The intaglios (anthropomorphic geoglyphs) of the Colorado Desert near Blythe, along the California-Arizona border have been called the Nazca lines of the Americas. The series of geometric shapes, animals, and humans, carved into the soil, are only visible from the sky, raising questions as to what they represent and why they were created.
ancient-origins.net
Blythe Intaglios: The Impressive Anthropomorphic Geoglyphs of the Colorado Desert
João Rendeiro, ou a paradoxo do condenado que não vai preso
João Rendeiro, ex-presidente do Banco Privado Português – BPP – foi condenado a cinco anos e 8 meses de prisão efetiva, mas não irá para a cadeia se pagar 400 mil euros de “multa”. Apesar de estar em parte incerta, será fácil para ele resolver essa questão com uma simples transferên…
, com vénia : “O livro não é considerado um bem de primeira necessidade pelo governo português. Com livrarias e bibliotecas encerradas, no caso das bibliotecas inventando serviços nos limites da legalidade que lhes permitam não deixar as comunidades sem livros, o governo mostra um profundo desamor pela cultura, pela cidadania, por aquilo que ajuda as pessoas a alargarem os seus horizontes prazerosamente, a aprenderem, a crescerem, a conhecerem melhor o mundo e desenvolverem o sentido crítico, tão importante se verdadeiramente acreditamos na democracia. Eis aqui a
“Carta ao Director” do constitucionalista Jorge Miranda, publicada ontem no jornal Público, sobre o estranho caso de desamor do governo português pelos livros:
“… o livro é um instrumento fundamental de cultura. Nenhum computador o pode substituir, porque apenas o livro propicia tempo para assimilação de conhecimentos e para reflexão por quem o lê, sublinhado de páginas ou parágrafos do que considera mais importante ou mais interessante.
Isto torna-se ainda de maior relevância em época de confinamento, em que os alunos se acham privados do convívio com professores e em que as pessoas em geral não têm acesso às bibliotecas.
A venda de livros em centros comerciais ou chamados “espaços abertos”, e não em livrarias independentes, poderia até envolver uma discriminação. É, pois, imperioso permitir a abertura das livrarias.”, Jorge Miranda, constitucionalista – Jornal Público, 13.Fev.21
É a Vida, que brota e se manifesta através de uma clara expressão da sua potência, desta feita de um colorido tão forte que por si só denúncia a existência de um vulcão cheio de vida que está prestes a explodir.