montante fiduciário pelos promotores, a menos que haja entidades externas que o possam patrocinar.
4.2. A divulgação do/a autor/a vencedor/a e a cerimónia de entrega do prémio serão feitas no decurso do Colóquio da Lusofonia vindouro e o nome do/a autor/a vencedor/a será publicado nos portais da AICL e da editora Calendário de Letras até uma semana após a sua atribuição.
4.3. A AICL e a Editora Calendário de Letras garantem a publicação, distribuição e divulgação da obra premiada, nos doze meses seguintes à atribuição do Prémio, em moldes a acordar pessoalmente entre a Editora e o/a autor/a vencedor/a, quanto a tiragem, distribuição, formato, etc.

SECÇÃO III – DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS

SUBSECÇÃO I – ENTREGA DOS TRABALHOS
5.1. O/A Autor/a deverá enviar 3 (três) cópias impressas do original através de correio, por carta registada com aviso de receção, dirigida a – AICL – COLÓQUIOS DA LUSOFONIA, Prémio Literário, Rua da Igreja 6, Lomba da Maia 9625-115 S. Miguel, Açores, Portugal
5.2. Os trabalhos a concurso deverão ser entregues até ao dia 31 de julho de cada ano.
5.3. Não serão aceites trabalhos cuja data do carimbo dos correios seja posterior à data limite.
SUBSECÇÃO II – SOBRE A APRESENTAÇÃO E ENVIO DO TRABALHO
6.1. Cada autor/a só pode apresentar UM TRABALHO a concurso.
6.2. Os textos deverão ser entregues em envelope contendo no interior outros 2 (dois) envelopes.
6.3. Num primeiro envelope, deverá constar o texto original em papel contendo 3 (três) cópias.
6.4. No outro envelope haverá um documento com as indicações pessoais (nome, data de nascimento, morada, profissão/instituição a que está ligado/a, n.º de telefone) do/as candidato/as.
6.6. Em todos os envelopes, no exterior, apenas constará o pseudónimo com que assinou o texto
6.7. Os trabalhos não podem conter indicações pessoais do/a autor/a, sob pena de exclusão.
SUBSECÇÃO III – CRITÉRIOS DE APRECIAÇÃO
7.1. Criatividade / inovação;
7.2. Qualidade literária;
7.3. Organização; Coerência e coesão do texto;
7.4. Obediência às características do género em questão.
SUBSECÇÃO IV – JÚRI
8.1. O júri será composto por três membros, dois nomeados pela AICL (ou pela sua Comissão Científica) e outro pela Editora Calendário de Letras, sendo um cooptado para Presidente. A AICL enviará aos membros do júri, as cópias das obras recebidas dentro dos prazos e em conformidade com as normas do regulamento, uma semana após a data limite de receção das obras a concurso.
8.2. Caberá ao Júri decidir sobre dúvidas ou casos omissos neste Regulamento.
8.3. Das decisões do Júri não haverá recurso.
8.4. O Júri pode não atribuir o Prémio, se a qualidade literária dos textos a concurso não for consentânea com a projeção que a AICL e a Calendário de Letras lhe pretendam dar.
8.5. Não haverá lugar a prémio ex-aequo; em caso de empate o Presidente do Júri desempata.
8.6. Cabe ao júri elaborar um curto texto apreciativo do trabalho selecionado para ser lido publicamente na sessão de entrega do prémio;
8.7. A partir da entrega dos trabalhos, os/as concorrentes ficam obrigados a aceitar na íntegra as normas regulamentares para a atribuição do PRÉMIO LITERÁRIO AICL AÇORIANIDADE,
8.8. O não cumprimento de qualquer norma do regulamento implica a exclusão dos/as concorrentes;

SECÇÃO IV – DIREITOS INTELECTUAIS / DIREITOS DE AUTOR

9.1. Só poderão ser submetidos a concurso textos inéditos, e qualquer indício de plágio será punido com a exclusão do trabalho (usamos anti-plagiarism, turnitin, viper, plagium; GPSP; plagscan; grammarly, duplichecker e outros programas de deteção).
9.2. Os/As concorrentes não premiados/as poderão levantar os seus originais até 60 (sessenta) dias após a divulgação e entrega do prémio em cerimónia pública, data a partir da qual a AICL não se responsabiliza pela devolução dos mesmos.

SECÇÃO V – DIREITOS DE UTILIZAÇÃO

10. Os/As autores /as premiados/as autorizam a divulgação e utilização dos trabalhos em todas as atividades promovidas pelas entidades promotoras.

SECÇÃO VI – REGULAMENTO INTERNO DO PRÉMIO LITERÁRIO AICL AÇORIANIDADE,

11.1. De todas as obras aceites a concurso em cada ano, cada membro do júri selecionará até 31 de agosto, três (3) para a fase final de atribuição do prémio.
11.2. As obras selecionadas para a fase final de atribuição do prémio serão avaliadas por todos os membros do júri com a valorização crescente de 1 a 5 pontos, até 15 de setembro. A que tiver maior pontuação no somatório dos 3 elementos do júri será a vencedora.
11.3. Em caso de igualdade o Presidente do Júri desempatará e anunciará às entidades promotoras a obra vencedora antes de 30 de setembro, a tempo de se poder contactar o/a vencedor/a para estar presente na atribuição do Prémio na sessão de encerramento do Colóquio da Lusofonia.
11.4. O júri fará as recomendações que entender para a atribuição do PRÉMIO LITERÁRIO AICL AÇORIANIDADE, do ano seguinte relativamente à escolha de género, autor a homenagear e demais especificações do Prémio do ano seguinte.

 

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